Após cobrança de responsáveis por alunos de Alfavaca/Salitre, em Juazeiro, Seduc afirma que redução no ritmo da obra da escola foi temporária e anuncia retomada dos serviços

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Após responsáveis por alunos da comunidade de Alfavaca, no distrito do Salitre, zona rural de Juazeiro, para reclamar da demora no andamento das obras da Escola Municipal João Dias Ferreira, a Secretaria de Educação se manifestou.

Em nota enviada ao PNB, a Seduc informou que a redução no ritmo dos serviços ocorreu de forma temporária.

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria de Educação/Seduc informa que, ao longo desta semana, houve uma redução temporária na equipe responsável pela construção da Escola Municipal João Dias em razão de alguns colaboradores terem apresentado problemas de saúde, o que impactou momentaneamente o ritmo de execução da obra.

Reforçamos, no entanto, que essa situação é transitória. A partir da próxima segunda-feira, a equipe estará novamente completa e mobilizada para dar continuidade aos serviços, retomando o cronograma da obra com o compromisso e a dedicação de sempre.

A Seduc segue empenhada em entregar uma escola de qualidade, que será um importante investimento para a educação das crianças e de toda a população da Alfavaca.

A cobrança

Segundo os responsáveis por alunos, a obra foi iniciada há cerca de dois meses, mas apenas dois trabalhadores estariam atuando no local.

Queremos mais agilidade na construção da escola de Alfavaca. Uma obra imensa daquela e tem somente duas pessoas trabalhando no local. Tem partes da construção que ainda estão só com a sapata, sem um bloco sequer colocado”, disseram.

Enquanto a nova unidade escolar não é concluída, os alunos seguem tendo aulas na associação comunitária. De acordo com a comunidade, o espaço passou apenas por adaptações improvisadas, sem oferecer condições adequadas para o ensino.

“Fizeram uma “reforma” na associação, no improviso. Colocaram apenas divisórias de paredes, mas a parte de cima ficou toda aberta. O barulho de uma sala atrapalha a outra e isso dificulta muito a aprendizagem das crianças”, relataram.

Os responsáveis também criticaram as condições da estrada e do transporte escolar.

“Nossas crianças passam quase uma hora e meia para chegar à escola por causa de um bloqueio na ponte que nunca consertaram. Isso é inadmissível. Ninguém faz nada. A estrada não presta, a escola não presta e o transporte que leva as crianças também não presta. Estamos cobrando uma solução urgente”, disseram.

Redação PNB

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