PNB

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Moradora relata transtornos causados por suposta ocupação irregular no bairro São Geraldo, em Juazeiro, e cobra providências do poder público

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Uma moradora da Avenida São Paulo II, localizada no bairro São Geraldo, em Juazeiro, na região norte da Bahia, entrou em contato com a redação do PNB para denunciar problemas relacionados a uma suposta ocupação irregular de um terreno público ao lado de sua residência. Segundo o relato, a situação tem gerado transtornos e insegurança.

De acordo com a moradora, um trailer instalado no terreno, que, segundo ela, pertence à prefeitura, vem causando transtornos a vizinhança.

“Tem uma barraca aqui do lado da minha casa. Já fizeram de tudo ali. Já foi um bar, que causou perturbação do nosso sossego devido a brigas e movimentação durante a noite. A gente não conseguia dormir. Era confusão, barulho, muita gente”, relatou.

Ela afirma ainda que o local chegou a abrigar uma colmeia de abelhas, o que teria provocado acidentes com moradores da região.

“Além de ter sido um bar, também já foi abrigo de colmeia de abelhas. Muita gente foi ferroada por causa disso”, contou.

Ainda segundo a moradora, houve uma tentativa de construção irregular no terreno, que foi interrompida após ação da fiscalização municipal.

“A fiscalização veio, derrubou e disse que ele não tinha direito, porque não tinha documentação e o terreno é da prefeitura”, afirmou.

Segundo ela, no entanto, o homem que se apresenta como dono do espaço voltou a realizar intervenções no local, instalando estruturas de ferro próximas à sua casa, o que aumenta o risco de invasões.

“Ele fez uma puxada de ferros quase encostada na minha casa. Isso facilita até para ladrão subir. Eu tenho medo, sou de idade e moro sozinha. Fui falar com ele e ainda recebi desaforo. Ele diz que o terreno é dele, mas não mostra documento nenhum”, disse.

A moradora pede providências urgentes por parte do poder público.

“A gente quer que tomem uma atitude, que tirem essa estrutura. Não está certo. É um terreno da prefeitura e está sendo usado de forma irregular”, cobrou.

Encaminhamos a denúncia à Secretaria de Ordem Pública e Habitação de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Governo Federal endurece fiscalização e aciona Polícia Federal contra reajustes nos combustíveis

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Petrobras reajusta em 12% o preço da gasolina nas refinarias a partir desta quinta-feira

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, subiu o tom contra o aumento dos preços dos combustíveis em pronunciamento realizado nesta quarta-feira (18), durante o Leilão de Reserva de Capacidade de Energia, em São Paulo.

O ministro afirmou categoricamente que o governo federal “não dará trégua” para estabelecimentos que elevem os preços de forma indevida ou que pratiquem o que classificou como “crime contra a economia popular”.

A ofensiva ocorre em resposta à pressão inflacionária causada pela valorização do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelos conflitos no Oriente Médio.

Para operacionalizar esse combate, o Ministério articulou uma força-tarefa multissetorial que envolve inteligência e repressão.

“Nós estamos agindo com a Polícia Federal, ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis], Receita Federal, Senacon [Secretaria Nacional do Consumidor] e sinergizando com os Procons dos estados para que a gente possa fiscalizar”, detalhou Silveira.

O objetivo da integração é cruzar dados de notas fiscais e estoques para identificar se o aumento nas bombas reflete o custo real de aquisição ou se há margem para especulação oportunista.

O ministro reiterou o compromisso da gestão em proteger o poder de compra dos brasileiros, destacando que medidas de desoneração também estão sendo aplicadas para mitigar os impactos externos.

“E nós não teremos um segundo sequer de trégua àqueles que querem delinquir contra o povo brasileiro, contra a economia popular ou contra os preços reais, preços que efetivamente deveriam estar na bomba de combustíveis no Brasil”, concluiu.

