Preto no Branco

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Bahia registra 131 casos de Covid-19 e mais 1 óbito

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 131 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,01%), 152 recuperados (+0,01%) e 1 óbito. Dos 1.695.917 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.664.567 já são considerados recuperados, 653 encontram-se ativos e 30.697 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.

 

boletim epidemiológico deste domingo (25) contabiliza ainda 2.029.494 casos descartados e 358.249 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas deste domingo. Na Bahia, 68.552 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento a Bahia contabiliza 11.657.101 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.820.780 com a segunda dose ou dose única, 7.309.947 com a dose de reforço e 2.226.616 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.044.260 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 678.166 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 47.884 tomaram a primeira dose e 8.290 já tomaram a segunda dose.

Secom Bahia

Cresce número de crianças registradas por mães solo

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A dona de casa Bárbara de Oliveira, 32, teve seis filhos. Quatro moram com ela, sendo que três foram registrados pelos pais. Já uma das meninas, de 10 anos, não possui o sobrenome paterno.

O genitor, segundo Bárbara, se nega a reconhecer a filha. A mulher, que vive na periferia do Recife, entrou na Justiça e aguarda um teste de reconhecimento de paternidade.
A filha de Bárbara é uma das milhares de crianças brasileiras registradas sem o sobrenome do pai todos os anos.
Só nos sete primeiros meses deste ano, 100.717 crianças foram apresentadas em cartórios por mães solo. É o maior volume desde 2016, quando a Arpen (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais) do Brasil passou a recolher dados sobre o tema.
Neste ano, também foi registrado o menor número de nascimentos para um primeiro semestre desde 2016, pouco mais de 1,5 milhão. Isso significa que 6,5% do total de recém-nascidos entre janeiro e julho de 2022 possuem pais ausentes.

A porcentagem é maior que os 5,8% do mesmo período de 2019, quando 99 mil recém-nascidos foram registrados por mães solo até julho, o maior número de notificações até então. No primeiro semestre de 2016, haviam sido 5,17%.
Para o presidente da Arpen, Gustavo Fiscarelli, os números mostram que há muito a evoluir quando se trata de responsabilidade paterna. “Pai e mãe são responsáveis pela criação dos filhos e possuem responsabilidades a serem compartilhadas. Obviamente, cada família vive uma realidade, mas são dados que podem embasar as políticas públicas”, diz.
Pernambuco, o estado de Bárbara, teve mais de 4.000 crianças sem o sobrenome do pai em registro até julho deste ano. No mesmo período, o estado de São Paulo, líder nas estatísticas, teve 17,4 mil.
A mulher foi acolhida pela Apemas (Associação Pernambucana de Mães Solteiras), uma das primeiras a se dedicar ao reconhecimento paterno no país. Além de amparo jurídico, o grupo oferece auxílio alimentar a Bárbara e seus filhos. O projeto foi idealizado pela advogada Marli Cristina da Silva, 60.

Quando tinha 29 anos, Marli, que nunca pensara em ser mãe, foi convencida pelo companheiro à época a ter um bebê. Uma semana depois de dar à luz um menino, ela foi abandonada pelo genitor. “Ele foi até a casa onde eu morava, disse que eu daria conta de criar a criança sozinha e sumiu”, conta.
Sozinha, Marli foi expulsa pelo cunhado do imóvel em que morava. Após semanas de casa em casa, se estabeleceu em uma residência na periferia do Recife e abriu um comércio para sustento da família.
Durante esse período, auxílios eram raros, mas o julgamento recorrente. “Me achavam a pior mulher do mundo, e o genitor do meu filho era, para as pessoas, um herói. Eu não entendia o porquê. Isso tornou muito difícil a experiência da maternidade para mim, acho que até hoje é”, diz.
Em outubro de 1992, ela fundou a associação de mães solo pelo desejo de que histórias como a dela não se repetissem, mas conquistar adeptas foi trabalho árduo. As mulheres se negavam a reconhecer a situação.

