Preto no Branco

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Juazeiro: povos de terreiro, artistas LGBTQIA+, capoeiras e manifestações culturais de matriz africana participam de reunião sobre Lei Aldir Blanc nesta quinta-feira (6)

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Integrantes e representações de povos de terreiro, artistas LGBTQIA+, capoeiras e manifestações culturais de matriz africana do município de Juazeiro, no Norte, participam hoje (6), às 16h, de um encontro online que vai discutir a efetivação da Lei Aldir Blanc. A ação é uma parceria com o Conselho Municipal de Cultura e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial do município.

Durante a reunião, serão discutidas orientações diretas e práticas sobre a lei Aldir Blanc, a exemplo dos pré-requisitos para recebimento do benefício, bem como as medidas necessárias para solicitá-lo. Além disso, será discutido de que forma as comunidades tradicionais, quilombolas, povos de terreiros e demais agentes de cultura serão contemplados pela lei e de que maneira esse recurso vai chegar a essa população.

Direcionado aos povos de terreiro, artistas LGBTQIA+, capoeiras e manifestações culturais de matriz africana, os interessados em participar deverão preencher o seguinte formulário: https://bityli.com/FLwwE.

A Lei Aldir Blanc foi sancionada em junho pelo Governo Federal e prevê o repasse de recursos aos estados, Distrito Federal e municípios, para pagamento emergencial aos trabalhadores de cultura que tenham suas atividades paralisadas durante a pandemia da Covid-19.

Da Redação

Damares vai distribuir pelo Brasil guia sobre como fortalecer casamento

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Damares Alves, que comanda o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, está organizando junto com sua equipe de governo um guia considerado como inédito pela pasta para orientar os municípios a fortalecer os “vínculos conjugais e intergeracionais” das famílias. A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

A pasta não dá detalhes sobre qual linha adotará na orientação, mas técnicos e políticos disseram à coluna ver risco de que o governo produza algo baseado na ideologia do bolsonarismo em vez de pareceres de especialistas.

“Seria melhor que, em vez de vínculos intergeracionais, usassem vínculos de parentesco. Me parece uma expressão inadequada e excludente. A ideia é boa e bem intencionada. Espero que seja um programa que não discrimine e não exclua as novas representações sociais da família”, afirmou ao Painel Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família.

Em nota, o ministério defendeu o programa: “Muitos problemas sociais podem ser evitados com o devido protagonismo da família, desde o preconceito até a violência, passando pelos desequilíbrios afetivos que, em muitos casos, fundamentam o recurso a drogas e outros subterfúgios”.

BNews

Papo de Quinta: projeto de professores do Codefas, em Juazeiro, discute temas da atualidade junto aos alunos através de lives nas redes sociais

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(foto: arquivo)

Na crise, crie. As aulas estão suspensas há cerca de cinco meses em virtude da pandemia da covid-19. Mas os professores da área de Ciências Humanas e Sociais do Colégio Democrático Estadual Professora Florentina Alves dos Santos (Codefas) do bairro Piranga e de Carnaíba do Sertão, na zona rural de Juazeiro, no Norte da Bahia, encontraram uma maneira de se reaproximarem com alunos através da internet e das redes sociais.

Eles desenvolveram um projeto que nasceu também na necessidade que os professores sentiam de sair um pouco da perspectiva conteudista e apostar em atividades que fosse para além das aulas remotas, formas alternativas encontradas por muitas instituições para amenizar os prejuízos do ano letivo, e que prezassem no bem estar emocional, físico e psicológico dos envolvidos. Assim nasceu o “Papo de Quinta”, que como brinca Lucas Belfort, um dos integrantes do projeto, apesar do nome, é um projeto de primeira categoria.

“Aos poucos conseguimos estruturar esse projeto que funciona com lives semanais, todas as quintas-feiras, às 19h, onde cada professor do nosso grupo propõe um tema de cunho e relevância social, e convida um amigo que seja especialista no que foi proposto, para conversarem sobre o assunto, trazendo dados pertinentes, informações e conhecimento, porém de forma leve, sem cobranças e com total participação e interação com o público presente na live. Percebemos que os estudantes participam mais, gostam do debate, principalmente quando os temas são mais polêmicos e estão em pauta na grande mídia”, contou o professor de geografia.

Para alavancar ainda mais o número de visualizações, os participantes começaram a fazer sorteios, que acontecem sempre ao final de cada papo. “Dessa forma, percebemos também que vários estabelecimentos locais, principalmente do ramo alimentício, queriam atrelar sua imagem ao nosso projeto. Então juntamos o útil ao agradável: conseguimos transmitir conhecimento de forma simples, prática, e organizada, ao mesmo tempo em que trazemos parceiros para garantir a diversão e alegria daqueles que serão sorteados e premiados”, disse Lucas Belfort.

