Nesse domingo (19), problema no sistema e-SUS VE do Ministério da Saúde, impediu que as informações de casos confirmados e descartados do boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Juazeiro fossem atualizadas. Apenas o número de óbitos, altas e testes foram computados.
De acordo com o último levantamento, 19.570 moradores foram infectados desde o início da pandemia na cidade, dos quais 18.988 já estão recuperados. Os casos descartados somam 35.757. Juazeiro tem 171 casos ativos do novo coronavírus. Não houve registro de morte por complicações da Covid-19. O município permanece com 411 óbitos provocadas pela doença.
Testes
Foram realizados desde o início da pandemia 41.387 testes rápidos pela prefeitura e 5.410 pelo Lacen, em Salvador.
Ocupação de leitos
Na rede hospitalar, o percentual de ocupação dos leitos de UTI para Juazeiro na rede PEBA (hospitais de Pernambuco e Bahia) é de 33%, com 82 leitos disponíveis. Somente em Juazeiro, 30% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 estão ocupados, com 7 leitos disponíveis.
A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Saúde (Sesau), avança na vacinação contra a Covid-19, com ampliação de pontos de imunização por livre demanda espalhados pelo município e também de modo itinerante. Confira o cronograma para esta segunda-feira (20):
-Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Jardim Vitória/Penha, Mussambê, Dom José Rodrigues, Itaberaba, Tabuleiro, Angary, Alagadiço e Alto da Maravilha haverá vacinação de primeira dose para pessoas a partir de 12 anos, segunda dose (Pfizer) e dose de reforço. A vacinação será no horário de funcionamento das unidades.
– Ao lado do Paço Municipal e no Juá Garden Shopping haverá primeira dose para pessoas a partir de 12 anos, segunda dose (Pfizer e CoronaVac) e dose de reforço. O horário é das 10h às 16h.
– Na Univasf vai ter primeira dose para pessoas a partir de 12 anos, segunda dose (Pfizer, Janssen e CoronaVac) e dose de reforço, das 10 às 16h.
-A vacinação itinerante contra Covid-19 nesta segunda-feira será no Residencial Brisa da Serra, das 8h às 14h e na comunidade de Pinhões, das 8h às 12h. Serão disponibilizadas primeira dose para pessoas a partir de 12 anos, segunda dose (Pfizer) e dose de reforço
-No Residencial Praia do Rodeadouro e no Juá Garden Shopping haverá vacinação noturna, das 17h às 20h, com todas as vacinas.
Documentos
É preciso levar RG, CPF ou cartão SUS e comprovante de residência. Em caso de segunda dose e dose de reforço, levar o cartão de vacina também. Os adolescentes precisam estar acompanhados de pais ou responsáveis.
Dose de Reforço (3ª dose)
A dose de reforço é destinada a pessoas, residentes em Juazeiro, com 18 anos ou mais e que tenham intervalo de 4 meses em relação à última dose; profissionais de saúde ativos e lotados em Juazeiro e que tenham intervalo de 4 meses em relação à última dose; e imunossuprimidos que estejam com intervalo de 28 dias em relação à última dose.
O trabalhador de saúde deve levar também o comprovante de vínculo empregatício atualizado (a exemplo do contracheque). Os imunossuprimidos também precisam levar original e cópia do laudo médico (a cópia ficará retida).
São considerados imunossuprimidos as pessoas com doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona equivalente a 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas e pacientes renais crônicos.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o melhor presidente que o país já teve para 51% dos brasileiros, conforme pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (19). Jair Bolsonaro foi avaliado como o pior da história por 48% dos entrevistados.
Segundo o instituto, o petista, que governou entre 2003 e 2010, ficou 40 pontos à frente de Bolsonaro, escolhido por 11% como melhor do país. Foi a primeira vez que o nome do atual presidente foi incluído nesta pergunta pelo Datafolha.
Em levantamentos realizados entre 2015 e 2016, durante a Lava-Jato e a crise política que levou ao impeachment de Dilma Rousseff (PT), Lula foi considerado o melhor dirigente da história em índices que variaram de 35% a 40%. O auge da aprovação ocorreu em 2010, quando 71% o consideraram melhor presidente.
Entre os entrevistados que citaram Bolsonaro como pior presidente, os índices mais negativos estão entre os desempregados (57%) e estudantes (65%). Lula é considerado o pior por 18% dos entrevistados, seguido por Fernando Collor (8%), Dilma (7%), FHC e Sarney (ambos com 2%).
