A Secretaria da Educação do Estado (SEC) informa que não há erro sistêmico no contracheque de junho dos professores e coordenadores pedagógicos. As dúvidas apresentadas por alguns servidores decorrem do valor final do salário-base que parecem não corresponder, de forma exata, com as tabelas divulgadas em lei sobre o reajuste salarial.
Na verdade, o valor descrito é resultado de dois acréscimos para a categoria: o reajuste da tabela atualizada para este mês, com aumento de 2%, estabelecido pela Lei Estadual nº 15.146/2026, e a nova posição alcançada pelos servidores que obtiveram a promoção nos graus.
Para ajudar a entender o extrato de junho, a SEC separou as duas principais prováveis dúvidas. Ao questionamento sobre o salário-base não equivaler exatamente com a posição da tabela, a explicação é que o salário-base deste mês foi calculado de forma proporcional (dividido em duas partes), porque houve uma mudança de grau no meio do mês.
De 1º a 10 de junho, o valor recebido tem como base o grau antigo, já calculada com o reajuste de 2%. A partir de 11 de junho, entrou em vigor o novo grau, com base na Lei Estadual nº 14.880/2025.
Portanto, o valor final que aparece no contracheque é a soma proporcional desses dois períodos. Por ser uma combinação de dias com o grau antigo e dias com o grau novo, o valor total não vai bater cravado com nenhuma linha da tabela. Em julho, o valor já virá integralmente na nova posição.
A outra dúvida se refere ao fato de a antecipação de junho ter vindo menor do que a de maio. A SEC explica que é por conta também do calendário. A antecipação paga no atual contracheque corresponde apenas aos dez primeiros dias do mês de junho (período anterior à vigência dos novos efeitos financeiros).
Para esclarecimento destas e de outras dúvidas, a equipe de Recursos Humanos está à disposição para checar cada caso individualmente.
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