PNB

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Moradores reclamam de queimadas irregulares em Juazeiro e solicitam ação do poder público: “não aguentamos mais”

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Moradores de Juazeiro, no norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar de constantes queimadas irregulares no município. Segundo os relatos, o problema tem afetado a população e ocorre com frequência em diversos bairros da cidade.

“Aqui próximo ao canal, no bairro Lomanto Júnior, estão colocando fogo com frequência. Eu e minha família não aguentamos mais conviver com a fumaça e as queimadas. Queimam todo tipo de material no local. Até as roupas estendidas no varal ficam com cheiro de fumaça. Sem contar os riscos que isso vem trazendo para a saúde. Aqui tem crianças, idosos, animais, todos sofrem com essa situação, precisamos urgentemente que alguém tome uma providência”, disse o morador.

No bairro João XXIII, uma moradora também denunciou queimadas irregulares e destacou os impactos na vida da população.

“As queimadas aqui estão descontroladas de uma maneira tão grande que a fumaça já está impregnada nas casas. Estou doente, com a garganta irritada de tanta fumaça, além de sentir muita dor de cabeça. Isso é um risco claro para a saúde dos moradores”, relatou a moradora.

Encaminhamos os casos à Secretaria de Meio Ambiente de Juazeiro.

Redação PNB

Projeto leva criatividade, raciocínio lógico e aprendizado interativo a estudantes de Juazeiro

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A Matemática saiu dos cadernos, ocupou os corredores e ganhou espaço na imaginação dos estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Florentina Alves dos Santos, em Juazeiro, durante mais uma edição da Codemática, projeto pedagógico que transforma o conteúdo da disciplina em experiências lúdicas, interativas e conectadas ao cotidiano dos alunos.

A iniciativa reuniu pesquisas, jogos educativos, exposições e estandes temáticos elaborados pelos próprios estudantes,sob a orientação dos professores. A proposta é estimular um novo olhar sobre a Matemática, mostrando que os conceitos fazem parte de diferentes situações da vida diária e podem ser aprendidos de forma dinâmica, criativa e participativa.

O gestor da unidade, Charles Jeans, destacou a relevância do projeto para fortalecer o interesse dos estudantes pela disciplina. “A Matemática faz parte da nossa rotina, desde as tarefas mais simples até situações mais complexas do dia a dia”. Segundo ele, a Codemática contribui para aproximar o conteúdo da realidade dos alunos e tornar o aprendizado mais significativo.

A professora Gismenia Martins ressaltou o envolvimento coletivo na realização das atividades. “Este projeto representa muito mais do que números e cálculos. É um marco no processo de aprendizagem dos nossos alunos, promovendo experiências importantes para a formação acadêmica e pessoal de cada estudante”. Ela também agradeceu a participação da gestão, coordenação, dos professores e estudantes na construção do projeto.

Entre os participantes, a estudante Kemmilly Vitória, da 3ª série, afirmou que a experiência ajudou a ampliar sua percepção sobre a disciplina. Ao pesquisar sobre Matemática nas pinturas, ela conseguiu compreender como seus conceitos estão presentes em diferentes áreas do conhecimento e da vida cotidiana.

Já a aluna Izabela Matos Queiroz, da 2ª série, destacou que a Codemática também contribui para o desenvolvimento da criatividade, do raciocínio lógico, da responsabilidade e do trabalho em equipe. A iniciativa visa fortalecer o protagonismo juvenil e evidenciar o potencial dos estudantes da rede estadual baiana por meio de práticas pedagógicas inovadoras.

Ascom/SEC

Quaest: 68% dos brasileiros defendem fim da escala 6×1

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (18) mostra que o apoio dos brasileiros ao fim da escala de trabalho 6×1 teve uma queda nos últimos meses, mas a maioria da população segue favorável à mudança.

De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados defendem o fim da escala 6×1. Em dezembro de 2025, esse percentual era de 72%. Já os contrários à mudança somam 22%, enquanto 10% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa aponta recuo no apoio em todas as regiões do país. O Nordeste segue liderando a aprovação da proposta, com 72% dos entrevistados favoráveis. Ainda assim, o índice caiu em relação a julho de 2025, quando atingia 77%.

No Sudeste, a queda foi ainda mais acentuada. Em dezembro, 75% apoiavam o fim da escala 6×1. Agora, o percentual caiu para 66%. O Centro-Oeste e o Norte registraram empate, ambos com 66% de aprovação. O Sul aparece como a região menos favorável à mudança, com 63% de apoio e 29% de rejeição.

