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PND 2026: professores podem se inscrever a partir de segunda-feira

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As inscrições para a Prova Nacional Docente (PND) de 2026 estarão abertas de 22 de junho a 3 de julho, e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema PND no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Podem participar da PND os estudantes concluintes de cursos de licenciaturas, inscritos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, bem como os demais interessados em participar de concurso ou processo seletivo promovido pela União, estados, distrito federal e municípios que adotem o resultado da avaliação como etapa de processo de admissão próprio.

Em 2025, a prova teve a adesão voluntária de 1.530 redes públicas de ensino para uso dos resultados da PND em processos de seleção para o magistério público, sendo 22 redes estaduais, 18 capitais e 1.490 outros municípios.

Acessibilidade e inclusão

No período de inscrição – 22 de junho a 3 de julho, o candidato que quer ser tratado pelo nome social deve assinalar a opção.  O benefício é destinado à pessoa que se identifica e quer ser reconhecida socialmente em consonância com sua identidade de gênero. É pré-requisito que o participante tenha o nome social cadastrado na Receita Federal.

Aquele participante que necessitar de atendimento especializado deverá, no ato da inscrição, informar as condições que motivam o pedido e indicar os recursos de acessibilidade que necessita.

O atendimento especializado é destinado a pessoas com deficiência (PCD), com transtornos do neurodesenvolvimento, como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA); gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outras condições específicas.

Na sua solicitação: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual, surdocegueira, dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA), discalculia, diabetes, fibromialgia, transtornos mentais, gestante, lactante, idoso e/ou outra condição específica.

Taxa de inscrição

O valor da taxa de inscrição será de R$ 85 para os candidatos não isentos.

A GRU Cobrança usada para o pagamento da taxa de inscrição da PND deve ser gerada pelo Sistema PND e o pagamento poderá ser efetuado em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários até o dia 8 de julho.

Desde segunda-feira (15), os participantes que solicitaram isenção da taxa de inscrição da Prova Nacional Docente (PND) podem consultar, no Sistema PND, a resposta do Inep sobre os pedidos.

Os participantes que obtiveram a isenção deferida deverão realizar a inscrição no período estabelecido pelo edital. Já aqueles que tiverem o pedido negado após a análise dos recursos poderão efetuar a inscrição mediante pagamento da taxa correspondente.

Provas

As provas serão aplicadas no dia 20 de setembro em todos os estados e no Distrito Federal, nos municípios listados no Sistema PND e no Portal do Inep.

A prova, com duração total de cinco horas e 30 minutos será composta por uma parte de formação geral docente, comum aos cursos de todas as áreas, e uma de componente específico, próprio de cada área de avaliação das licenciaturas.

Em relação a 2025, a ampliação de áreas da PND incluiu as licenciaturas em: teatro, dança, ciências naturais e letras – espanhol.

Nesta edição, ao todo, serão 21 áreas da licenciatura avaliadas na PND.

1. artes visuais;

2. ciências biológicas (biologia);

3. ciências naturais (ciências da natureza);

4. ciências sociais;

5. computação;

6. dança;

7. educação física;

8. filosofia;

9. física;

10. geografia;

11. história;

12. letras espanhol;

13. letras inglês;

14. letras português;

15. letras português e espanhol;

16. letras português e inglês;

17. matemática;

18. música;

19. pedagogia;

20. química;

21. teatro.

A divulgação do resultado final da PND será em 15 de dezembro.

Agência Brasil 

Anvisa revoga parte da suspensão de produtos da Ypê; veja quais lotes continuam proibidos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reduziu o alcance da suspensão que atingia produtos da Ypê e passou a restringir a medida apenas a lotes mais antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas da marca.

A mudança foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (22), por meio de quatro resoluções da agência. Três delas revogam trechos da decisão anunciada em 15 de junho, enquanto uma nova norma redefine quais produtos permanecem sob restrição.

