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“Mais de 30 anos depois, quero pelo menos saber um pouco da sua história”: jovem de São Paulo tenta encontrar avô em Juazeiro

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Marcela, uma jovem de Diadema, em São Paulo, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para solicitar ajuda na busca por seu avô paterno, com quem sua família perdeu contato nos anos 1990. Segundo ela, o nome dele é Edvânio Evangelista e, nas cartas assinadas por ele, o endereço informado era no Centro de Juazeiro, cidade localizada na região Norte da Bahia.

“Eu nunca tive a oportunidade de conhecê-lo. Meu pai trocava cartas com ele, mas com o tempo, o contato foi se perdendo. Eu só queria conhecer um pouco mais sobre ele, poder ver uma foto. Mais de 30 anos depois, quero pelo menos saber um pouco da sua história”, contou emocionada.

Ainda de acordo com ela, seu pai, Marcelo, manteve correspondência com Edvânio durante os anos 90. Na época, Edvânio assinava as cartas com o apelido “Maninho”. Atualmente, essas cartas são a única pista concreta sobre o paradeiro dele. Desde que o contato foi interrompido, a família não teve mais notícias.

“O nome que consta nas cartas e também na minha certidão de nascimento é apenas Edvânio Evangelista. Não sabemos se ele tinha outros sobrenomes ou nomes compostos. Tudo o que temos é isso”, explicou ela.

Marcela pede que, caso alguém conheça ou já tenha ouvido falar do senhor Edvânio Evangelista, que morava na rua Castro Alves, no Centro de Juazeiro, nos anos 90, e que talvez fosse conhecido pelo apelido de “Maninho”, entre em contato com a família pelo telefone: (11) 99330-1227.

Redação PNB

Morre Francisco Cuoco, lenda da televisão brasileira, aos 91 anos

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O ator Francisco Cuoco, um dos nomes mais marcantes da televisão brasileira, faleceu nesta quinta-feira (19), aos 91 anos. Ele estava internado havia cerca de três semanas no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e permaneceu sedado durante esse período. A causa da morte não foi divulgada.

Segundo a irmã do artista, Gracia Couco, o quadro de saúde de Francisco se agravou por conta da idade avançada e de uma infecção causada por um ferimento.

Nascido em 1933 e ingressou na Escola de Arte Dramática nos anos 1950, hoje conhecida como EAD da USP, onde iniciou sua formação como ator.

Apesar de ter construído uma sólida carreira também no teatro e no cinema, foi na televisão que Francisco Cuoco se tornou um rosto conhecido em todo o país. Ao longo das décadas de 1970, 1980 e 1990, Cuoco brilhou na tela da Globo como o galã clássico. Entre seus trabalhos mais lembrados estão os protagonistas das novelas Selva de Pedra, O Astro e Pecado Capital.

Redação PNB

“Tia Lucinha: um conto sobre a arte de morrer” por João Gilberto Guimarães

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Foto: Jean Correa

Tia Lucinha era um espeto de gente. Magra, baixinha, com as pernas tortas feito galho de imburana, parecia ter sido desenhada por uma criança revoltada. Professora aposentada, dava aula de português e tirava ponto de aluno que errava a conjugação do verbo “obstar”. Vivia embuchada em vestidos florais com fundo bege, sempre bege, como se já estivesse há anos se preparando para o próprio velório.

Seu rosto era uma obra de maquiagem tosca: pó compacto três tons acima da cor da pele, batom vermelho borrado que escapava da linha da boca e um blush que parecia ter sido aplicado com um tapa. Diziam que ela se maquiava com raiva, e fazia sentido: até a sombra do olho parecia levada na pancada.

Apesar da aparência de senhora cristã, dessas que ajeitam os bancos da igreja e cochicham o terço entre uma novena e outra, Tia Lucinha tinha um vício secreto — ou quase secreto: fumava escondido. Escolhia as esquinas mais mal iluminadas de Juazeiro para dar suas tragadas silenciosas, como quem participa de um ritual sagrado.

Só que seu maior inimigo nessa empreitada era o sobrinho traquino, o pequeno Nicolau, um menino de sete anos que parecia ter sido parido pelo próprio diabo só pra perturbar a paz da tia.

— TE PEGUEI, VÉIA FUMANTE! — gritava ele, pulando de trás de uma árvore.

Tia Lucinha quase engasgava com a fumaça.

— VÁ PRA CASA, SEU INFANTE MALDITO! — ela berrava, batendo com a bolsa de palha no ar, como quem exorciza um demônio risonho.

Nicolau ria, fugia, e no outro dia voltava com uma câmera de brinquedo, fingindo ser repórter do “Fantástico da Vergonha Alheia”, pronto para flagrar a tia com um cigarro entre os dedos ossudos.

