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SESAU se posiciona sobre arrombamento do carro no estacionamento da Maternidade de Juazeiro

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Em contato com nossa redação, Samuel Keven da Silva Ferreira, marido de uma paciente que deu entrada no Hospital Materno Infantil de Juazeiro, contou que teve o carro arrombado no estacionamento da unidade hospitalar na manhã desta quinta-feira (20). Os criminosos levaram bolsas com o enxoval do bebê e outros pertences da família que estavam no veículo.

A Secretaria de Saúde de Juazeiro (SESAU), se posicionou através de nota:

“A Secretaria de Saúde (Sesau) lamenta o ocorrido e reforça que tem informado aos órgãos de segurança sobre a necessidade de mais policiamento na área onde está localizada a Maternidade de Juazeiro. A Secretaria informa que o veículo estava estacionado em local aberto na entrada da unidade quando o fato ocorreu. Após conhecimento do fato, a unidade acionou a Polícia Militar e a Guarda Municipal, que orientou os familiares da paciente a registrarem boletim de ocorrência”.

Redação PNB

“É tanto mato que serve de esconderijo para bandidos, insetos e cobras”: Moradores do Tancredo Neves, em Juazeiro, reclamam de casas abandonadas na rua E do bairro

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Em contato com o Preto no Branco, moradores do Tancredo Neves, em Juazeiro, reclamaram da situação em que se encontram três casas abandonadas localizadas na rua E do bairro.

“Os proprietários não fazem nada. Pessoas em situação de rua utilizam o local, que está abandonado. Na casa ao lado da minha, por exemplo, tem tanto mato que serve de esconderijo para criminosos, insetos e cobras”, disse uma moradora.

Outro morador reclamou: “Além de cobras e insetos, como o mosquito da dengue, que podem se proliferar em um terreno sem cuidados, ainda está em risco a segurança das pessoas que transitam pela rua. Com o abandono dessas propriedades, os matos cresceram e pessoas mal intencionadas usam o terreno para se esconder”.

A reclamação foi encaminhada à Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano.

Redação PNB

 

 

 

 

Polícia Federal combate venda de medicamentos falsificados em operação deflagrada nesta quinta (20)

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (20/6) a Operação Counterfeit, com o objetivo de desarticular uma rede criminosa especializada na venda de medicamentos falsificados para órgãos públicos.

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, além de sequestro de bens, nas cidades de Curitiba/PR, Francisco Beltrão/PR, Corumbá/MS, Ladário/MS, Campo Grande/MS, Birigui/SP, São Caetano do Sul/SP, Rio de Janeiro/RJ, Nova Iguaçu/RJ e Jacobina/BA.

A investigação teve início a partir de informações fornecidas pela Polícia Civil do Estado do Paraná, que apontaram que uma empresa vencedora de uma licitação em 2022 para fornecer imunoglobulina ao Hospital Geral de Curitiba estaria envolvida no fornecimento de medicamentos falsificados.

Após a apreensão dos medicamentos, a Polícia Federal confirmou a falsificação completa dos remédios, desde as caixas, falsamente identificadas, até a sua composição, na qual se constatou a ausência de imunoglobulina, como deveria conter.

De acordo com as investigações, os remédios falsificados tinham origem na Bolívia. Dois estrangeiros, um dos quais estudante de medicina, foram identificados como os principais suspeitos pela comercialização dos medicamentos.

As investigações revelaram que o grupo criminoso investigado conseguiu vender aproximadamente R$ 11 milhões em medicamentos falsificados de imunoglobulina para órgãos públicos no estado do Paraná.

Os envolvidos estão sendo investigados por crimes como associação criminosa, fraude à licitação e falsificação de medicamentos.

Ascom PF

Usuários de transporte público denunciam falta de acessibilidade em ônibus da Joafra, linha Tabuleiro x Itaberaba: “A rampa quebrou e cadeirantes precisam de ajuda para saírem do veículo”

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Uma leitora do portal PNB entrou em contato com a nossa redação para denunciar a falta de acessibilidade em ônibus que faz a linha Tabuleiro e Itaberaba, da empresa Joafra, que atende a cidade de Juazeiro.