O levantamento foi realizado de 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas, em 191 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
O ex-presidente e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) se encontraram em jantar na noite deste domingo (19), em São Paulo. O evento foi promovido pelo grupo Prerrogativas, integrado por advogados, juristas e artistas. O governador da Bahia, Rui Costa, também esteve presente.
Já Bolsonaro esteve no Guarujá, litoral paulista, e afirmou a apoiadores que a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de liberar a aplicação da vacina da Pfizer/BionTech contra a Covid-19 de crianças de 5 a 11 anos é “inacreditável”.
“Estamos trabalhando. Nem a tua é obrigatória, é liberdade. Criança é coisa muita séria. Não se sabe os possíveis efeitos adversos. É inacreditável o que a Anvisa fez. Inacreditável!!! Se depender de mim, é o pai que decide. Você que decide. Não é governador, não”, disse.
Em seu galpão de trabalho em Petrolina (PE), a 713 km do Recife, o escultor Ranilson Viana, 34, conta sobre a obra que fez para representar o político Osvaldo Coelho, morto em 2015, que exerceu o cargo de deputado federal por Pernambuco em nove mandatos.
“A escultura que fiz procura mostrar a força que ele teve para trazer a irrigação para Petrolina. Simboliza a chegada da irrigação e o aumento da fruticultura. Aí começou a nossa riqueza”, diz.
A escultura, que custou cerca de R$ 100 mil aos cofres públicos e foi instalada em Petrolina no prédio do órgão federal Codevasf, em 2018, é uma homenagem àquele que é chamado de “patrono da irrigação” por aliados.
Nos dois anos seguintes, já sob a Presidência de Jair Bolsonaro (PL), coube ao sobrinho de Osvaldo o papel de maior destinador de verbas para a unidade regional do órgão federal.
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado até o último dia 15, foi o responsável por endereçar R$ 330 milhões em um período em que o filho dele, Miguel Coelho (DEM), ocupa o posto de prefeito municipal e se lança como candidato ao governo estadual.
A abundância de recursos vinda de congressistas é comemorada pela direção da Codevasf em documentos oficiais.
“A Codevasf tem vivenciado um período positivo, com expressivos incrementos na alocação e execução de recursos orçamentários, especialmente os oriundos de indicações parlamentares”, afirma o órgão em relatório enviado em maio passado à Câmara Municipal de Petrolina, em resposta a requerimento do vereador Gilmar dos Santos Pereira (PT).
De acordo com esse levantamento interno, nos três anos imediatamente anteriores à gestão Bolsonaro, de 2016 a 2018, as indicações de parlamentares haviam levado à destinação total de pouco mais de R$ 90 milhões.
Porém, só nos dois primeiros anos da atual administração federal, o valor das emendas e outras formas de repasses por congressistas mais que quintuplicou na divisão da companhia com sede em Petrolina, chegando a R$ 490 milhões.
Mas esse incremento não resulta de uma maior força coletiva da bancada de Pernambuco na busca por recursos para a regional da Codevasf, mas sim do grande poder de Fernando Bezerra Coelho em carrear recursos para o reduto eleitoral de sua família no governo Bolsonaro.
Cisterna danificada de família de agricultores em Petrolina (PE). Folhapress/Karime XavierO agricultor Sanival de Jesus, 48, em seu sítio em Petrolina (PE) que não possui cisterna e energia elétrica
Dos R$ 490 milhões do biênio 2019/2020, R$ 330 milhões tiveram a indicação do senador, ou seja, quase 70% do total.
Em relação a 2019, o valor de cerca de R$ 180 milhões foi repassado por meio da indicação do senador com a utilização de um mecanismo orçamentário chamado termo de execução descentralizada (TED).
A quantia foi dividida em quatro TEDs, e segundo o texto do termo de maior valor (R$ 120 milhões), tratava-se de “recurso proveniente de destaque orçamentário, indicado pelo Senador Fernando Bezerra, a ser descentralizado pela Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SDRU)”.
O presidente da Codevasf, Marcelo Andrade, usou a expressão “recursos extra parlamentares” para se referir à indicação de R$ 120 milhões de Fernando Bezerra, em documento de dezembro de 2019, segundo documentos obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação.
Questionado pela reportagem, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou que nessa transferência “o senador apenas sugeriu a destinação do investimento, por se tratar de temas enquadrados no âmbito dos programas e ações do MDR”.
