Preto no Branco

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Ministério Público da Bahia entra em recesso e atuará em regime de plantão até o dia 6 de janeiro

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A partir de hoje (20), o Ministério Público da Bahia terá o expediente suspenso, em razão do recesso forense, que segue até 6 de janeiro de 2024.

Durante esse período, procuradores, promotores de Justiça e servidores da Instituição trabalharão em regime de plantão, conforme escala publicada no Diário de Justiça Eletrônico (DJE).

As unidades administrativas com atuação no recesso e as coordenações das Procuradorias de Justiça, das Promotorias de Justiça da capital e das Promotorias de Justiça Regionais trabalhão das 8h às 18h, nos dias 20, 21, 22, 26, 27, 28 e 29 deste mês, e 2, 3, 4 e 5 de janeiro de 2024. Nesse período, os prazos processuais ficarão suspensos.

Cecom

Governo prepara recurso ao STF contra marco temporal

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A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, afirmou, nesta quarta-feira (20), que o governo prepara recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a tese do marco temporal das terras indígenas, aprovada pelo Congresso Nacional. Guajajara participou do programa Bom dia, Ministra, do Canal Gov, e fez um balanço da gestão neste ano.

Na semana passada, o Congresso Nacional derrubou os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que estabelece a tese do marco temporal, que diz que os indígenas só terão direito ao território em que estavam na promulgação da Constituição, em outubro de 1988.

Em 21 de setembro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a tese era inconstitucional. Oito dias depois, a Câmara e o Senado aprovaram um projeto de lei para incluir a tese do marco temporal em lei federal. Em outubro, o presidente Lula vetou parcialmente o projeto aprovado no Legislativo, argumentando que a tese já havia sido considerada inconstitucional.

“Nós temos um Judiciário e nós temos um Executivo que já declararam superada essa questão do marco temporal. O Judiciário enterrou o marco temporal, o presidente Lula afastou o marco temporal e o Congresso insiste ainda com essa ideia. Então, agora, já há uma articulação do próprio movimento indígena, de partidos políticos e também do Ministério dos Povos Indígenas para entrar com uma ação direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal’, disse.

Para a ministra, o STF deve decidir a favor da ação. “O Supremo, que já declarou uma vez inconstitucional, não vai, agora, fazer contrário ao que ele mesmo já decidiu. Então ainda há uma esperança”, destacou.

Sônia Guajajara argumentou que o marco temporal não vai resolver os problemas fundiários no Brasil. “Pelo contrário, os indígenas que estão hoje na posse de sua terra, que estão ocupando um território, que é considerado um território tradicional, ele também não vai entregar fácil aquele território, sendo que há um passivo muito grande no Brasil de territórios a serem regularizados”, explicou.

A ministra defendeu ainda a atuação dos povos indígenas para a preservação ambiental e para conter a crise climática. “Há um avanço muito grande desse reconhecimento dos povos indígenas, dos territórios indígenas e dos modos de vida dos povos indígenas na preservação dos seus territórios”, disse. “Somos 5% da população mundial e 82% da biodiversidade protegida no mundo está dentro dos territórios indígenas. E, por isso, os povos indígenas já estão agora também no centro desses debates climáticos. Então, a demarcação de terras indígenas não interessa somente a nós indígenas, mas é uma luta pelo planeta”, acrescentou.

Atualmente, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) tem o registro de 736 terras indígenas no país. Essas áreas representam aproximadamente 13,75% do território brasileiro e estão localizadas em todos os biomas, sobretudo na Amazônia. Além delas, há cerca de 490 reivindicações de povos indígenas em análise no âmbito da Funai.

Articulação

Sônia Guajajara explicou que o trabalho da pasta em 2023 focou na articulação com outros ministérios que têm interface com os povos indígenas, como educação, saúde, cultura, igualdade racial e direitos humanos. Além disso, o Ministério dos Povos Indígenas tem buscado essa articulação com prefeitos e governadores, apesar do receio de alguns governantes.

Ela explicou que existe uma liderança do ministério, mas a política é executada nos territórios “e depende muito desse apoio, desse acolhimento e entendimento dos prefeitos e dos estados”. “[A conversa] precisa ser constante. Se a gente se afasta um pouquinho já fica no esquecimento porque também o ministério é uma novidade, ter a primeira ministra indígena também causa em alguns, por algumas vezes, uma certa curiosidade, até para testar nossa capacidade”, disse.