“Não é a primeira vez que isso acontece com a linha da Joafra. A cadeirante (do vídeo) tem passado por isso direto. As rampas não funcionam, estão quebradas, sem manutenção. Isso aconteceu ontem (19). O ônibus das 18h não veio porque quebrou, já o das 18h30, que é esse aí, a rampa estava quebrada, não desceu”, disse a cidadã.

Além da rampa defeituosa, os usuários de transporte público enfrentam outras dificuldades: “A gente tem lidado com a precariedade dos ônibus constantemente. Pela manhã, os ônibus da linhas Tabuleiro x Itaberaba quebram e não vêm. Hoje mesmo o ônibus passou direto e não conseguimos entrar, pois havia um carro queimado no bairro Itaberaba e o motorista não quis entrar no bairro do Residencial 1. Nós, um grupo de trabalhadores, tivemos que ir a pé, até a pista, para conseguir pegar outro ônibus, às 8h10”, contou.

Em vídeo, ela diz: “O ônibus das 18h quebrou. Olha a situação da nossa cadeirante, a rampa não está funcionando e a nossa população está aqui revoltada. Precisamos que as autoridades respondam. Olha como a cadeirante está sendo descida porque a rampa quebrou”.

Encaminhamos a denúncia para a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte de Juazeiro (AMTT) e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

 

Ao menos sete tradicionais festas privadas não vão acontecer este ano, na Bahia; cancelamentos de festas diminuem procura de turistas

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Ao menos sete tradicionais festas privadas de São João não vão acontecer no interior da Bahia neste ano. Juntas, elas movimentavam a economia e atraiam turistas de fora do estado, mas perderam espaço para os shows gratuitos desde a pandemia. Prefeituras de 328 municípios já declararam gastos de R$ 333 milhões com a contratação de artistas para o período junino. Os shows continuam agitando as cidades, mas a mudança de perfil das festas afastou parte dos turistas, segundo moradores.

O corretor de imóveis Carlos Cabral analisa que o cancelamento do Forró do Piu-Piu, que não acontece em Amargosa desde 2022, diminuiu a procura de turistas por hospedagem na cidade. Ele trabalha com aluguel de casas e apartamentos durante o período junino. Diferentemente de anos anteriores, Carlos ainda possui 15 imóveis disponíveis para locação na semana que antecede o feriado do dia 24. No período, as diárias ficam até 300% mais caras na Bahia, como mostrou levantamento do CORREIO.

“Os turistas levam em consideração os preços e as atrações da festa. O Forró do Piu-Piu atraia muita gente para a cidade e quebrou todo mundo quando foi cancelado. A procura caiu cerca de 40%”, diz. Os visitantes vêm, em sua maioria, de cidades como Salvador, Vitória da Conquista e Jequié. O corretor ainda acredita que, sem a festa privada, o público mudou. “Antes, vinham mais jovens. Hoje, são pessoas mais velhas que frequentam a cidade”, fala.

Os ingressos para o Forró do Piu-Piu custavam entre R$ 120 e R$ 500, a depender do setor do evento. A última edição teve shows de Léo Santana, Henrique e Juliano, Forró do Tico e Danniel Vieira. Localizada a 388 quilômetros de Amargosa, a cidade de Senhor do Bonfim também perdeu sua principal festa fechada: o Forró do Sfrega.

O cancelamento foi divulgado em abril deste ano por Paulinho Sfrega, fundador e organizador da festa, que ponderou a dificuldade em contratar atrações pela disputa com as prefeituras baianas. “No entanto, este ano nos deparamos com um desafio único onde lutamos incansavelmente para reverter essa situação, porém sem êxito: as principais atrações que sempre nos encantaram estão comprometidas com outras agendas, contratadas pelas prefeituras do nordeste inteiro para os festejos juninos”, publicou nas redes sociais.