A pesquisa mostra ainda que o debate é acompanhado com maior atenção pelos moradores do Sudeste. Na região, 47% afirmaram acompanhar o tema “de perto”. No cenário nacional, 43% disseram acompanhar a discussão com atenção, 29% acompanham pouco e 27% afirmaram não acompanhar o debate.

A renda familiar também influencia na percepção sobre o tema. Entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos, 70% são favoráveis ao fim da escala atual, contra 17% que se posicionam contra. Em dezembro, o apoio nesse grupo chegava a 77%.

Na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos, a aprovação caiu de 73% para 68%. Já entre aqueles que recebem acima de cinco salários mínimos, o percentual favorável recuou de 66% para 62%.

O levantamento ainda revela diferenças de opinião conforme o posicionamento político dos entrevistados. Entre os que se declaram lulistas, 76% apoiam o fim da escala 6×1, enquanto 17% são contrários. Na esquerda não lulista, o apoio sobe para 88%.

Entre os bolsonaristas, o cenário é mais dividido: 44% defendem a mudança e 42% rejeitam a proposta. Já na direita não bolsonarista, 55% são favoráveis ao fim da escala e 37% são contrários.

O instituto entrevistou 2.004 pessoas, entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-03598/2026.

 

Bahia BA

Usuários da Unimed Vale do São Francisco reclamam de demora em atendimento hospitalar: “Se há aumento da demanda, deveriam aumentar a equipe de profissionais”

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Usuárias do plano de saúde Unimed Vale do São Francisco entraram em contato com a redação do PNB para reclamar da demora no atendimento na unidade hospitalar de Juazeiro, no norte da Bahia. Segundo os relatos, os beneficiários estariam aguardando por horas para serem atendidos.

“Eu sou beneficiária da Unimed e ao buscar atendimento fui tratada com total falta de respeito. O médico demorou para começar a atender, enquanto as pessoas doentes aguardavam. Não é normal esperar horas para ser atendido como se estivesse pedindo um favor. Pagamos caro por um plano de saúde e temos o direito de acessá-lo de maneira digna”, relatou a usuária.

“O plano de saúde mais caro da região e não disponibilizando um atendimento decente para os usuários. Sabemos que estamos em período sazonal de gripe, mas se vamos até uma unidade é porque precisamos de atendimento. Se há aumento da demanda, a direção deveria aumentar a equipe de profissionais para não prejudicar o atendimento médico a quem paga pelo serviço”, disse outra usuária.

Encaminhamos o caso para a Unimed Vale do São Francisco e aguardamos uma resposta.

Registro de alta procura

Com o aumento dos casos de síndromes respiratórias, hospitais da região têm registrado alta procura pelos serviços de urgência e emergência. Na última terça-feira (12), a Unimed Vale do São Francisco divulgou um comunicado informando o crescimento no número de pessoas com doenças respiratórias que têm buscado atendimento na rede hospitalar da cooperativa.

A nota informa que o Hospital de Petrolina está operando com alta capacidade de atendimento neste período e orientou os cooperados que necessitem de atendimento de urgência e emergência também buscarem assistência na unidade de Juazeiro. De acordo com a cooperativa, o hospital segue funcionando com baixa demanda e estrutura preparada para receber os usuários.

A cooperativa reforçou ainda que os serviços de urgência e emergência devem ser procurados prioritariamente em casos de maior gravidade, permitindo maior agilidade no atendimento aos pacientes em estado crítico.

Redação PNB

Ex-funcionários denunciam atraso de salários e direitos trabalhistas após encerramento das atividades de colégio particular, em Petrolina

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Ex-funcionários do Colégio Professor Simão, em Petrolina, no sertão de Pernambuco, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para relatar a ausência do pagamento de salários e direitos trabalhistas após o encerramento das atividades da instituição, ocorrido no início deste ano. Segundo os relatos, trabalhadores da unidade escolar e do hotelzinho Simaozinho estariam há meses sem receber valores acordados com a direção da escola.

“Em novembro de 2025, a dona do colégio fez uma reunião com os advogados da instituição e com os funcionários para entrarem num acordo”, relatou um ex-funcionário.

Segundo eles, durante a reunião foi garantido o pagamento dos direitos dos trabalhadores.

“Foi prometido pagar todos os direitos dos funcionários, como férias, décimo terceiro, salário de dezembro e também os valores do FGTS que nunca foram depositados. No acordo seria pago em 10 vezes, todo dia 5 de cada mês, a partir de janeiro de 2026. Até hoje ninguém recebeu nada e nem satisfação foi dada”, disse outro.