Marli não desistiu. Organizou encontros e começou a discursar pelo empoderamento das mães. Nos primeiros, o quórum era mínimo, mas a mensagem se disseminou. Em alguns meses, a advogada tinha um discurso e muitas histórias. Faltava a Justiça.
Até o início dos anos 2000, lutar pelo reconhecimento de paternidade não era tarefa fácil. Machismo e travas judiciais andavam juntos, diz Marli.
Apesar das dificuldades, a associação seguiu firme até que, em 2006, a Justiça pernambucana mudou sua jurisprudência e passou a apoiar a iniciativa. O primeiro mutirão de reconhecimento voluntário de paternidade do estado aconteceu naquele mesmo ano, com mais de 1.700 genitores reconhecendo seus filhos.
Desde então, as campanhas passaram a ser anuais, e iniciativas similares se repetem em estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Mesmo assim, os dados divulgados pela Arpen preocupam a Associação Pernambucana de Mães Solteiras, que credita o cenário ao pouco trabalho preventivo das autoridades e, mesmo quando há, ao preconceito ainda vigente contra mães sem companheiros, em especial as mais pobres.
“Meu sonho é que um dia não precisem mais da Associação das Mães Solteiras. Após tantos anos, o poder público poderia agir sozinho e investir mais nesse trabalho. Os dados mostram que precisamos de muita ajuda”, desabafa a fundadora da Apemas.
Reconhecimento tardio Assim como a Arpen, o IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) também mantém um levantamento sobre paternidade no Brasil. Nele, há também o número anual de reconhecimentos tardios desde 2016, quando 14.696 pais o fizeram.
O índice teve um pico em 2019, quando mais de 35 mil pais reconheceram seus filhos. O ano de 2020, início da propagação da Covid-19, marca uma queda, com quase 24 mil registros, a mesma projeção do instituto para este ano.

Márcia Fidelis, presidente da comissão nacional dos notários e registradores do IBDFAM, diz que a progressão negativa de crianças sem paternidade e a diminuição dos reconhecimentos podem ser explicados por dois fatores: pandemia e crise financeira.
“A diminuição da mobilidade social provocada pela pandemia fez com que puérperas postergassem o registro dos filhos. Por isso, entre 2019 e 2020, tivemos uma diminuição de registros. Posteriormente, a crise financeira pode ser o fator preponderante para o afastamento paterno”, declara Fidelis.
Ela diz ainda que as as ações voltadas ao incentivo do reconhecimento, além da edição de normas que desburocratizam os procedimentos de inclusão de paternidade, tanto biológica quanto socioafetiva, são as providências mais promissoras para mudar o quadro atual.
“Privilegiar a formalização de parentescos originados da socioafetividade é muito mais efetivo do que impor as responsabilidades de um reconhecimento de vínculo biológico não desejado”.
A partir de 2012, o reconhecimento de paternidade passou a ser autorizado diretamente nos cartórios de registro civil, não sendo mais necessária decisão judicial nos casos em que todas as partes concordam com a resolução.
Quando a iniciativa for do próprio pai, basta que ele compareça ao cartório com a cópia da certidão de nascimento do filho, sendo necessária a autorização da mãe ou do próprio filho, caso seja maior de idade.
Caso o pai não queira reconhecer o filho, a mãe deve indicar o suposto genitor no próprio cartório, que comunicará aos órgãos competentes para que seja iniciada a investigação de paternidade.

Bahia Notícias

Ministério da Saúde intensifica vacinação contra a poliomielite

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Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

O Ministério da Saúde promoveu neste sábado (24), em Brasília, vacinação contra a poliomielite e multivacinação, no Parque da Cidade. A atividade contou com a presença do ministro Marcelo Queiroga. Com menos da metade do público-alvo vacinado, o governo federal prorrogou a campanha de vacinação até 30 de setembro.  

A estratégia tem como meta mobilizar pais e responsáveis para a imunização de crianças de menores de cinco anos contra o vírus que causa a paralisia infantil e a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

“Nós temos um grande desafio, não permitir que a poliomielite seja reintroduzida no Brasil”, disse o ministro da Saúde. Ele pediu engajamento da população na imunização das crianças.

