Arquivos Mensais: abril 2022

Juazeiro inicia 4ª dose da vacinação contra Covid-19 para idosos a partir de 60 anos e divulga cronograma desta quarta-feira (27)

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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Saúde (Sesau), segue com a vacinação contra a Covid-19. Nesta quarta-feira (27) terá vacinação para crianças, adolescentes, adultos e idosos a partir de 60 anos. Confira os locais:

Juá Garden Shopping

– primeira dose 5 anos ou mais e segunda dose, dose de reforço e quarta dose de pessoas imunossuprimidas e idosos a partir de 60 anos, das 10h às 16h;

Uneb e Unibras

– primeira dose 5 anos ou mais, segunda dose, dose de reforço e quarta dose de pessoas imunossuprimidas e idosos. O horário é das 8h30 às 14h;

UBSs Maringá, Jardim Flórida, Quidé, Penha/Jardim Vitória, Alto da Aliança, Caic, CSU, João XXIII, Dom Thomaz, Alto da Maravilha, São Geraldo, Novo Encontro, Alagadiço, Tabuleiro, João Paulo II, Residencial Juazeiro, Itaberaba, Parque Residencial e Vila Jacaré

– primeira dose para pessoas a partir de 5 anos, segunda dose, dose de reforço, quarta dose de pessoas imunossuprimidas e idosos a partir de 60 anos, do horário das 8h30 às 11h30.

Vacinação Itinerante

O carro da vacinação itinerante contra a Covid-19 estará no Residencial Mairi, a partir das 9h com primeira dose, segunda dose, dose de reforço e quarta dose dos imunossuprimidos e idosos a partir de 60 anos.

Documentos

É preciso levar RG, CPF ou cartão SUS e cartão de vacina. Pessoas imunossuprimidas precisam levar original e cópia do laudo médico. Crianças devem estar acompanhadas do pai ou da mãe. No caso de estar com outro responsável, é necessário que pai ou mãe emita uma autorização impressa e assinada. A dose de reforço é destinada para pessoas a partir de 18 anos que já tenham 4 meses de intervalo em relação à segunda dose. A quarta dose de imunossuprimidos e idosos deve ser aplicada com 4 meses de intervalo em relação à dose de reforço.

Ascom/Sesau

Berg da Carnaíba ouve Comissão de moradores do Rio Jordão

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Após término da sessão ordinária desta terça-feira (25), o presidente da Câmara Municipal de Juazeiro, Berg da Carnaiba, recebeu integrantes da Comissão de moradores do Rio Jordão.

A Comissão pede ajuda do Legislativo municipal para levar ao Executivo a necessidade urgente da regularização fundiária do local. Uma briga judicial que se arrasta há anos no município.

O presidente se comprometeu de levar a solicitação à prefeita Suzana Ramos, que deverá ouvir os populares e analisar o problema.

Monia Ramos Jornalista
ASCOM presidência da CMJ

Após operação da PF, Consórcio Nordeste reafirma que foi vítima de empresários

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Em nota enviada à imprensa na manhã desta terça-feira (26), o Consórcio Nordeste se pronunciou sobre a operação Cianose deflagrada pela Polícia Federal (PF) e disse que foi vítima de uma fraude por parte de empresários. “O Consórcio foi vítima de uma fraude por parte de empresários que receberam o pagamento e não entregaram os aparelhos, fato que foi imediatamente denunciado pelo próprio Consórcio Nordeste às autoridades policiais e ao judiciário, através de ação judicial que resultou na prisão desses empresários e no bloqueio de seus bens. O Consórcio Nordeste segue aguardando a apuração desse crime, o julgamento e punição dos responsáveis e a devolução do dinheiro aos cofres dos respectivos estados”.

Ainda de acordo com o texto enviado à imprensa, “a aquisição conjunta de ventiladores pulmonares pelo Consórcio Nordeste foi realizada logo no início da pandemia, tendo como fundamento o art. 4º da Lei n º 13.979/2020, em processo administrativo que observou todos os requisitos legais”.