Clício Santos, dono da Pousada Renascer, em Senhor do Bonfim, lamenta o fim do evento que atraia cerca de 20 mil pessoas por ano. Apesar de todos os seis quartos da pousada estarem reservados para o São João, o proprietário analisa que a procura foi menor neste ano.

“Em anos anteriores, o pessoal já estava procurando para alugar em janeiro e fevereiro. Dessa vez, foi mais em cima da hora. As pessoas estão se policiando mais por estarem sem dinheiro, e aqui também existia o Forró do Sfrega, que era muito conceituado”, diz. “A festa não vai acontecer e isso vai afastando a clientela”, lamenta Clício Santos.

A opinião, no entanto, não é compartilhada por todos os moradores da cidade. Aldenia do Nascimento, dona do Hotel Maranata, em Senhor do Bonfim, avalia que a procura cresceu neste ano, em comparação com 2023. “A procura sempre é grande aqui na cidade e este ano não foi diferente. Acredito que, em comparação com o ano passado, aumentou cerca de 20%. Nós só temos diárias disponíveis, mas os pacotes para todos os dias de festa já esgotaram”, diz.

O aumento dos preços para contratação de shows após a pandemia é um dos obstáculos para a realização dos eventos fechados no interior. Com o vácuo criado pelos cancelamentos das festas de camisa, como são chamadas, os municípios se tornaram os principais realizadores dos festejos.

Até o dia 17 de junho, 328 cidades já haviam declarado investimentos para contratação de artistas ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). Os dados são disponibilizados online, no Painel dos Festejos Juninos. Diretor de relações institucionais da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis na Bahia (Abih-BA), Thiago Sena analisa que as festas gratuitas têm potencial para atrair turistas.

“Nós vemos o movimento de festas públicas com potencial de atrair turistas. O turismo no São João ainda é restrito a pessoas de dentro do estado, apesar de a procura por pessoas de fora da Bahia estar aumentando”, diz.

Além do Forró do Piu-Piu e do Forró do Sfrega, também não vão acontecer, neste ano, o Brega Light, em Ibicuí, Forró do Bosque, em Cruz das Almas, Forró do Lago, em Santo Antônio de Jesus, Forró do Bongo, em Alagoinhas, e Forró Coffee, em Itiruçú.

Projeto São João 2024, uma realização do jornal Correio com apoio do Sicoob.

SESAU se manifesta sobre denúncia feita por mãe de criança atípica com dificuldade em agendar atendimento psiquiátrico no CAPS I de Juazeiro

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Secretaria de Saúde de Juazeiro se manifestou sobre matéria feita pelo Preto no Branco, em que uma mãe de uma criança atípica reclamou sobre a dificuldade na marcação de atendimento psiquiátrico no CAPS I.

“A Secretaria de Saúde (Sesau) informa que a primeira busca do paciente pelo serviço é por demanda espontânea, de segunda a quinta-feira, pela manhã e à tarde no Caps ij. Somente após esse primeiro contato, os responsáveis pelo paciente são informados sobre abertura da agenda para o atendimento médico. O atendimento agendado só é realizado para os pacientes do interior. A Sesau se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos”.

Denúncia

Uma mãe de uma criança atípica, em contato com o Preto no Branco, criticou a dificuldade em marcar atendimento psiquiátrico no CAPS I – Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil de Juazeiro.

“Entrei em contato via whatsapp para agendar o primeiro atendimento, mas não consigo marcar. Na primeira vez, a informação que me passaram é que tenho que esperar a agenda da médica abrir novamente. Na segunda, me informaram que não tinha previsão para os atendimentos”, relatou a mãe.

“Nós temos direito ao atendimento e acompanhamento integral, mas não conseguimos acessar. Seria a primeira consulta dele com o psiquiatra. Meu filho está ‘surtando’ direto, preciso de ajuda. Cadê a rede de apoio?”, disse.

Redação PNB

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira (20)

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta quinta-feira (20). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos, a partir das 21h.