Segundo o ministério, a proposta de TED foi elaborada pela Codevasf e a descentralização dos recursos foi aprovada após a análise técnica da pasta.
A verba foi obtida pelo senador antes da existência das chamadas emendas de relator, por meio de negociações diretas com o ministério para direcionar o recurso discricionário da pasta. A autoria da indicação está registrada em documentos ligados ao TED que estão publicados no site do Ministério do Desenvolvimento Regional.
Estes rastros das indicações parlamentares ficaram mais escassos em 2021. A pasta comandada por Rogério Marinho, por exemplo, passou a apontar de forma genérica a autoria, atribuindo ao relator-geral do Orçamento.
As emendas de relator são atualmente a peça-chave do jogo político em Brasília responsável pela sustentação da base aliada de Bolsonaro no Congresso. A modalidade foi incluída no Orçamento de 2020 pelo Congresso, que passou a ter controle de quase o dobro da verba federal de anos anteriores.
Foi por meio das emendas de relator que Fernando Bezerra Coelho destinou R$ 150 milhões à Codevasf de Petrolina em 2020, chegando então ao total de R$ 330 milhões no primeiro biênio da gestão Bolsonaro.
No segundo lugar do ranking de congressistas que apontaram o dedo para a Codevasf de Petrolina está outro filho do senador que é político, o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE). Por destinação dele, cerca de R$ 22 milhões foram para a unidade regional do órgão.
Além do grande volume de recursos vindos de seus familiares, outra mudança veio bem a calhar para o projeto político do filho do senador, atual prefeito de Petrolina, que quer ser governador de Pernambuco.
No âmbito da Codevasf, o sertão virou mar, sob o governo Bolsonaro.
Em setembro do ano passado, a superintendência do órgão com sede em Petrolina teve a sua área de atuação expandida, deixando de abranger apenas o Vale do Rio São Francisco, passando a chegar a todo estado de Pernambuco, inclusive o arquipélago de Fernando de Noronha.
Escultura do político Osvaldo Coelho no prédio do órgão federal Codevasf em Petrolina (PE) – Karime Xavier/Folhapress
Também chama a atenção o fato de o uso das verbas destinadas à Codevasf em 2019 e 2020 não observar a tradicional vocação do órgão representada na escultura do chamado patrono da irrigação.
A repartição dos investimentos mostra que quase metade dos recursos, 47%, foi alocada na pavimentação de vias.
Em segundo lugar nas prioridades, vem a compra de máquinas e equipamentos, com 28% do total. Somente depois aparecem a perfuração e instalação de poços (9%) e a recuperação e implantação de reservatórios hídricos (7%).
Relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) de fevereiro deste ano, porém, aponta a concentração excessiva das obras de pavimentação na cidade governada pelo filho do senador.
“Nas notas técnicas encaminhadas à CGU acerca de pavimentação de vias, a unidade indica que 95% das vias selecionadas (528 vias) localizam-se no município de Petrolina, enquanto apenas 5% das vias (30 vias) localizam-se em outros municípios da área de atuação da unidade”, alerta a CGU.
“As vias selecionadas não apresentam relevância para logística da produção e integração entre economias regionais, compondo-se exclusivamente de vias internas aos bairros, o que não indica uma escolha técnica, vinculada a ações de desenvolvimento regional”, completa o órgão de fiscalização.
A Folha esteve há três semanas em Petrolina e constatou como estão sendo aplicadas localmente as verbas federais destinadas pelo congressista por meio de emendas do relator e outros tipos de transferência orçamentária.
Na região, a entrega de cisternas compradas com recursos carimbados com a marca do parlamentar tem sido condicionada ao apoio político ao grupo do filho do senador, como a Folha revelou em 5 de dezembro.
Essa indicação pessoal e sem critérios objetivos por meio de emendas ocorre ao mesmo tempo em que é realizado um desmonte do programa federal de entrega de cisternas, intitulado Programa Cisternas, que possui regras gerais e fiscalização social por conselhos municipais, associações e ONGs.
O senador também direcionou verbas para obras de pavimentação na cidade, mas o asfalto entregue ganhou até apelidos. É chamado de farofa ou Sonrisal, em referência ao esfarelamento dos trechos pavimentados. O material usado derrete com o forte calor e gruda nos calçados dos moradores e, quando ele se quebra em pedaços, começa a esfarelar.
