7ª Marcha das Margaridas começa nesta terça-feira (15) em Brasília

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Brasília (DF), 14/08/2023 - Participantes da Marcha das Margaridas durante o seminário "Os Impactos da violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas". Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Intimidações, humilhações, agressões, trabalho escravo doméstico, privação de liberdade, violência doméstica, estupros, feminicídio e outras mortes violentas, são situações que atingem as meninas e mulheres brasileiras.Para debater os desafios do combate à violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas, dezenas de mulheres que chegaram a Brasília para participar da 7ª Marcha das Margaridas, que acontece nesta terça-feira (15) e quarta-feira (16).A violência é um dos 13 eixos temáticos da Marcha das Margaridas e o tema desta edição é “Pela Reconstrução do Brasil e pelo Bem Viver”.

Desafios 

Nesta segunda feira(14) houve um encontro de representante da marcha e do governo federal, que apresentou as ações do Programa Mulher Viver sem Violência, retomado em março último. A diretora de Proteção de Direitos da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Ministério das Mulheres, Aline Yamamoto, expôs que o governo federal pretende ampliar, na área rural, a oferta de ferramentas para proteger mulheres em situação de risco e combater a violência de gênero, como as viaturas para o patrulhamento garantidor da Lei Maria da Penha; a interiorização das Casas da Mulher Brasileira, com serviços de atendimento e acolhimento; além da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180). A ligação é gratuita e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o território nacional. “Devemos lançar, em breve, um pacto nacional de enfrentamento à violência contra a mulher e prevenção ao feminicídio, com a adesão de estados e municípios. O governo federal vai repassar os recursos [financeiros] e dar as diretrizes”, adiantou Aline Yamamoto.

Redação PNB, com informações Agência Brasil

 

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