Uma leitora do PNB enviou um relato à nossa redação alertando para uma situação de importunação sexual que, segundo ela, ocorreu na praça Bandeira, em frente a catedral de Juazeiro.
“No domingo, 23, enquanto eu aguardava o início da missa, presenciei uma situação extremamente constrangedora e repugnante: um homem estava sentado na praça, em frente à igreja, se masturbando em público. O local estava sendo frequentado por crianças, idosos e várias outras pessoas. Quando ele percebeu que eu tinha visto o que estava fazendo, levantou-se e foi embora. Ele anda de bicicleta, com uma garrafinha, usando essas roupas de malhar, uma blusa regata e boné preto, como se fosse um disfarce. Estou compartilhando isso como um alerta para que as pessoas fiquem atentas, principalmente nos finais de semana, quando a praça costuma ficar ainda mais movimentada e cheia de famílias e crianças. É inadmissível que alguém se sente em um espaço público, em frente a uma igreja e diante de outras pessoas, para praticar um ato de natureza sexual. Uma situação dessas é repugnante e não pode ser normalizada”, disse a mulher.
Ela pediu mais vigilância no local, principalmente durante os finais de semana.
“Espero que esse relato chegue às autoridades responsáveis e que haja mais fiscalização e segurança no local”.
Estamos encaminhando a denúncia para a GCM e PMBA.
Será o mesmo?
No último mês de junho, o PNB recebeu uma denúncia de importunação sexual ocorrido na Orla 2 da cidade. De acordo com o relato, o caso aconteceu aconteceu próximo ao Vaporzinho. Ela alertou: “Mulheres, fiquem atentas ao transitar pela Orla 2. No dia 05/06/2026, às 19:15, próximo aos brinquedos e ao Vaporzinho, fui vítima de importunação sexual. Um homem com aproximadamente 50 anos, que usava boné e short, e estava em uma bicicleta, sentou-se em um banco, ao lado do qual eu estava sentada com minha sobrinha, e começou a se masturbar em via pública.”, alertou.
Após o ocorrido, a vítima contou que buscou orientação junto à Polícia Militar e denunciou o caso.
“Procurei o comando da CPRN norte e lá me orientaram a registrar um boletim de ocorrência online. Eu segui a orientação e fiz o registro”, contou.
A mulher disse ainda que, após compartilhar o caso, recebeu relatos de outras mulheres que afirmaram já ter presenciado situações semelhantes envolvendo um homem com características parecidas.
“Outras mulheres disseram que isso é algo recorrente e que esse homem já está acostumado a fazer esse tipo de coisa na região da Orla 1, da Orla 2 e também na Praça da Catedral”, relatou.
Redação PNB



