Usuárias do plano de saúde Unimed Vale do São Francisco entraram em contato com a redação do PNB para reclamar da demora no atendimento na unidade hospitalar de Juazeiro, no norte da Bahia. Segundo os relatos, os beneficiários estariam aguardando por horas para serem atendidos.
“Eu sou beneficiária da Unimed e ao buscar atendimento fui tratada com total falta de respeito. O médico demorou para começar a atender, enquanto as pessoas doentes aguardavam. Não é normal esperar horas para ser atendido como se estivesse pedindo um favor. Pagamos caro por um plano de saúde e temos o direito de acessá-lo de maneira digna”, relatou a usuária.
“O plano de saúde mais caro da região e não disponibilizando um atendimento decente para os usuários. Sabemos que estamos em período sazonal de gripe, mas se vamos até uma unidade é porque precisamos de atendimento. Se há aumento da demanda, a direção deveria aumentar a equipe de profissionais para não prejudicar o atendimento médico a quem paga pelo serviço”, disse outra usuária.
Encaminhamos o caso para a Unimed Vale do São Francisco e aguardamos uma resposta.
Registro de alta procura
Com o aumento dos casos de síndromes respiratórias, hospitais da região têm registrado alta procura pelos serviços de urgência e emergência. Na última terça-feira (12), a Unimed Vale do São Francisco divulgou um comunicado informando o crescimento no número de pessoas com doenças respiratórias que têm buscado atendimento na rede hospitalar da cooperativa.
A nota informa que o Hospital de Petrolina está operando com alta capacidade de atendimento neste período e orientou os cooperados que necessitem de atendimento de urgência e emergência também buscarem assistência na unidade de Juazeiro. De acordo com a cooperativa, o hospital segue funcionando com baixa demanda e estrutura preparada para receber os usuários.
A cooperativa reforçou ainda que os serviços de urgência e emergência devem ser procurados prioritariamente em casos de maior gravidade, permitindo maior agilidade no atendimento aos pacientes em estado crítico.
Redação PNB