O caso tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque o governador da Bahia, Rui Costa (PT), na época presidente do consórcio, desautorização à aquisição dos aparelhos que nunca foram entregues. O petista já negou irregularidades na compra. Uma operação chegou a ser deflagrada em 2020 pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Diante das últimas ações, deputados da oposição na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba) decidiram dar entrada nesta terça-feira (26) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos respiradores.

Bocão News

“Atestado de incompetência”, classifica APLB Sindicato/Juazeiro sobre decisão da prefeitura para gestão compartilhada de escolas com a Polícia Militar da Bahia 

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A APLB Sindicato em Juazeiro alerta pais, alunos e população em geral, para mais uma ação assumida de má gestão da educação do município. A prefeitura, através da secretaria de educação, oficializou em Salvador, no dia 20 de Abril, um Termo de Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Militar da Bahia para implantar gestão compartilhada nas escolas municipais CAIC Misael Aguilar e de Tempo Integral Paulo VI. Para a entidade o acordo nada mais é que a admissão da absoluta incompetência do município e desprezo pelo trabalho dos educadores municipais.

A militarização das escolas públicas de Juazeiro é uma questão grave e a APLB Sindicato se posiciona contrária tanto na rede municipal quanto estadual, como deixa claro o diretor da entidade Gilmar Nery. “Militarizar as escolas demonstra a total incapacidade do poder público municipal, em especial da secretaria de educação, em gerir a educação chegando ao ponto de recorrer à Segurança Pública. Os militares são importantes para promover a ordem e a segurança do povo, mas quando adentram no ambiente escolar, isso significa a falta que a educação está fazendo em determinados segmentos como, por exemplo, a disciplina. Não é preciso militares nas escolas para promover a ordem, que sempre foi feita pelos educadores”, ressalta.

Para a direção da APLB Sindicato, essa parceria demonstra claramente uma transferência de responsabilidades com pensamento equivocado de que só vai ter disciplina se tiver militar na escola. Uma das grandes preocupações diante dessa atitude da secretaria de educação do governo Suzana Ramos é que vai seguir as diretrizes do governo Bolsonaro de militarizar a educação, de impor um regime militar nas escolas do município de Juazeiro.

“Isso é lamentável e faz parte desse projeto de destruição e desmonte da educação municipal. Entendemos que quando você entrega a educação para a Segurança Pública está assinando um atestado de incompetência. Já esperávamos, pois um governo que é alinhado com o governo ditador de Jair Bolsonaro claramente iria seguir por esse caminho”, completa Gilmar Nery.

Outra grande preocupação da APLB Sindicato diante da militarização das escolas é com os professores que vão trabalhar sob as ordens de militares, coagidos pelas regras militares e com os alunos que não terão a liberdade de pensamento.

Mas no texto da prefeitura enviado à imprensa divulgando a oficialização do Termo, a nova gestão das escolas é vista pela prefeita Suzana Ramos como “uma iniciativa da gestão municipal que visa trazer melhorias para a nossa educação e para as comunidades”. A secretária Normeide Almeida foi mais longe e disse que “a parceria possibilitará uma mudança de perfil dos alunos, permitindo assim avanços educacionais. As famílias também terão um apoio bem maior, pois contribuirá para que os estudantes tenham uma mudança no perfil quanto ao trato com seus familiares, professores e demais profissionais da educação”.

“O estado democrático de direito não vai estar presente nas salas de aulas nas escolas públicas do município de Juazeiro. Quando vimos os posicionamentos da prefeita e da secretária quanto ao acordo, lembramos que escolas tradicionais como o Colégio Municipal Paulo VI tiveram, ao longo de sua história, a responsabilidade pela educação de inúmeros jovens e formou várias cabeças pensantes, levando para a vida pessoas críticas e que saíram daquela base. E agora, vai junto com o CAIC ser colocada à disposição da Segurança Pública demonstrando um total desprezo pelo trabalho dos profissionais da educação. A APLB se posiciona contra de forma incisiva diante da atitude desse governo autoritário e incompetente que está aí”, finaliza o diretor da APLB Sindicato, Gilmar Nery.