Verbas também foram enviadas pelo congressista para a aquisição de cisternas, caixas-d’água, tratores, implementos agrícolas e tubos de irrigação. Porém, dezenas desses equipamentos são mantidos amontoados em depósitos do órgão federal Codevasf e já dão sinais de desgaste com o tempo. Alguns deles, como canos e reservatórios de água, estão lá há mais de um ano, segundo relato de moradores da região.
Tratores, retroescavadeiras e caixas d’água armazenados em depósito da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no projeto de irrigação Pontal Sul em Petrolina (PE). Folhapress/Karime Xavier
Mesmo influente na divisão dos recursos do governo, Bezerra recebeu 7 dos 78 votos de senadores ao disputar uma vaga de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) no último dia 14. Decidiu, no dia seguinte, entregar o cargo de líder de Bolsonaro no Senado.
A colegas, reclamou da falta de apoio do presidente e de ministros na eleição, vencida por Antonio Anastasia (PSD-MG).
A saída do congressista do posto de líder do governo deve catalisar o movimento de distanciamento do presidente Bolsonaro que o prefeito de Petrolina tem buscado em suas articulações de pré-campanha a governador de Pernambuco.
O objetivo, segundo interlocutores do prefeito da principal cidade do sertão do estado, é evitar que uma eventual postulação em 2022 seja contaminada pela elevada rejeição a Bolsonaro em Pernambuco.
Além disso, para enfrentar o PSB, que governa há 15 anos o estado, o grupo de Miguel Coelho quer atrair tanto líderes políticos da esquerda como da direita.
OUTRO LADO
Questionada sobre se a escultura de Osvaldo Coelho não violaria o princípio da impessoalidade, a Codevasf afirma que “lei municipal de 2013 estabelece que em prédios públicos municipais, estaduais e federais de mais de mil metros quadrados deve haver exposição de obra de artista local, em caráter permanente”.
“A lei estadual nº 17.086/2020 declara o ex-parlamentar patrono dos projetos de irrigação do estado de Pernambuco”, segundo a nota.
Em relação ao relatório da CGU, o órgão respondeu que “as ações da Codevasf estão alinhadas com diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). Recomendações apresentadas à Codevasf por órgãos de controle são observadas e incorporadas aos procedimentos da Companhia, de acordo com sua aplicação”.
Procurados pela reportagem, o senador Fernando Bezerra Coelho e o prefeito de Petrolina Miguel Coelho não se manifestaram.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) fizeram a primeira aparição pública juntos durante um jantar promovido pelo grupo de advogados Prerrogativas, na noite de domingo (19), em São Paulo.
O ex-tucano pode ser o vice na chapa que será encabeçada pelo petista na disputa pelo Palácio do Planalto em 2022. Alckmin se desfiliou do PSDB na semana passada, legenda que ajudou a fundar em 1988. O tucano histórico estava insatisfeito na sigla, após a ascensão do seu ex-aliado João Doria, atual governante paulista, com quem se desentendeu em 2018.
O evento foi visto como um forte indicativo de que a aliança entre os antigos adversários deve se concretizada, e que pode ser anunciada já no início do ano que vem. Ainda sem partido, Alckmin conversa com PSB, PSD e também com o União Brasil.
A Caixa Econômica Federal paga hoje (20) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 7. O benefício é de, no mínimo, R$ 400 por família.
As datas de pagamento seguem o modelo do antigo Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês. Em dezembro, em função do feriado de Natal, os pagamentos vão até 23, com a antecipação em uma semana em relação ao calendário regular.
Veja a tabela
NIS final 1 10 de dezembro
NIS final 2 13 de dezembro
NIS final 3 14 de dezembro
NIS final 4 15 de dezembro
NIS final 5 16 de dezembro
NIS final 6 17 de dezembro
NIS final 7 20 de dezembro
NIS final 8 21 de dezembro
NIS final 9 22 de dezembro
NIS final 0 23 de dezembro
O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.
Ronaldo comprou 90% da ações do Cruzeiro Esporte Clube, agora uma S.A.F. (Sociedade Anônima de Futebol), por R$ 400 milhões. No entanto, o Fenômeno não colocará no clube todo esse dinheiro de uma só vez. O valor será investido ao longo dos anos. O aporte inicial será de R$ 80 milhões.
Com essa quantia, o Cruzeiro vai conseguir pagar as dívidas emergenciais, como as que impedem que o clube registre jogadores. Parte do dinheiro será usada para quitar os custos correntes do clube, como folha salarial de funcionários e jogadores. Portanto, a equipe celeste não terá problemas para manter os pagamentos em dias nos próximos anos.
