“Proteção da soberania e da democracia nacional”, comenta Jerônimo Rodrigues no 7 de Setembro, em Salvador

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Durante sua participação no desfile do 7 de Setembro, na Praça 2 de Julho, no Campo Grande, em Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) falou sobre a importância da data e o seu significado para a história do país.

“A memória de um povo se dá com a repetição de algumas coisas, mas com muita clareza do que nós entendemos por isso. Isso aqui não é um ato mecânico, a gente hasteia uma bandeira, escuta o hino e ver os desfiles. A vinda de cada grupo aqui, seja de escola, de militares, seja de movimentos que vem caminhando pela avenida, é a memória nossa que passa nas pessoas que desfilam. E é a memória da resistência, a memória de luta por uma liberdade que nós, brasileiros, tivemos grandes dificuldades no início do país em termos da nossa autonomia, da nossa soberania. Então cada um que desfila para essa avenida traz a história viva”, disse.

Jerônimo também falou sobre a presença das pessoas nas ruas durante o cortejo.

“As pessoas vêm assistir, quem vem assistir também participam da mesma forma, mantendo a chama nossa de que a gente continue com o desejo de liberdade, democracia e soberania. A presença do governador aqui não é do Jerônimo simplesmente, é do governador. É uma figura institucional que vem trazer, juntamente com o prefeito municipal, junto com as forças de segurança da União, nossa, exército, marinha, aeronáutica, polícia militar, polícia civil, todos aqui dentro emanados para garantirmos a proteção da soberania e da democracia nacional”, completou.

O governador também comentou o pronunciamento do presidente Lula (PT), neste domingo (6), que fez menções as heroínas do 2 de julho.
“O presidente Lula se pronunciou e trouxe a Bahia como referência. É talvez a primeira vez que um presidente traz de forma tão contundente a participação das heroínas, principalmente ele citou as três heroínas, na luta pela independência do Brasil. Começados aqui, naturalmente, pela Bahia, Joana Angélica e as duas Marias, Maria Quitéria e Maria Filipe. Trazendo da história nossa, a história que não está nos livros de história como deveria estar. Os mártires da independência, as mulheres, muito pouco as pessoas negras ou escravizadas. Então, fiquei muito feliz, inclusive, me pronunciei junto ao Lula para agradecer a oportunidade dele registrar aquilo em nome do Brasil e, naturalmente, da Bahia”, afirmou.
Redação PNB, com informações BNews

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