 

Bahia BA

Motorista relata desorganização no trânsito e irregularidades no estacionamento na orla e no centro de Juazeiro e cobra fiscalização da AMTT

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Um motorista que circula em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar as dificuldades para estacionar veículos e circular pela Orla 1 e pelo centro da cidade, devido à falta de organização no trânsito e à ausência de fiscalização. Segundo o relato, a situação tem causado transtornos diários, especialmente em pontos de grande movimento, como a Praça Barão do Rio Branco, conhecida como “Rua dos Bancos”.

De acordo com ele, muitos motoristas não respeitam as regras de estacionamento, ocupando mais de uma vaga ou parando de forma irregular.

“A situação na Orla 1 está horrível. Parece que o povo não sabe estacionar direito. Tem carro ocupando duas vagas, e ninguém fiscaliza”, afirmou.

Ele também relata casos de veículos estacionados em locais proibidos.

“Na Orla 1 e no centro a gente vê de tudo. Carro parado em faixa de pedestres e em vaga de idoso sem ter autorização. Ainda por cima, tem lugar que colocam cones para guardar vaga, o que não pode. É uma baderna”, disse o morador.

O motorista chama a atenção da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT) para a necessidade de fiscalização e organização.

“A falta de vagas disponíveis tem sido agravada por essas irregularidades, dificultando o acesso de quem precisa estacionar na região, especialmente em horários de maior fluxo. Precisamos de mais fiscalização e organização urgente. Do jeito que está, ninguém consegue estacionar”, concluiu.

Encaminhamos o caso para a AMTT e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Oficina em Juazeiro orienta agentes culturais sobre editais da Política Nacional Aldir Blanc nesta quinta (19)

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No dia 19 de março, das 16h às 18h, será realizada uma Oficina sobre os Editais Cultura Viva, um momento de orientação e esclarecimento de dúvidas sobre os novos editais lançados pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, dentro da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

A atividade será conduzida pelo Representante Territorial de Cultura, João Gilberto Guimarães, que irá apresentar os editais, explicar como participar e orientar os fazedores e fazedoras de cultura sobre as oportunidades disponíveis.

Local: Centro de Cultura João Gilberto – Sala 02
Data: 19/03
Horário: 16h às 18h
Cidade: Juazeiro – BA

Será um importante espaço de diálogo para fortalecer a cultura do território e ampliar o acesso dos agentes culturais aos editais.

Ascom

Morador do bairro Maringá, em Juazeiro, reclama de falta constante de água e cobra solução do SAAE

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Um morador do bairro Maringá, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com a redação do PNB para reclamar da falta constante de abastecimento de água na comunidade e relata dificuldades diárias para realizar atividades básicas, como tomar banho e manter a rotina doméstica.

“Você abre o chuveiro e não sai nada. Se abrir a torneira, ninguém consegue tomar banho. Todo dia é isso aqui, uma luta para fazer coisas básicas”, afirmou.

Segundo ele, o problema não é recente e se agravou ao longo do tempo.

“Desde antes da limpeza do reservatório já estava faltando água. E depois disso piorou. Agora, é todo dia sem água”, relatou.

O morador também aponta possíveis falhas estruturais no sistema de abastecimento, atribuindo a situação à precariedade dos equipamentos utilizados nas estações de tratamento.

“Isso aqui é questão de bomba velha lá da ETA 1 e da ETA 2. Precisa trocar as bombas e o quadro de energia. É tudo muito precário. São quadros antigos, cheios de gambiarra, e as bombas vivem vazando, e que paga o preço somos nós, não é só aqui porque essas estações atendem outras áreas também, e todo mundo sofre com isso”, disse.

Ele ainda criticou a falta de investimentos e afirmou que a situação se agravou nos últimos anos.

“Isso começou ainda no final da gestão passada e, depois disso, nunca mais tivemos água direito. Falta investimento. A comunidade está abandonada. Precisamos de uma solução urgente do SAAE”, completou.

Encaminhamos a reclamação para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB

Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 3,5 milhões nesta quinta-feira (19)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio estimado em R$ 3,5 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2986 que será realizado nesta quinta-feira (19).

O sorteio será a partir das 21h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB

Emissões de gases de efeito estufa no Brasil caem 16,7% em 2024

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O Brasil registrou uma redução significativa de 16,7% nas suas emissões brutas de gases de efeito estufa em 2024, totalizando 2,145 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente. Os dados, divulgados pelo Observatório do Clima com base no sistema SEEG, revelam a segunda maior queda da série histórica iniciada em 1990.