Os alunos também estão participando ativamente do projeto, produzido vídeos após as transmissões. Os estudantes são convidados filmar alguma cena ou situação, ou criar algum texto que remeta ao tema que foi apresentado na semana. Esse processo, segundo Lucas, é importante para garantir a fidelização dos alunos, como também por garantir que outras pessoas tenham acesso ao conteúdo mesmo após a live ter sido realizada, já que o conteúdo fica disponível na página no Instagram.

(foto: divulgação)

Programação

Nesta quinta-feira (6), a partir das 19h, o projeto vai discutir sobre “Gravidez na adolescência, Educação e questões de gênero”. O papo será mediado pela professora de História e Geografia, Gilvanete Oliveira, e terá como convidada a historiadora e professora doutora da Universidade de Pernambuco (UPE), Janaína Guimarães.

Também será realizado o sorteio especial em comemoração ao Dia dos Pais. Serão sorteados 10 prêmios.

As transmissões acontecem na página do projeto no Instagram (@papodequintacodefas).

Da Redação por Thiago Santos

Governo adia edital e muda critério para o Bolsa Atleta na pandemia

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(foto: arquivo)

O governo federal anunciou nesta quarta-feira que só lançará novo edital do Bolsa Atleta em janeiro. Após cortes no orçamento nos últimos anos e em meio ao cancelamento de diversos eventos esportivos em 2020, devido à pandemia de Covid-19, a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania aproveitou o contexto e unificou as edições de 2020 e 2021 do programa, que oferece auxílio mensal à preparação de milhares de esportistas.

A medida, que resultará em uma economia de despesas desejada pelo presidente Jair Bolsonaro, vem após sucessivos atrasos e reduções desde 2017, ainda na gestão de Michel Temer. Atualmente, o custo anual do Bolsa Atleta é de R$ 85 milhões. Em 2016, como comparação, era de R$ 140 milhões.

Na prática, esportistas que forem ao pódio tanto em 2019 quanto em 2020 deixam de receber o equivalente a um ano do suporte, pois a bonificação em todo o período estará vinculada a apenas um edital, válido por 12 meses, e não a dois (24 meses), como ocorreria em condições normais. Mas o prejuízo foi considerado “aceitável” pelo governo no contexto do novo coronavírus, já que a maior parte do calendário das modalidades ficou comprometida.

Sem competições, muitos atletas temiam a possibilidade de não receber o auxílio em 2021, uma vez que os resultados obtidos no ano anterior são usados como critério para determinar quem será apoiado. Com a “solução” encontrada pelo governo, o dinheiro não deixará de entrar. A definição de quem será elegível irá considerar os resultados mais recentes entre 2019 e 2020.

Deste modo, se uma confederação realizou um campeonato em 2019, mas cancelou a realização em 2020, os atletas que medalharam na competição do ano passado poderão aderir ao programa. Já em caso de eventos realizados em 2020, valerão os seus resultados, pois serão os mais atuais.

Em uma ação que teve o apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o governo buscou disponibilizar recursos ainda no ciclo olímpico e paralímpico atual, de modo que os atletas tenham condições de se preparar para os Jogos de Tóquio.

Quem já foi aprovado no edital de outubro de 2019 continuará recebendo a bolsa até fevereiro de 2021. Como o próximo edital será lançado em janeiro, a previsão é de que o dinheiro comece a cair em abril, após a análise das documentações, e termine em março de 2022, quando deverá estar prevista uma nova chamada.

– A pandemia interrompeu o calendário de treinamentos e de competições esportivas no Brasil e no mundo ao longo deste ano. Os atletas que foram obrigados a reduzir e adaptar treinos, para proteger a própria saúde, não podem ser prejudicados. Por isso, vamos garantir a manutenção do apoio do Bolsa Atleta – explicou o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marcelo Magalhães.

Entre os atletas, houve críticas por parte de quem esperava maior mobilização em torno dos interesses do setor, mas também elogios de quem temia perder o benefício nos meses decisivos da preparação para os Jogos de Tóquio.

– Era uma grande apreensão dos atletas com quem converso, porque muitos dependem ou usam o Bolsa Atleta como complementação para se manterem não só em treinamento, mas com suas despesas diárias. Agora, ficarão mais tranquilos e poderão se dedicar cada vez mais aos Jogos Olímpicos e às competições. Foi algo muito acertado e vai trazer confiança adicional para os atletas – afirmou o carateca Douglas Brose, que tem no currículo dois ouros, uma prata e um bronze em Campeonatos Mundiais.

O Diário Oficial trouxe no mesmo dia a publicação de uma lista complementar com 109 novos atletas contemplados no edital de outubro de 2019. O número atual de beneficiados pelo Bolsa Atleta passou de 6.248 para 6.357. As 109 inclusões se referem a casos de esportistas que entraram com recurso ou que necessitaram de atualização ou complemento de documentação.

Instituído em 2005, o Bolsa Atleta é formado por cinco categorias: Base e Estudantil (R$ 370,00), Nacional (R$ 925,00), Internacional (1.850 reais), Olímpico e Paralímpico (R$ 3.100,00) e Pódio (entre R$ 5 e R$ 15 mil reais).

