Diante do baixo nível do estoque de plaquetas, a Hemoba promove uma campanha para mobilizar as pessoas a doarem regularmente este hemocomponente, já que tem validade de apenas cinco dias. A Fundação recebe uma média mensal de 73 doações de plaquetas, quando atualmente há a necessidade de uma média de 105 doações. Em 2024, foram 872 doações. A transfusão de plaquetas beneficia pacientes em tratamento para leucemias e outros tipos de câncer, os submetidos a transplante de medula óssea, a cirurgias cardíacas, as vítimas de trauma e queimaduras, dentre outros.
PNB
Hemoba promove campanha para mobilizar doadores de plaquetas
Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 51 milhões
A Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 51 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2848 que será realizado nesta quinta-feira (03).
O sorteio será a partir das 20h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Redação PNB
Projeto de Lei do Poder Executivo que regulamenta o Programa Juazeiro Sem Fome é aprovado por unanimidade na Câmara Municipal
Nesta terça-feira (1º), a Câmara Municipal de Juazeiro aprovou o Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que regulamenta o Programa Juazeiro Sem Fome. A iniciativa tem o objetivo de combater a fome e garantir o direito humano à alimentação adequada e saudável, assegurando o atendimento integral às pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.
Aprovada por unanimidade em sessão ordinária da Casa Aprígio Duarte Filho, a proposta prevê a criação do Fundo de Combate à Fome, da Coordenação Geral de Combate à Fome e Segurança Alimentar (CGCSAN) e do cargo de Coordenador-Geral de Combate à Fome e Segurança Alimentar.
A coordenadora do Programa Juazeiro Sem Fome, Lorena Pesqueira, destacou a importância da aprovação do PL para a implementação de ações em parceria com as secretarias municipais, visando fortalecer a segurança alimentar e nutricional no município.
“Hoje é um grande dia, um marco na história de Juazeiro com a aprovação do Projeto de Lei que institui o Programa Juazeiro Sem Fome. O objetivo do programa é combater a fome no nosso município e fortalecer a segurança alimentar e nutricional em diversos setores do governo. Temos como referência os programas Bahia Sem Fome e Brasil Sem Fome, do Governo do Estado e do Governo Federal, pois, a partir desses exemplos, queremos ver a população de Juazeiro crescer e se desenvolver cada vez mais”, destacou.
Para o vereador Mitu do Sindicato, a aprovação do Programa Juazeiro Sem Fome é essencial para garantir que famílias em situação de vulnerabilidade social tenham acesso a uma alimentação digna e adequada, promovendo bem-estar e saúde por meio da segurança nutricional.
“Para nós, a aprovação desse projeto é de extrema relevância. Sabemos que Juazeiro é considerada uma cidade rica, mas ainda há muitas pessoas que passam necessidade e precisam de suplementação alimentar. Sem dúvida, esse programa será fundamental para a população carente da nossa cidade”, ressaltou o parlamentar.
Após a aprovação do PL, o Programa Juazeiro Sem Fome será oficialmente lançado no dia 10 de abril, com as presenças confirmadas de um representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
“É a Cara da Gente”: tema do São João de Petrolina destaca cultura e jeito petrolinense de viver
O evento, que promete atrair milhares de turistas, será um palco para que todos possam viver a experiência única de um São João cheio de cor, música e emoção, onde o clima de pertencimento será sentido a cada passo, a cada risada e a cada acorde de sanfona. O São João de Petrolina de 2025 é mais do que uma festa, é uma reafirmação da força cultural do povo nordestino.
“O Desenvolvimento Desigual de Petrolina e Juazeiro na Análise de Ronald Chilcote” por João Gilberto Guimarães
Eu costumo dizer que para se ter uma mínima compreensão do fator histórico e social do Vale do São do São Francisco, é necessário se debruçar sobre a obra de Valter dourado, ler Opara de Esmeraldo Lopes, se esbaldar com a maestria de O Médio São Francisco de Wilson Lins, e se surpreender com o trabalho monumental de Ronald Chilcote. A provocação recente e cheia de verdades amargas da jornalista Natália Portinari me fez voltar ao trabalho desse grande cientista social que nos prestou um grande serviço.
O livro Classes Dominantes e Transição Capitalista no Nordeste, de Ronald Chilcote, não é apenas uma análise acadêmica sobre economia e política, mas um verdadeiro retrato das forças que moldaram o destino de diversas cidades nordestinas. Entre esses casos, Petrolina e Juazeiro emergem como dois exemplos que, apesar de sua proximidade geográfica, seguiram caminhos bastante distintos.Durante quase 15 anos (1969-1983) o sociólogo norte americano da Universidade da Califórnia visitou a nossa região, entrevistando centenas de pessoas, desde autoridades e lideranças até estudantes. Chilcote nos ajuda a entender por que uma cidade prosperou enquanto a outra enfrentou dificuldades para acompanhar esse ritmo de crescimento.
