O acusado de efetuar os disparos de arma de fogo que mataram a professora Élida Márcia de Oliveira, em 2019, no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia, passou por audiência de instrução e julgamento nessa terça-feira (13). Maicon Neves dos Santos está preso desde o dia 31 de outubro de 2024, em Luziânia, no Estado de Goiás.
O suspeito participou da audiência por vídeoconferência. Durante a sessão, apenas algumas testemunhas foram ouvidas.
De acordo com a acusação, a audiência foi suspensa e será remarcada para a oitivas de outras testemunhas e o interrogatório do réu. Ainda conforme as informações, durante a sessão, foi informado que o condenado por pilotar a moto usada no homicídio da professora morreu em confronto com a Polícia Militar da Bahia.
A morte de Railton Lima da Silva ocorreu no último dia 05 de julho, no povoado de Tiquara, zona rural de Campo Formoso. Em 2021, ele foi condenado a 16 anos, 7 meses e 26 dias de prisão em regime fechado por envolvimento no assassinato da professora.
Ainda conforme as informações, em maio deste ano, Railton foi beneficiado com a saída temporária do Dia das Mães e não retornou para o Conjunto Penal de Juazeiro.
Conforme informações da 54ª CIPM, o fugitivo foi localizado em Campo Formoso após denúncias sobre tráfico de drogas e presença de indivíduos armados na localidade. Os policiais contaram que foram recebidos a tiros e revidaram a agressão, resultando na morte de Railton.
Ele era uma das principais testemunhas do Caso Élida, sendo o responsável por apontar as participações de Maicon e de Edvania Pereira de Morais, acusada de ser a mandante do crime.
“Vaninha”, como é conhecida, continua foragida e com mandado de prisão em aberto. Ainda no ano do crime, ela foi adicionada ao Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, como a ‘Oito de Paus’.
O Baralho do Crime completo pode ser acessado no site da SSP-BA. Quem tiver informações sobre a foragida pode entrar em contato com a polícia através do Disque Denúncia, por meio dos telefones de números (71) 3235-0000 (capital) e 181 (interior).
Élida tinha 32 anos e foi executada com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com o marido, Lázaro César Santana, e a filha de 2 anos, quando saía de casa a caminho do trabalho.
Redação PNB