Ascom-APLB 

“Uma lavagem”: indignada, mãe reclama da qualidade da alimentação servida no Colégio Paulo VI, em Juazeiro, e diz “Nossos filhos não são porcos”

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Uma mãe de aluno do Colégio Municipal de Tempo integral Paulo VI, em Juazeiro, em contato com nossa redação na manhã desta terça-feira (26), protestou contra a qualidade da refeição servida aos estudantes. Ela considerou o almoço oferecido hoje como “lavagem”, e relatou que seu filho não tem se alimentado na instituição.

“Tenho uma filha que estuda lá e não almoça por conta do almoço da escola que vem muito feio e muito ruim. Hoje mesmo ela me mandou a foto do almoço de hoje. Desde quando começaram as aulas que ela não almoça na escola, chega em casa é que ela vai comer, porque não tem como comer um almoço desse. Imagine passar o dia todo em uma escola e não tem uma refeição decente? Não tem condições de eu ter um filho na escola e ele passar o dia todo sem ter o que comer por conta da comida que é muito ruim”, reclamou.

Ela enviou fotos do almoço servido nesta terça-feira, afirmando ser uma “macarronada de fígado e carne de soja”.

“Esse foi o almoço de hoje. Eu pedi para que ele tirasse foto do almoço. É esse o almoço, como eles falam, ou é uma lavagem? Porque, para mim, isso daí é uma lavagem. Eu acredito que todas as mães pensam a mesma coisa. Nossos filhos não são porcos para comer uma coisa dessa. Um nojeira. Peço, mais uma vez, que façam uma matéria para chamar atenção da direção da escola, porque eu, como mãe, já estou entrando em contato com as outras mães para que possamos ir na escola reclamar sobre isso.

A mãe nos enviou um vídeo, em que os alunos da instituição aparecem protestando contra o almoço servido hoje.

Confira vídeo:  

 

Estamos enviando a reclamação para a Secretaria de Educação de Juazeiro.

 

Redação PNB

 

Moraes diz que indulto de Bolsonaro não afasta inelegibilidade de Daniel Silveira

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O ministro Alexandre de Moraes afirma que o indulto da graça concedido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao deputado Daniel SiIveira (PTB-RJ) não afasta a inelegibilidade decorrente de condenação imposta ao parlamentar pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Datada desta terça-feira (26), essa é a primeira manifestação do magistrado nos autos da ação penal desde o julgamento do deputado bolsonarista na quarta (20). Silveira foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão por ataques verbais e ameaças a ministros da corte.

Moraes diz que o é tema “pacificado” no TSE (Tribunal Superior Eleitoral): “O indulto presidencial não equivale à reabilitação para afastar a inelegibilidade decorrente de condenação criminal, o qual atinge apenas os efeitos primários da condenação –a pena, sendo mantidos os efeitos secundários”.

Em que pese existir nos autos do processo pedido para que seja analisada a constitucionalidade do decreto presidencial que concedeu o perdão, Moraes afirmou que o tema será analisado nas ações dos partidos de oposição ao governo.

O ministro diz que o indulto é ato discricionário e privativo do chefe do Executivo, a quem compete definir os requisitos e a extensão, a partir de critérios de conveniência.

Ele determinou que a defesa de Silveira se manifeste sobre o indulto dentro de um prazo de 48 horas, assim como ao descarregamento da tornozeleira eletrônica usada por Daniel. O parlamentar não é monitorado pelas autoridades penitenciárias desde o Domingo de Páscoa, dia 17.

Nesta segunda (25), Weber requisitou ao presidente Bolsonaro explicações sobre o indulto da graça a Daniel Silveira.