Na prática, a Anvisa liberou os produtos fabricados em 2026 que apresentaram resultados satisfatórios em análises laboratoriais e manteve a suspensão apenas para lotes específicos identificados durante a investigação.

Segundo a agência, continuam suspensos os lava-louças Ypê e os desinfetantes Bak e Pinho Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de dezembro de 2025. No caso dos lava-roupas líquidos Tixan Ypê, a restrição vale para os lotes terminados em “1” produzidos até 31 de março de 2026.

O que motivou a revisão

A suspensão original havia sido determinada após uma inspeção conjunta realizada pela Anvisa, pelo estado de São Paulo e pelo município de Amparo (SP), onde fica a fábrica da Química Amparo, responsável pela marca Ypê.

De acordo com as resoluções publicadas nesta segunda, a revisão ocorreu após a análise de documentos apresentados pela empresa e de novos laudos sobre os produtos.

A agência afirma que os testes demonstraram resultados satisfatórios para os itens fabricados entre janeiro e fevereiro de 2026 no caso dos lava-louças e desinfetantes. Por isso, a medida foi restringida aos produtos fabricados até o fim de 2025

Para os lava-roupas líquidos Tixan Ypê, a manutenção da restrição até março de 2026 está relacionada às ações previstas em um plano de gerenciamento e mitigação de risco apresentado pela fabricante à Anvisa.

Quais produtos seguem afetados

Continuam sujeitos à suspensão de comercialização, distribuição e uso:

  • Lava-louças Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de dezembro de 2025;
  • Desinfetantes Bak e Pinho Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de dezembro de 2025;
  • Lava-roupas líquidos Tixan Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de março de 2026.

No caso dos lava-roupas, a medida também prevê recolhimento voluntário dos produtos abrangidos pela decisão.

Enem 2026: Prazo para pagamento da taxa de inscrição termina nesta segunda-feira

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Os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 têm até o fim desta segunda-feira (22) para realizar o pagamento da taxa de inscrição e assegurar a participação nas provas. A quitação do valor é indispensável para homologar a candidatura de quem não obteve a isenção.

O valor da taxa de inscrição está fixado em R$ 85. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou diferentes canais para o recolhimento do montante, permitindo transações via boleto bancário (Guia de Recolhimento da União – GRU), Pix, cartão de crédito ou débito em conta corrente e poupança.

Para efetuar a operação, o candidato deve acessar o portal oficial do exame e gerar o documento de cobrança atualizado na Página do Participante. O cronograma oficial do Ministério da Educação (MEC) prevê a aplicação das provas em dois domingos consecutivos, agendadas para os dias 8 e 15 de novembro de 2026.

Bahia BA

Trabalhadores da coleta de lixo entram em greve por tempo indeterminado em Juazeiro; categoria cobra aprovação do PL dos Garis e Margaridas

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Os trabalhadores da limpeza urbana de Juazeiro, no norte da Bahia, que atuam na coleta de lixo, iniciaram nesta segunda-feira (22) uma greve por tempo indeterminado. A paralisação faz parte de uma mobilização nacional da categoria, que busca pressionar o Senado Federal a avançar na votação do Projeto de Lei (PL) nº 4.146/2020, conhecido como PL dos Garis e Margaridas, que trata de melhores condições de trabalho e maior valorização profissional. Com a suspensão das atividades, os serviços de coleta de resíduos sólidos serão afetados no município.

A decisão foi anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública do Estado da Bahia (SindilimpBA), que realizou uma mobilização em frente à empresa Limpcity, responsável pelo serviço de coleta no município.

“Estamos aqui com cerca de 100 profissionais da limpeza urbana paralisados, reivindicando o reconhecimento do nosso piso salarial e de diversos direitos da categoria, previstos no Projeto de Lei que aguarda votação no Senado. No entanto, os senadores ainda não colocaram a proposta em pauta para votação. Hoje é um dia de greve nacional. Diversas cidades estão paralisadas, assim como a Bahia e a capital, Salvador. Em Juazeiro, só vamos retomar as atividades quando houver uma resposta do comando nacional de greve ou dos próprios senadores. Até lá, a greve seguirá por tempo indeterminado. Estamos iniciando o movimento hoje e só encerraremos quando conquistarmos essa vitória”, disse Jamay Damasceno, presidente do sindicato.