O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar o saco de batatinha, com 50kg, por R$ 390, 00. O cento do abacaxi está a R$ 400,00. A caixa de ameixa seca, com 10 kg, está a R$ 300,00.

A cotação completa clicando AQUI

Ascom PMJ

“Cadê a rede de apoio?”: Mãe de criança atípica denuncia dificuldade em agendar atendimento psiquiátrico no CAPS I de Juazeiro

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Uma mãe de uma criança atípica, em contato com o Preto no Branco, criticou a dificuldade em marcar atendimento psiquiátrico no CAPS I – Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil de Juazeiro.

“Entrei em contato via whatsapp para agendar o primeiro atendimento, mas não consigo marcar. Na primeira vez, a informação que me passaram é que tenho que esperar a agenda da médica abrir novamente. Na segunda, me informaram que não tinha previsão para os atendimentos”, relatou a mãe.

“Nós temos direito ao atendimento e acompanhamento integral, mas não conseguimos acessar. Seria a primeira consulta dele com o psiquiatra. Meu filho está ‘surtando’ direto, preciso de ajuda. Cadê a rede de apoio”?, disse.

Entramos em contato com a Sesau e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

 

Justiça manda Google retirar postagens policiais que disseminam ódio

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As postagens veiculadas por policiais que disseminam discursos de ódio em programas de podcast e videocast no YouTube estão suspensas por determinação da Justiça Federal. A decisão atendeu parcialmente a pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública da União (DPU). A medida liminar atinge conteúdos específicos dos canais CopcastFala GlauberCafé com a Polícia e Danilsosnider.

De acordo com a ação, as postagens configuram também abusos no direito à liberdade de expressão. Ao decidir pela suspensão, e não exclusão definitiva, dos conteúdos, a Justiça quer assegurar a tutela de direitos humanos sem comprometer a liberdade de expressão e a atividade econômica dos réus, mantendo a reversibilidade da decisão até o julgamento final.

O procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto do MPF no Rio de Janeiro, Julio Araujo, classificou a medida como fundamental para combater esse tipo de postagem. “O estímulo à violência policial contido nesses vídeos estigmatiza a população negra, pobre e periférica, merecendo resposta do Estado e atuação da empresa que hospeda os canais”, avaliou.

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro também foi notificada para prestar informações sobre os procedimentos adotados para efetivar os termos da Instrução Normativa nº 0234/2023 (sobre o controle de postagens em redes sociais). O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro foi oficiado para que, no prazo de 15 dias, manifeste se tem interesse em compor o polo ativo da ação civil pública.

Discurso de ódio

O caso começou a ser apurado pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão do MPF no Rio de Janeiro por meio de inquérito civil, após reportagens do Ponte Jornalismo – site de jornalismo independente – destacarem o conteúdo violento veiculado por policiais em diversos canais do YouTube, em programas de podcast e videocast.

Na ação civil pública ajuizada em maio, o MPF e a DPU solicitaram à Justiça Federal a exclusão imediata dos trechos mencionados na ação e da adoção proativa de medidas pelo Google para casos futuros. Também foi solicitada a fiscalização e moderação, pelo Google, do conteúdo postado em canais específicos, como CopcastFala GlauberCafé com a Polícia e Danilsosnider. A intenção é que a empresa implemente um planejamento que permita a análise contínua do conteúdo e a rápida exclusão de material discriminatório.

Indenização

Ainda foi requerido à Justiça que determine ao Estado que regulamente discurso de ódio por membros da Polícia Militar, incluindo-o na Instrução Normativa nº 0234/2023, com a adoção de medidas disciplinares em relação aos casos já mencionados e descritos na ação judicial. Por fim, o MPF e a DPU solicitaram ainda a condenação do Google ao pagamento de indenização de R$ 1 milhão e, dos policiais, de R$ 200 mil por danos morais coletivos.

Agência Brasil não conseguiu contato com o Google até o fechamento da matéria. A Polícia Militar ainda não respondeu ao pedido.

Agência Brasil