Frequentador reclama de poluição sonora e falta de ordenamento na Orla de Juazeiro

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Um frequentador da orla de Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar da poluição sonora e da falta de ordenamento do espaço, especialmente na área destinada ao banho. Segundo ele, a situação tem comprometido o lazer de famílias e banhistas.

De acordo com o frequentador, que preferiu não se identificar, o excesso de caixas de som ligadas ao mesmo tempo transformou o local em um ambiente desconfortável.

“A poluição sonora na orla de Juazeiro, principalmente ali embaixo, na parte de banho, está impossível de curtir o ambiente. Banhistas levam suas caixas de som, o pessoal que tem comércio lá também. Fica uma competição para ver quem coloca a música mais alto”, relatou.

Ele afirma que o problema não é a música, mas o volume excessivo.

“Eu gosto de música também, mas uma que eu consiga entender o que se fala, e não esse atropelo de som que acontece hoje”, completou.

Além do barulho, a ocupação desordenada da área de acesso ao rio também preocupa. Segundo o relato, a presença de caiaques concentrados na entrada da água dificulta o uso do espaço por famílias, principalmente aquelas com crianças.

“Como o banhista vai aproveitar o rio no final de semana com a família se a entrada da água está tomada por caiaques? Como é que os pais vão deixar as crianças brincando na parte rasa se esse espaço está ocupado por caiaques?”, questionou.

Ele cobra ações do poder público para tornar o rio um espaço agradável para todos.

“Precisamos de medidas do poder público para que haja ordenamento do rio e controle dos sons. Música e caiaques não devem ser proibidos, mas precisam ser fiscalizados”, afirmou.

Estamos encaminhando a reclamação para a Prefeitura Municipal de Juazeiro.

Imagem: reprodução internet

Redação PNB

6 COMENTÁRIOS

  1. Tem qie proibir. O povo não tem educação. E ouvem o pior tipo de música, Hoje, a música que se produz no Brasil é um lixo. E é o que esse povo ouve.

  2. A pior coisa que surgiu na história são essas caixas JBL. Ai o povo vem impor o seu péssimo gosto musical aos outros. Por isso eu mal saio de casa. As músicas executadas em quase todos os lugares são péssimas. Só me lembro de ter ouvido música que presta no Beira d’água em Petrolina. Em Jiazeiro tem qie andar de tampão no ouvido. Outro dia eu saí de um local em Petrolina devido à péssima música e ainda me cobraram convert. Eu não paguei e informei o motivo.

  3. É lamentável, em Juazeiro é decepcionante ver que os políticos da esfera municipal realmente não ligam para a cidade como deveriam, isso vem ocorrendo já tem mais de três décadas, o povo de Juazeiro só consegue reclamar dos efeitos colaterais desses descasos, a situação relatada é visível, ocorre em um local conhecido, a prefeitura nunca ligou, inclusive existe um vídeo no YouTube onde o rapaz do Ceará vai visitar a orla nova de Juazeiro e reclama da quantidade de lixo jogado, mesmo com diversas lixeiras próximas, ali era pra ter ordenamento, caiaques só eram pra ser postos na água quando fossem ser usados, deveriam ser armazenados em outro local, empresário só pensa no lucro dele, caixas de som eram pra ser proibidas ( sim, ali é local de banho e não de festa) os bares deveriam ter uma fiscalização com orientação, a postura deveria fiscalizar cada aparelho de som dos comércios, cadastrar o modelo e informar ao proprietário qual o limite de volume aceitável (inclusive mostrando no aparelho a configuração aceitável) e depois fazer monitoramento com decibelímetro no mínimo 5 vezes ao dia para saber se está em acordo com os limites.

    eu consegui pensar em soluções efetivas, não sei se quem está a frente possui essa capacidade, até agora provou que não possuí, os vereadores, prefeito e vice também estão provando essa incapacidade em escolher pessoas capacitadas e comprometidas com essa cidade.

  4. Concordo.Aliás, não é só na orla, em toda a cidade temos o problema de som alto. Infelizmente os órgãos públicos não fiscalizam. Pode ligar para Guarda Municipal ou para a Polícia Militar que pouca coisa se resolve em relação a essa questão.

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