Quando considerada a emissão líquida, que subtrai o carbono absorvido por florestas e áreas protegidas, o recuo foi ainda mais expressivo, atingindo 22%, com um total de 1,489 bilhão de toneladas.

O principal motor dessa queda foi o combate ao desmatamento na Amazônia e no Cerrado, resultando em uma retração de 32,5% nas emissões por mudança de uso da terra. Quase todos os biomas brasileiros apresentaram melhora, com exceção do Pampa, que registrou alta de 6%.

Entretanto, o relatório faz um alerta crítico sobre o peso dos incêndios florestais de 2024. As emissões geradas pelo fogo atingiram o recorde histórico de 241 milhões de toneladas.

“Caso fossem contabilizados no inventário oficial – o que hoje não ocorre – eles poderiam dobrar as emissões líquidas associadas à mudança de uso da terra”, destaca o documento, evidenciando que as metas climáticas ainda correm sérios riscos.

Enquanto o setor de uso da terra recuou, outros segmentos da economia mostraram estabilidade ou crescimento, dificultando uma queda ainda mais acentuada.

A agropecuária teve uma redução marginal de 0,7%, mas os setores de energia (0,8%), processos industriais (2,8%) e resíduos (3,6%) registraram aumentos nas suas emissões.

Bahia BA

Brasil reduz em 72% mortalidade de crianças menores de cinco anos desde 1990, aponta relatório da ONU

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Em 1990, a cada mil crianças nascidas no Brasil, 25 morriam antes de completar 28 dias de vida. Em 2024, esse número caiu para sete a cada mil, uma redução de 72% na mortalidade neonatal em três décadas e meia.

O mesmo movimento de queda se repete entre crianças menores de cinco anos.

Em 1990, de cada mil crianças que nasciam no país, 63 não chegavam ao quinto aniversário. Nos anos 2000, a taxa estava em 34 mortes por mil nascidos vivos. Em 2024, chegou a 14,2, queda de 77% em relação ao início da série histórica.

Todos esses números fazem parte do relatório “Levels & Trends in Child Mortality”, publicado nesta terça-feira (17) pelo Grupo Interagencial das Nações Unidas para Estimativas de Mortalidade Infantil (UN IGME), organismo liderado pelo UNICEF que também inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Banco Mundial e a Divisão de População da ONU.

Segundo o relatório, o Brasil alcançou as menores taxas de mortalidade neonatal e abaixo dos cinco anos desde que o monitoramento começou a ser feito de forma sistemática.

Em números absolutos, o país registrou cerca de 92 mil mortes de recém-nascidos em 1990 e deve ter encerrado 2024 com menos de 19 mil — o que representa mais de 70 mil vidas a menos perdidas por ano.

Por trás da queda, o relatório aponta a consolidação de políticas públicas implementadas e ampliadas a partir dos anos 1990, como o Programa Saúde da Família, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde, a expansão da atenção primária no SUS e iniciativas de incentivo à vacinação e à amamentação.

Segundo a avaliação, esses avanços contribuíram diretamente para a redução da mortalidade infantil no país, ao ampliar o acesso a cuidados básicos de saúde e prevenção.

“Estamos falando de milhares de bebês e crianças que não sobreviveriam, e hoje podem crescer, se desenvolver com saúde e chegar até a vida adulta”, afirma Luciana Phebo, chefe de Saúde e Nutrição do UNICEF no Brasil.

“E essa mudança foi possível porque o Brasil escolheu investir em políticas que funcionam, como a vacinação e o incentivo à amamentação. Agora, precisamos voltar a acelerar esses esforços, mantendo e ampliando os avanços históricos das últimas décadas e alcançando aqueles nos quais essas políticas ainda não chegam como deveriam”, diz.

O Brasil, no entanto, também registra a desaceleração apontada pelo relatório como tendência global.

Entre 2000 e 2009, a mortalidade neonatal brasileira caía a uma média de 4,9% ao ano. No período seguinte, entre 2010 e 2024, o ritmo baixou para 3,16% anuais.