Para o torcedor que já sonha com grandes craques, eles podem até chegar, mas não será em 2022. Com o clube na Série B do Campeonato Brasileiro, o entendimento é de que basta um pouco de investimento, para montar um elenco capaz de recolocar o Cruzeiro na elite do futebol nacional, depois de duas tentativas frustradas.
Com a promessa de colocar os R$ 400 milhões em até cinco anos, o investimento no Cruzeiro será maior quando o time estiver novamente na Série A do Brasileirão e a expectativa é de que seja já a partir de 2023.
É importante destacar que o Cruzeiro terá mais de R$ 80 milhões para fazer futebol em 2022. Esse valor é apenas o que Ronaldo vai colocar no clube neste momento. Mas a equipe tem outras receitas, com venda de atletas, bilheteria, direitos de televisão, patrocínios e outros mais.
Parte dos R$ 80 milhões que Ronaldo colocará no Cruzeiro em 2022 será utilizada para o pagamento das dívidas que fizeram o clube ser punido pela Fifa, impedido de registrar novos jogadores.
Por falta de pagamento pelas compras de Arrascaeta e Riascos, junto a Defensor-URU e Mazatlán (MEX), o clube mineiro foi punido pela entidade máxima do futebol mundial. Para se livrar do transfer ban, a equipe precisa pagar quase R$ 20 milhões. Arrascaeta e Riascos, obviamente, não jogam mais pelo clube.
De acordo com a coluna de Guilherme Amado, no Metrópoles, pelo menos 1.880 militares da Força Aérea Brasileira (FAB), 3% do total, assinaram um termo de responsabilidade recusando a vacina contra a covid- 19.
Esse contempla apenas os militares que informaram aos seus superiores que decidiram não se imunizar. No documento que assinaram, reconhecem que foram encaminhados à vacinação pela Aeronáutica, mas optaram por rejeitar a imunização.
A recusa dos militares reflete a escalada do movimento antivacina, incentivado pelo presidente Bolsonaro. O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, é apoiador do mandatário.
De acordo com o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde no sábado (18), o Brasil chegou a 22,212 milhões de casos desde o início da pandemia de covid-19 e 617.754 pessoas mortas. Ainda há 2.726 mortes em investigação e 118.924 pessoas em acompanhamento por equipes de saúde.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou nova edição da campanha contra a marcação de cesarianas sem necessidade ou indicação clínica. A medida faz parte do Movimento Parto Adequado, iniciativa voltada a promover boas práticas de saúde materna e infantil.
O agendamento do parto por meio de cesariana, realizando o parto em momento distinto de quando o bebê está pronto para nascer, pode provocar riscos tanto à saúde da gestante quanto da própria criança.
A agência reguladora aponta que cesáreas sem indicação clínica podem contribuir para hemorragias, dificuldades na adaptação à amamentação e infecções puerperais. Para os bebês são mais frequentes prematuridade, hipoglicemia, icterícia e dificuldade de manter a temperatura corporal.
Conforme o Painel de Indicadores de Atenção Materna e Neonatal, a maioria dos partos em hospitais privados em 2019 (37,3%) ocorreu entre a 37ª e a 38ª semana. Neste momento, os órgãos vitais do bebê ainda estão completando sua formação, razão pela qual a interrupção da gestação pode trazer consequências prejudiciais. O tempo ideal é de 39 semanas.
Segundo dados da ANS, 80% dos partos foram realizados por meio de cesariana em 2020. No total, foram 484 mil nascimentos, sendo 400,2 mil fazendo uso do procedimento cirúrgico.
A agência nota um aumento do agendamento de cesarianas em feriados e em períodos quando há um costume maior de trabalhadores de marcarem férias, como é o caso do período entre os meses de dezembro e fevereiro.
As cesarianas podem ser um recurso importante, na avaliação da ANS. Não em razão de uma conveniência, mas sim quando houver uma necessidade clínica, indicada claramente pelo médico responsável.
O Movimento Parto Adequado é uma iniciativa da ANS em parceria com o Hospital Albert Einstein e com o Ministério da Saúde. Entre as ações estão projetos para incentivar novas formas de atenção à gestação, evitando riscos desnecessários.
São medidas recomendadas pelo movimento o acompanhamento pré-natal adequado, a ampliação de equipes multiprofissionais de plantão para apoiar ou realizar o parto e incentivo a métodos sem o uso de remédios para aliviar a dor durante este processo, como uso do chuveiro.