O Quintal do Poeta reabre as portas para celebrar o Dia da Poesia através da vida e obra de Manuca Almeida

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“Saudades eu tenho daqueles tempos que eu não sabia o que era saudades”. Saudade, essa é a palavra que explica muito bem o sentimento que pairava no Quintal do Poeta na noite de ontem (14), dia da poesia.

Estavam todos lá. Familiares, amigos próximos, amigos distantes todos eles que admiravam e continuam admirando o grande poeta, multi-artista, Manuca Almeida.

Um grande acervo de fotos, documentos, poesias, troféus, músicas, livros, acessórios e vestimentas, entre outros tantos objetos, estão expostos nas salas espaço onde o poeta vivia, trazendo a lembrança de um homem que jamais será esquecido. Manuca fez história e a escreveu muito bem. E o que deixou em nossos corações foi uma mensagem de amor.

A exposição foi idealizada e organizada por Lu Almeida, viúva do compositor, que contou com o apoio das filhas e familiares. Aberta desde a última segunda-feira(12) recebeu a visitação de escolas e acontece até amanhã (16).

No palco do Quintal do Poeta, Manuca foi relembrado da melhor forma possível, entre lágrimas e risos, vídeos de amigos, apresentação de dança e muita música. As cantoras Andreia Vitória e Andrezza Santos, junto com a pequena Fernanda, neta de Manuca, relembraram as composições do poeta e emocionaram o público.

Manuca nos deixou há quatro meses, mas  sua presença continuará muito viva, porque sua arte será eterna. Sua história, sua poesia e sua existência se imortalizaram. Manuca transcendeu e maior do que Juazeiro, a terra em que viveu, baila na música universal.

Saudades, poeta!

“Eu não quero

Não quero nada

Que não seja poesia.

Nada que não possa

Ser luz no dia.

Não quero nada

Que não seja música

Que não tenha consciência

Que não seja essência.

Eu não quero nada

Que seja nada.

Por preguiça,

Prefiro a paz e a prosa.”

Por Lívia Santos, estudante de Jornalismo/ Uneb e estagiária do PNB 

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