Ainda conforme os relatos, a situação tem causado dificuldades financeiras para diversas famílias. Alguns trabalhadores afirmam que continuam desempregados e alegam não conseguir contato com a direção da empresa.

“Tem funcionário que não conseguiu trabalho e cobra uma posição da direção do colégio. Mas ela não responde mensagens, não atende telefone e a situação continua a mesma”, declarou.

Eles afirmam ainda que ex-funcionários do hotelzinho Simaozinho também enfrentam os mesmos problemas relacionados ao pagamento de direitos trabalhistas.

“Tanto os funcionários do colégio como do hotelzinho estão há meses sem receber seus direitos”, acrescentou um dos relatos.

Alguns trabalhadores informaram que já ingressaram com ações na Justiça para tentar garantir o recebimento dos valores devidos.

Encaminhamos as denúncias para a gestão do colégio. Em nota, a direção assim se posicionou.

Confira:

“O Colégio Professor Simão esclarece que o encerramento de suas atividades ocorreu em razão de severas dificuldades financeiras enfrentadas pela instituição, diante do cenário amplamente agravado pelo contexto econômico dos últimos anos e período pandêmico que vivenciamos. Sobre os fatos mencionados, esclarecemos que as alegações referidas já se encontram submetidas à apreciação do Poder Judiciário, em processo próprio, oportunidade em que todas as partes envolvidas poderão exercer plenamente o contraditório e a ampla defesa, com a devida análise das provas e circunstâncias pertinentes a cada caso. Ressaltamos, ainda, que parte das demandas tramita sob segredo de justiça, razão pela qual a instituição e seus representantes estão legalmente impedidos de divulgar informações, documentos ou detalhes relacionados aos procedimentos judiciais, em respeito às determinações legais e à preservação dos direitos das partes envolvidas. Dessa forma, o Colégio Professor Simão não irá se manifestar publicamente acerca de acusações ainda pendentes de apreciação judicial, especialmente para evitar exposição indevida, conclusões precipitadas ou interpretações dissociadas do contexto processual. A instituição reafirma seu respeito às instituições, ao devido processo legal e ao regular andamento das ações judiciais.”

Redação PNB

Comissão aprova projeto de lei que suspende por 10 anos CNH de motorista que causar morte ao volante

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Trânsito no Eixo Monumental em Brasília

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que endurece as penas para o crime de homicídio culposo (quando não existe intenção de matar) ao conduzir veículos.

O texto do PL 276/26, aprovado na última quarta-feira (13), estabelece em 10 anos a suspensão da CNH e aumenta o tempo de prisão.

Atualmente, o artigo 293 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB) determina entre dois meses e cinco anos o tempo de suspensão do direito de dirigir para o condutor que for condenado por homicídio culposo.

Hoje, a pena de detenção determinada pelo CTB é de dois a quatro anos. O projeto de lei aumenta esse tempo para detenção de quatro a oito anos.

O projeto agora será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Na mesma sessão, a comissão também aprovou regras para o uso de óculos inteligentes ao volante.

Segundo a autora do projeto, deputada Delegada Ione (Avante-MG), aumentar o tempo de suspensão de CNH tem caráter preventivo, pois afasta por período significativo o condutor que se mostrou incapaz de dirigir com segurança.

Ainda de acordo com a deputada, é legítimo o Estado adotar uma pena para desestimular comportamentos imprudentes e negligentes ao volante.

O relator do projeto na Comissão, deputado Bebeto (PP-RJ), manteve a redação original do projeto. “Embora o tipo penal permaneça culposo, é inegável que muitas das condutas enquadradas nesse dispositivo decorrem de violações graves do dever objetivo de cuidado, revelando acentuada reprovabilidade social”, detalhou o deputado em seu voto.

G1

Caso de hantavírus é confirmado em novo país; surto ligado a cruzeiro chega a 12 infecções

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Um caso de hantavírus foi confirmado no Canadá, neste domingo (18). A informação foi divulgada por autoridades de saúde da província da Colúmbia Britânica. A notificação é a primeira registrada na América do Norte relacionada ao surto registrado no cruzeiro MV Hondius.

Segundo O GLOBO, o paciente contaminado faz parte de um grupo de quatro canadenses que estavam em isolamento após desembarcarem da embarcação no início do mês. Ele testou positivo para a cepa Andes do vírus, associada a episódios raros de transmissão entre humanos.

A diretora provincial de saúde, Dra. Bonnie Henry explicou que o homem é um passageiro na faixa dos 70 anos, morador do Yukon. Ele retornou ao país em 10 de maio e apresentou sintomas leves como febre e dor de cabeça, na última quinta-feira (14). Um teste inicial, feito na sexta-feira (15), apontou resultado positivo, posteriormente confirmado pelo Laboratório Nacional de Microbiologia, em Winnipeg.

