Comerciantes questionam paralisação de obras em trecho da Travessia Urbana em Juazeiro e cobram solução urgente

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Comerciantes que atuam nas imediações do bairro Alto do Cruzeiro, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para questionar a paralisação das obras da Travessia Urbana no trecho que liga o bairro ao Castelo Branco. Segundo eles, há pelo menos uma semana não há movimentação de operários ou máquinas no local.

“Tem uma semana que a empresa responsável pela Travessia Urbana de Juazeiro não trabalha aqui nas imediações do Alto do Cruzeiro, sentido Bairro Castelo Branco. O outro lado da BR está praticamente pronto, eles estão só fazendo os acabamentos. Já esse lado de cá, indo para o Alto do Cruzeiro, abandonaram o serviço. Está tudo parado”, relatou um comerciante da região.

Os trabalhadores afirmam que o Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) já concluiu a parte que cabia ao órgão, mas até o momento a empresa responsável pela obra não deu continuidade à terraplanagem e ao asfaltamento.

“O SAAE já terminou a parte dele, que era de rebaixar o saneamento, para a empresa poder entrar com a parte de terraplanagem e asfalto. Mas não faz, está tudo parado. E por conta disso, nós comerciantes desse trecho, do Colégio Lomanto Júnior até o Alto do Cruzeiro, estamos sofrendo. A população não tem acesso, as vendas caíram, e ninguém dá satisfação”, lamentou outro comerciante.

Além da paralisação, os comerciantes também demonstram preocupação com a falta de um retorno sob o viaduto recém-construído.

“Soube que eles não vão fazer um retorno por baixo desse viaduto. A prefeitura tem que ficar atenta, porque se deixar esse espaço isolado, o que vai juntar de usuários de drogas aqui embaixo não é brincadeira. Tem que ser feito um retorno aqui. Se a empresa contratada pelo DNIT não fizer, a prefeitura precisa assumir ou cobrar que façam”, afirmou um dos denunciantes.

Eles pedem que a empresa responsável pela Travessia Urbana retome o serviço e que a via seja liberada o mais rápido possível.

“Queremos a liberação urgente dessa via. Se botar uma equipe boa aqui, em 30 dias dá pra terminar e liberar a região. A gente só quer trabalhar e que as pessoas possam circular normalmente”, concluiu o comerciante.

Encaminhamos as reclamações para a empresa responsável pela obra e para o DNIT e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

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