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Covid-19: município de Juazeiro ainda não aderiu ao programa “Partiu! #Testagem nas Escolas”, direcionado a estudantes e funcionários nas escolas

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Até o momento, apenas 17 dos 28 municípios que fazem parte do Núcleo Regional de Saúde-Norte, aderiram ao programa “Partiu! #Testagem nas Escolas”, que tem o objetivo de identificar, monitorar e isolar casos da Covid-19 na comunidade escolar.

São eles: Sobradinho, Sento-Sé, Campo Alegre de Lourdes, Uauá, Jeremoabo, Abaré, Paulo Afonso, Pedro Alexandre, Andorinha, Pindobaçu, Itiúba, Curaçá, Chorrochó, Canudos, Remanso, Santa Brígida, Pilão Arcado.

 

O município de Juazeiro, que iniciou das aulas presenciais na última segunda-feira (25), até o momento, não aderiu ao programa.

Confira:

MUNICÍPIOS SEM ADESÃO PARTIU_28.10.2021

A ação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), em parceria com os municípios, fará a testagem de até 180 mil funcionários e estudantes com idade superior a 13 anos da rede pública municipal e estadual, desde que estejam assintomáticos e participando das atividades presenciais.

Na última quarta-feira (20), o médico Pedro Alcântara de Souza, Coordenador do Núcleo Regional de Saúde-Norte, durante entrevista ao Programa Preto No Branco na Transrio Fm, chamou atenção dos municípios que ainda não aderiram ao programa e falou de sua importância, principalmente neste momento de retorno às aulas 100% presenciais.

“Com esta iniciativa podemos ter mais segurança na volta às atividades tanto para os alunos, profissionais da educação e familiares dos estudantes”, afirmou o coordenador.

Estamos encaminhando o alerta para a Secretaria de Saúde de Juazeiro.

Da Redação PNB

José Carlos Tanuri, 80 anos: Um pai devotado de devotados filhos

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Atribui-se ao filósofo Aristóteles uma definição peculiar: “O objetivo principal da política é criar a amizade entre membros da cidade”. José Carlos Tanuri era a personificação deste pensamento. Sua capacidade de unir, de respeitar os adversários, de compreender as diferenças, de agregar, de cuidar das pessoas, de forma empática e solidária, é unanimidade entre os representantes das mais diferentes correntes políticas de Juazeiro.

Fez a boa política para unir, um ensinamento que herdou do pai, o ex-prefeito Américo Tanuri, a quem Zé Carlos tinha devoção. Os olhos de filho brilhavam e seu peito crescia, sempre que ele contava as histórias do pai. Era sua referência, seu espelho. Um nome que ele honrou e fez crescer através de seus 7 filhos:  Jaqueline, Édson, Alex, Vanessa, Rodrigo, Júnior e Jessica. Hoje, seus devotos.

Como brilham os olhos e o orgulho enche o peito dos filhos de Zé Carlos Tanuri, quando eles lembram do pai zeloso, amigo, conselheiro, dedicado, brincalhão e acima de tudo, um exemplo a ser seguido.

A médica Jaqueline Tanuri, sua primogênita, destaca a capacidade do pai de ser solidário, de estender a mão, exemplo de homem íntegro.

“Ele sempre foi um pai zeloso. Convivi com ele nos últimos anos, pois com a separação voltei a morar com meus pais. Ele abraçou meus filhos como se fossem seus, cuidava, zelava. Depois que minha mãe morreu, ficamos muitos juntos, ele era meu companheiro. E eu passei a cuidar dele. Meu pai sempre será para mim, um exemplo de homem íntegro, amigo. O que eu mais admirava, é que ele não tinha inimigos. Quando se desentendia com alguém, ficava  chateado, mas logo passava. E se alguma pessoa, com quem ele tivesse alguma contenda, precisasse dele, estava disposto a ajudar. Sabia perdoar e estender a mão. Quando alguém o criticava por isso, ele falava: ‘mas isso já passou, não importa, e a gente sempre tem que estar disposto a ajudar as pessoas, sermos solidários’ Isso era marcante nele”, lembrou Jaqueline.

 

O segundo filho, o engenheiro civil Edson Tanuri, não esconde a emoção quando revela o orgulho que sente quando as pessoas, nos quatro cantos de Juazeiro, falam tão bem de Zé Carlos Tanuri, que faria 80 anos neste outubro.

