Indígena bolsonarista preso, em Brasília, ameaçou uma guerra civil por não aceitar o resultado das eleições 2022

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José Acácio Serere Xavante, de 42 anos, é o indígena bolsonarista preso nesta segunda-feira (12) pela Polícia Federal, por convocar expressamente as pessoas armadas para impedir a diplomação de Lula (PT) e Geraldo Alkimin.

Ele teve a prisão preventiva decretada por Alexandre de Moraes, após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão foi cumprida no dia da diplomação dos eleitos.

Serere Xavante chegou a aparecer em vídeos, próximo a Bolsonaro, no Alvorada, afirmando que Lula não tomaria posse. O indígena também costuma ofender ministros do STF e ameaçar uma “guerra civil”, por não aceitar o resultado das urnas.

“Houve fraudes, nós exigimos a anulação dessa eleiçãoou vai acontecer uma guerra civil. Vamos detonar esse povo bandido do STF”, disse no vídeo em que também chama Moraes de ‘marginal’ e ‘vagabundo’.

Serere é evangélico e se diz pastor. Ele começou a aparecer desde que as manifestações em frente ao Quartel-General do Exército começaram, em Brasília.

A prisão preventiva contra Xavante tem duração prevista de 10 dias, de acordo com a decisão de Moraes.

Após a prisão do indígena, um grupo de promoveu, na capital federal, uma série de atos de violência, quando depredaram patrimônio e incendiaram veículos. O grupo tentou invadir a sede da PF.

Redação PNB

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