— Mais um furo de reportagem, Dona Lucinha! — dizia ele, clicando com a boca: clic clic clic.

Tia Lucinha não era propriamente simpática. Xingava muito, o tempo todo. Chamava os vizinhos de “bando de amaldiçoados”, os padres de “comédia de batina” e os pastores de “pirotecnia gospel”. Mas ninguém duvidava de sua fé. Carpideira de mão cheia, chorava como se estivesse no velório da própria alma em qualquer enterro que aparecesse. Nem precisava conhecer o defunto. Bastava um convite ou uma notícia pela boca de algum beato e lá estava ela, de preto, rosário na mão e lágrimas prontas.

— Tia, a senhora nem conhece a dona que morreu — disse uma vez Nicolau, curioso.

— E tu acha que ela vai conhecer quem foi no meu, criatura? Tô só pagando adiantado — respondeu com seriedade fúnebre.

Essa era sua lógica: quanto mais enterros ela frequentasse, maior a chance de ter um bom público no dela. Guardava até uma cadernetinha onde anotava os nomes dos velados e, ao lado, riscava: Presente. Chorei muito. ou Presente. Lágrimas médias.

Às vezes, nos enterros mais vazios, ela chorava dobrado. Uma vez caiu de joelhos, berrando feito estrela mexicana, por um homem que tinha sido seu vizinho por dois meses e só falava com ela para reclamar da fumaça do cigarro.

— Vai ver que o coitado tava certo, e ela quis pedir desculpa de última hora — comentou uma velha, admirada com a performance.

Mas por baixo da rabugice, dos xingamentos e da nuvem constante de fumaça, existia uma afeição profunda por Nicolau. Ela nunca disse “eu te amo”, mas o menino sabia. Sabia porque ela sempre deixava um pedaço do bolo de milho escondido pra ele, ou porque defendia o pirralho até do padre, que vivia dizendo que Nicolau precisava de exorcismo.

— Ele é só esperto. O mundo é que é burro — dizia, acendendo outro cigarro.

Foi num sábado abafado que Tia Lucinha não apareceu pra missa.

Nem pra o velório de Nivaldo do Armarinho, que ela odiava, mas com quem mantinha o compromisso de chorar mesmo assim.

A cidade estranhou. Nicolau estranhou. Arrombaram a porta da casa dela e a encontraram deitada, maquiada, com um cigarro apagado na mão e um sorriso estranho no canto da boca, como se tivesse morrido no meio de uma piada ruim.

No enterro de Tia Lucinha, só foram três pessoas: o coveiro, Nicolau e Dona Zefa, uma fofoqueira que foi só pra ver se era verdade.

O padre fez a reza sem entusiasmo, e Nicolau, já com nove anos, colocou discretamente uma flor de plástico sobre o caixão.

— A senhora exagerou na maquiagem até morta, hein? — sussurrou, tentando engolir um riso e uma lágrima ao mesmo tempo.

Dona Zefa, ao lado, murmurou:

— Tanta carpideira, e morre no silêncio. Tá vendo aí?

Mas Nicolau sabia que aquilo não era silêncio. Sabia que, em algum lugar além, Tia Lucinha estava soltando fumaça e palavrão, xingando os ausentes com gosto:

— Bando de filha da p…! Quando era enterro dos outros, eu tava lá! Com chuva, com sol, com ressaca, com a cara suada e o cigarro escondido no sutiã! E agora? Nem uma desmaiada? Nem uma lágrima de catarro?! Vá se lascar, Juazeiro!

E assim, entre xingamentos espirituais e o silêncio físico das flores murchas, Tia Lucinha finalmente teve seu descanso eterno. Sem plateia, mas com dignidade. E, pra ela, talvez fosse até melhor assim.

Menos gente pra errar a conjugação do verbo “haver” na lápide.


Por João Gilberto Guimarães Sobrinho

Bahia é o 4º estado com mais crimes ambientais registrados entre 2023 e 2024

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A Bahia ocupa a quarta posição no ranking nacional de crimes ambientais registrados entre 2023 e 2024, conforme relatório divulgado na terça-feira (17) pela Rede de Observatórios da Segurança. No total, foram contabilizadas 41.203 ocorrências nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo o levantamento “Além da Floresta: Conflitos socioambientais e deserto de informações”, 87,22% dos crimes ambientais registrados na Bahia foram contra a flora, o que reforça a preocupação com o avanço do desmatamento e da degradação ambiental no estado.

A Bahia também está entre os estados com maior número de infrações relacionadas à exploração mineral (2,20%), atrás apenas do Rio de Janeiro (2,66%). São Paulo lidera o ranking em números absolutos, com 17.501 crimes ambientais e um aumento de 246,03% nos registros de incêndio em matas e florestas.