“Um super pai. Desde a infância, adolescência e agora na maior idade, sempre uma pessoa participativa, amiga, fiel, amigo dos nossos amigos, sabia construir relações. Meu pai era uma pessoa fantástica. Quem quisesse conhecer meu pai, precisasse dele. Aí era que ele se agigantava, porque trazia o problema das pessoas como se fosse o seu, trazia a necessidade das pessoas como se fosse a sua necessidade. Um amante de Juazeiro, desportista, gostava de um bom papo, de visitar os amigos, era uma pessoa ímpar”, definiu o segundo filho, o engenheiro civil, Edson Tanuri, que guarda muitos ensinamentos do pai.

“Ele sempre dizia: ‘Meu filho, preserve sempre suas amizades’. Era uma pessoa extremamente otimista e de muita fé. Quando nós estávamos em dificuldades pessoais ou nos embates políticos, ele dizia: ‘Calma que vai dar certo’. É um motivo de orgulho ter o pai que eu tive, uma honra. Eu sempre digo aos meus filhos que, se eu conseguir ser o que meu pai foi para mim, me dou por satisfeito”, confessou Edson.

O terceiro filho, o advogado e vereador Alex Tanuri, seguiu os passos do pai na política. No porte, no jeito, na personalidade, Zé Carlos se eterniza em Alex.

“A maioria dos filhos sempre diz que tem o melhor pai do mundo. Eu tenho o melhor dos melhores. Um exemplo de bom pai, que sempre quis o melhor para os filhos, que abdicou da sua própria vida e bem estar, de viagens e luxo para nos formar, dar educação, proporcionar lazer, satisfação, a todos nós seus filhos, sem exceção. Sempre se preocupou em nos garantir um diploma, foi colocando um a um na universidade. Era o orgulho da vida dele, o diploma dos filhos. Ele se orgulhava de todos e a mim demonstrava o quanto valorizava a minha escolha de continuar seu legado na política. Meu pai é meu exemplo na vida pública. Hoje eu carrego essa bandeira como meu avô e meu pai carregaram. Um homem apaixonado por Juazeiro, apaixonado por seus filhos, apaixonado por seus amigos. Um homem do bem, que gostava de viver livre. As vezes um tanto explosivo, uma característica que também herdei dele, mas em ambos esses arroubos logo passam. Ele me conhecia tão bem que dizia, ‘Tenha calma com ele, é só explosão’! Meu pai era tudo para mim, era meu alicerce, meu conselheiro, meu guia”, declarou, emocionado, o vereador.

A quarta filha, a também médica, Vanessa Tanuri, fala do “super pai” Zé Carlos, seu “jequitibá”.

“Meu Pai era um homem que, quem olhasse a primeira vez, achava que ele era meio durão. Talvez pela estatura, mas bastavam alguns minutos de conversa para sentir que aquele homem grandão tinha um coração de criança. Um homem sem maldade, amoroso, de uma humildade tamanha, brincalhão, e totalmente família. Um Pai que fazia tudo pelos seus filhos, tudo mesmo. Abdicou de muitas coisas na vida pela sua família, para formar os filhos e sempre esteve juntinho de nós em todos os momentos das nossas vidas. Amava os netos. E diziam que um dos seus maiores sonhos era vê-los formados. Infelizmente isso não aconteceu, mas creio que hoje, mesmo não estando presente fisicamente entre nós, ele sabe que realizaremos este seu sonho, pois seguiremos nesse mesmo propósito. Um homem forte, corajoso e destemido. Meu sentimento é de gratidão pelo legado que ele nos deixou. Um super Pai! Meu Pai era único! Um amigo fiel. Nosso jequitibá, assim como ele sempre dizia! Ele viverá eternamente em nossos corações. Ele era meu amigo! Te amarei para sempre, pai!”, revelou Vanessa.

Tão orgulhoso quanto os irmãos, o quinto filho de Tanuri, o engenheiro civil Rodrigo, declara seu amor imensurável e diz que até hoje chora a sua falta.