“Por outro lado, há um receio por parte de alguns estados, de achar que ‘agora esses indígenas vão ocupar todas as terras que estão em torno do município, que estão em torno das fazendas’, e não é. Tudo tem regra, tem critérios e nós estamos trabalhando muito para esclarecer isso. Então, como é um diálogo que está se estabelecendo, eu considero que foi muito positivo, nós conseguimos falar com a maioria das pessoas que a gente procurou nos estados e nos municípios”, acrescentou Guajajara.

Agência Brasil

Morador do Residencial São Francisco, Juazeiro, pede a presença da gestão municipal para resolver transtornos causados pela chuva: “buracos pra escoar a água estão cheios de lixo”

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Um morador do Residencial São Francisco, Juazeiro, em contato com o PNB, nesta quarta-feira (20), pediu a presença da gestão municipal na comunidade. Segundo ele, após a chuva que caiu de ontem para hoje, as ruas ficaram alagadas por conta de buracos que foram feitos pela prefeitura para escoar a água do último período chuvoso que houve no município. Os buracos estão acumulando lixo e provocando os transtornos, contou o morador. Ele reclama ainda de um ferro velho que fica no local acumulando lixo irregularmente.

“Essa chuvinha que Deus deu e já tá desse jeito, com as ruas daqui alagadas. Nas últimas chuvas, foram abertos aqui uns buracos para a água escoar. Já tem um tempo e acabou que não escorreu a água e depois fez foi piorar. Agora com essa chuva, os buracos estão cheios de lixo e aí acontece todo esse transtorno. Ficou pior do que era antes. Inclusive, na época fizemos uma reportagem com vocês pedindo para a prefeitura vir resolver o problema, mas esses buracos nunca foram fechados. Agora fez foi piorar tudo e ainda tem um homem que tem um ferro velho aqui no Bloco 102, rua das Algarobas e fica juntando meio mundo de lixo. Gostaria de pedir aos órgãos competentes para ver essa questão desses buracos e desse ferro velho, pois tá errado e quando chove piora,” relatou o morador.

Estamos encaminhando a reclamação para o setor responsável.

Redação PNB

Com a presença do Presidente Lula, Congresso promulga emenda constitucional da reforma tributária

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O Congresso Nacional promulgou nesta quarta-feira (2), em sessão solene, a emenda constitucional 132/2023, que institui a reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 15. A proposta já havia sido aprovada pelo Senado em novembro. O texto é proveniente da PEC 45/2019A cerimônia, realizada no Plenário da Câmara, tem a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco; da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

A promulgação foi declarada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “O dia de hoje será lembrado, não apenas como um marco histórico, mas também como um ponto de virada, um divisor de águas. É aqui que mudamos a trajetória do Brasil. Esse dia representa o início de um novo país rumo ao progresso. É uma conquista do Congresso Nacional, do povo brasileiro”, disse.

Após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.

Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming sofrerão mudanças. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.

Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.

Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.

Agência Brasil

“Não sei se é melhor no meio da rua ou dentro do posto”, relata usuária da UBS do Argemiro, Juazeiro, sobre alagamento na unidade

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A usuária da Unidade Básica de Saúde do bairro Argemiro, em Juazeiro, Aline Rodrigues, protestou contra a precariedade da estrutura da unidade que, com as chuvas, ficou alagada.

Na tarde de hoje (20) ela esteve na unidade e registrou a situação em um vídeo que enviou à nossa redação.

A UBS, com diversos usuários, estava tomada pela água.

“Olha a situação do posto. Não sei se é melhor no meio da rua ou dentro da UBS,” observou Aline.

A situação foi encaminhada para a Secretaria de Saúde.

Redação PNB

Daniel Alves tem data marcada de julgamento na Espanha; jogador brasileiro é acusado de estupro e pena pode ser de 9 a 12 anos de prisão

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O julgamento de Daniel Alves acontecerá entre os dias 5 e 7 de fevereiro de 2024, segundo informou a Justiça de Barcelona.

O ex-jogador da seleção brasileira responde por acusação de estupro a uma jovem em uma casa noturna de Barcelona, no fim de 2022. O Tribunal de Barcelona confirmou as datas nesta quarta-feira (20/12).

A defesa da vítima pediu à Justiça da Espanha a condenação por 12 anos de prisão, pena máxima prevista para esse tipo de crime no país. A defesa também exige uma indenização de 150 mil euros (cerca de R$ 800 mil) por sequelas físicas e psicológicas.

