Após reclamação de uma moradora sobre a instalação irregular de duas lixeiras na rua Doutor Delwilson, no bairro Coreia, em Juazeiro, no norte da Bahia, a Secretaria de Ordem e Habitação se manifestou.
Em nota enviada ao PNB, o órgão informou que “atendeu a uma denúncia da moradora sobre a instalação irregular de lixeiras no local, realizada por uma vizinha.
Após a fiscalização, foi constatada a infração às normas de postura do município. A responsável pela instalação das lixeiras foi notificada e recebeu um prazo para a remoção, porém não cumpriu a determinação.
Diante do descumprimento, a Secretaria de Ordem Pública e Habitação solicitou à Secretaria de Serviços Públicos (SESP) a remoção das estruturas, que já foi incluída na agenda de serviços do órgão e será realizada o mais breve possível”.
Reclamação
“Uma moradora colocou duas lixeiras enormes fora da calçada, no meio da rua, e isso está gerando transtornos para os moradores. Uma criança já se acidentou brincando e bateu a cabeça na lixeira. Meu carro também já foi danificado. Estou pedindo providências. Já procurei o órgão responsável, mas estou tentando resolver essa situação desde o ano passado e, até agora, nada foi feito. Este ano, fui novamente no dia 13 de janeiro e, desde então, venho insistindo, mas ninguém nunca foi lá verificar. Todos os moradores estão sendo prejudicados por essas lixeiras”, declarou a moradora.
Redação PNB




Não tem nada de errado nisso! A Lei Complementar n°018/2016 ( Código de Polícia Administrativo do Município), estabelece em seu Art.13 (Cap.II, DA HIGIENE DA VIA PÚBLICA) que é DEVER de todo cidadão respeitar os princípios atinentes à higiene e a conservação das vias e logradouros público. A moradora ao decidir colocar a lixeira na porta da sua casa, não só está cumprindo com o que determina a Lei, bem como contribuindo com a limpeza da via pública. Uma vez que todos os dias, a coleta e a acomodação do lixo são feitas de forma adequada. E no que diz respeito ao fluxo de veículos e transeuntes, continua NORMAL, estes transitam livremente e com segurança. NÃO há registros de ocorrência de acidentes após a instalação das lixeiras. E sobre a criança, crianças correm, pulam, empinam pipas, jogam bola, amarelinha,etc.Ou seja, crianças brincam na rua! Bater a cabeça ou levar uma queda, às vezes pode acontecer.Portanto, NÃO HÁ IRREGULARIDADE!!! IRREGULARIDADE é o que se verifica quando acontece por ex. descarte de lixo em terreno baldio,restos de material de construção em via pública,sujeira nos canais,etc. Por que ao invés dos órgãos competentes bater na porta de uma moradora que age com cidadania, não vai até a Pedra do Lord aqui em Juazeiro? Lá tem um lixão a céu aberto. Me poupe! Juazeiro tem outros problemas crônicos que requer mais urgência. Isso é coisa de vizinho BURRO e INVEJOSO.
Discordo se quer colocar uma, duas ou mais lixeiras deve se usar os limites da sua calçada e não a rua se essa moda continua daqui a pouco as ruas vai ser só pra ser ocupada no centro mesmo os comerciantes já estão ocupando além das calçadas até as ruas com mercadorias não estão mais dentro dos comércios agora é nas calçadas e nas ruas já pensou?
Concordo!! Deus Me Livre de Gente assim. Não tem o que fazer! Não vi nada demais na posição que estão as lixeiras. Não atrapalha em Nadaaaaa! Moro na mesma Rua!!
JUAZEIRO Ñ EXISTE. AS PESSOAS NÃO TEEM QUALQUER SENSO DE COLETIVIDADE, DE ORDEM OU MESMO DE DIREITO. PRA COMPLETAR O MUNICIPIO AINDA TEVE QUE ARCAR COM A DESPESA E O DESLOCAMENTO DE SUAS EQUIPES QUE PODERIAM ESTAR ATUANDO EM OUTRAS COISAS MAIS NECESSÁRIAS. SE A MORADORA FOSSE MUTADA E OBRIGADA A FAZER A CORREÇÃO, ISSO JÁ SERIA DE LIÇÃO PARA OUTROS, MAS AQUI Ñ EXISTE ISSO. DESSA MANEIRA NINGUEM APRENDE.
As ruas é para os veículos, as calçadas praças para as pessoas, então há de serem retirados desses ambientes todos e quaiquer objetos que terceiros utilizem de forma particular, pois os espaço são públicos atendendo as suas funções precípoas.
Bianca e Jussara!
Vocês estão morando em áreas urbana e não na em área rural
Corretíssima a reclamante
As lixeiras estão estaladas em via pública e sem autorização dos órgãos competentes