O Projeto de Lei

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e prevê a criação de um piso salarial nacional de R$ 3.036, o reconhecimento da atividade como essencial, aposentadoria especial e adicional de insalubridade em grau máximo, entre outros pontos.

O movimento nacional cobra do Senado Federal o avanço da votação do Projeto de Lei. Segundo o sindicato, os profissionais desempenham um papel fundamental para a saúde pública e para o funcionamento das cidades, mas ainda enfrentam baixos salários, exposição constante a riscos e falta de reconhecimento.

 

Redação PNB

Número de analfabetos e taxa de analfabetismo seguem em queda na Bahia

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O número de pessoas analfabetas e a taxa de analfabetismo continuou caindo em 2025 após três anos consecutivos de queda, chegando ao seus menores patamares nos oito anos de série histórica da PNADC Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2025, na Bahia, 1,145 milhão de pessoas de 15 anos ou mais de idade não sabiam ler nem escrever um bilhete simples. Frente a 2024, quando eram 1,174 milhão, houve uma queda de 2,5% no número de analfabetos, o que representou menos 29 mil pessoas nessa condição, no período.

Apesar da queda, o estado ainda apresenta uma alta no número absoluto de analfabetos do país. A taxa de analfabetismo baiana ficou em 9,5% em 2025, frente a 9,9% em 2024.

No Brasil como um todo, 8,384 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade eram analfabetas, o que equivalia a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em 2024, esse indicador havia sido de 5,3%. O Plano Nacional de Educação (PNE) determina, em sua meta 9, que a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos fosse de 6,5% em 2015 e que tivesse sido zerada em 2024.

O objetivo intermediário (6,5%) ainda não foi atingido por 11 dos 27 estados: os 9 do Nordeste mais Acre (8,9%) e Tocantins (6,8%). A meta final, de erradicação do analfabetismo, não foi cumprida por nenhuma unidade da Federação.

Na Bahia, em 2025, 6 em cada 10 pessoas analfabetas eram idosas (60 anos ou mais de idade): 62,7% ou 718 mil. A taxa de analfabetismo entre os idosos baianos é de 28,5%, indicando que 3 em cada 10 pessoas de 60 anos ou mais, no estado, não sabem ler nem escrever um bilhete simples. Também é maior entre os homens (10,3%) do que entre as mulheres (8,8%) e entre pessoas pretas ou pardas (9,8%), frente às brancas (8,3%).

A Tarde

Lula sanciona novo piso dos professores com reajuste de 5,4%

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)sancionou um aumento de 5,4% no piso salarial para professores da educação básica. O novo vencimento, no valor de R$ 5.130,63, foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (19).

De acordo com o texto oficializado, o cálculo para a atualização anual do salário passa a ter base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e nas receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

A fórmula anterior garantia um reajuste salarial de apenas 0,37%, enquanto a nova regra fixou o aumento em 5,4%. Em vigor desde janeiro deste ano por meio de Medida Provisória, a nova legislação ganhou aprovação no Senado em maio.

A nova regra, caso seja aplicada em todos os entes federativos, deve gerar um impacto de R$ 6,4 bilhões em 2026.

A medida vale para professores da educação básica com jornada de 40 horas semanais. Ainda de acordo com o texto, as outras jornadas de trabalho devem ter salários proporcionais ao novo piso estabelecido.

Bahia BA

Em 14 anos, mortes no trânsito por causa de álcool diminuem 19,5%

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A taxa de mortes no trânsito relacionadas com o consumo de bebida alcoólica caiu 19,5% no Brasil entre os anos de 2010 e 2024. A análise, divulgada nesta sexta-feira (19), Dia Nacional da Lei Seca, foi feita pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), referência nacional no tema.

