PNB

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Editora CLAE convida público de Juazeiro e Petrolina para o lançamento da 15ª Edição da revista ‘As Flores do Mal’ neste sábado (31)

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Será lançada neste sábado (31) às 19h, durante o evento ‘Encontros Poéticos’ realizado na Petrolina Antiga, a 15ª Edição da revista ‘As Flores do Mal’. Nada melhor que levar aos olhos do público pela primeira vez, do que em um evento que tem como objetivo divulgar e publicar as produções de quem atua no fazer poético na região do Sertão do São Francisco.

Essa é a terceira edição do evento que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Nas duas primeiras edições o encontro teve participações de poetas, cordelistas, repentistas, violeiros e escritores independentes. Desta vez, a equipe da revista ‘As Flores do Mal’ se faz presente e se junta aos escritores e demais artistas que participam do ‘Encontros Poéticos’.

Criada por dois amigos nos corredores da faculdade nos idos de 2003, a Revista ‘As Flores do Mal’ foi se construindo ao longo dos anos, atraindo cada vez mais olhares e interesse de escritores. Hoje os criadores se orgulham em dizer que já se consolidou como uma das publicações literárias de peso na região do Vale do São Francisco, com leque aberto em outras regiões brasileras e até mesmo no exterior.

E é esse produto que será apresentado na noite de sábado durante o ‘Encontros Poéticos’. “A revista As Flores do Mal que chega à sua 15ª edição a partir de projeto aprovado no Edital da Lei Paulo Gustavo da prefeitura de Juazeiro, foi bem elaborada, reúne trabalhos de 30 escritores de várias partes do país. É com imensa satisfação que levaremos essa coletânea que gostamos de classificar como mais uma jóia do rico jardim literário juazeirense às mãos e olhos do público”, destaca o escritor e poeta João Gilberto Guimarães Sobrinho, um dos idealizadores da revista e também responsável pela produção dessa edição.

Não esquecendo que o evento ‘Encontros Poéticos’ faz parte da comemoração de 20 anos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), é gratuito, voltado a pessoas de todas as idades e vai contar com apresentações de cordel, repente, embolada e muita poesia.

Ascom

Campanha de Vacinação antirrábica segue sendo realizada em Juazeiro; Veja onde:

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro continua vacinando cães e gatos contra a raiva. A Campanha de Vacinação Antirrábica iniciou no dia 08 de julho e encerra nesta sexta-feira (30), na zona urbana do município. O cronograma de vacinação segue para a zona rural até que todos os distritos da cidade juazeirense sejam atendidos, informou a Sesau.

Neste sábado (31), os agentes de endemias estarão, a partir das 8h, nas seguintes localidades: Conchas, Poções, Junco Morrão, NH III e NH IV.

Devem ser vacinados cães e gatos a partir dos 3 meses de vida. Donos dos animais que já possuem cartão de vacinação devem levar o documento para melhor controle da imunização dos pets.

Após a campanha nacional, a vacinação segue disponível no Núcleo de Endemias, na Rua Visconde do Rio Branco, Nº 07, bairro Angari (por trás do Centro de Saúde III). Todas as quintas-feiras das 8h às 13h.

A Secretaria de Saúde de Juazeiro informou que, até o dia 30 de agosto, já vacinou 11. 923 cães e 5.434 gatos, totalizando 17.357 doses aplicadas, o que corresponde a 85,76% da meta estipulada pela SESAB que é de 20.238 animais vacinados.

Redação PNB

Coletivo Trippé participa do Festival Pernambuco Meu País com a circulação do espetáculo ‘Debaixo D’Água’

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O espetáculo “Debaixo D’Água”, do Coletivo Trippé, que está em circulação pelo estado de Pernambuco, chega a Buíque (PE). Em parceria com o Festival Pernambuco Meu País, a obra de dança para crianças será apresentada na Praça do Relógio II, no sábado (31/08), às 17h30, e no domingo (01/09), às 17h.

As apresentações são gratuitas e contam com a presença de um intérprete de Libras. Após o espetáculo, o elenco conversa com a plateia em um bate-papo sobre dança e arte para crianças. A circulação também oferece uma oficina de dança para as crianças, que será realizada no sábado. A aula começa às 9h, na EFEREM Vigário João Inácio, e não precisa de inscrição prévia.

“Dançaremos em Buíque pela primeira vez enquanto coletivo e estamos bem empolgados. Contentes também pela parceria belíssima com o Festival Pernambuco Meu País, que está movimentando o estado e recebe a nossa circulação dentro da programação”, afirma a produtora Nilzete Miranda.

“Debaixo D’Água” reúne quatro bailarinos que brincam com objetos recicláveis em uma coreografia lúdica sobre o universo da água, chamando atenção para o cuidado com o meio ambiente. A obra, que estreou em 2018, já foi apresentada mais de 50 vezes, em temporadas e festivais por diversos estados brasileiros.

A circulação “Debaixo D’Água por Pernambuco” já esteve em Ouricuri e Ipubi, ambas no Sertão do Araripe. O próximo destino será Orocó, no Sertão do São Francisco. O projeto foi aprovado no Edital Funcultura Geral 2022, contando assim com o incentivo da Secretaria de Cultura, do Governo de Pernambuco, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).

TRIPPÉ- O Coletivo Trippé atua desde 2011 na cena do Sertão do São Francisco, realizando diversas atividades entre a linguagem da Dança e seu encontro com outras linguagens. Suas obras já circularam por várias regiões do Brasil e foram premiadas em festivais e editais. Outras novidades serão divulgadas em breve nas redes sociais: Facebook.com/coletivotrippe e Instagram.com/trippecoletivo.

Serviço:

Espetáculo ‘Debaixo D’Água’
Quando: 31/08, 17h30 e 01/09/24, 17h.
Local: Praça do Relógio II, Buíque (PE).
Classificação Livre.
Acesso gratuito.

Oficina de dança para crianças
Quando: 31/08, 09h.
Local: EFEREM Vigário João Inácio, Buíque (PE).
Classificação Livre.
Acesso gratuito.

 

Ascom

Moraes diz que redes sociais vem sendo instrumentalizadas para atacar democracia

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (30) em São Paulo que existe uma instrumentalização das redes sociais para atacar a democracia, de acordo com informações do jornal Folha S.Paulo.

Ele afirmou que se está em um momento importantíssimo no mundo todo, citando o Brasil e a França, neste caso, o Telegram, que as instituições e leis pelo mundo estão aprendendo a lidar com uma nova realidade.

“As instituições, as legislações estão aprendendo como tratar com uma nova realidade. Como tratar com uma instrumentalização por parte de alguns. Uma instrumentalização ilícita, irregular, de um instrumento muito bom. O instrumento é bom, as redes sociais, mas vem sendo instrumentalizados para atacar a democracia, para atacar o estado direito”, disse.

A fala ocorre em meio a escalada do embate jurídico com o X, do empresário Elon Musk.

Em ordem nesta semana, Moraes mandou o X indicar um representante legal no Brasil em 24 horas sob pena de bloqueio da plataforma no país. O prazo terminou às 20h07 desta quinta (29), e a empresa disse que não cumprirá ordens do magistrado —que poderá decidir pela suspensão da rede, conforme havia afirmado na intimação.

O magistrado participa de palestra no encerramento da Semana Jurídica do Mackenzie, com o tema ” O direito eleitoral e o novo populismo digital extremista – liberdade de escolha do eleitor e a promoção da democracia”.

Na noite desta quinta-feira (29), a rede social X afirmou que não cumprirá ordens de Moraes e disse esperar ser bloqueada no Brasil. O posicionamento da empresa foi divulgado sete minutos depois do encerramento do prazo estabelecido por Moraes (20h07) para que ela indicasse um representante legal no Brasil.

Com isso, a expectativa é que o ministro determine a suspensão do X, como indicado na intimação inicial.

Moraes também decidiu bloquear as contas da empresa Starlink, de Musk, no Brasil, como uma forma de cobrar multas aplicadas contra o X por descumprir decisão judicial. A decisão, sob sigilo, alega que as duas empresas fazem parte do mesmo grupo econômico.

 

Bahia BA

Eleições 2024 em Juazeiro: Wagner afirma que é hora de “tocar” campanha em Juazeiro e imbróglio com Isaac geraria confusão com eleitor

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Para o senador Jaques Wagner (PT), a situação da base do governo em Juazeiro, no Sertão do São Francisco, não tem como mais retroceder.  Sem a possibilidade de levar adiante a candidatura de Isaac Carvalho (PT), o líder petista se posicionou pelo apoio ao postulante endossado pela federação Brasil Esperança (PT, PCdoB e PV) no município, que veio a ser Andrei da Caixa (MDB).

“O nosso candidato é uma que está despontando e tem uma boa imagem lá [Juazeiro]”, disse Wagner nesta sexta-feira (30) ao Bahia Notícias no Ar, programa da rádio Antena 1 [100.1 FM], apresentado por Mauricio Leiro e Rebeca Menezes.

Segundo o senador, a situação do ex-prefeito – que teve a candidatura barrada pela Justiça – geraria uma confusão no eleitorado, o que prejudicaria a campanha da base governista em Juazeiro. “Quando o cara tá [sic] pendurado na Justiça, o povo começa achar: ‘ó, não adianta, não vai ser candidato’. Então, teve que se escolher outra pessoa. Agora vamos tocar [em frente]”, continuou Wagner.

Na entrevista, o senador afirmou ainda que tentou trazer o apoio do ex-prefeito Joseph Bandeira, mas não surtiu efeito. Bandeira preferiu apoiar a reeleição da prefeita Suzana Ramos (PSDB) que tem como postulante a vice Vitória Bandeira (Sodidariedade), filha do ex-gestor.

Bahia Notícias

 

Desemprego cai para 6,8% no trimestre encerrado em julho

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A taxa desemprego no Brasil ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho, segundo os dados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (30). Os dados estão abaixo do mesmo período registrado em julho de 2023 que foi de 7,9%.

O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%).  Segundo o IBGE, essa é a menor taxa para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.

Emprego
A população desocupada, isto é, aquela que está buscando emprego, mas não consegue, ficou em 7,4 milhões de pessoas, o menor patamar para o período na série histórica. A desocupação caiu 9,5% em relação ao trimestre encerrado em abril (menos 783 mil desempregados) e 12,8% na comparação com julho de 2023 (menos 1,1 milhão de pessoas).

Já a população ocupada atingiu 102 milhões de pessoas, o maior contingente para o período desde 2012, apresentando altas de 1,2% no trimestre (mais 1,2 milhão de trabalhadores) e 2,7% no ano (mais 2,7 milhões de pessoas).

O rendimento real de todos os trabalhos (R$ 3.206) ficou estável no trimestre e cresceu 4,8% no ano, enquanto a massa de rendimento real habitual (R$ 322,4 bilhões) cresceu 1,9% (mais R$ 6 bilhões) no trimestre e 7,9% (mais R$ 27,5 bilhões) no ano.

Bahia BA

Após leitor alertar risco no centro de Juazeiro; semaurb se manifesta sobre supostas telhas soltas em cobertura

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Após um leitor do PNB chamar atenção para uma situação de risco verificada por ele no centro de Juazeiro, na última quinta-feira (29), a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano se manifestou em nota.

A Semaurb informou que enviará uma equipe de fiscalização para notificar o proprietário sobre a cobertura irregular e orientá-lo a regularizar a situação conforme as normas municipais vigentes.

O alerta do leitor

“As telhas de uma cobertura que fica atrás do prédio dos Correios e ao lado da Prefeitura de Juazeiro estão parcialmente soltas e podem desabar, com o decorrer do tempo e com os ventos. As de cima já estão bem mais soltas do que as de baixo. Essas telhas são tipo  ‘sanduíche’, ou seja, tem uma telha embaixo, um isopor, e uma telha em cima. As de cima já estão desenrolando e as de baixo já começaram também. Um risco para quem passa no local. Já avisei a algumas pessoas que poderiam agir neste sentido, mas a situação está lá, continua a mesma. Que tomem uma providência antes que aconteça o pior,” alertou o leitor.

Redação PNB

Violência política contra mulheres só teve 1 condenação desde 2021; aponta pesquisa

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Pesquisa aponta que das 175 representações de violência política de gênero e raça feitas no Brasil em dois anos e meio, apenas 12 (ou 7%) transformaram-se em ações penais eleitorais. “Dessas 12 ações, oito ainda estavam em fase de julgamento. Até agora, só houve duas sentenças, desde que a lei sobre violência política contra mulheres foi criada, em agosto de 2021, até janeiro deste ano”, afirma a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti, que coordenou a pesquisa. As duas sentenças, uma de condenação e outra de absolvição, são ainda passíveis de recurso.

Os dados estão no Monitor da Violência Política de Gênero e Raça, do Instituto Alziras.“Nenhum processo ainda tinha transitado em julgado (não tinha percorrido todas as instâncias de julgamento). Então, a gente vê que há uma morosidade do próprio sistema de justiça em poder apurar, de fato, os casos e fazer a devida responsabilização dos atores”, diz a pesquisadora.

Ela contextualiza que os casos monitorados estavam sendo acompanhados pelo Grupo de Trabalho de Prevenção e Enfrentamento à Violência Política de Gênero do Ministério Público Federal.  O estudo realizado pela organização social avalia que ainda são necessárias medidas urgentes para garantir eleições mais seguras para as mulheres, mesmo com a Lei de Violência Política de Gênero (Lei 14.192, de 2021).

Homens brancos agressores

Entre os casos analisados, todas as vítimas das ações penais ajuizadas eram mulheres eleitas, enquanto 92% dos acusados eram homens, dos quais 62% eram brancos. Além disso, metade dos episódios de violência ocorreu em ambiente parlamentar. “Isso chamou a nossa atenção: os casos que avançaram no sistema de justiça foram exclusivamente os casos de mulheres que já tinham mandato. Os processos das candidatas acabam tendo mais lentidão”, alertou a diretora do Instituto Alziras. Michelle Ferreti entende que os dados sugerem que a lei tem sido menos eficaz na proteção dessas mulheres sem mandato e, por isso, menos protegidas.

Michelle Ferreti argumenta que o problema relaciona-se com a dificuldade do acesso à justiça e que os casos que evoluem são de mulheres com mandato e em sua maioria (53%) de brancas. “O que também nos sugere que as mulheres negras, além de serem o maior grupo populacional do país, são as que sofrem as mais graves ameaças e são vítimas dos mais graves casos de violência política de gênero e raça”.

Subnotificação

Outro alerta trazido pela pesquisadora é que haveria uma parcela importante de subnotificação dos casos de violência política de gênero e raça no Brasil. “As pessoas não sabem onde e como denunciar, seja porque elas também têm medo de fazer denúncia ou porque têm medo de retaliação”, pondera.

Mais um problema é que, dentre as notificações ao Ministério Público, haveria ainda um problema sobre a compreensão da lei pelos próprios atores e do sistema de justiça. “Muitos casos acabam saindo da esfera eleitoral e indo para a esfera civil porque são tratados como injúria ou difamação, e os crimes de violência política de gênero acabam sendo classificados de outra forma”, exemplifica.

Pela internet

O estudo identifica que no Brasil há uma cultura política de muita violência, sexista e racista, contra mulheres nos espaços de poder e tomada de decisão. “A gente também viu que em 30% dos casos essas violências se deram de forma virtual”, diz Michelle Ferreti. Para ela, a violência política é crime contra a democracia, já que haveria tentativa de silenciamento e interdição no debate.  “A gente tem feito um esforço de reduzir essa subnotificação e, por outro lado, tentar avançar no sentido de fazer a formação dos atores para que haja uma apuração e uma responsabilização mais eficazes de possíveis acusados desse crime”.

Para denunciar casos de violência política, o Ministério Público Federal e o próprio Instituto Alziras (telefone  61.3771-1071) disponibilizam canais de denúncias.

 

Agência Brasil

BC começa a implementar novas funções do Pix em novembro; confira detalhes

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O Banco Central (BC) anunciou na quarta-feira (28) mudanças no serviço Pix, método de pagamento instantâneo da entidade, que ganhará novas funcionalidades como o Pix por aproximação, Pix Automático e medidas de segurança para evitar fraudes, que devem ser implantadas, segundo aponta matéria do Estadão, durante o ano de 2025.

Confira detalhes a seguir:

Mecanismos de segurança

Primeiras mudanças a entrarem em vigor, os novos mecanismos de segurança foram confirmadas por meio de mudanças no regulamento do Pix publicadas neste mês pelo Banco Central. A previsão é de implementação ainda este ano, em 1º de novembro.

Entre as principais mudanças está a redução dos valores de transferências por celulares ou computadores que não estão cadastrados no banco, restringido o valor maximo das transações para cerca de R$ 200 por transação, com um limite diario de não mais que R$ 1.000. Para liberar transações com valores maiores, o novo dispositivo deverá ser cadastrado pelo cliente no banco desejado. Para garantir a segurança da entrada e da saída de recursos nas contas por meio de transações Pix, o banco também determinou algumas medidas que deverão ser seguidas pelas instituições financeiras.

Em nota, o BC afirma que a medida visa minimizar a probabilidade de fraudadores usarem dispositivos diferentes daqueles utilizados pelo cliente para gerenciar chaves e iniciar transações Pix. “Isso dificultará a fraude em que o agente malicioso consegue, por meio de roubo ou de engenharia social, as credenciais, como login e senha, das pessoas”, diz o comunicado.

“Espera-se que os participantes tratem de forma diferenciada esses clientes (com marcações de fraudes), seja por meio do encerramento do relacionamento ou do uso do limite diferenciado de tempo para autorizar transações iniciadas por eles e do bloqueio cautelar para as transações recebidas”, destacou o Banco Central.

Pix por aproximação

Prevista para ser implementada em fevereiro de 2025, o Pix por aproximação terá seus primeiros testes de funcionalidade realizados já em novembro deste ano, confirmou o Banco Central. Com a modalidade, o cliente não precisará mais entrar no aplicativo do banco para realizar os pagamentos, pois a nova a funcionalidade operará aos moldes das wallets, as carteiras digitais já usadas para operações de débito e crédito.

Os bancos, principais modais de utilização do Pix, já se preparam para a oferta da nova modalidade diante também das novas regras do Banco Central, que permitem a chamada jornada sem redirecionamento. Atualmente, para realizar o pagamento com Pix de alguma compra online, o cliente precisa deixar o ambiente virtual em que está, entrar no aplicativo de seu banco e fazer o Pix, seja pelo sistema copia e cola, digitando a chave fornecida ou escaneando o QRCode.

Após a implementação, o pagamento poderá ser efetuado na própria plataforma onde a compra está sendo feita, de modo semelhante a função que permite cadastros de cartão de crédito em sites de compras online. O que torna a funcionalidade possível é o chamado Open Finance, infraestrutura que permite o compartilhamento voluntário das informações de cada cliente bancário entre as instituições financeiras.

Pix automático

Previsto para disponibilização em 16 de junho de 2025, o Pix automático servirá para casos de cobranças recorrentes, podendo ser utilizado por uma grande variedade de empresas, de diversos tamanhos e setores de atuação. Entre elas estão concessionárias de serviço público, escolas, faculdades, academias, condomínios, clubes sociais, planos de saúde, serviços de streaming, portais de notícias, clubes por assinatura e empresas do setor financeiro.

“Mediante autorização prévia, dada no ambiente seguro da conta pelo próprio dispositivo de acesso (celular ou computador), o usuário permitirá os débitos periódicos de forma automática, sem a necessidade de autenticação a cada transação. Já para o usuário recebedor, o Pix Automático tem o potencial de aumentar a eficiência, diminuir os custos dos procedimentos de cobrança e reduzir a inadimplência”, diz o BC.

O BC espera que a modalidade reduza custos em vista da operação independente de convênios bilaterais, como ocorre atualmente no débito em conta, e utiliza a infraestrutura já criada para o funcionamento do Pix.

 

Bahia BA