Preto no Branco

25392 POSTS 1 COMENTÁRIOS

“Entraram de recesso e nos deixaram igual bestas esperando”, desabafam funcionários do Hospital Psiquiátrico de Juazeiro que ainda não receberam o 13º e nem o salário do mês

0

 

Passado o prazo legal para pagamento do décimo terceiro salário, passado o Natal, e a direção do Hospital Psiquiátrico Nossa Senhora de Fátima, em Juazeiro, continua sem acertar as contas com os funcionários da instituição.

Até o momento, eles não receberam o salário que deveria ser pago no início de dezembro e nem a gratificação que deveria ter sido paga até 20 deste mês a segunda parcela.

“Infelizmente, a direção do hospital não pagou o nosso salário até hoje e nem o nosso 13° salário. Pagaram apenas o complemento do piso aos técnicos e enfermeiros, que foi aprovado pelo Governo Federal. Só fizeram esse repasse pra gente. Nosso salário e o nosso décimo não tem nada a ver com esse complemento. Nem justificaram o porquê não nos pagaram. Ou é tirando onda de nossa cara ou a prefeitura não fez o repasse completo. Uma falta de respeito com a equipe de enfermeiros e técnicos de enfermagem. Deram um complemento que é nosso por lei pra tentar enganar a gente. Somos todos mães e pais de família. Vamos perder mais de 3.000 pra esse diretor? Dinheiro esse que já estávamos com planos. Ele faz a gente de cachorro, nem dá ousadia de informar nada. A direção e nem o próprio diretor dá uma satisfação pra gente. Entraram de recesso e nos deixaram igual bestas esperando. Ele rasga a lei trabalhista e fica por isto mesmo. É revoltante!” desabafou um funcionário.

“Ajudem a gente. O Hospital Psiquiátrico não pagou o salário ainda e nenhuma parcela do décimo. Não nos dizem nada, não esclarecem nada também. Uns foram beneficiados e outros não,” relatou outra trabalhadora.

No último dia 21, após a reclamação de um grupo de funcionários do Hospital Psiquiátrico  sobre atraso no pagamento do décimo terceiro salário e do salário do mês, a Secretaria Municipal de Saúde, citada na reportagem como responsável pelo atraso no repasse à instituição se manifestou em nota solicitada pelo PNB.

O grupo de profissionais afirmou que, a instituição de saúde, havia informado que por conta no atraso do repasse pela Sesau, estaria tendo dificuldades para cumprir com as obrigações trabalhistas.

No entanto, a Secretaria de Saúde esclareceu que não existia “atraso algum referente ao repasse do município para a Associação Sanfranciscana de Assistência à Saúde Mental – Hospital Nossa Senhora de Fátima.”

Redação PNB

Vereadora Lucinha Mota recepciona Governadora Raquel Lyra, em Petrolina, nesta terça (26)

0

A vereadora de Petrolina e ex-secretária de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Lucinha Mota, recepcionou nesta manhã (26), no aeroporto de Petrolina, a governadora do estado, Raquel Lyra, que cumpre agenda no município.Raquel Lyra, que é do PSDB, mesmo partido da vereadora, veio a Petrolina para entregar a VPE-639, uma rodovia muito importante para o escoamento da produção agrícola em Petrolina e região. Retomada em junho, a obra de requalificação faz parte de um pacote de investimentos do governo de Pernambuco nas estradas do estado.Lucinha Mota considerou a obra como vital para a fruticultura: “Essa requalificação vai facilitar o escoamento da fruticultura e beneficiar centenas de famílias dos projetos irrigados de Petrolina. A governadora Raquel Lyra foi sensível a essa demanda importante, que trazia muitos prejuízos para os agricultores do setor, e hoje temos a felicidade de recepcioná-la em Petrolina”, disse.A inauguração do trecho aconteceu nesta manhã de segunda-feira (26) e faz parte de um pacote de obras, com recursos de empréstimo junto ao Banco do Brasil, direcionado a requalificação, sinalização e duplicação de estradas pernambucanas.“Esse é um sonho da população que mora nas áreas irrigadas e fortalece não só a questão agrícola, mas também a segurança, o transporte escolar, o ir e vir das pessoas. Hoje pude dar esse abraço de reconhecimento e gratidão em Raquel na sua chegada em Petrolina”, celebrou Lucinha Mota.