” Meu pai era um homem especial, um excelente pai, que formou todos os filhos e nos amava como ninguém. Tinhas as palavras certas, seja de incentivo ou de repreensão. Um conselheiro de todos nós. Nosso porto seguro, para onde corríamos todas as vezes que precisávamos de apoio, força, afeto, direção. O homem da minha vida, meu pai, meu amigo”, confessou Rodrigo.

Zé Carlos não se cansava de demostrar sua realização como pai, e a felicidade de ter formado uma família unida e próspera. Gostava de brincar dizendo que, profissionais da saúde não iam lhe faltar quando ele precisasse de cuidados. Outro filho médico, Junior Tanuri, devolve dizendo que nada seria sem o empenho do pai.

“Um exemplo de vida, meu referencial, sempre me ensinando o caminho do bem, da honestidade, do compromisso de servir à Juazeiro, cidade pela qual ele era apaixonado. Lembro que, logo quando entrei na faculdade, ele me dizia que queria que eu voltasse para Juazeiro, para contribuir e trabalhar por esta terra. Carinhoso, sempre presente, companheiro, amigo. Ele sempre esteve ao meu lado, em todos os momentos. Ele me ensinou a ser generoso, a servir ao próximo. Eu sou o que sou pelo empenho dele. Ele sempre estará ao meu lado. Ele está nos meus gestos e atitudes, está nos meus dias, para sempre”, declarou Junior Tanuri.

A caçula, a enfermeira Jéssica Tanuri, sua “Kinha”, lembra dos adjetivos aplicados ao pai, e destaca que a maior qualidade de Zé Carlos foi saber ser “PAI”, o seu eternamente ‘painho’.

“Eu sempre vejo as pessoas elogiarem meu pai como um bom amigo, político, marido, padrinho, pai. Mas, tendo ele como Pai, afirmo sem objeção: de todos esse adjetivos, nenhum ele desempenhava melhor do que ser Pai (escrevo em maiúsculo pra enfatizar o super que ele foi). Deus foi imensamente generoso comigo e com meus irmãos quando presenteou nossa vida com uma alma tão linda. Meu primeiro dia de aula, as festinhas e eventos da escola, minhas formaturas (ABC, ensino médio e faculdade), minhas evoluções na igreja, cada degrau da minha vida, cada conquista e queda, cada lágrima que eu derramei, fossem elas de alegria ou tristeza, a presença dele era assídua, forte e necessária. Que ninguém ousasse questiona-lo sobre os erros dos seus filhos. Ele sabia um a um, mas virava ‘bicho’ caso alguém de fora nos julgasse, ou nos machucasse. Sempre soube ser colo e também, puxão de orelha quando preciso, gostasse a gente ou não. Hoje, tenho certeza que ‘painho’ era o destino mas também, o caminho na vida de cada um de nós. Ele, assim como minha mãe, são minhas maiores referências de amor e de vida. E, por vezes, a saudade chega a ser tanta, que mentalizo que ele viajou, numa viagem tão linda. Meu amor por ele é imensurável, assim como o dele por nós, seus filhos. Eu serei para sempre a ‘Kinha’ dele, e ele será pra sempre, painho. Ele não precisou ser eterno pra ser inesquecível. Ele assim o é, por ter feito história na vida de todos os que por ele passaram!”, concluiu Jéssica.

Esse era o pai José Carlos Tanuri. O filho de Américo Tanuri. O PAI de Jaqueline, Édson, Alex, Vanessa, Rodrigo, Júnior e Jessica. Pai dos netos. Pai dos amigos, e do seu povo. Pai de tantos outros filhos que a vida pública lhe deu para cuidar e proporcionar dias melhores. Pai de muitas conquistas e sonhos da sua terra natal.

Um pai devotado de devotados filhos, que dignificam essa história com união e o mesmo amor por Juazeiro.

Inesquecível, Zé Carlos Tanuri!

Ascom

 

Governo estuda prorrogar auxílio emergencial se PEC dos precatórios não for votada

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O governo Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a estudar a prorrogação do auxílio emergencial caso não consiga destravar a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que permite a expansão de gastos e viabiliza a ampliação do Auxílio Brasil para R$ 400.

Interlocutores do presidente dizem que o plano continua sendo a aprovação da proposta, mas já trabalham com esse cenário de prorrogar o auxílio emergencial, caso a PEC não seja votada na próxima semana na Câmara.