A Estabilidade Política como Fator de Crescimento em Petrolina
Quem conhece Petrolina sabe que seu crescimento não foi obra do acaso. Chilcote argumenta que a continuidade de um mesmo grupo político no poder foi um fator decisivo para o seu desenvolvimento. Diferente de Juazeiro, onde disputas constantes entre diferentes facções políticas geraram instabilidade, Petrolina seguiu um caminho mais previsível. Esse cenário permitiu a implementação de políticas públicas de longo prazo, garantindo investimentos em infraestrutura e atraindo grandes investidores.
Com uma elite política coesa, a cidade soube canalizar recursos para projetos estratégicos, principalmente na fruticultura irrigada, que hoje é a espinha dorsal da economia local. A fruticultura, aliada à modernização da infraestrutura urbana, fez de Petrolina um polo de exportação e um exemplo de sucesso na integração entre o setor público e privado.
A Alternância de Poder e a Estagnação de Juazeiro
Se Petrolina conseguiu crescer com um planejamento contínuo, Juazeiro enfrentou um cenário completamente diferente. Chilcote destaca que a alternância constante de grupos políticos no comando da cidade foi um grande entrave para o seu desenvolvimento. Cada nova gestão trazia sua própria agenda, muitas vezes desfazendo ou abandonando projetos anteriores, o que gerava descontinuidade nas políticas públicas.
O resultado disso foi uma cidade que não conseguiu acompanhar a velocidade do progresso de sua vizinha. Investimentos essenciais em infraestrutura e planejamento urbano ficaram comprometidos, dificultando a atração de investidores e o crescimento econômico sustentável. Além disso, a fragmentação política impediu a formação de parcerias sólidas com o setor empresarial, tornando Juazeiro menos competitiva no cenário regional.
Outro fator que pesa na análise de Chilcote é a estrutura fundiária de Juazeiro. Enquanto Petrolina apostava na modernização e no uso estratégico da irrigação, Juazeiro manteve uma elite agrária conservadora, resistente a mudanças. Isso resultou em uma economia menos dinâmica, que demorou a se diversificar e se adaptar às novas exigências do mercado.
A trajetória dessas duas cidades mostra que desenvolvimento não depende apenas de localização ou recursos naturais, mas também de decisões políticas bem alinhadas e de uma visão de longo prazo. Chilcote nos ensina que estabilidade e planejamento são fatores-chave para garantir crescimento sustentável, enquanto a alternância desordenada e a falta de continuidade podem se tornar obstáculos difíceis de superar.
Para aqueles que vivem em Petrolina e Juazeiro, essa análise não é apenas um estudo distante, mas algo que se reflete no dia a dia das cidades. Enquanto Petrolina continua avançando, Juazeiro ainda busca consolidar um modelo de gestão que lhe permita explorar todo o seu potencial. Classes Dominantes e Transição Capitalista no Nordeste nos oferece uma reflexão valiosa sobre os desafios e as oportunidades que moldam o desenvolvimento regional, deixando uma lição importante para gestores, empresários e a própria população. Sem dúvida alguma, leitura essencial para todos aqueles que pretendem compreender as nuances que formam a nossa região.
Por João Gilberto Guimarães Sobrinho, juazeirense, produtor cultural, escritor, cientista social formado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, pesquisador da história social, cultural e política do Médio São Francisco.
Sucesso por onde passa, a kombi do Zé Livrório chega a Curaçá com música e literatura para as crianças; ação acontece na sexta(4)
“Chegou, chegou… chegou a kombi do Zé… a kombi do Zé Livrório, que bonita que ela é”! É com este refrão que o artista Zé Livrório encanta a criançada por onde passa. Ele percorre várias regiões do Nordeste na “Kombi do Zé”, a sua biblioteca itinerante aberta para a visitação que possui um palco móvel para as apresentações musicais.
Na próxima sexta-feira, dia 04 de abril, o projeto de arte-educacao chega a Curaçá-BA, a partir das 16h na Praça de Eventos.
A programação conta com Bailinho de Zé Livrório – show que o artista faz com a banda completa. Artistas curaçaenses também irão se apresentar: a Galeota das Artes – com o teatro de bonecos -, além do cantor e poeta Pinzoh.
As crianças que forem ao evento irão ganhar o livro ZÉ LIVRÓRIO E A CARRANCA ENCANTADA, que retrata as belezas do rio São Francisco com mensagens de preservação ambiental.
O evento é patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, através da Bahiagás, e tem o apoio da Prefeitura Municipal de Curaçá, do deputado estadual Zó do Sertão e dos Salgadinhos Ok Chips.