Ascom

“Como resolver? Quem irá resolver?”: Moradores da Quintino Bocaiuva, centro de Juazeiro, voltam a reclamar de acúmulo de lixo por um vizinho que sofre de transtorno mental

0

Moradores da Rua Quintino Bocaiuva, centro de Juazeiro, em contato com o PNB, voltaram a reclamar de um problema que enfrentam há anos e, ao que parece, de difícil solução: O acúmulo de lixo na via por um vizinho que sofre de transtorno mental, conforme relatos dos moradores.

“É uma questão de saúde pública! Um problema que se arrasta há anos e o ano inteiro. O passei público fica obstruído. Como resolver? Quem irá resolver? Até lixo no telhado ao lado tem. Tudo fede aqui na Rua Quintino Bocaiuva. Uma podridão! São diversos os transtornos que sofremos e ninguém consegue resolver de forma definitiva,” relatou uma moradora.

Ela também apontou outro problema que vem afetando a vizinhança: “Outro problema grave é este antigo prédio do Hospital Semec, que está abandonado e virou antro de malandragem, também no centro da cidade. Cadê os donos? E o poder público que não responsabiliza os proprietários?” questionou.

Procurado pelo PNB, o Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) de Juazeiro, informou que “realiza coleta de lixo regularmente. Uma ação articulada com outros órgãos está prevista para ser realizada nos próximos dias e, mais uma vez solucionar o problema, que é recorrente devido ao acúmulo de lixo irregular feito por um dos moradores.”

Reclamação anterior

O Portal Preto No Branco já produziu diversas reportagens sobre a situação. Em dezembro do ano passado, os moradores reclamaram do acúmulo de lixo e chamaram atenção para a necessidade de assistência ao acumulador e a mãe dele, uma idosa que mora na mesma residência.

“Tem um morador de uma residência que coleta lavagem o dia inteiro, inclusive na madrugada, e deposita tudo na calçada, formando um lixão. Fica tudo em frente ao antigo prédio da SEMEC que está abandonado. Estamos expostos à doenças. Tem muita mosca e o mau cheiro é insuportável. Essa situação é um problema para os moradores da Quintino Bocaiuva, que parece sem solução. Pedimos ajuda”, apelaram.

Ainda de acordo com eles, o morador sofre de transtorno mental, e precisa de cuidados médicos, e de assistência do poder público.

“Ele dorme no chão da calçada, próximo ao lixão. Ele precisa ser acolhido, cuidado, e nós pedimos à saúde do município que atenda a este cidadão e a sua família que necessitam de assistência”, pediram os moradores.

A situação foi denunciada ao Ministério Público. Em julho de 2022, após diversas reclamações de moradores, publicadas pelo PNB, uma força-tarefa realizou um mutirão de limpeza no local. Porém, o problema sempre volta a acontecer.

À época nós procuramos a Prefeitura de Juazeiro para saber sobre a assistência ao morador da rua que acumula o lixo. A equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) informou que estava ciente da situação e tinha realizado uma visita ao imóvel, ofertando acolhimento a idosa, mãe do homem apontado como responsável pelo acúmulo de lixo. O Creas disse ainda que a idosa se negou a receber o atendimento.

“Diante das circunstâncias, as informações foram encaminhadas ao Ministério Público, que está analisando o caso.”

A equipe de saúde mental da Secretaria de Saúde também informou ao PNB que estava  acompanhando o caso, em articulação com a Rede.

“Os profissionais estão buscando estratégias de vinculação do usuário ao serviço, com o intuito de oferecer a ele o cuidado necessário, por se tratar de um caso complexo.”

Redação PNB

Cipe Caatinga prende acusado por tráfico de drogas, em Remanso

0

 

Policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE-Caatinga), prenderam nesta segunda-feira (26), um homem por tráfico de drogas, em Remanso.

“Os Policiais Militares Especializados realizavam patrulhamento e abordagens no município, com a finalidade de coibir ações delituosas, quando avistaram um indivíduo dentro de um estabelecimento comercial usando capacete. Atitude que chamou a atenção dos militares e motivou a abordagem,” informou a PM.

Durante a ação policial, foram encontrados com o acusado 65 (sessenta e cinco) papelotes de substâncias análoga a cocaína, R$ 1.972,00 (mil novecentos e setenta e dois reais), 02 (dois) aparelhos celulares marcas Samsung Galaxy A13 e Motorola Moto E13, 01(uma) moto CG Titan vermelha placa RNU-5H85 e 01(um) capacete Vermelho.

O acusado, juntamente com o material apreendido, foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil de Remanso para adoção das medidas legais cabíveis.

Redação PNB, com informações Cipe/Caatinga

PMBA, uma Força a serviço do cidadão!

Justiça Congresso e STF divergem sobre a tese do Marco Temporal

0

Em um ano de seca na Amazônia, temperaturas extremas, fome e desnutrição de populações indígenas, o Brasil discute a redução das demarcações das terras indígenas. A tese do marco temporal foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ainda assim, deputados e senadores a aprovaram no Congresso Nacional.  

“Todo dia é dia de luta, é todo dia, não tem um dia que a gente está tranquilo, que a gente está bem. Todo dia a gente tem violações de direitos. É trabalhoso sim, é cansativo, sim, mas a gente continua na resistência. Nós já fomos resistentes por mais de 500 anos, vamos continuar na resistência”, diz a advogada indígena e assessora jurídica da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) Cristiane Baré. Ela foi uma das juristas a fazer a sustentação oral contra o marco temporal no Supremo Tribunal Federal, em 2021.

Pela tese do Marco Temporal, os indígenas só terão direito ao território em que estavam na promulgação da Constituição, em outubro de 1988. “Não faz sentido, porque nós somos os habitantes desse país, somos os primeiros habitantes originários dessa terra. Quando houve a invasão do Brasil, nós estávamos aqui. Trazer um marco é querer se desfazer de tudo que aconteceu, com violações de direitos que ocorreram desde a invasão, as retiradas forçadas dos povos indígenas, o processo de violências que foram sofridas”, afirma a advogada.

Em 21 de setembro deste ano, o Supremo Tribunal Federal invalidou a tese, que entendeu ir contra o que prevê a Constituição brasileira. Mas a Câmara e o Senado aprovaram um projeto de lei 8 dias após para incluir a tese do marco temporal em lei federal. Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente o projeto aprovado no Legislativo, argumentando que a tese já havia sido considerada inconstitucional. O Congresso, no entanto, derrubou os vetos do presidente.

Após a derrubada de vetos, tanto organizações indígenas, como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quanto o próprio governo, começaram a elaborar recursos para serem analisados pelo STF.

Para grupos favoráveis ao marco temporal, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), sem o marco temporal cria-se uma insegurança jurídica com a possibilidade de “expropriar milhares de famílias no campo, que há séculos ocupam suas terras, passando por várias gerações, que estão na rotina diária para garantir o alimento que chega à mesa da população brasileira e mundial”, argumenta a entidade em nota após a decisão do STF.

Próximos passos

Segundo o professor adjunto de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Wallace Corbo, agora o Brasil tem uma lei que contraria o que diz a Constituição, e que tenta atingir fatos que são anteriores à lei, ou seja, hoje os povos indígenas têm direito às suas terras independentemente do momento em que ocuparam.

“A gente tem, ao mesmo tempo, uma lei que diz o contrário do que diz a Constituição em matéria de terras indígenas e a gente tem uma lei que tenta retroagir para tentar atingir atos jurídicos que já são perfeitos. Quais são esses atos? O direito adquirido dos povos indígenas às suas terras”, explica.

Diante dessa situação, de acordo com Corbo, haverá a necessidade de que, mais uma vez, haja uma declaração de inconstitucionalidade dessa lei que pode vir do STF ou pode vir de qualquer juiz que venha a averiguar um processo demarcatório.

“Tanto nos processos demarcatórios que tenham sido judicializados, nas ações que já estão em curso, qualquer juiz e qualquer tribunal pode declarar que essa lei é inconstitucional para defender os direitos dos povos indígenas naqueles processos”, avalia.

O professor diz que a lei já nasce inconstitucional, no entanto, legalmente, o STF pode chegar a uma posição diferente. “Sempre pode haver agentes políticos, econômicos, sociais, que podem buscar pressionar o tribunal a chegar a uma conclusão contrária. Agora, não é esperado que o STF chegue a uma posição diferente da que ele chegou há poucos meses. Então, é esperado que não haja percalços, que haja uma reafirmação do STF do que ele já decidiu recentemente”.

Indenização

O STF definiu também a indenização para proprietários que receberam dos governos federal e estadual títulos de terras que deveriam ser consideradas como áreas indígenas. O tribunal autorizou a indenização prévia paga em dinheiro ou em títulos de dívida agrária. No entanto, o processo deverá ocorrer em processo separado, não condicionando a saída dos posseiros de terras indígenas ao pagamento da indenização.

A indenização é também preocupação das organizações indígenas, segundo a advogada Cristiane Baré. “Nossa preocupação é quem invade território indígena de boa-fé? Até onde vai essa boa-fé? Como se comprova essa boa-fé? E essa questão paralisa o processo demarcatório. Mas até então, a princípio, serão processos separados, mas isso ainda é preocupante porque os direitos originários não têm preço, ninguém pode vender esse direito. Essa é uma preocupação muito grande do movimento. E a gente sabe, na prática, como isso vai ocorrer”, explica a advogada.

Já o professor Wallace Corbo ressalta que a Constituição diz que não caberia indenização, mas o STF entendeu que cabe, e a decisão deve ser cumprida. “Presumindo que existam ocupantes de boa fé, o que o STF disse é que essa indenização não é uma indenização que condiciona a demarcação, ou seja, o ocupante de boa fé vai ter que buscar, ele mesmo, em um processo administrativo ou processo judicial o reconhecimento da sua ocupação de boa fé e o pagamento da sua indenização”, explica.

“É uma indenização que não trava o processo demarcatório, e cada uma dessas pessoas que alegue que estaria de boa fé vai ter que buscar no seu próprio processo”, diz.

De acordo com o professor, o Poder Executivo pode editar uma portaria ou um decreto que crie parâmetros sobre essa boa fé, mas esse é um conceito que presume que uma pessoa não pode ter conhecimento de que está ocupando a terra de terceiros.

Segundo a Fundação Nacional do Povos Indígenas (Funai), as 736 terras indígenas registradas representam 13% do território brasileiro, o que totaliza aproximadamente 117 milhões de hectares. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem quase 900 mil indígenas, distribuídos em 305 etnias.

Agência Brasil

Semaurb reforça importância dos proprietários manterem limpos terrenos baldios e casas abandonadas 

0

A Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano de Juazeiro reforça aos donos terrenos baldios ou de casas em estado de abandono que a limpeza destes locais precisa ser realizada com frequência pelos seus proprietários. A Semaurb ressalta que a falta de ação destes responsáveis pode resultar em multas, conforme legislação municipal. A colaboração da população é fundamental para garantir que Juazeiro continue sendo uma cidade limpa e bem cuidada.

“Terreno sujo é um problema para o proprietário e para os vizinhos. E a solução é fazer a limpeza dele, estamos pedindo a colaboração dos donos. A conscientização é o primeiro passo para construirmos um ambiente urbano sustentável e harmonioso”, afirma o secretário de Meio Ambiente, Islédio Bandeira.

A Semaurb continua fazendo um levantamento dos terrenos baldios, com o objetivo de identificar quem são os proprietários para que eles providenciem a retirada da sujeira e o cercamento ou construção de um muro no local. Nas fiscalizações que são realizadas pelo poder público municipal, são encontrados acúmulos volumosos de sujeiras nos referidos terrenos. Quem for flagrado fazendo descarte irregular pode ser multado, de acordo com o Código de Polícia Administrativa, através da Lei Complementar 018/2016.

O acúmulo de mato e entulho é o esconderijo perfeito para animais peçonhentos e perigosos como cobras, aranhas e escorpião. Além disso, a sujeira do terreno também ajuda a atrair ratos. Além disso, existe o perigo gerado pela água parada, o criadouro ideal para o mosquito Aedes aegypti. Um terreno sujo também é sinal de perigo no que diz respeito à segurança. O mato alto e o entulho podem servir de esconderijo para criminosos e se tornar ponto de uso de drogas.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas na Sede da Semaurb, na Rua Oscar Ribeiro, s/n, no Centro de Juazeiro. O telefone para contato é o 3612-3590.

Ascom/PMJ

Procon explica o que fazer para a troca de presentes do Natal

0

O Natal passou, mas ficaram aqueles presentes que as pessoas ganham muitas vezes na cor errada, fora do gosto ou do tamanho. O Procon lembra, no entanto, que nenhuma loja é obrigada a trocar o produto se esse não apresenta nenhum tipo de defeito de qualidade ou quantidade. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente só tem direito à troca do produto se não for possível a substituição das partes defeituosas ou se o vício não for sanado no prazo máximo de 30 dias. Nesse caso, o consumidor poderá escolher entre a substituição do produto por outro em perfeitas condições, receber o dinheiro de volta ou, ainda, obter o abatimento proporcional do preço.

Entretanto, apesar de saber que não há obrigatoriedade na realização de trocas apenas por gosto ou tamanho, muitas lojas, para não gerar decepção e fidelizar o cliente, oferecem esse benefício em sua política de troca, que precisa, porém, estar exposta ao consumidor de forma clara, com todas as condições necessárias para utilização desse benefício.

Nota fiscal

O Procon adverte que mesmo nas compras de presentes, a nota fiscal deve ser entregue ao comprador, porque constitui o documento oficial que comprova a data, o local e o objeto da compra. Caso o produto apresente qualquer problema, ela é a garantia do consumidor. A nota fiscal de compra pode ser eletrônica ou impressa. De qualquer forma, ela deve ser entregue ao consumidor obrigatoriamente, inclusive nas compras feitas pela internet. Muitas lojas que oferecem troca de presentes entregam também um comprovante, sem o preço da mercadoria, que poderá ser usado pelo presenteado, caso o produto não agrade. Por isso, esse documento deve ser colocado junto ao pacote.

Compras online

Nas compras online, o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor define que caso o comprador se arrependa da compra efetuada por qualquer motivo, ele poderá cancelá-la em até 7 dias, contados a partir do recebimento do produto ou da assinatura do contrato. Desse modo, ele terá a devolução integral dos valores pagos, inclusive frete, se for o caso. O Procon destaca, entretanto, que essa operação não constitui troca mas, sim, arrependimento. A troca de produtos nas lojas virtuais segue as mesmas regras das lojas físicas.

Caso o cliente queira fazer uma reclamação, o Procon disponibiliza seus canais de atendimento online no site do órgão de seu estado.

Agência Brasil

Matrículas para alunos da Rede Estadual de Pernambuco terminam nesta terça-feira (26)

0

 

As matrículas das escolas da Rede Pública Estadual de Ensino, em Pernambuco, para o ano letivo de 2024, terminam nesta terça-feira (26) e estão destinadas aos estudantes novatos. O cadastro deve ser realizado pelo site www.matricularapida.pe.gov.br até às 23h59h.

Para 2024, foram ofertadas, ao todo, 175.201 vagas para estudantes novatos, das quais 97.903 já foram preenchidas por crianças e jovens oriundos das redes municipais em processo realizado ao longo do segundo semestre. Mais de 57 mil vagas ainda estão disponíveis, sendo 30.627 para o ensino médio, 10.242 para o ensino fundamental, e 14.391 para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) médio e 2.450 para a EJA fundamental.

Os responsáveis pelo cadastrado devem efetivar a matrícula do estudante presencialmente na escola, entre os dias 02 a 12 de janeiro, com a entrega da documentação. As vagas não confirmadas retornarão para o sistema de cadastro (www.matricularapida.pe.gov.br) e poderão ser preenchidas entre os dias 18 e 22 de janeiro. Os responsáveis pelo cadastro nesta fase devem efetivar as matrículas presencialmente nas escolas entre os dias 24 e 26 de janeiro.

Os pais ou responsáveis devem apresentar os seguintes documentos dos estudantes: número da inscrição do Cadastro 2022, cópia da Certidão de Nascimento, original do histórico escolar ou declaração original da última escola em que estudou, comprovante de residência com CEP, cópia da carteira de vacinação, comprovante de tipo sanguíneo e fator RH e foto 3×4 recente.

Ao iniciar o cadastro, as informações deverão ser preenchidas até o final pelos pais ou responsáveis ou mesmo pelo próprio estudante, quando maior de 18 anos. São solicitadas informações como nome completo, data de nascimento, escola de origem, escola que pretende estudar com série e turno, nome do responsável com endereço e telefone para contato, além de RG e CPF. Estes dois últimos, para esta etapa, apesar de necessário, não são obrigatórios, devendo ser apresentados na efetivação da vaga.

Ao final, será gerado um protocolo que é a confirmação da matrícula realizada e que deve ser anotado ou impresso. Posteriormente, com este número de protocolo, o estudante se dirige à escola que se matriculou para entregar os documentos necessários e confirmar a matrícula.

A partir do momento que um cadastro é finalizado, aquela vaga não estará mais disponível. Os estudantes que quiserem trocar de escola após a finalização do cadastro no site Matrícula Rápida podem realizar o processo durante todo o período da matrícula (até 26 de dezembro), através do campo “consulte sua inscrição”. A troca será permitida mediante disponibilidade de vagas.

Ascom

Com a presença da Governadora Raquel Lyra será entregue hoje (26), a VPE-639, em Petrolina

0

 

A Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, vai entregar, nesta terça-feira (26), às 10 horas, a VPE-639, rodovia estratégica para o escoamento da produção da fruticultura no município de Petrolina e toda a região.

As obras da rodovia foram retomadas em julho. A via do perímetro irrigado será entregue totalmente para a população.

Redação PNB