Nesta quarta-feira (1), o Portal Preto No Branco publicou uma reportagem sobre a violência, em Juazeiro, uma situação que vem gerando bastante preocupação na população. O mês de janeiro foi marcado por números assustadores. Somente entre os dias 1° e 31°, 21 pessoas foram assassinadas, segundo a Polícia Civil.
Entre as vítimas, a maioria era de jovens. Além dos homicídios, Juazeiro também registrou em janeiro 18 tentativas de homicídios.
O PNB questionou à Polícia Civil da Bahia sobre os fatores que contribuíram para o aumento nos números de casos e, em nota, a PC informou que “a motivação da maioria dos casos está relacionada ao tráfico de drogas, com a disputa por territórios”.
A instituição policial também afirmou que “as investigações desses crimes estão em andamento e alguns casos com indicativo de autoria. Em 2022, dezenas de operações foram realizadas pelas unidades que integram a 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro), resultando nas prisões de 76 homicidas e 52 traficantes. Ações investigativas e de inteligência são realizadas frequentemente para combater os homicídios em Juazeiro. Só no ano anterior, 37 operações foram deflagradas pela Delegacia de Homicídios (DH), do município, e mais de 50% dos crimes foram elucidados”.
Casos mais recentes
Somente na noite dessa terça-feira (31), dois homens foram atingidos por disparos de arma de fogo. Um dos crimes ocorreu no bairro Maringá.
A vítima, identificada apenas como “Neto”, foi atingida por disparos de arma de fogo e socorrida para uma unidade de saúde da região. O estado de saúde dele não foi divulgado.
Outro homem, que não teve o nome divulgado, também foi alvejado por tiros em uma praça do bairro Castelo Branco. A vítima também foi socorrida para um hospital da região e até o momento não há informações sobre o seu estado de saúde.
Os crimes estão sendo divulgados pela Delegacia de Homicídios de Juazeiro.
Redação PNB




Está faltando uma resposta maior por parte da polícia em relação a estes crimes, em meio a estes crimes está a maioria da população que não tem nada a ver com a criminalidade e pode ser pega nesse fogo cruzado como já vem acontecendo até com crianças sendo atingidas, sabemos das limitações da polícia em relação as condições de trabalho mais é preciso buscar apoio para ao menos diminuir esses atos em nossa cidade.