Para se ter uma ideia, em 2010, o número era de 15 mil mortes. Em 2024, foram 13.075. No entanto, o estudo pondera que a quantidade voltou a subir a partir de 2020 (quando 11.600 pessoas perderam a vida).

Referência no mundo 

Segundo a coordenadora do Cisa, Mariana Thibes, a Lei Seca não deixou de funcionar e é uma legislação que serve de referência para o mundo ao reduzir os acidentes de trânsito e salvar vidas no Brasil.

“Essa redução foi da ordem de mais de 30%, desde que a lei surgiu (em 2008) até os últimos anos”, afirmou Mariana em entrevista à Agência Brasil. Ela concorda, no entanto, que há uma perda de fôlego em vista de “novos  desafios”. A Lei Seca começou a apresentar menos eficiência, conforme revelam os números.

“A gente vinha observando uma curva constante de queda até 2019, e a partir daí a taxa de mortes começou a crescer depois da pandemia”, acrescentou.

Mariana explica que isso ocorreu porque, embora a fiscalização tenha aumentado nos últimos anos, as formas de burlar também ficaram cada vez mais sofisticadas. “As pessoas conseguem se comunicar, usar aplicativos e saber onde estão acontecendo as fiscalizações”.

Impunidades

Além disso, ela lamenta que prevalece na população um senso de que é possível passar impune pela lei seca. Para conter isso, defende a intensificação das ações de fiscalização, o acesso a atendimento de emergência e as ações de prevenção que alcancem especialmente o público masculino (o que mais morre no trânsito).

De acordo com a Cisa, a partir de 2019, o uso de álcool é responsável por 36,6% das ocorrências no trânsito entre os homens e 26,3% entre as mulheres.  “O maior perfil de risco afetado pelas mortes são os homens jovens”.

Um problema é que a fiscalização convive com limitações, como o número de operações com uso de bafômetros e o aumento da frota e de acidentes com motocicletas.

Sensibilização

A coordenadora do Cisa recomenda que, para sensibilizar a sociedade a não beber e dirigir, as campanhas precisam ficar mais estratégicas. “É preciso ir além dos anúncios “de choque”.

“A evidência internacional mostra que as mensagens que se baseiam somente no medo têm efeito de curto prazo, mas não conseguem mudar o comportamento de forma sustentada”, disse ela.

O que funcionaria, na sua opinião, seria combinar educação, esclarecimento e percepção de risco real das pessoas.

“A pessoa precisa acreditar que vai ser fiscalizada e que vai ser punida”.

Os dados mostram que a maior parte das infrações acontecem nos finais de semana e durante a madrugada.

Por isso, um caminho seria promover a cultura de alternativas viáveis, como o transporte noturno e acessível, e os aplicativos de carona. “Quando a gente só sensibiliza, mas também não traz alternativa, ficamos com o limite claro”.

Tocantins lidera

De acordo com os dados, 18 estados apresentaram taxa de mortes por 100 mil habitantes superior à média nacional (6,2), como o Tocantins (13,4), Piauí (12,1) e Mato Grosso (11,1). Em relação às internações, 16 estados têm taxa superior. As maiores são no Espírito Santo, Pará e Acre.

“No caso dos estados com maior taxa de morte, a gente pode pensar em questões estruturais, rodovias mais perigosas, por exemplo, menor densidade de fiscalização e de acesso a serviços de emergência nas estradas”, afirmou Mariana Thibes.

Ela ressaltou que o hábito de beber e dirigir pode ser diferente conforme os estados. “São realidades específicas que precisam ser investigadas mais a fundo para que o poder público também possa dar respostas adaptadas”.

Agência Brasil

Correntistas cobram mais funcionários em agência do Banco do Brasil de Juazeiro e relatam demora no atendimento: “precisa disponibilizar mais pessoas para atender”

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Correntistas da agência do Brasil, na Avenida Adolfo Viana, no Centro de Juazeiro, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar da falta de funcionários na unidade. Segundo os relatos, a escassez de servidores tem causado transtornos aos clientes, especialmente idosos que utilizam com frequência os serviços presenciais da agência.