“Nós temos 15 milhões de crianças para vacinar e precisamos que vocês nos ajudem para que possamos trazer os pais e avós para vacinar pelo menos 95% dessas crianças”, explicou. O último caso de poliomielite registrado foi em 1989, na cidade de Sousa, na Paraíba. O ministro lembrou que Programa Nacional de Imunizações disponibiliza mais de 22 vacinas para a população brasileira contra diversas doenças.

De acordo com o Ministério da Saúde, o público-alvo reúne 14,3 milhões de crianças menores de cinco anos de idade, sendo que crianças menores de um ano deverão ser imunizadas conforme a situação vacinal para o esquema primário.

Gotinha

As crianças de um a quatro anos deverão tomar uma dose da Vacina Oral Poliomielite (VOP), conhecida popularmente como gotinha, desde que já tenham recebido as três doses de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) do esquema básico. Até agora, cerca de seis milhões de doses foram aplicadas no Brasil.

Desde 2016, a cobertura vacinal contra a poliomielite está abaixo de 95%, o índice recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No ano passado, menos de 70% das crianças foram vacinadas, segundo informações do DataSUS.

Além da mobilização contra a poliomielite, o ato em Brasília tem serviço de aferição de pressão, teste de diabetes e práticas integrativas, além de serviços de atendimento e encaminhamento médico, todos gratuitos.

O evento marca também os 32 anos de implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), concebido pela Constituição de 1988.

Pandemia e monkeypox

Em seu discurso, o ministro da Saúde comentou a situação atual da pandemia de covid-19 no Brasil, comparando com o período mais grave da crise, em 2021, quando o país registrava média móvel diária de mortes superior a três mil pessoas.

“A união de todos fez com que conseguíssemos superar essa emergência de saúde pública. Hoje, a média móvel de óbitos é inferior a 70 casos por dia. Ou seja, vivemos em um cenário epidemiológico mais controlado”, enfatizou.

Sobre a varíola dos macacos (monkeypox), o ministro disse que o SUS conseguiu estruturar uma rede com mais de 15 laboratórios aptos a fazer o diagnóstico, além da aquisição de medicamentos. “Em breve, chegarão as vacinas, tudo isso é fruto do SUS”, afirmou.

Ele também mencionou a ampliação do sistema de vigilância em saúde, desde o início da pandemia. “Nossa estrutura de vigilância em saúde triplicou. Os Cievs [Centro de Informações Estratégicas em Saúde] eram 55 e hoje são 164, muitos dos quais em região de fronteira”, finalizou.

Agência Brasil

Saúde cadastra laboratórios para diagnóstico de varíola dos macacos

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O Ministério da Saúde informou que cadastrou sete novos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens) para realizar testes diagnósticos de varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox. “A partir de agora, Bahia, Goiás, Santa Catariana, Ceará, Pernambuco, Paraná e Espírito Santo também terão capacidade para fazer a análise das amostras. Com isso, a pasta garante maior celeridade à identificação do vírus, que é monitorado desde que foi detectado pela primeira vez no país, em junho de 2022”, informou a pasta.

Antes da ampliação, os exames já eram realizados pelos Lacens de Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, além dos laboratórios de referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro e no Amazonas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Evandro Chagas, no Pará.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até terça-feira (20), pelo menos 7.115 casos da infecção viral já haviam sido registrados em todo o país. A maioria nos estados de São Paulo (3.548), Rio de Janeiro (963), Minas Gerais (446), Goiás (415) e Ceará (247).

O diagnóstico é feito exclusivamente por teste molecular do tipo PCR, mesma tecnologia dos testes de Biomanguinhos, da Fiocruz, aprovados pela Anvisa.

Com relação aos testes de Biomanguinhos, a previsão inicial de aquisição pelo Ministério da Saúde é, inicialmente, de 60 mil kits, quantitativo que pode variar de acordo com a disponibilidade, para distribuição por toda a rede de Lacens e Laboratórios de Referência, considerando a situação epidemiológica de cada estado.

