MP-BA discute atual situação do Hospital Materno Infantil de Juazeiro

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(foto: reprodução/internet)

Durante reunião realizada nesta quinta-feira (22), o Ministério Público da Bahia esteve discutindo a atual situação do Hospital Materno Infantil de Juazeiro. A ação foi promovida pela promotora de justiça, Rita de Cássia Rodrigues de Souza.

De acordo com MP-BA, o objetivo da reunião foi buscar soluções e estabelecer metas para que as irregularidades sejam sanadas e o hospital possa manter o seu fluxo de atendimento e se adequar às normas, até estar novamente funcionando de forma regular.

Ainda segundo o órgão, a promotora debateu os problemas apontados com base no relatório de inspeção realizada na unidade através do Núcleo Regional de Saúde Norte com apoio de representantes do Hospital e da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) de Juazeiro.

Foi estabelecido um prazo de 30 dias para que o Município se manifeste quanto aos pontos indicados na inspeção realizada em 2017. Além disso, a promotora de Justiça solicitou que, no mesmo prazo, o Núcleo Regional de Saúde realize nova inspeção para sinalizar quais adequações já foram promovidas pelo município e quais irregularidades ainda permanecem.

Fabíola Dantas Ribeiro, secretário municipal de saúde, declarou que diversas medidas foram adotadas desde que o Município recebeu o relatório da inspeção realizada em 2017 e que o hospital realizou 5.266 partos no último ano, sendo que 44% deles são referentes a pacientes de outros municípios.

Participaram da reunião representantes do Núcleo Regional de Saúde, do Hospital Materno Infantil e da gerência de Humanização e Educação Permanente da SMS.

Mais um caso de morte no HMI de Juazeiro

Ontem (22) a redação do PNB recebeu a informação de que um recém nascido morreu durante a madrugada no Hospital da Mulher de Juazeiro.

Adriana Santos, avó do bebê, informou que sua filha deu entrada na maternidade no último sábado (17), apresentando perda de liquido amniótico. Segundo ela, a gestante ficou em observação do sábado para o domingo, sendo liberada depois das 10 horas da manhã, sob alegação de que ela ainda não estava em trabalho de parto.

Leia e confira na íntegra

Leia a resposta da secretaria de Saúde

Da Redação

1 COMENTÁRIO

  1. Graças a Deus estava mas do que na hora de entrar com providências,em Juazeiro precisei da maternidade e a experiência não foi boa.
    Mas graças a Deus fui recebida na cidade vizinha e consegui ter meu filho com muita saúde.

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