Ascom
Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Serviços oferecidos pela rede municipal de ensino de Juazeiro ampliam a inclusão dos estudantes com TEA
Garantir o direito de aprender de todos os estudantes é um compromisso assumido pela Secretaria de Educação de Juazeiro (Seduc). E esse compromisso inclui, também, os 1.053 estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados nas 151 unidades escolares da rede municipal de ensino.
Na escola, estudantes como Álvaro Matheus Alves Carvalho, de 6 anos, que é autista, contam com o apoio do auxiliar de Atendimento Educacional Especializado (AEE) na sala de aula regular e da professora de AEE na sala de recursos multiprofissional, além do carinho de todos os colegas. Aluno do 1° ano do Ensino Fundamental na Escola Municipal Ludgero de Souza Costa, Álvaro está incluído em todas as atividades escolares, assim como todos os estudantes.
De acordo com a diretora de Educação Inclusiva da Seduc, Carliane Oliveira, o objetivo da Secretaria é garantir o aprendizado e a inclusão do estudante. “Na unidade escolar, o nosso aluno autista recebe o apoio do auxiliar de AEE, que o acompanha no horário da aula, nas atividades de higiene, locomoção, alimentação e pedagógicas, sob a orientação da professora da sala regular, e do professor de AEE, que realiza atendimento duas vezes por semana”.
O grande desafio do professor de Atendimento Especializado é, segundo Carliane, quebrar barreiras. “O professor de AEE realiza um trabalho de intervenção para que o aluno tenha acesso não apenas ao currículo escolar, mas a todas as atividades desenvolvidas na escola. É um profissional responsável por quebrar barreiras. Ele media as relações para que o nosso aluno autista esteja, efetivamente, incluído e participando das atividades escolares”, explica Carliane.
Para Shirley Souza Carvalho, mãe de Álvaro Matheus, o atendimento da rede municipal de ensino tem sido significativo para o desenvolvimento do seu filho. “Eu sou mãe atípica e estou muito feliz com o desenvolvimento do meu filho. O trabalho da equipe de AEE da escola é muito bom, porque elas não só dão todo o suporte para ele, mas orientam os pais, nos ajudam também”, pontua Shirley.
Diretoria de Inclusão
Além da acessibilidade ao ambiente escolar e de uma rede capacitada para receber os estudantes, o município conta com uma equipe multidisciplinar, que oferece suporte aos alunos e suas famílias. A Diretoria de Inclusão, localizada na Rua da Grécia, dispõe de psicopedagogo, psicólogo, profissional de educação física, professor de artes e assistente social que atendem estudantes encaminhados pelas escolas da rede municipal.
Entre os atendimentos ofertados na Diretoria, um dos mais buscados é a atividade aquática, conduzida pelo profissional de Educação Física, Álamo Amaral. Ele atende cada criança uma vez por semana. “Essa é uma atividade voltada para o desenvolvimento motor e cognitivo. Nós avaliamos o estudante individualmente e planejamos as atividades a partir das suas necessidades. Nas aulas, realizamos exercícios de força, equilíbrio, resistência, frequência respiratória e treinamentos de natação”, conta Álamo.
Ascom Seduc/PMJ
Após a conquista da casa própria, consumidor aguarda há mais de um mês por uma ligação da rede de água e esgoto para sua nova residência no Malhada da Areia, em Juazeiro
Um morador da cidade de Petrolina, no Sertão pernambucano, que recentemente realizou o sonho de comprar a casa própria em Juazeiro, no Norte da Bahia, ainda não conseguiu se mudar para o imóvel, localizado no bairro Malhada da Areia, devido à dificuldade de acessar o serviço de ligação da rede de água e esgoto. Em contato com o Portal Preto no Branco, Luís Marcos relatou que, após tentativas presenciais e on-line junto ao Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), recebeu dois prazos diferentes para a realização da solicitação.
“Desde o dia 28 de fevereiro aguardo a ligação da rede de água e esgoto da minha casa. Consegui comprar meu imóvel em Juazeiro, mas ainda estou morando em Petrolina porque o SAAE é o único fator que impede minha mudança. A taxa de R$ 150, que só fica disponível após vistoria, foi paga no dia 5 de março. No entanto, o SAAE alegou, via WhatsApp, que o prazo seria de 30 dias após a solicitação. Depois, informaram que o prazo começa a contar apenas após o pagamento do boleto.
Fui ao balcão da autarquia, na Praça do Jacaré, para solicitar as normas do órgão sobre esse serviço, mas me foram negadas. Nem sequer uma cópia impressa para consulta me forneceram, alegando que não havia disponibilidade. Fico me perguntando: quem define esse prazo? Como podemos fiscalizar o trabalho desse órgão público?
São essas burocracias que atrasam o desenvolvimento da cidade e devem ser combatidas e repudiadas, independentemente de quem esteja à frente da gestão municipal”, declarou o consumidor.
Encaminhamos o caso para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro e aguardamos uma resposta.
Redação PNB








