Nesta quinta-feira (3), o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Nendonça, decidiu deixar a sociedade do Instituto Iter, instituição criada em 2024 e voltada para atividades educacionais e acadêmicas.
A decisão acontece após o Iter ser mencionado em reportagens publicadas por veículos de imprensa, com questionamentos relacionados à atuação da entidade a contratos firmados com órgãos públicos.
Em nota, Mendonça afirmou que cederá a totalidade de suas cotas e também as da esposa, “sem qualquer contrapartida financeira”. Mendonça frisou que nunca obteve lucro com a entidade.
O presidente do Instituto Iter, Victor Godoy Veiga, confirmou a saída de Mendonça e afirmou que, ao longo de dois anos de atividade, nunca houve distribuição de lucros ou dividendos. Segundo o comunicado, as cotas e eventuais valores correspondentes permanecerão integralmente destinados a finalidades sociais e educacionais.
Ainda de acordo com o texto divulgado pela assessoria do ministro, o Instituto Iter será transformado em uma entidade sem fins lucrativos.
“Criado em 2024, o Instituto Iter será transformado em entidade sem fins lucrativos, reforçando sua vocação exclusivamente educacional e social. O ministro jamais auferiu lucro do instituto”, afirma o comunicado.