“O paciente está estável, os sintomas permanecem leves neste momento e ele continua internado em isolamento, sendo monitorado e recebendo os cuidados necessários da equipe de saúde do hospital”, disse Henry.

Além dele, sua companheira também apresentou sintomas leves, mas teve resultado negativo. Um terceiro passageiro, também na faixa etária dos 70 anos, foi levado ao hospital por precaução para avaliação. Outra pessoa, na faixa dos 50 anos e residente no exterior, está em isolamento domiciliar.

“Estou confiante de que não há risco adicional para ninguém além das pessoas que cuidam desses indivíduos. Eles não têm contato com o público, e os profissionais de saúde estão utilizando protocolos bem estabelecidos”, explicou Henry.

De acordo com a publicação, o novo caso totaliza em 12 o número de infecções ligadas ao cruzeiro em todo o mundo, além de três mortes.

 

Bahia Notícias 

Nova CNH: aluno agora pode escolher instrutores e autoescolas dentro de aplicativo

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O ministro dos Transportes, George Santoro, anunciou nesta quarta-feira (6) novas funcionalidades da CNH do Brasil. O aplicativo passa a mostrar ao aluno instrutores habilitados e autoescolas, que podem ser filtrados por geolocalização, CEP ou endereço.

No aplicativo agora também é possível dar avaliação de zero até cinco estrelas para o instrutor e autoescola.

Os instrutores passam a ter dentro do aplicativo uma Credencial do Instrutor de Trânsito. Segundo o ministro, essa credencial facilita a identificação do instrutor por parte das autoridades de fiscalização. A habilitação dos instrutores continua sob responsabilidade de cada Detran estadual.

As aulas são cadastradas no aplicativo e geram um certificado para o aluno. Os instrutores podem registrar essas aulas como autônomos ou quando estão a serviço de uma autoescola.

Todas as atualizações feitas no aplicativo serão inscritas de maneira imediata no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) com comunicação automática com os Detrans.

Segundo dados do ministério, hoje existem 170 mil instrutores habilitados no Brasil. Ainda segundo o órgão, apenas 7% das aulas práticas são ministradas por profissionais autônomos. O restante das aulas é feito por instrutores a serviço de autoescolas.

Sem reserva de mercado

Segundo Adrualdo Catão, secretário nacional de trânsito, as atualizações do aplicativo colocam em pé de igualdade instrutor e autoescola. “O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) diz que o instrutor é essencial na formação do condutor. Ele tem de contratar um instrutor autorizado. Vinculado ou não a uma autoescola”, explica o secretário.

Catão explica que a dinâmica anterior criava uma reserva de mercado. Instrutores somente podiam ministrar aulas em autoescola e alunos não tinham liberdade de contratar fora da autoescola.

De acordo com o ministro dos Transportes, George Santoro, as atualizações do aplicativo são uma mudança de cultura e procedimento. “Serve para estimular a competição entre instrutor e autoescola. Quem tem de escolher é o aluno, qual ele achar melhor. Queremos estimular os empreendedores”, diz o ministro.

G1

“Trabalhamos e queremos receber”: funcionários contratados pela IGA seguem cobrando pagamento de rescisões e dias trabalhados

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Em contato com a redação do PNB, ex-funcionários da empresa IGA, que atuava no sistema de cogestão das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) junto à Prefeitura Municipal de Juazeiro, denunciaram novamente o atraso no pagamento das verbas rescisórias e dos dias trabalhados. O distrato foi realizado no último dia 10 de abril. Desde então, os trabalhadores relatam que não receberam nem a rescisão contratual, nem os salários referentes aos 10 dias trabalhados antes do encerramento das atividades da empresa.

“Seguimos aguardando a boa vontade da empresa e da prefeitura para nos informarem quando vamos receber os nossos direitos. Até o momento, não recebemos os dias trabalhados do mês de abril, nem a rescisão, e também não nos dão nenhuma justificativa. Gostaríamos de saber quando isso será resolvido. Queremos o que é nosso por direito. Trabalhamos e queremos receber”, disse um trabalhador.

“A empresa não dá nenhuma previsão de pagamento, a Secretaria de Saúde é silenciosa, nunca se manifesta, e nós, trabalhadores responsáveis por levar o sustento para as nossas casas, temos que lidar com toda essa situação”, disse uma ex-funcionária.

Encaminhamos novamente o caso à Secretaria de Saúde de Juazeiro e à Gerência Regional do Trabalho e Emprego, e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB