“Todo ano é a mesma coisa”: morador do Morrão, em Juazeiro, relata problemas provocados por paredões de som e solicita fiscalização da PM

12
Imagem ilustrativa

Um morador da comunidade do Morrão, em Juazeiro, no Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar os transtornos provocados pelo uso de paredões de som em fins de semana e datas comemorativas. Segundo o relato, o barulho excessivo tem levado famílias a abandonar temporariamente suas casas e chácaras, gerando conflitos, insegurança e prejuízos financeiros.

De acordo com o morador, a situação se intensifica principalmente nos finais de semana, além de feriados como Natal, Ano Novo e São João.

“A gente já não consegue mais ficar na roça. Muitos vizinhos já abandonaram as casas. Em toda data comemorativa, todo mundo tem que sair porque não aguenta de tanto paredão”, afirmou.

O morador relata ainda que, mesmo após tentativas de diálogo, o problema persiste.

“Aqui do meu lado já tem dois vizinhos preparando paredões gigantes. Quando a gente vai falar, acaba arranjando confusão, por isso eu até evito. Já chamei, já conversei, mas não teve jeito”, disse.

Além do incômodo, há relatos de prejuízos materiais.

“No ano passado, tivemos um prejuízo de mais de R$ 5 mil só com comida e com parentes que viajaram para passar o Ano Novo na chácara. Às 23h30, todo mundo foi embora, deixaram as comidas e ficaram sem rumo. Todo mundo perdeu o Ano Novo”, lamentou.

Segundo o morador, o problema se repete sem uma solução efetiva. Diante disso, os moradores pedem uma atuação mais presente da Polícia Militar, especialmente com rondas noturnas.

“A gente pede que a PM faça uma fiscalização à noite para tentar combater esse tipo de problemática. Todo ano é a mesma coisa e nunca muda”, reforçou.

Encaminhamos a solicitação para a Polícia Militar de Juazeiro.

Imagem Ilustrativa*

Redação PNB

12 COMENTÁRIOS

  1. Polícia de Juazeiro e petrolina são uma vergonha, você liga e avisa do problema, eles chegam lá e pedem pra abaixar, ao invés de levar o som ou aprender o carro, toda semana é o mesmo problema aqui em petrolina estou colocando a minha casa a venda pra me mudar e ter paz.

  2. Bom dia sem contar as pessoas que através dessas festas de paredão vão pra observar o local eo que tem pra depois vim roubar essas pessoas aparecem através dessas festas de paredão que ta tirando o suscego dos moradores la esta abandonado fazem o que querem sem contar o cheiro de chiqueiro de porcos que entra dentro das casas um absurdo agua para os privilegiados outros não tem água e por ai vai cade a prefeitura cade o prefeito na hora de querer voto são bons o morrão esta abandonado.

  3. Aí falta tudo.
    Educação, bom senso, respeito ao direito alheio e, claro, cumprimento do dever das autoridades em coibir tais abusos.
    Casos como esses nem era para as vítimas apelarem para a intevenção policial. A própria polícia tem o DEVER de intervir.

  4. Ignorancia! Sindrome do motorista de trio eletrico! Nao resolvem pir que tem muitos que sao amigos de policiais que tambem gostam da bagunça ! Fazer o que?

  5. O semáforo do cruzamento SOTE x Adolfo Viana x hotel Happort está fora de eixo HÁ UM MÊS confundindo os motoristas que vem do sentido do hotel para Adolfo Viana.

    O SAAE cortou a água dos lavadores de carros da orla nova, tirando o ganha pão dos trabalhadores.

  6. A companhia polícia Militar que atua tanto no Bairro Dom José Rodrigues, quanto na área do Morrão é uma piada.

    Além de não ter a moral do poder de polícia para garantir a lei e a ordem, fazem lobby com alguns “conhecidos” detentores dessas propriedades que promovem essas festas e eles ficam como? caladinhos, surdos e mudos.

    Tem um bar no centro do bairro o GPS que é uma esbórnia. Ninguém pode ter o direito de dormir ou descansar o final de semana porque eles ultrapassam os limites da lei em relação a poluição sonora e sabe o que a polícia faz? Ficam caladinhos, surdos e mudos.

    Sendo assim, a instituição de segurança pública que atua aqui no bairro e nas imediações das chácaras do Morrão, atendem um grupo específico e não o interesse da coletividade. Aliás a coletividade que se exploda.

    Aqui, na Bahia e em especial na cidadela de Juazeiro se ratifica o que diz a autoridade máxima do executivo da República Federativa do Brasil ” Aqui nesse País o que vale mais são as relações pessoais do que a lei” e se você não faz parte desse grupo que pena, você não é ninguém.

  7. Tá faltando o MP fazer o que fez na gestão do prefeito Isaac, um TAC – termo de ajustamento de conduta com a apreensão dos equipamentos dos infratores, só para entenderem que o direito é para TODOS

  8. Só resolve se acionar o ministério público, a lei do silêncio garante, infelizmente a prefeitura faz vista grossa, só resolve acionando o ministério público. Organizem registros do barulho, vídeos, fotos, façam uma denuncia só ministério público. A depender o Promotor vai até ao local.

  9. Impressionante que ao observar as tubulações expostas por vazamento são canos de 75mm e 50mm que sobem a avenida, mas muitas residência (chácaras) que a mais de 30 dias não tem uma gota de água, crianças e adultos passando sede, quando se fala em puxar água os “DONOS” logo aparece.
    Donos” das águas que trabalham com alface hidropônico, e chácaras e mais chácaras que desviam água e quem precisa fica a mercê da sorte, o SAAE não dá a mínima para situação, além da prefeitura.
    Um comércio de venda de água!

    Época de Susana nunca faltou água nesse bairro, e reforço – bairro, pois aqui a muitos eleitores, mesmo sendo bairro rural.

    Quanto ao barulho de paredões, muitas dessas são chácaras de polícias que aos fins de semana ligam som de carros, absurdo isso !

    Obs: Além de carro pipa que sobem e desce beneficiando a si próprio e ex vereadores com vendas de água.

    Morrão pede solução urgente!!!

Deixe um comentário para Anônimo Cancelar resposta

Comentar
Seu nome