A intenção do Palácio do Planalto é substituir o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil já em novembro, e elevar o benefício médio de cerca de R$ 190 por mês para, no mínimo, R$ 400 mensais por família a partir de dezembro.

No pagamento de dezembro, o governo quer ainda conceder uma parcela retroativa a novembro. A parcela deve ser o valor correspondente para que a família tivesse recebido R$ 400 também em novembro.

De acordo com o Ministério da Cidadania, o Auxílio Brasil começará a ser pago em 17 de novembro. O calendário seguirá as datas usuais do Bolsa Família e o benefício médio será corrigido em 18%.

Com esse aumento, as famílias carentes passam a receber, em média, cerca de R$ 220 por mês. O patamar atual é de aproximadamente R$ 190. Para alcançar o valor de R$ 400 prometido por Bolsonaro, o Palácio do Planalto precisa aprovar a PEC no Congresso.

Essa PEC libera recursos para bancar a expansão do programa social com a marca de Bolsonaro.

Diante de entraves na votação da PEC, as negociações envolvendo uma nova rodada do auxílio emergencial a partir de novembro foram retomadas. Líderes governistas foram avisados sobre o “plano B”.

Informalmente, o TCU (Tribunal de Contas da União) foi consultado por auxiliares do presidente sobre essa possibilidade.

Segundo a reportagem apurou com integrantes do tribunal, o tema ainda está em discussão, mas a princípio não seria necessário prorrogar o estado de calamidade pública para estender o auxílio emergencial. Bastaria apenas editar uma nova medida provisória até o final do ano.

auxílio emergencial foi retomado em 2021 a partir de abril. A previsão inicial era que o programa seria encerrado em julho. Bolsonaro então prorrogou a medida até outubro. Para isso, o presidente editou uma medida provisória e um decreto. Não foi necessário acionar a calamidade pública neste ano.

O Tesouro Nacional descarta a possibilidade de o Ministério da Economia defender a decretação de um novo estado de calamidade pública para liberar despesas fora das regras fiscais tradicionais. O subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal, David Rebelo Athayde, afirmou nesta quinta-feira (28) que considera o assunto “fora de questão”. O estado de calamidade pública vigorou até 31 de dezembro do ano passado.

O Palácio do Planalto queria aprovar a PEC dos Precatórios nesta semana na Câmara, mas a votação do projeto foi adiada três vezes. O governo enfrenta dificuldade em avançar com essa proposta diante de resistência de parte da base aliada, além de não poder contar com muitos votos de partidos independentes, como MDB e PSDB.

ministro da Cidadania, João Roma, disse no Palácio do Planalto nesta quinta que a PEC precisa ser aprovada na Câmara e no Senado até a segunda semana de novembro.

Caso contrário, pode haver problemas operacionais para garantir o pagamento do auxílio.

O governo planeja elevar o pagamento do Auxílio Brasil para R$ 400 a partir de dezembro. Esse valor, segundo o governo, deve permanecer até dezembro de 2022.

Para isso, é necessário abrir espaço no Orçamento de 2022. O custo dessa ampliação do programa social, que vai substituir o Bolsa Família, é de aproximadamente R$ 50 bilhões.

Sem essa engenharia orçamentária, o Auxílio Brasil pagará, em média, pouco mais de R$ 220 por mês. Mas o Palácio do Planalto quer o benefício mais elevado.

Portanto, interlocutores de Bolsonaro voltaram a avaliar a prorrogação do auxílio emergencial, que hoje varia entre R$ 150 e R$ 375 e atende a mais pessoas que o Bolsa Família.

Auxiliares palacianos não souberam detalhar por quanto tempo seria a prorrogação, nem quantas pessoas seriam beneficiadas.

A possibilidade está sendo conversada com lideranças parlamentares. Nesta quarta-feira (27), ministros foram à Câmara tentar articular a votação, e citaram que o plano B seria prorrogar o auxílio emergencial.

Bolsonaro determinou o aumento do Auxílio Brasil para R$ 400 na semana passada, deflagrando uma crise entre as alas política e econômica do governo.

A solução para atender à demanda do presidente foi driblar o teto de gastos, propondo alteração no cálculo da regra fiscal na PEC dos precatórios. Essa PEC, que já estava na Câmara, prevê um limite para pagamento de precatórios (dívidas da União reconhecidas pela Justiça), o que libera mais espaço no Orçamento.