A advogada da vítima, Ester García, recusou o acordo proposto pela defesa de Daniel Alves e reiterou que “qualquer delito contra a liberdade sexual torna os danos morais e as sequelas irreparáveis”.

A defesa da vítima também pediu uma medida protetiva impedindo que Daniel Alves se aproxime da moça por menos de um quilômetro durante 10 anos após o jogador cumprir sua pena. O documento entregue à Justiça inclui ainda a requisição de que o brasileiro tenha a liberdade vigiada depois que saia da prisão.

Após o fim das investigações, as partes do caso foram convocadas a um “julgamento oral”, uma etapa anterior ao julgamento. O Ministério Público pediu a prisão de nove anos de Alves. A defesa do lateral requereu a liberdade, que foi negada pela quarta vez desde sua prisão. Nesta terça, foi a vez da defesa da vítima mostrar sua argumentação e pedir uma pena de 12 anos.

Daniel Alves, de 40 anos, está preso desde o dia 20 de janeiro.

Redação PNB

 

Produtores e trabalhadores rurais começam em Juazeiro – BA, a Convenção Coletiva de Trabalho da Fruticultura Irrigada 2024

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Representantes de produtores e trabalhadores rurais de 6 municípios do norte baiano, deram início, na manhã desta terça-feira (19), em Juazeiro – BA, as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho da Fruticultura Irrigada (CCT 2024).

Realizada pela primeira vez de forma separada, entre os estados de Bahia e Pernambuco, a CCT 2024 do lado baiano começou com as entidades sindicais, laboral e patronal, discutindo os pontos principais das 85 cláusulas econômicas e sociais, com destaque para o novo salário base e melhoria das condições de trabalho.

Segundo um dos representantes da classe patronal, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Juazeiro, Josival Barbosa, o início dos trabalhos transcorreu em um clima cordial e de maturidade sindical. “Nosso primeiro encontro foi bastante positivo, prometendo resultados satisfatórios para ambas as partes”.

A vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariadas Rurais de Juazeiro (STTAR), Samara Souza, concorda com a liderança patronal e acrescenta que a CCT 2024, além de aprovar um justo reajuste no novo salário, também vai promover  ganhos sociais principalmente nas cláusulas relacionadas às mulheres.

A convenção coletiva da fruticultura Irrigada no lado baiano, representa as demandas de cerca de Mil pequenos, médios e grandes produtores agrícolas e 40 mil trabalhadores rurais dos municípios de Juazeiro, Abaré, Curaçá, Sobradinho, Casa Nova e Sento Sé. As negociações prosseguem entre os dias 19 e 22 deste mês com a expectativa de conclusão dos trabalhos ainda este ano.

No encerramento da reunião, o advogado do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina, Fábio Schnorr, e componente da comissão interestadual de acompanhamento da CCT 2024, definiu o encontro como um marco nas negociações entre empregadores e trabalhadores da fruticultura Irrigada do Vale do São Francisco. “Essa reunião estabeleceu os procedimentos das negociações e alguns encaminhamentos para os trabalhos que serão realizados,em breve, no lado pernambucano “, concluiu.

CLAS Comunicação & Marketing

Estudantes da Univasf apresentam trabalhos no XXII Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira

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Dois trabalhos realizados por estudantes do curso de Arqueologia e Preservação Patrimonial, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), foram apresentados no XXII Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), maior evento da área no Brasil.

Edson de Oliveira Silva e Gabriela Peres de Oliveira apresentaram pesquisas sobre a coleção de artefatos líticos do sítio arqueológico Areias, situado em Floresta (PE), descoberto durante as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf).

Os trabalhos foram orientados pelo docente Gustavo Neves de Souza, que também participou de simpósio temático no evento. O congresso foi realizado entre os dias 13 e 17 de novembro, na cidade de Florianópolis (SC), e reuniu cerca de 700 pessoas, entre pesquisadores e profissionais da área.

As pesquisas dos discentes da Univasf, apresentadas na sessão de comunicações orais avulsas, foram desenvolvidas no Laboratório de Arqueologia Pré-Histórica (LAPHIS) do Campus Serra da Capivara e trazem resultados parciais dos seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Edson Silva apresentou o trabalho intitulado “Análise tecnológica dos artefatos líticos do sítio arqueológico Areias na mesorregião do São Francisco Pernambucano”, que teve o objetivo de analisar os artefatos do sítio para entender padrões técnicos e as escolhas dos produtores desses objetos. “Os dados trazidos preencheram lacunas no conhecimento arqueológico da área, da tecnologia do grupo produtor e da pré-história no Nordeste brasileiro”, explica o estudante.