Suspeita

As autoridades de saúde alertam que em caso de suspeita da doença, o teste molecular para diagnóstico laboratorial deve ser realizado em todos os pacientes. Ele é capaz de detectar o material genético do vírus na amostra colhida de cada indivíduo. “Para isso, ela deve ser coletada, preferencialmente, a partir da secreção das lesões purulentas. Quando estas já estão secas, as crostas podem ser retiradas e encaminhadas ao laboratório”, orientou a pasta.

Para quem testou positivo, a conduta recomendada é a manutenção do isolamento até desaparecimento das crostas e a completa cicatrização da pele, sem a necessidade de um novo teste. Os sintomas mais comuns são erupção cutânea ou lesões espalhadas pela pele; adenomegalia/linfonodos inchados, também conhecidos como ínguas; dor de cabeça; calafrios e fraqueza.

Agência Brasil

Jovem é agredida com pedaço de madeira após criticar Bolsonaro em bar no RJ

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Uma jovem de 19 anos foi agredida na cabeça com um pedaço de madeira por um homem que ouviu críticas sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) em um bar, na tarde de sexta (23), em Angra dos Reis (RJ).
O caso foi registrado na 166ª DP (Angra dos Reis), onde ele foi autuado em flagrante por lesão corporal. O UOL teve acesso ao boletim de ocorrência. O suspeito, identificado como Robson Dekkers Alvino, de 52 anos, foi encontrado em uma rua próxima ao bar contido por moradores da região. Após prestar depoimento, foi liberado.
Estefane de Oliveira Laudano conversava com a irmã mais velha e amigos em uma mesa do estabelecimento quando uma discussão com outro cliente no local começou após ele ouvir o grupo falar mal de Bolsonaro.
A irmã de Estefane, Esther de Oliveira Laudano, de 24 anos, explicou ao jornal O Globo que a confusão começou quando ela comentou com os amigos sobre o status de um colega nas redes sociais.
“Comentei com a minha irmã, brincando: ‘Ué, gente, ele vota no Bolsonaro? Não tenho amigo bolsonarista não'”, disse, ao Globo. “Nesse momento, esse homem, que eu nunca vi na vida, já se intrometeu dizendo que era Bolsonaro”, completou.
Segundo Esther, o homem continuou xingando e ofendendo o grupo, e acabou expulso do bar pela dona do estabelecimento. A jovem relata que ele parecia alterado e embriagado.
“Ele me chamou de ‘maria-homem’ e disse que era ‘gente que nem a gente que vota no Lula’. Depois, foi embora, mas não demorou para voltar com o pedaço de madeira. Começou a berrar que, ‘se eu era homem, então iria apanhar que nem homem’. Eu parei na frente dele e falei: ‘Então bate'”, contou a jovem ao jornal O Globo.
Para defender a irmã, Estefane entrou na frente dela e acabou atingida na cabeça pela quina do pedaço de madeira. Imagens do atendimento médico mostram um grande corte na cabeça dela após a agressão, que precisou de pontos.
“Minha primeira reação foi partir pra cima dele, dando uns socos, mas quando olhei para trás vi minha irmã no chão, toda cheia de sangue, pedindo ajuda”, relatou Esther ao jornal.
Estefane foi levada por um amigo para a Santa Casa de Angra do Rei. Em seguida, a jovem foi transferida para o Hospital Municipal da Japuíba, em Angra, onde levou sete pontos e segue internada, com quadro estável.
Nas redes sociais, o suspeito se define como eleitor de Jair Bolsonaro. Em uma de suas publicações, Robson aparece vestido com a camisa do presidente e a legenda “que comecem votos. #BolsonaroReeleitoEm2022”.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito.

Bahia Notícias

Casal é preso com 75 kg de explosivos em porta-malas de carro na Bahia

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Um casal foi preso com mais de 75 kg de explosivos em Itabela, na Costa do Descobrimento, na Bahia. O flagrante ocorreu na tarde dessa sexta-feira (23/9), na altura do km 749 da rodovia BR-101. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o casal estava a bordo de um veículo que foi parado para fiscalização

Na vistoria, os agentes encontraram os explosivos que estavam em duas bolsas no porta-malas. Além dos mais de 75 quilos de emulsão explosiva, foi encontrada também uma caixa de detonadores. Esses artefatos costumam ser usados em roubos a caixas eletrônicos e carro-forte.

