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Usuária pede manutenção e melhorias na UBS do bairro Argemiro, em Juazeiro; SESAU diz que unidade está em reforma

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Usuária da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Argemiro, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para solicitar manutenção e melhorias no local. Segundo ela, o entorno do prédio está tomado pelo mato.

“A UBS do Argemiro está em estado de abandono desde antes das últimas eleições. O local apresenta muito mato e sujeira, tanto na parte interna quanto na externa. O mais grave é um veículo que está estacionado, e aparentemente abandonado em frente ao portão de acesso à farmácia do posto, há mais de um mês. Risco constante de proliferação de insetos em geral, do mosquito da dengue, de animais peçonhentos e até de roedores”, relatou a usuária.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro. Em nota a Sesau informou que “a Unidade Básica de Saúde em questão encontra-se temporariamente em reforma, com o objetivo de oferecer melhores condições de atendimento e mais conforto para a população e para os profissionais da saúde.
A Sesau destaca que já acionou as equipes responsáveis pela limpeza do entorno da unidade, bem como solicitou a atuação dos agentes de endemias para realização de ações preventivas na área.
A gestão municipal segue empenhada em garantir a qualidade dos serviços e a segurança sanitária de todos os usuários do sistema público de saúde.”

 

Redação PNB

Secretaria de Saúde convida a população juazeirense para a Feira de Saúde Mais Perto

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro (Sesau), convida a população para a Feira de Saúde Mais Perto, uma grande ação realizada pelo Governo Federal, Governo do Estado da Bahia e em parceria com a Prefeitura de Juazeiro.

A Feira está sendo realizada na Policlínica Regional, localizada próxima ao Assaí Atacadista, e segue até o dia 19 de julho, funcionando das 7h da manhã às 17h da tarde.

É uma oportunidade para cuidar da saúde com atendimento gratuito, de qualidade e perto de casa! A ação leva serviços essenciais de saúde para toda a população, principalmente para quem mais precisa.

Ascom Sesau/ PMJ 

Alckmin diz que governo tentará acordo antes do prazo para tarifaço

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O vice-presidente eleito e coordenador-geral da equipe de transição, Geraldo Alckmin, fala à imprensa na sede da Gabinete de Transição de Governo, no CCBB, em Brasília.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin, liderou nesta terça-feira (15) duas reuniões com empresários dos setores industrial e agropecuário. Ao lado de outros ministros e secretários, Alckmin recebeu informações sobre o panorama das áreas diante da decisão dos Estados Unidos de aumentar para 50% as tarifas de importação de produtos brasileiros.

Os empresários manifestaram confiança nas negociações conduzidas pelo governo federal e defenderam que não sejam adotadas medidas de retaliação. A produção industrial e agropecuária já registram uma série de prejuízos.

Algumas associações chegaram a defender nesta terça-feira que o Brasil peça adiamento do início da vigência das novas tarifas, fixado em 1º de agosto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Alckmin destacou que a intenção do governo é avançar ao máximo dentro desse prazo e alcançar um acordo antes que o tarifaço se concretize.

“A reunião [com o setor produtivo] foi muito proveitosa. Ouvimos todos os setores com maior fluxo de comércio com os Estados Unidos — desde aviação, aço, alumínio, máquinas, têxteis, calçados, papel e celulose. O que vimos foi um alinhamento em torno da negociação. Eu trouxe a mensagem do presidente Lula de empenho para rever esta situação”, afirmou o vice-presidente.

“De janeiro a junho deste ano, as exportações do Brasil para os Estados Unidos aumentaram 4,37% e dos Estados Unidos para o Brasil aumentaram 11,48%. Momento em que é recorde a exportação dos Estados Unidos para o Brasil, quase três vezes mais do que a nossa exportação, estaremos unidos para reverter essa decisão.”

De acordo com o vice-presidente, o setor produtivo se comprometeu a dialogar com seus parceiros nos Estados Unidos — compradores, fornecedores e empresas congêneres — para negociar o prejuízo bilateral causado pelas tarifas.

“É uma relação importante que repercute também nos Estados Unidos, podendo encarecer produtos e encarecer a economia americana. É uma oportunidade, inclusive, para abrirmos espaço para novos acordos comerciais”, destacou.

Novos mercados

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou da reunião com as lideranças do setor agropecuário. Ele lembrou que desde o primeiro dia do governo do presidente Lula uma as missões dadas é a ampliação dos mercados para a agropecuária brasileira.

“Isso foi feito de forma intensa. Foram 393 novos mercados abertos”, destacou Fávaro, que considera importante todos os esforços para manter as vendas para os Estados Unidos. Até o anúncio do tarifaço, a expectativa do setor pecuário era de que este ano as exportações de carne dobrassem. “O diálogo está aberto na parte brasileira, mas com respeito à soberania e muita altivez.”

Agência Brasil

MEC publica novas regras para cursos de graduação a distância

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Prédio do Ministério da Educação

O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta segunda-feira (14) uma portaria que regulamenta a oferta de cursos de graduação na modalidade de educação a distância (EaD) no Brasil. Entre as principais exigências, está a determinação de que o corpo docente de cursos a distância ou semipresenciais deverá possuir formação em pós-graduação, com preferência para mestrado ou doutorado.

As instituições de ensino superior terão até dois anos para se adequar às novas regras. A norma também define que a proporção de docentes e mediadores pedagógicos deve ser compatível com o número de estudantes vinculados a cada polo de EaD.

A portaria estabelece ainda que as atividades síncronas (ao vivo) devem ser realizadas com grupos de no máximo 70 estudantes por docente ou mediador, com registro obrigatório de frequência. Além disso, determina que as avaliações de aprendizagem realizadas presencialmente não poderão ser computadas como parte da carga horária presencial dos cursos.

Outra mudança relevante é que todas as unidades curriculares oferecidas de forma parcial ou totalmente a distância deverão ter duração mínima de dez semanas e incluir ao menos uma avaliação presencial obrigatória.

 

Bahia BA

Vacinas de emergência reduzem mortes por surtos de doenças em quase 60%

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A vacinação de emergência durante surtos de doenças como cólera, ebola e sarampo reduziu as mortes por essas doenças em quase 60% ao longo do último quarto de século, de acordo com um novo estudo. Acredita-se também que um número semelhante de infecções tenha sido evitado, enquanto bilhões de euros foram gerados em benefícios econômicos estimados.

A aliança de vacinas Gavi, que apoiou o estudo, disse que colaborou com pesquisadores do Instituto Burnet, na Austrália, para fornecer a primeira visão mundial do impacto histórico dos esforços de imunização de emergência na saúde pública e na segurança sanitária global. “Pela primeira vez, conseguimos quantificar de forma abrangente o benefício, em termos humanos e econômicos, da implementação de vacinas contra surtos de algumas das doenças infecciosas mais mortais”, disse o chefe da Gavi, Sania Nishtar, em um comunicado.

O estudo, publicado esta semana no British Medical Journal (BMJ) Global Health , examinou 210 surtos de cinco doenças infecciosas – cólera, ebola, sarampo, meningite e febre amarela – em 49 países de baixa renda entre 2000 e 2023. “Este estudo demonstra claramente o poder das vacinas como uma medida econômica para combater o risco crescente que o mundo enfrenta de surtos.”

A implementação de vacinas nesses locais teve um impacto drástico, com o estudo mostrando que elas reduziram o número de infecções e mortes em quase 60% entre as cinco doenças. Para algumas doenças, o efeito foi muito mais dramático. Foi demonstrado que a vacinação reduziu as mortes durante surtos de febre amarela em 99% e 76% durante surtos de ebola.

Ao mesmo tempo, a vacinação de emergência reduziu significativamente a ameaça de expansão dos surtos. Também estimou que os esforços de imunização realizados durante os 210 surtos geraram quase US$ 32 bilhões em benefícios econômicos apenas por evitar mortes e anos de vida perdidos por incapacidade. No entanto, esse valor provavelmente subestima significativamente a economia geral, afirmou, ressaltando que não levou em conta os custos de resposta a surtos ou os impactos sociais e macroeconômicos das interrupções criadas por grandes surtos.

O enorme surto de ebola que atingiu a África Ocidental em 2014, antes da existência de vacinas aprovadas, por exemplo, fez com que casos surgissem no mundo todo e estima-se que tenha custado aos países da África Ocidental mais de US$ 53 bilhões. O estudo foi divulgado depois que a Organização Mundial da Saúde alertou em abril que surtos de doenças preveníveis por vacinação, como sarampo, meningite e febre amarela, estão aumentando globalmente em meio à desinformação e aos cortes na ajuda internacional.

A Gavi, que ajuda a vacinar mais da metade das crianças do mundo contra doenças infecciosas, está atualmente tentando garantir uma nova rodada de financiamento diante dos cortes de ajuda global e depois que Washington anunciou no mês passado que deixaria de apoiar o grupo.

A Tarde

Governo Lula anuncia isenção em cobrança de taxa para verificar taxímetros

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Rio de Janeiro - Circulação de táxis na região central do Rio. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta segunda-feira (14), a isenção da taxa do serviço metrológico cobrada para verificar taxímetros.

De acordo com informações do governo, a isenção contempla a aquisição do equipamento e as medições periódicas obrigatórias, que antes eram feitas anualmente, serão feitas a cada dois anos.

A isenção será aplicada por meio de uma Medida Provisória (MP) que deve ser assinada em cerimônia no Palácio do Planalto ainda nesta segunda-feira (14).

Cada serviço de forma individual, agora feito pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é cobrado R$ 52,18. A estimativa é uma economia de R$ 9 milhões aos taxistas.

 

Bahia Notícias

Lula regulamenta a Lei de Reciprocidade Comercial

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (14) o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade Comercial. A informação foi confirmada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, em declaração à imprensa após um evento no Palácio do Planalto.

O teor do decreto será publicado em edição regular do Diário Oficial da União (DOU).

A norma autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global. A medida poderá ser usada para responder à imposição da tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos (EUA), a partir do dia 1º de agosto, conforme anunciado na semana passada pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

Segundo Rui Costa, o decreto não menciona especificamente nenhum país e estabelece os mecanismos necessários para dar cumprimento à lei.

“A denominação ‘reciprocidade’ pode responder de um formato também rápido, se outro país fizer medidas semelhantes a essa que foi anunciada pelos Estados Unidos”, explicou.

Histórico

Aprovada em março pelo Congresso Nacional e sancionada em abril, a nova lei é justamente uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada por Donald Trump contra dezenas de países.

No caso do Brasil, a tarifa inicialmente imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas são o aço e o alumínio, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos está em 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os norte-americanos.

A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.

A norma valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

No Artigo 3º do texto, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.

Comitê de emergência

Para discutir como reagir às tarifas dos EUA, o governo também instalou um comitê de trabalho interministerial, com participação de setores empresariais da indústria e do agronegócio.

As primeiras reuniões do colegiado ocorrerão nesta terça-feira (15), sob liderança do vice-presidente Geraldo Alckmin.

 

Agência Brasil

Mega-Sena: prêmio de 46 milhões será sorteado nesta terça-feira (16)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio acumulado em R$ 46 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2888 que será realizado nesta terça-feira (15).

O sorteio será a partir das 20h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB

PGR pede condenação de Bolsonaro e mais 7 réus por golpe de Estado

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.

No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão.

Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus:

  • Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;
  • General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência – Abin;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;
  • Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações.

Bolsonaro

Na manifestação, o procurador-geral descreveu o papel do ex-presidente Jair Bolsonaro na trama golpista.

Segundo ele, Bolsonaro figura como líder da organização criminosa e foi o “principal articulador e maior beneficiário” das ações para tentar implantar um golpe de Estado no país em 2022.

Nas palavras de Gonet, o ex-presidente instrumentalizou o aparato estatal e operou em “esquema persistente” de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório após o resultado das eleições presidenciais.

“Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias”, disse o procurador.

Próximos passos

Com a apresentação da manifestação da PGR, começa a contar o prazo de 15 dias para que a defesa de Mauro Cid, delator na investigação, apresente suas alegações finais ao STF.

Em seguida, será a vez das defesas dos réus apresentarem suas alegações no mesmo prazo.

Após receber todas as manifestações, a data do julgamento será marcada pela Primeira Turma da Corte.

Nos bastidores do STF, a expectativa é de que o julgamento seja realizado em setembro deste ano.

 

Agência Brasil