Após nova ameaça de motoristas do transporte escolar, em Juazeiro, de paralisar o serviço, a partir da próxima segunda-feira (25), por falta de pagamento pela Secretaria de Educação e Juventude (Seduc), o órgão se manifestou em nota enviada ao PNB.
A Seduc voltou a dizer que “reafirma o compromisso com a categoria”, e informou que “está adotando todas as medidas necessárias para regularizar a situação”.
O órgão, no entanto, não deu nenhum prazo para efetivar os pagamentos em atraso, conforme denunciado pelos transportadores.
Em um comunicado enviado ao PNB ontem (21), eles disseram que a suspensão do serviço será “devido a questões financeiras que afetam diretamente a operação dos transportes.”
“Prezada comunidade, Informamos que a partir de segunda-feira, dia 25 de setembro de 2023, os serviços de transporte escolar em Juazeiro, Bahia, ficarão temporariamente paralisados. Esta decisão foi tomada devido a questões financeiras que afetam diretamente a operação dos transportes. Ficaremos atentos às atualizações e comunicaremos a todos assim que os serviços de transporte escolar forem normalizados. Atenciosamente, Transporte escolar de Juazeiro Bahia,” diz o comunicado.
Na última sexta-feira (15), alegando atraso nos pagamentos pela Secretaria Municipal de Educação e Juventude, eles anunciaram que iriam paralisar as atividades, por tempo indeterminado, a partir da segunda-feira (18), mas resolveram suspender a paralisação, após promessa da Seduc de regularizar a situação financeira, contaram ao PNB.
“Deram a previsão que na terça, 19, pagariam. Porém, mais uma semana se passou e nos enrolaram, como sempre fizeram. A Seduc nunca que fez o repasse para a empresa. Amanhã, sexta, 22 não dá pra pagar a todos os transportadores. Sábado e domingo não pagam,” disse um motorista.
Na semana passada, com a ameaça da paralisação, o PNB ouviu a Secretaria de Educação e Juventude. O órgão admitiu o atraso nos pagamentos e garantiu que estava adotando “todas as medidas necessárias para regularizar os repasses em aberto o mais breve possível”.
Redação PNB