Edson Silva se apresentou na mesa sobre Estudos de Tecnologia.

Silva afirma que a experiência de apresentar seu trabalho em um congresso nacional foi enriquecedora. “Participar do Congresso da SAB proporcionou uma oportunidade de imergir no que há de mais relevante na arqueologia brasileira no pós-pandemia. O evento permitiu não só o reconhecimento dos conhecimentos adquiridos na graduação, mas também a troca de experiências significativas com os autores e outros profissionais da área”, ressalta.

Intitulada “As cadeias operatórias do material lítico lascado em silexito e arenito silicificado: uma abordagem tecnológica do Sítio Areias do município de Floresta/PE”, a pesquisa apresentada por Gabriela de Oliveira visou contribuir para o entendimento do domínio técnico envolvido nas etapas de produção e utilização dos artefatos encontrados em Areias. “O sítio conta com mais de mil peças coletadas em superfície, apresentando variedade de matérias-primas. Nós nos dedicamos à identificação dos processos sucessivos que englobam o conceito de cadeia operatória, desde a aquisição da matéria-prima até o seu abandono ou reuso”, conta Gabriela.

A apresentação do docente do Colegiado de Arqueologia e Preservação Patrimonial Gustavo Neves no simpósio temático “Tecnologias Líticas” tratou sobre análise dos estigmas tecnológicos em artefatos polidos: abordagens possíveis sobre artefatos de dois sambaquis da costa Sul do Brasil. “Minha apresentação se debruçou sobre uma análise comparativa das tecnologias envolvidas na produção de lâminas de pedra polida, provenientes de sítios arqueológicos da costa do Paraná e de Santa Catarina, datados entre 3.000 e 4.000 anos atrás, aproximadamente, possibilitando uma compreensão mais ampla dos modos de vida de populações bem estabelecidas na costa brasileira”, relata.

Neves ficou orgulhoso ao ver o reconhecimento dos trabalhos apresentados pelos estudantes da Univasf. “Foi gratificante ver jovens pesquisadores como Edson e Gabriela, meus orientandos, apresentando seus trabalhos em um evento tão especial e sendo tão bem recebidos. Uma recém-egressa do curso, a agora profissional em Arqueologia, Caroline Macedo também apresentou um trabalho em um simpósio temático sobre as pinturas rupestres da Serra da Capivara, mostrando o potencial que o nosso curso tem de formação de profissionais comprometidos com o engajamento nos debates acadêmicos de ponta”, enfatiza.

Com o tema “Arqueologias Plurais: políticas patrimoniais e desafios contemporâneos”, o XXII Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) foi promovido com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Durante o evento, foram realizadas conferências, mesas redondas, workshops, lançamentos de livros, além de apresentações em simpósios temáticos e comunicações avulsas.

 

Ascom Univasf

PF investiga corrupção em programas sociais no Rio de Janeiro; esquema fraudulento teria ocorrido entre 2017 e 2020

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A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (20), três mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre corrupção e lavagem de dinheiro em quatro projetos sociais no estado do Rio de Janeiro. Segundo a PF, além de envolver o pagamento de propina nos contratos, os investigados direcionavam os projetos para seus redutos eleitorais.Ainda de acordo com a PF, os crimes envolveram a execução dos projetos Novo Olhar, Rio Cidadão, Agente Social e Qualimóvel, entre os anos de 2017 e 2020. As investigações identificaram que a organização criminosa penetrou nos setores públicos assistenciais no Rio de Janeiro, fraudando licitações e contratos.

Havia, segundo as investigações, desvio de verbas públicas e o pagamento de propina aos envolvidos, com valores entre 5% e 25% do total dos contratos na área de assistência social, os quais totalizam mais de R$ 70 milhões.

A PF não informou se as fraudes eram realizadas na prefeitura do Rio ou no governo do estado e destacou que as investigações seguem em sigilo.

Em 2019, no entanto, a operação Catarata, do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil, já havia tido como alvos esses mesmos projetos sociais, que teriam sido usados para fraudes em licitações entre 2013 e 2018. Na época, as investigações envolveram tanto uma fundação estadual (Leão XIII), de 2015 a 2018, quanto duas secretarias municipais da capital, de 2013 a 2017.

Agência Brasil