Apesar dos dados, os pesquisadores chamam atenção para a subnotificação e a limitação do levantamento. Segundo o relatório, os números são baseados na Lei nº 9.605/1998 — a Lei de Crimes Ambientais —, que não abrange conflitos agrários nem diversas formas de violência contra povos tradicionais, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos. A coleta e a classificação de dados também variam entre os estados, comprometendo a abrangência das estatísticas.

 

Bahia BA

Prefeito Andrei cumpre agenda em Brasília em busca de apoio para pequenos empreendedores e fortalecimento da saúde especializada em Juazeiro

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O prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves, esteve em Brasília nesta terça e quarta-feira (17 e 18) cumprindo uma intensa agenda institucional voltada à ampliação de parcerias e investimentos para o município. Entre os compromissos, destacou-se a reunião com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França.

Durante o encontro, Andrei reforçou a importância de fortalecer políticas públicas que beneficiem os mais de 8 mil pequenos empreendedores de Juazeiro, que movimentam a economia local diariamente. “Estamos buscando novas parcerias para fortalecer quem faz a nossa economia girar: os pequenos empreendedores. Eles precisam de apoio, orientação e oportunidades reais para crescer”, afirmou o prefeito.

Na reunião, foram discutidas ações como a implementação da Casa do Empreendedor, a realização de feiras e eventos voltados ao artesanato e ao comércio local, além de estratégias para ampliar o acesso ao crédito para quem deseja empreender ou expandir seu negócio. “Meu compromisso é com uma Juazeiro que gera renda, emprego, valoriza quem produz e investe em quem quer crescer”, destacou Andrei.

A agenda em Brasília também incluiu reuniões com representantes da Casa Civil e do Ministério da Saúde. O prefeito, acompanhado do secretário de Saúde de Juazeiro, Helder Coutinho e do chefe de gabinete Tiziu da Rocha, foi recebido pelo secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Tabosa, que se comprometeu em fortalecer e ampliar os serviços de saúde especializada em Juazeiro. “A saúde é uma prioridade da nossa gestão. Estamos trabalhando para oferecer um atendimento mais completo e acessível à população, especialmente em áreas que exigem maior complexidade e especialização”, concluiu o gestor municipal.

Ascom/PMJ

Apostas exclusivas para a Quina de São João começam nesta quinta-feira

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Com o prêmio estimado em R$ 230 milhões, começa, a partir desta quinta-feira (19), as apostas exclusivas para o concurso especial 6.760, da Quina de São João.

o sorteio será realizado no dia 28 de junho, sábado, a partir das 20h, com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

Esta é a 15ª edição da Quina de São João e tem o maior prêmio já sorteado. Como sempre ocorre nos concursos especiais, a Quina de São João não acumula, e ganha quem acertar a maior quantidade de números.

Se nenhum apostador acertar as cinco dezena da faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores de quatro números, e assim sucessivamente, conforme regra da modalidade.

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança receberá cerca de R$ 1,5 milhão de rendimento no primeiro mês.

A aposta mínima, com cinco números marcados, custa R$ 2,50.

Na Bahia, 6,18 milhões de pessoas poderão ter gratuidade na tarifa de energia elétrica

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Rio de Janeiro - Consumo de energia elétrica, lâmpada e interruptor de luz. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Mais de 6,18 milhões de cidadãos baianos, o equivalente a 41,6% da população do estado, podem se beneficiar pelas novas regras da Tarifa Social de Energia Elétrica, a partir de 5 de julho.

Conforme determina a Medida Provisória nº 1.300/2025, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de maio, as famílias com direito ao benefício, que consumirem até 80 quilowatts-hora (kWh) mensais, terão gratuidade na tarifa de energia elétrica. Aqueles que ultrapassarem esse consumo pagarão apenas a diferença.

Na Bahia, 1,76 milhão de unidades consumidoras se enquadram no novo benefício, o que representa 23% do total de famílias com potencial de serem beneficiadas na região Nordeste. Detalhamento da quantidade de residências e pessoas com potencial de serem beneficiadas pela Tarifa Social de Energia

Nacional 
Em todo o Brasil, 17,39 milhões de famílias têm direito à nova Tarifa Social de Energia Elétrica. São mais de 60 milhões de pessoas beneficiadas pela reestruturação do setor elétrico com foco na promoção da justiça tarifária.

Regiões 
A região Nordeste é a que tem o maior número de unidades consumidoras beneficiadas pela nova Tarifa Social. São 7,75 milhões de famílias, o equivalente a 27,1 milhões de pessoas. Em seguida aparece a região Sudeste, com 5,69 milhões de famílias, ou 19,9 milhões de pessoas; seguida pela Norte (1,65 milhão de famílias, ou 5,78 milhões de pessoas); a Sul (1,26 milhão, ou 4,42 milhões de pessoas); e a Centro-Oeste (1,03 milhão, ou 3,61 milhões de pessoas).

