Acusado de agredir e matar homem no Centro de Juazeiro é ouvido pela PC, confessa o crime e é liberado por ausência de flagrante

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A Polícia Civil da Bahia segue investigando a morte de Márcio Roberto Carvalho dos Santos, de 50 anos, ocorrida na tarde da última terça-feira (7), nas proximidades do Camelódromo 2 de Julho, no Centro de Juazeiro, na região Norte da Bahia. Conforme o registro da ocorrência, Márcio Roberto foi agredido fisicamente e não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a corporação, o caso foi registrado como lesão corporal seguida de morte.

De acordo com informações obtidas pelo PNB, a autoridade policial ouviu, nesta quarta-feira (8), o acusado de ter praticado o homicídio e ele confessou o crime. Após o interrogatório, o acusado, de prenome João Batista, foi liberado já que não havia flagrante.

A Polícia Civil segue em diligências e oitivas para identificar a autoria e esclarecer a motivação do crime.

Após conclusão, o Inquérito Policial será encaminhado à Justiça.

Após o crime, surgiu boatos de que um guarda municipal de Juazeiro teria sido apontado e como autor das agressões que causaram a morte de Márcio. O agente chegou a ser encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Juazeiro, onde prestou depoimento e, após ser ouvido pelas autoridades competentes, foi liberado.

Ainda de acordo com nossa fonte, até o momento, nenhuma testemunha confirmou o envolvimento do GCM no crime.

Nota da GCM 

Em nota, a GCM informou que durante o depoimento, o servidor negou ter sido o autor da agressão que resultou na morte da vítima. Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, ele informou às autoridades quem seria o possível responsável pelo fato.

A corporação ressaltou que a investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que irá apurar a dinâmica da ocorrência, a autoria e a motivação do crime. A Guarda Civil Municipal afirmou ainda que acompanha os desdobramentos do caso e reafirmou seu compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito ao devido processo de apuração dos fatos.

Redação PNB/ foto da vítima

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