Profissionais de enfermagem da Policlínica Regional, em Juazeiro devem aderir a paralisação nacional de protesto a decisão do STF que suspendeu o piso salarial da enfermagem 

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De acordo com informações obtidas pelo PNB, nesta quarta-feira (21) profissionais de enfermagem da Policlínica Regional vão aderir a paralisação nacional de protesto a decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu o piso salarial da enfermagem.

Fontes do PNB informaram que a unidade não irá funcionar amanhã, já que 100% da categoria deverá aderir ao movimento de protesto.

Um ofício enviado pela Direção Executiva aos Consórcios Públicos Interfederativos de Saúde da Bahia comunicou a adesão da enfermagem a paralisação nacional.

“Conforme Assembleia Geral Extraordinária da categoria de Enfermagem das Policlínicas Regionais de Saúde da Bahia, pelo Sindicato dos Empregados Públicos dos Consórcios Públicos Interfederativos de Saúde da Bahia, ficou definido a adesão à Paralisação Nacional da Enfermagem em defesa do piso salarial Lei 14.434/22 com paralisação de 100% da categoria de enfermagem, sendo autorizado a formação de comissões deliberativas para decidir sobre os
casos de urgência/emergência e exceções, devendo as comissões no uso do princípio da razoabilidade decidirem conforme o caso”, avisou o documento.

“Considerando a diversidade de pautas encontrada nas demais categorias profissionais, bem como oportuno o momento de levante da enfermagem, ficou ainda decidido que as regionais farão assembleias regionais, no dia 21 de setembro de 2022, as 09h ou 15h com todas as categorias, para deliberação das seguintes pautas: 1. Eleição e Posse de Núcleo Regional; 2. Estado Permanente de Greve/Paralisação em Defesa da Lei 14.434/22; 3. Pauta para negociação: 3.1 Recomposição salarial; 3.2 Vale-Alimentação; 3.3 Auxilio Transporte; 3.4 Extensão Licença Maternidade; 3.5 Saúde do Trabalhador”, pontuou a entidade.

“A entidade ainda orientou que “os profissionais a registrarem suas presenças no local de trabalho e/ou nas manifestações de rua, uma vez que o objetivo do movimento paredista é justamente demonstrar que trata-se de classe trabalhadora presente e ativa na busca de seus direitos, não de movimento de fuga dos trabalhos. Orientamos, enquanto Diretoria Sindical, que nos casos de deliberação por participação em movimento de rua, fique no mínimo 30% da equipe na unidade de trabalho, evitando desdobramentos desnecessários”, assinaram os diretores Flávio de Oliveira e Muriel Nascimento Andrade.

 

Redação PNB

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