A cidade vive uma onda de violência desde os primeiros dias de 2023. Apenas, nesses dois dias de fevereiro foram 4 homicídios, e em janeiro foram 20. JUAZEIRO ENFRENTA UMA CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA, e não podemos negar isso. E tudo pode piorar com a chegada do Carnaval, que começa hoje (3) e vai até o domingo (5).
Ontem, 2 de fevereiro, uma trabalhadora, ao retornar para sua residência, foi feita de “escudo” por um homem em fuga e acabou sendo morta. Ela era servidora da Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes). A prefeitura e a prefeita apenas lamentaram o ocorrido em uma nota.
O que a prefeita já deveria ter feito: convocar uma reunião com os órgãos de segurança pública (polícia militar, civil e guarda municipal) para debater soluções que venham pôr um fim nessa violência que amedronta a maioria da população. Mas, Suzana prefere comer feijoada e assistir à posse do seu “filho” como deputado – ela vive em outra cidade, só pode!
A população anda com medo de sair de casa para ir trabalhar, sentar na porta – já não podia por conta das muriçocas, e até de ir ver o carnaval – estava querendo levar minha filha para olhar o cortejo do Maracatu Beira-Rio, mas devido essa violência fico com receio de ir.
Como gestora da 5ª maior cidade da Bahia (219 mil habitantes), a prefeita Suzana Ramos precisa dá uma resposta para a população! Se não sabe o que fazer… é só renunciar. Sua gestão vai caminhando para a lista das piores que Juazeiro já teve.
Mas… não vamos só colocar a culpa na prefeita, né? Cadê os vereadores – e a vereadora – que até o momento não cobraram uma posição firme da gestora para solucionar essa onda de violência na cidade?!
Ano que vêm é eleição… fiquem esperto para não desperdiçar seu voto!
Por Caio Alves
Jornalista e juazeirense




A violência nunca é prioridade em nosso país, a população nada sabe sobre o que diz nossas leis sobre o funcionamento do sistema de segurança pública, não existe palestras, não existe livro, não existe manual.
Comandantes da PM não tem coragem de dizer que a sua função estabelecida na constituição é de fazer rondas, atender os chamados de emergência e intervir quando se separar com uma ocorrência.
Delegados não tem coragem de dizer que falta investigador, que falta equipamento e capacitação.
Lembrando, a lei não permite que a PM realize investigação, ela não tem respaldo legal e nem treinamento para isso.
Uma simples pesquisa e fica fácil perceber que países evoluídos tem um efetivo de policiais investigativos muito maior que ostensivos, no Brasil é o inverso e por isso o descontrole da violência, impunidade gera violência, investigação gera eficiência.
Se a violência aumenta o governador anuncia a contratação de mais policiais ostensivos( PM).
Gostaria muito de uma palestra sobre a real situação, o povo nem imagina o descaso, políticos só cantam historinhas, gestores das polícias inventam estatísticas e desculpas que não se sustentam, tudo para manter o sistema como está, isso lhes favorece de uma forma que não posso expressar.