As duas mudanças previstas na PEC -envolvendo o teto de gastos e os precatórios- têm potencial de abrir uma folga de R$ 94,2 bilhões no próximo ano, garantindo recursos para Auxílio Brasil, auxílio para caminhoneiros e para vacinas.

Interlocutores de Bolsonaro dizem que a dificuldade em aprovar a PEC se deve à mudança no sistema de votação da Câmara (que voltou a ser presencial nesta semana), além da resistência de partidos independentes e de oposição, que, segundo esses auxiliares do governo, não querem viabilizar programas que podem fortalecer Bolsonaro na disputa à reeleição em 2022.

Folhapress

Mesmo com fim da pandemia, Covid permanecerá e deve causar gripe grave

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Mesmo com o fim da pandemia, a Covid-19 ficará entre nós em forma de endemia. A doença vai continuar presente, mas sem um aumento significativo de casos. O Sars-CoV-2 será mais um dos vírus que causam a gripe grave.

A avaliação é do cirurgião Paulo Chapchap, que liderou um grupo de médicos e especialistas em saúde pública no Todos pela Saúde, uma iniciativa do Itaú-Unibanco que investiu mais de R$ 1,2 bilhão no combate à pandemia e agora virou tema de documentário.

Frustrações, dificuldades, desafios, erros e acertos desse trabalho compõem o filme “SARS-CoV-2/O Tempo da Pandemia”, dirigido por Eduardo Escorel e Lauro Escorel. O longa estreia no próximo dia 30, no Cinesesc, durante a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

O grupo, composto por Drauzio Varella, Eugênio Vilaça, Gonzalo Vecina Neto, Maurício Ceschin, Pedro Barbosa e Sidney Klajner, reuniu-se diariamente em 2020 para decidir as medidas mais urgentes a serem tomadas durante a crise sanitária.

Dentre as inúmeras frentes, foram feitas campanhas de informação, a compra de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), respiradores e outros equipamentos hospitalares, de oxímetros para as unidades básicas de saúde, testes sorológicos, além da capacitação de profissionais.

“Não existe saúde pública sem informar as pessoas do que elas têm que fazer e quais são os direitos delas. Procure peças publicitárias do Estado [sobre medidas preventivas], não tem. Uma parte importante dos recursos [da iniciativa] foi para o pilar de informar”, afirma o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto.
Assista ao trailer:

“Parecia que [as autoridades federais] estavam remando contra. Você faz ampla campanha de distanciamento físico e utilização de máscara, e as nossas autoridades se reúnem, aglomeram e não usam máscaras, dizem que isso é bobagem”, lembra Chapchap sobre práticas negacionistas lideradas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A mesma frustração, segundo ele, aconteceu em relação ao tratamento precoce com medicamentos sem eficácia para a Covid, rechaçado pelo grupo, mas incentivado pelo Planalto.
No início, não havia informação nem do que estava faltando, lembra Maurício Ceschin, ex-presidente da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). “Já tinha uma avalanche de doentes chegando aos serviços e a gente não tinha um retrato. Faltava leitos de UTI, faltava monitor, faltava luva. Quanto faltava? Aonde faltava? Nós não tínhamos essa informação, o Ministério não tinha, ninguém tinha.”

O grupo enviou equipes para todos os estados do país e em um mês havia montado gabinetes de crise em todos eles. Em 186 hospitais referências em Covid, profissionais alocados pela iniciativa passaram a orientar equipes locais sobre o fluxo de pacientes, a identificação de casos graves e os melhores protocolos.

“Uma coisa é fazer gestão em tempos de bonança, a outra é a gestão quando no seu hospital você tem 15 ambulâncias e não tem um leito vago para internar”, comenta Eugênio Vilaça, consultor em saúde pública.

A enfermeira Verlaine Alencar, administradora de saúde no Hospital Sírio-Libanês, foi uma das que se deslocaram até Manaus (AM) no auge das mortes para ajudar na gestão da crise. “Apesar da briga da família [que temia por sua segurança], do medo, eu disse ‘eu vou’. Havia falta de leitos, Samu parado na porta sem o pessoal conseguir receber o paciente, pessoas morrendo numa situação bem complicada”, lembra.

