Juazeiro: idoso é preso por um crime que garante não ter cometido, ocorrido há 18 anos; família pede ajuda para arcar com sua defesa

Juazeiro: idoso é preso por um crime que garante não ter cometido, ocorrido há 18 anos; família pede ajuda para arcar com sua defesa

O trabalhador autônomo Nivaldo José de Souza, 61 anos, viu sua vida se tornar um pesadelo na última segunda-feira (10). O idoso foi preso acusado de um crime que aconteceu em 2004, no Rio Grande do Norte.

Em contato com o Portal Preto no Branco, os filhos do idoso afirmaram que a prisão é injusta e o que o pai é inocente.

“Na época do ocorrido ele trabalhava em uma empresa de segurança aqui de Juazeiro. Em duas ocasiões, ele e outros funcionários foram enviados para trabalhar por 30 dias no Rio Grande do Norte. Só que durante esse período em que ele esteve lá, mataram um rapaz que estava tentando roubar as criações de camarões no local de trabalho dele. Após o crime, ele recebeu uma intimação para comparecer na delegacia aqui em Juazeiro. Na época ele explicou que o crime não tinha ocorrido na área em que ele estava trabalhando, mas sim na do outro vigilante, que teria sido o autor dos disparos. Depois disso, ele foi liberado”, explicou Ricardo Oliveira de Souza, filho de Nivaldo.

Ainda de acordo com ele, o outro vigilante que teria efetuado os disparos de arma de fogo e matado a vítima, também se chamava Nivaldo.

“A polícia alegou que meu pai não voltou mais a delegacia para prestar depoimento, mas ao longo desses anos ele nunca mais recebeu nenhuma intimação e nem ligações para comparecer a delegacia. O outro vigilante também se chamava Nivaldo, só não sabemos se o sobrenome também é igual. Meu pai já foi transferido para o Conjunto Penal de Juazeiro e nós da família estamos todos aflitos. Ele tem residência fixa e estava trabalhando há alguns anos com um ponto de caldo de cana na rua do paraíso”, acrescentou Ricardo.

A filha do idoso, Tamires Oliveira, informou ainda que o idoso sofre com problemas mentais e que a família está precisando de ajudar para conseguir arcar com os custos para a defesa do pai.

“Meu pai tem problemas de saúde. Ele toma remédio para ansiedade e faz acompanhamento com a psiquiatra. Ele está muito nervoso com essa situação. Conversamos com alguns advogados conhecidos e eles falaram que seria bom contratar um profissional do Rio Grande do Norte, onde o crime aconteceu. Porém, as despesas giram em torno de 10 mil reais e a gente não tem essa quantia. Estamos contando com doações de amigos. Estamos orando, pedindo a Deus para que ele possa sair de lá o mais rápido possível”, disse Tamires.

Para ajudar a família de Nivaldo José de Souza, bastar doar qualquer quantia para o pix 74988311683.

 

 

Da Redação PNB

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