Cenário global e causas de morte

No mundo, cerca de 4,9 milhões de crianças morreram antes de completar cinco anos em 2024, incluindo 2,3 milhões de recém-nascidos, ainda segundo o relatório.

E a maioria dessas mortes poderia ter sido evitada com intervenções de baixo custo e acesso a serviços de saúde de qualidade.

O documento também aponta que, desde 2015, o ritmo de redução global da mortalidade infantil desacelerou mais de 60%, tendência que preocupa especialistas num momento de retração do financiamento internacional à saúde.

As mortes no período neonatal concentraram quase metade dos óbitos de crianças menores de cinco anos em 2024, indicando que o avanço na prevenção nesse estágio ainda é mais lento.

Segundo o relatório, as principais causas entre recém-nascidos foram complicações da prematuridade, responsáveis por 36% das mortes, e problemas durante o parto, com 21%.

Após o primeiro mês de vida, o perfil muda: doenças infecciosas como malária, diarreia e pneumonia passam a liderar os óbitos infantis.

O levantamento também traz, pela primeira vez, uma estimativa das mortes diretamente associadas à desnutrição aguda grave.

Em 2024, mais de 100 mil crianças entre um mês e quatro anos morreram por essa condição, o equivalente a cerca de 5% do total global.

O número, porém, pode estar subestimado, já que a desnutrição costuma agravar outras doenças e nem sempre aparece como causa principal nos registros.

Os dados mostram ainda uma forte desigualdade geográfica. A África Subsaariana concentrou 58% de todas as mortes de menores de cinco anos no ano passado.

Em países afetados por conflitos ou com alta fragilidade institucional, o risco de morrer antes dos cinco anos é quase três vezes maior.

“Nenhuma criança deveria morrer de doenças que sabemos como prevenir. Mas vemos sinais preocupantes de que esse progresso está desacelerando — e num momento em que estamos vendo cortes adicionais no orçamento global”, afirmou Catherine Russell, diretora executiva do UNICEF.
G1

Bahia cria regras para acesso a imóveis no combate à dengue, zika e chikungunya

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A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira, 18, a Portaria nº 240, que estabelece regras para o acesso a imóveis públicos e particulares em situações de risco iminente à saúde pública. A medida organiza a atuação das equipes de vigilância em saúde, especialmente em ações de controle de vetores, zoonoses e outros agravos.

A norma tem como principal objetivo o enfrentamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, e poderá ser aplicada em casos de imóveis abandonados, com ausência de responsável após tentativas de visita ou com recusa injustificada de acesso. O objetivo é permitir a adoção de medidas sanitárias quando houver ameaça à saúde coletiva.

O texto define critérios técnicos e legais para essas situações, com exigência de registro formal da ocorrência, notificação prévia por edital e autorização da autoridade sanitária competente. A portaria também delimita a forma de atuação em cada caso. Em imóveis residenciais ocupados, por exemplo, o acesso, em situações de ausência ou recusa, fica restrito às áreas externas. Já em imóveis caracterizados como abandonados, a atuação poderá alcançar o interior da edificação.

Para a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, a regulamentação traz mais clareza e segurança para o trabalho das equipes. “Essa portaria fortalece a atuação da vigilância em saúde ao estabelecer critérios objetivos, respaldo legal e procedimentos claros para situações que exigem resposta do poder público. É uma medida voltada à prevenção e à proteção da saúde da população”, afirmou.

A execução das ações caberá aos agentes de combate às endemias e às equipes de vigilância em saúde municipais e estaduais. Quando necessário, poderá haver apoio da autoridade policial ou da guarda municipal para garantir a realização da medida. Após a ação, a portaria prevê o registro formal dos procedimentos adotados e, nos casos cabíveis, a emissão de auto de infração sanitária.

Além do controle de arboviroses, a norma também prevê aplicação em outras situações de grave risco ou ameaça à saúde pública, desde que observadas as condições legais estabelecidas. A portaria passa a servir como instrumento de apoio às estratégias de prevenção e controle sanitário no estado.

 

A Tarde