Trata-se da primeira providência sobre as ações de partidos de oposição ao governo que pedem à corte a suspensão do ato presidencial. Rosa Weber definiu dez dias de prazo para que o chefe do Executivo se manifeste acerca do assunto.

No despacho, a ministra afirmou que a matéria tem “relevância e especial significado para a ordem social e a segurança jurídica”.

Ela adotou rito processual segundo o qual o relator de uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade), classe dos pedidos dos adversários de Bolsonaro, pode submeter a controvérsia diretamente ao plenário para julgamento do mérito, sem a concessão de eventual liminar (decisão provisória).

O passo seguinte, a partir do recebimento das informações do Palácio do Planalto, será colher as manifestações da AGU (Advocacia-Geral da União) e da PGR (Procuradoria-Geral da União).

Bolsonaro concedeu o indulto da graça ao deputado na quinta-feira (21), um dia após Silveira ser condenado a oito anos e nove meses de prisão por ampla maioria dos ministros da Supremo. Ele foi denunciado pela PGR por ataques verbais e ameaças a integrantes da corte.

Sob uma alegada proteção à liberdade de expressão, o presidente da República concedeu o benefício para livrar o aliado político das penas, pegando os magistrados de surpresa.

O indulto é uma prerrogativa do mandatário, mas a jurisprudência do STF diz que o indulto é um instrumento jurídico passível de ser submetido a controle constitucional.

Uma análise possível é quanto ao princípio da impessoalidade. É questionável, segundo integrantes da corte, que a caneta do presidente seja usada para beneficiar um correligionário.

Bahia Notícias

Médicos de UBS’s de Juazeiro descumprem carga horária e realizam atendimentos por cota, denunciam usuários

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Usuários de algumas Unidades Básicas de Saúde de Juazeiro, no Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para denunciar uma limitação no número de atendimentos médicos das instituições. De acordo com eles, os profissionais estão estabelecendo cotas de atendimentos, sem cumprir a carga horária.

“Me chamo Lilian Pereira, moradora do bairro Alto da Alencar e queria fazer denúncia sobre a UBS do CSU. A médica simplesmente só atende quatro pessoas por turno. O usuário chega lá para ser atendido e se já tiverem quatro pessoas, ela não atende mais de ninguém. Se ela quer atender somente quatro pessoas, eu acho que ela deveria abrir um consultório só para ela atender essa cota e dá a vaga de médico para quem realmente quer trabalhar. Isso é falta de respeito com o ser humano. A gestão pública precisa rever os profissionais que bota para trabalhar”, reclamou a usuária.

Outra moradora do bairro Alto do Aliança também denunciou a situação.

“Aqui na USB do Alto da Aliança só são atendidas 10 pessoas e o atendimento só é feito pela manhã, isso quando tem médico no posto”, acrescentou.

Nessa segunda-feira (25), o usuário Joaquim Sena também denunciou a falta de atendimento médico na Unidade Básica de Saúde do bairro Dom José Rodrigues. Em seu relato, Joaquim afirma que procurou a unidade de saúde com dor de garganta, febre e dor no corpo, mas não conseguiu ser atendido, pois o médico foi embora do posto às 10h25, quando deveria permanecer até o meio-dia.

“O posto de saúde do Dom José Rodrigues se negou a fazer atendimento. Fiz uma denúncia na Ouvidoria da Secretaria de Saúde do município e vou entrar com uma ação no Ministério Público, pois médico indo embora às 10h25 da manhã, sendo que o plantão dele é até o meio-dia. Ele ainda me disse que já tinha atendido 16 pacientes”, desabafou. (Relembre)

O PNB encaminhou as reclamações para a Secretaria de Saúde de Juazeiro. O órgão informou que “Não há orientação por parte da Secretaria de Saúde de Juazeiro que o atendimento seja por cota, mas que seja cumprido o horário. Porém o Ministério da Saúde orienta uma quantidade limite de atendimentos por turno”.

Porém, a Sesau não informou o limite determinado pelo órgão federal. A Secretaria de Saúde reforçou ainda que “está verificando as demandas a respeito dos atendimentos médicos nas UBSs, bem como conversando com os profissionais”.