Estados
São Paulo é a unidade da Federação com o maior número de famílias que terão desconto de 100% para o consumo de até 80 kWh mensais: 2,41 milhões, o equivalente a 8,43 milhões de pessoas. Na sequência das UFs com maior número de beneficiários estão Bahia (1,76 milhão de famílias, ou 6,18 milhões de pessoas); Rio de Janeiro (1,68 milhão de famílias, ou 5,88 milhões de pessoas); e Ceará (1,54 milhão de famílias, ou 5,42 milhões de pessoas).

Requisitos 
Para ter direito ao benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica, deve ser satisfeito um dos seguintes requisitos:

  • Família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo;
  • Idosos com 65 anos ou mais ou pessoas com deficiência, que recebam o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), nos termos dos arts. 20 e 21 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993;
  • Família inscrita no CadÚnico com renda mensal de até três salários-mínimos, que tenha portador de doença ou deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual e múltipla) cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica

Como solicitar 
A Tarifa Social é concedida automaticamente para as famílias que têm direito. Para receber, basta que a pessoa responsável pelo contrato de fornecimento de energia elétrica (a que tem o nome na fatura) esteja entre os beneficiados pelos programas de governo descritos acima. Não é necessário solicitar à distribuidora.

 

Bahia BA

Governo sanciona nova lei que proíbe tatuagens e piercings em cães e gatos; entenda

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O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou, nesta terça-feira (17), uma nova lei que proíbe a prática de tatuar, com fins estéticos, ou colocar piercing em um cão, ou um gato. A lei nº 15.150, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (17), equipara a prática a outras condutas abusivas que causem ferimentos ou mutilem animais silvestres, domésticos ou domesticados, sejam eles nativos ou exóticos.

A medida, que altera a chamada Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605/1998), prevê ainda a pena de dois anos a cinco anos de reclusão, além de uma multa e perda da guarda do animal. Os responsáveis pelos animais que permitirem a prática também são passíveis de sanção e a pena será aumentada se o animal morrer devido às intervenções.

Apesar da rigidez da lei, as práticas estão liberadas para fins que não estéticos, a exemplo de marcações feitas em cães e gatos para facilitar o reconhecimento dos que foram castrados, perfurações para garantir a rastreabilidade e certificação de animais de produção do agronegócio, como bois, cavalos e porcos.

A norma legal foi bem recebida por especialistas, incluindo integrantes do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), cuja Resolução nº 1236, de 2018, caracteriza práticas cruéis e maus tratos contra os animais e estipula as normas de conduta dos profissionais da categoria.

O texto da lei é de autoria do deputado federal Fred Costa (PRD-MG). A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em agosto de 2021 e pelo Senado em 20 de maio deste ano.

Ao justificar a iniciativa, em 2020, Costa destacou que, segundo o noticiário, a realização de tatuagens e a colocação de piercings em animais domésticos despontava como uma tendência, exigindo medidas legislativas em favor da proteção de pets.

“Todos sabemos, por experiência própria ou por relatos de conhecidos, que fazer uma tatuagem é sempre algo doloroso”, apontou o parlamentar na justificativa do projeto de lei. “Não há o que se discutir quanto ao livre arbítrio de uma pessoa que queira fazer uso desse tipo de adorno em seu próprio corpo, mas a liberdade de tatuar a [própria] pele não significa que podemos tomar essa decisão pelos animais que convivem conosco”, disse o parlamentar.

Antes mesmo da decisão nacional, algumas prefeituras já tinham decidido proibir a prática em território municipal. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Lei nº 18.269 entrou em vigor no último dia 10, com a previsão de multas de R$ 5 mil para o tutor do animal e para o responsável pelo estúdio de tatuagem ou estabelecimento comercial, cuja licença de funcionamento será cassada.

 

Bahia Noticias 

Morador do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, reclama de suposto vazamento de esgoto do Hospital Materno Infantil de Juazeiro; SAAE diz que resolução já está na programação

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Um morador do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, no Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar de um suposto vazamento de esgoto do Hospital Materno Infantil, na rua Luiz Gonzaga. Segundo ele, o problema está formando um esgoto a céu aberto.

“Já tem alguns dias que a maternidade de Juazeiro está vazando esgoto aqui na lateral. É uma água fedorenta, que está causando transtornos para os moradores e para as pessoas que circulam pela rua, especialmente aquelas que vêm deixar as crianças na escola. Esse vazamento precisa ser resolvido”, disse o morador.

Encaminhamos a reclamação à Secretaria de Saúde e também ao Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro. Em nota, o SAAE informou que “a demanda foi enviada para o setor de esgoto para que seja colocado na programação de amanhã. As equipes do SAAE continuam trabalhando diariamente para atender todos os pedidos e reduzir a demanda de esgotos obstruídos”.

Redação PNB