Bahia Notícias

Centro de Valorização da Vida abre inscrições para novos voluntários em Petrolina

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O Centro de Valorização da Vida (CVV) está com inscrições abertas para novos voluntários em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Os candidatos devem ter mais de 18 anos de idade e vontade de ajudar pessoas. As principais frentes de atuação do voluntariado são apoio emocional (atendimento por telefone, e-mail, chat e presencialmente) e atuação na comunidade.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: petrolina@cvv.org.br ou via whatsapp no telefone (87) 9 8868-2054.

Para ser um voluntário, o candidato precisa participar de um curso de capacitação e seleção. O curso que será ministrado aos sábados, das 14h às 18h, e aos domingos, das 8h às 12h, na Universidade de Pernambuco. A capacitação começa no dia 8 de outubro.

O voluntário doa seu tempo e atenção para quem deseja conversar de forma anônima, sigilosa e sem julgamentos ou críticas, além de promover ações de autoconhecimento.

G1

Prefeitura de Juazeiro leva Unidade Móvel de Atendimento Odontológico para comunidades; confira cronograma de 26 a 29 de setembro

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A Unidade Móvel de Atendimento Odontológico da Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Saúde (Sesau), levará atendimento com dentista para algumas comunidades durante esta semana. Confira o cronograma de 26 a 29 de setembro:

– Na segunda-feira (26) a unidade estará na frente do Centro POP atendendo a população em situação de vulnerabilidade social já agendada pela instituição, a partir das 8h;

– Na terça-feira (27) a unidade estará em Itamotinga, na Primeira Igreja Batista, com o Programa Saúde em Movimento, a partir das 8h. Os atendimentos serão por livre demanda;

– Na quinta-feira (29) a unidade estará em frente à Emei Vanda Guerra, no Residencial São Francisco, atendendo por livre demanda, a partir das 8h

É preciso que a população leve RG, CPF ou Cartão SUS.

Ascom Sesau PMJ

Sebrae realiza oficina sobre formação de preço para participantes do Festival Sabores de Juazeiro

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Tema vai esclarecer conceitos sobre a definição correta do preço de um produto ou serviço

Na segunda-feira (26), o Sebrae em Juazeiro realiza mais uma oficina de capacitação para os representantes dos estabelecimentos participantes da segunda edição do Festival Gastronômico Sabores de Juazeiro. O encontro será na sede da unidade regional, a partir das 9h, e vai abordar o tema “Formação de Preço”, dando seguimento ao calendário de palestras preparatórias para o evento.

O economista Fabricio Andrade, especialista em gestão financeira de micro e pequenas empresas e marketing digital, vai conduzir a oficina e promete uma consultoria interativa, com troca de informações e apresentação de exercícios práticos e teóricos,

“Vou desenvolver o tema seguindo uma apresentação mais interativa, explicando os conceitos e detalhando os elementos que compõem o preço de venda de um produto ou serviço, identificando e classificando corretamente os gastos para a correta formação do preço final ao consumidor”, assegura Andrade.

Segundo o especialista, a forma correta da identificação dos gastos do negócio tem um papel relevante na formação do preço e a oficina vai mostrar a sua importância enquanto fator primordial para a sobrevivência e sustentabilidade de uma empresa.

O evento integra o segmento de alimentação fora do lar e o roteiro estabelece a aplicação de exercícios práticos no que tange à matéria-prima e aos elementos que formam a planilha de gastos como as despesas fixas e custos variáveis.

Mais dois encontros serão realizados no decorrer da semana. No dia 27, o tema será “Atendimento” e, no dia 28, “Organização de Estoque”. Até o dia 14 de outubro, quando começa o festival, será realizada a oficina Chef na Feira.

Ascom Sebrae