Uma das correntistas afirma que a unidade fica sem atendimento quando o único caixa disponível se ausenta no horário do almoço e não há outro profissional para assumir o atendimento.

“Essa agência do Banco do Brasil, que fica aqui próximo à Catedral, quando o caixa vai almoçar, que só tem um caixa, fica sem ninguém. Se ele demorar vinte minutos, fica vinte minutos sem atender. Se demorar uma hora, fica uma hora sem atender”, relatou.

Segundo outro correntista, a agência atende um grande número de idosos que moram na região central da cidade e dependem do atendimento presencial para realizar operações bancárias.

“Como é uma agência próxima da gente, é uma agência que a gente sempre está usando. Tem muitos idosos que frequentam o local. Quando o caixa sai, as pessoas ficam esperando porque não tem outro funcionário para substituir. A gente acha que deveria ter mais servidores para atender a população”, afirmou.

Ele também cobra providências do banco para reforçar o quadro de atendimento e evitar que os clientes enfrentem filas e esperas prolongadas.

“O problema não é o funcionário almoçar, porque todo trabalhador tem esse direito. O problema é não existir ninguém para ficar no lugar dele. O banco precisa disponibilizar mais pessoas para atender os correntistas”, concluiu.

Estamos tentando contato com a agência bancária em busca de respostas.

Redação PNB

Após professor alertar sobre faixa apagada na BR-235, em Juazeiro, DNIT promete revitalização

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Após o professor Josinaldo Diaz chamar a atenção para a faixa de pedestres apagada próximo ao colégio Modelo, na BR-235, em Juazeiro, no norte da Bahia, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) se manifestou.

Em nota enviada a redação do PNB, o órgão informou que a revitalização da faixa de pedestre já está no cronograma da equipe e será executada nos próximos dias.

Confira a nota na íntegra:

“O DNIT informa que a situação da sinalização da faixa de pedestres localizada na BR-235/BA, nas proximidades do Colégio Modelo, já foi identificada pela autarquia e integra a programação dos serviços de manutenção da rodovia.

A revitalização da sinalização horizontal no trecho está prevista para ser executada nos próximos dias, de acordo com o cronograma operacional das equipes responsáveis pela conservação da via.

O DNIT reforça que realiza monitoramento e manutenção permanentes ao longo da malha rodoviária sob sua responsabilidade, com foco na segurança viária e na melhoria das condições de trafegabilidade para motoristas, ciclistas e pedestres que utilizam o trecho diariamente.”

O alerta

Segundo o professor, a faixa que atende diariamente estudantes e moradores do bairro Jardim São Paulo que circulam a pé pela via está praticamente apagada. De acordo com o relato, além da falta de visibilidade da faixa, também não existem placas ou outros dispositivos de advertência para alertar os motoristas sobre a travessia de pedestres no local.

“Peço atenção, por favor, à faixa na BR-235, que atende aos alunos do Colégio Modelo e moradores do Jardim São Paulo. A faixa está apagada e não há sinalização nenhuma. Diariamente, muitos pedestres circulam por aqui, principalmente adolescentes quando vão para o colégio. Um lugar com esse fluxo não pode ficar assim com uma faixa apagada”, disse o cidadão.

Segundo ele, após algumas cobranças à Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte, o órgão informou que a manutenção é de competência do DNIT. Apesar disso, ele questiona a falta de diálogo e cooperação entre os órgãos para garantir a segurança dos pedestres.

“Por ser BR, alegam que é responsabilidade do DNIT, mas, se estamos falando de um perímetro urbano, a AMTT não pode enviar uma solicitação do serviço e cobrar a execução? O DNIT tem que adivinhar que aqui está assim e vir resolver?”, questionou o leitor.

Redação PNB