 

Redação PNB

Crianças com autismo continuam sem frequentar as escolas municipais de Juazeiro por falta de auxiliares

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Crianças diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA) continuam impossibilitadas de terem acesso à educação na rede municipal de ensino de Juazeiro, no Norte da Bahia.

Em contato com o Portal Preto no Branco, mais uma mãe informou que o filho está sem frequentar a escola por falta de uma profissional auxiliar de atendimento educacional especializado (AEE).

“O meu filho é autista e está matriculado na Escola municipal Maria Júlia Rodrigues Tanuri, no residencial Dr. Humberto, mas não está frequentando a sala de aula, pois não tem auxiliar pra ele. Toda vez que eu pergunto sobre a profissional, a direção da escola fala que vai chegar, mas nunca chega. Essa situação vem acontecendo desde o ano passado e tem várias crianças que estão nessa mesma situação. Isso é um descaso para nossas crianças com necessidade especial”, reclamou.

O PNB  encaminhou novamente a reclamação para a Secretaria de Educação e Juventude de Juazeiro.

Outra reclamação

No último dia 06, também em contato com PNB, uma mãe informou que o filho está sem frequentar a Escola Municipal de Educação Infantil Mariá Viana Tanuri, também por falta de uma AEE.

“Meu filho foi diagnosticado com 2 anos e a Neuropediatra pediu urgência para ele frequentar a escola. Matriculei ele na EMEI Mariá Viana Tanuri, porque gostei do ensino. Porém, quando meu filho chegou no primeiro dia de aula, a professora me informou que seria melhor ele não ir mais na semana por conta da agitação dele, e que no momento não teria auxiliar para crianças com autismo. Ela disse ainda que teríamos que esperar a prefeitura encaminhar auxiliares, mas hoje já fazem 3 semanas e nada”, relatou a mãe, que pediu para não ser identificada.

Ainda de acordo com ela, a situação também está acontecendo em outras EMEI’s.

“Não é só nessa EMEI que esse absurdo está acontecendo, é na maioria delas. Faço parte de grupos AAMAVASF e escuto muitos relatos de outras mães também. Até no site, nas postagem da prefeitura sobre o autismo tem reclamações. Estamos no mês de conscientização do autismo, e crianças com autismo ainda não estão indo para as EMEIs de Juazeiro, por conta que não tem auxiliar para acompanhar elas. Chega a ser inacreditável. Onde fica o discurso de uma educação inclusiva? Lutamos pela inclusão e queremos o direito de ter nossos filhos e filhas na escola. Esperamos uma resposta, e agilidade da Prefeitura de Juazeiro”, cobrou a mãe.

 

 

Redação PNB

 

Covid-19: Petrolina confirma morte de idoso de 61 anos; óbito ocorreu em janeiro

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O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde nessa segunda-feira (25), confirma seis novos casos de Covid-19. Foram realizados 204 testes, destes, cerca de 3% do público que acessou os polos teve resultado positivo.

Há ainda o registro de um óbito. Trata-se de uma pessoa do sexo masculino, de 61 anos, sem comorbidades. A morte ocorreu dia 29 de janeiro, no entanto, a secretaria só recebeu a declaração de óbito nessa segunda-feira.

Petrolina registra agora 53.174 pessoas já infectadas pelo novo coronavírus. Desse total, 51.766 já estão recuperadas, isso significa 97,3% de cura clínica. Com o registro do óbito, a cidade está com 669 mortes causadas pela doença. O município permanece com 739 casos ativos da Covid-19.

O boletim ainda registra que, dos 85 leitos de UTI disponíveis para a rede PEBA, oito estão ocupados, com isso, a taxa fica em 9,4% de ocupação. Outras informações sobre a pandemia estão disponíveis no site: petrolina.pe.gov.br/coronavirus.

Débora Sousa – Ascom Secretaria de Saúde