O grupo atuou também em várias instituições de longa permanência para idosos fazendo testes de Covid nos residentes e nos profissionais e implantando protocolos mais adequados de cuidado. Videochamadas entre os idosos e suas famílias, além de mimos como radinhos de pilha, também foram providenciados.

Algumas ações do grupo, porém, não se mostraram tão efetivas na prática. Um exemplo foi a transformação de escolas em alojamentos para abrigar infectados que não tinham condições de manter o isolamento porque vivem em moradias precárias com muitas pessoas em um mesmo cômodo.

“Foi um fracasso. As pessoas não querem ficar isoladas, querem ficar junto com a família. As mulheres com filhos, se forem para um abrigo, quem cozinha para eles, quem cuida deles? Deu errado, não funcionou, gastamos dinheiro à toa”, diz o oncologista Drauzio Varella, colunista da Folha de S.Paulo.

BNews

 

Homofobia: demitido do Minas Tênis Clube, Mauricio posta Superman beijando Mulher-Maravilha

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Na manhã desta quinta-feira (28), O jogador de Volei, Maurício Souza, publicou uma foto do personagem Superman beijando a Mulher-Maravilha, em seu Instagram.

A postagem se dá um dia depois da demissão do jogador do Minas Tênis Clube, por conta de suas declarações homofóbicas, quando o atleta da Seleção Brasileira, há duas semanas, criticou a revelação da DC Comics de que o atual herói, Joe Kent, é bissexual.

Na postagem, o jogador repetiu a mesma imagem, que o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), tinha publicado, poucos antes na sua página.

“Bom dia”, escreveu Mauricio em seu perfil, relevando o pedido de desculpa feito há dias em função da polêmica.

Entenda o caso

Tudo começou quando Mauricio Souza contestou o fato de o atual Superman ser bissexual: “Ah, é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”.

Em “resposta”, o ponteiro Douglas Souza, companheiro de Mauricio na seleção brasileira, rebateu a publicação.

“Engraçado que eu não ‘virei heterossexual’ vendo os super-heróis homens beijando mulheres. Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito, mas eu tenho uma novidade para sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim. Obrigado DC por pensar em representar todos nós e não só uma parte.”

A ‘tréplica’ de Mauricio veio alguns minutos depois: “Para cima de mim não! Aqui é frágil igual esticador de canto de cerca!”, escreveu ele em uma foto com a seguinte frase: “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo. Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado, eu fico do lado que eu acho certo. Fico com minhas crenças, valores e ideais.”

A situação fez com que atletas tomassem uma posição sobre o caso. Teve quem foi a favor de Mauricio, como Sidão e Wallace, que deram seus respectivos pontos de vista concordando com a visão do companheiro.

Teve também quem parabenizou Douglas pela iniciativa. Nomes como Sheilla Castro, Fabi Alvim, Carol Gattaz, Erika Coimbra e Gabi Guimarães comentaram a foto e apoiaram a reflexão feita pelo ponteiro.

O Minas Tênis Clube, inicialmente, afastou o jogador por conta da polêmica. Ontem, no entanto, anunciou a rescisão do vínculo entre as partes.

Da Redação PNB

Jovem de 18 anos vai representar Juazeiro em evento de Simulação da ONU

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Aos 18 anos, o estudante juazeirense Douglas Juan Gabriel de Sousa, foi selecionado para representar o município de Juazeiro, no Norte da Bahia, em uma Simulação da ONU que acontecerá em Salvador. O jovem está no no 3° módulo Técnico em Serviços Jurídicos do Centro Estadual de Educação Profissional em Gestão e Negócios do Norte Baiano (CEEP).

O projeto, denominado ‘Bahia Model United Nations’ (BaMUN), organizado pela Secretaria de Educação do Estado em parceria com o Instituto DiploMUN e a ONG Educando, selecionou estudantes de escolas públicas estaduais da Bahia.

O evento ocorrerá nos dia 10, 11 e 12 de novembro deste ano, na Secretaria de Educação do Estado. Durante a Simulação ONU, os estudantes  serão divididos em comitês inspirados na Organização das Nações Unidas, irão debater problemáticas globais representando diplomatas de países, baseando-se no posicionamento oficial da delegação.

“Acredito que a minha história motivará vários jovens do nosso município a se engajar em programas internacionais”, declarou Juan Gabriel.

De acordo com a organização, o projeto surgiu da iniciativa de líderes de classe a fim de proporcionar, de forma direta, o conhecimento e desenvolvimento do senso crítico, liderança, resolução de problemas, oratória e legitimação de ideias opostas.

 

Da Redação PNB foto divulgação

 

Após 15 anos vivendo de carro-pipa, água tratada chega ao Conjunto Penal de Juazeiro

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Após 15 anos sendo abastecido com água de carros-pipa, o Conjunto Penal de Juazeiro (CPJ) terá água tratada.

O serviço é fruto de um convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Juazeiro, através do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE).

De acordo com informações do SAAE, os trabalhos já foram concluídos e “nesta quinta-feira (28), finalmente, foi feito o teste de rede e a água começou a chegar ao CPJ.

“Após a limpeza da rede, colocação de cloro, e todos os testes necessários, estrutura preparada, finalmente a água jorrou com força total”, informou o SAAE.

A diretora-presidente do SAAE, Josilene Alixandre, destacou a importância do serviço.

“É um momento de muita emoção, vê a água jorrando, após muitos meses desse processo em reuniões com os nossos parceiros do governo do estado e todos os trâmites que envolveram essa grande operação, que marca um novo tempo, após tantas dificuldades, entre elas, os riscos da segurança da equipe do presídio que abria os portões, no mínimo 12 vezes por dia, para permitir a entrada dos carros-pipa”, disse Josilene Alixandre.

De acordo com o diretor da unidade prisional, Manoel Tadeu Menezes, o abastecimento de água através de carro-pipa, custava 30 mil reais mensais .

“Por vezes o carro ainda quebrava, a quantidade muitas vezes não atendia a necessidade da unidade, fragilizando a nossa segurança. Problemas externos como fornecimento de água, de energia agrava ainda mais a tensão já existente no sistema prisional”, informou o diretor.

Da Redação PNB, com informações Ascom SAAE

 

Juazeiro: confira planejamento de vacinação contra Covid-19 para esta sexta-feira (28)

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O município de Juazeiro vai realizar a vacinação contra a Covid-19 nesta sexta-feira (29), na população 18 anos ou mais e segunda dose – Oxford/AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac.

A Secretaria de Saúde informa que “o município aguarda o recebimento de novas remessas para dar continuidade à vacinação de adolescentes e aplicação da dose de reforço que está suspensa temporariamente devido à indisponibilidade de vacinas para estes públicos”.

Confira cronograma: 

Repescagem – População 18 anos ou mais

Este público pode buscar pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Maringá, Alto da Maravilha e Itaberaba das 8h às 11h30 e UBS João Paulo II no horário das 8h às 12h e das 13h30 às 16h. É preciso levar RG, CPF, Cartão SUS e comprovante de residência.

Segunda dose – Oxford/AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac

A aplicação da segunda dose será nas UBSs Tabuleiro e Jardim Flórida, das 8h às 11h30; Univasf, Uneb e UBS CSU, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h. No Juá Garden Shopping das 10h às 16h. Quem precisa tomar a segunda dose com a Oxford/ AstraZeneca deve buscar pelo pontos da Univasf e Juá Garden Shopping. Para tomar a segunda dose é preciso levar RG, CPF, Cartão SUS, comprovante de residência e cartão de vacinação.

Por orientação do Ministério da Saúde, o prazo para a aplicação da segunda dose da vacina Pfizer foi reduzido para 8 semanas (54 dias). Quem tomou a primeira dose da Pfizer até 2 de setembro já pode buscar um  dos pontos para tomar a segunda dose com este imunizante.

Da Redação PNB, com informações Ascom/ Sesau

Bahia registra 662 novos casos de Covid-19 e mais 13 óbitos pela doença

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 662 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,05%) e 460 recuperados (+0,04%). O boletim epidemiológico desta quinta-feira (28) também registra 13 óbitos. Dos 1.244.785 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.214.992 já são considerados recuperados, 2.732 encontram-se ativos e 27.061 tiveram óbito confirmado.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.574.896 casos descartados e 244.509 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira. Na Bahia, 52.288 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Vacinação

Com 10.583.351 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 83,12% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254.

Secom