Terra

Remanso, Campo Alegre de Lourdes e Canudos apresentam as maiores taxas de letalidade pela covid-19 na região

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Entre os municípios que integram a microrregião de Juazeiro, no Norte da Bahia, Remanso, Campo Alegre de Lourdes e Canudos apresentam as maiores taxas de letalidade pela covid-19. A cidade de Juazeiro, apesar de obter o maior número de mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus, apresenta a quarta menor taxa.

A porcentagem de letalidade é calculada com base na análise do total de casos confirmados e a quantidade de mortes. Os cruzamentos dos números foram feitos pelo Núcleo Regional de Saúde-Norte, antiga 15ª Dires, com base nas informações diárias recolhidas das Secretarias Municipais de Saúde.

Na tabela divulgada pelo Núcleo Regional, são considerados os número de dez cidades: Campo Alegre de Lourdes, Canudos, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé, Sobradinho e Uauá. Entre essas cidades, Remanso se destaca com a maior taxa, de 6,17%, seguido de Campo Alegre de Lourdes e Canudos com 3,70% e 3,49%, respectivamente.

Pilão Arcado, Curaçá e Sento Sé apresentam as menores taxas, com, respectivamente, 0%, 1,05% e 2,04%. Juazeiro, que apesar de somar o maior número de óbitos pela doença – 65 – aparece com a quarta menor taxa de letalidade – 2,24% [veja a tabela na íntegra abaixo].

Os números consideram os dados das Secretarias Municipais de Saúde até esta quarta-feira (5).

Da Redação

Número de óbitos por Covid-19 vem caindo na Bahia, diz Secretaria de Saúde

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O quantitativo de óbitos de pacientes com diagnóstico positivo para a covid-19) vem caindo na Bahia. Esta é a análise da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ao observar a data de ocorrência, ou seja, o dia em que efetivamente houve o falecimento, ao invés do dia em que ocorreu a notificação para os sistemas oficiais.

De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a discrepância entre a data de ocorrência e a notificação é fruto de diversas situações. “A existência de registros tardios ou acúmulo de casos deve-se à sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus”, explica Vilas-Boas.

Outro aspecto é a taxa de letalidade, cujo índice é calculado tendo como base o número de óbitos em comparação com a quantidade de casos confirmados de infecção pela covid-19. A Bahia possui uma das menores taxas de letalidade do Brasil, ocupando a 22ª colocação dentre todos os estados do país, abaixo até da média nacional, segundo a Sesab. Também é o menor indicador dentre os estados nordestinos.

Por sua vez, o número total de leitos de UTI Covid ocupados em toda a Bahia vem reduzindo progressivamente. Os dados completos estão disponíveis nos boletins epidemiológicos, em saude.ba.gov.br/coronavirus. Os interessados também podem fazer o download da base de dados completa no link bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Da Redação

Mortes violentas têm redução de 7,8% em julho na Bahia, diz Secretaria de Segurança Pública

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(foto: divulgação/SSP-BA)

Os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), que reúnem homicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte, apresentaram redução de 7,8% no mês de julho, na Bahia, comparando com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), divulgados nesta quara-feira (5).

Segundo o órgão, a Região Metropolitana de Salvador (RMS) foi destaque com queda de 30,6%. No interior, as mortes recuaram 5% e, em Salvador, foi registrado um aumento de 1,3%. Em números absolutos, no sétimo mês de 2020 aconteceram 365 mortes, enquanto no mesmo período do ano passado a polícia computou 396 óbitos.

Salvador fechou com uma morte a mais do que no ano passado (76 contra 75). Finalizando, nos 403 municípios do interior do estado aconteceram 246 mortes violentas, em 2020, contra 259, no mês de julho de 2019.

“Continuamos combatendo o tráfico de drogas, crime relacionado à 80% das mortes. Importante, além das ações policiais, discutirmos a questão do consumo. Quem usa droga financia as armas usadas pelos traficantes contra seus rivais e usuários com dívidas”, alertou o comandante de Operações da PM, coronel Humberto Sturaro.

Da Redação

Funcionário morre após sofrer acidente de trabalho em obra de construção do viaduto da Av. Sete de Setembro em Petrolina

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(foto: divulgação/PMP)

Um funcionário da empresa prestadora de serviços responsável pela obra de construção do viaduto da Avenida Sete de Setembro, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, morreu nesta quarta-feira (5) após sofrer um acidente de trabalho. As informações são do G1 Petrolina.

A causa do acidente sofrido pela vítima, que tinha 31 anos, não foi divulgada. Em nota publicada pelo veículo, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) disse apenas “que realiza permanentemente fiscalização nos canteiros de obras realizadas nas rodovias federais sob sua jurisdição, cujas regras de segurança devem sempre ser observadas” e que !eventuais falhas ocorridas no caso em questão serão objeto de apuração interna por esta autarquia, com a adoção das medidas cabíveis, caso identificadas”.

O DNIT se solidarizou com os familiares e disse ainda que “se resguarda ao direito de não repassar informações pessoais do falecido, em respeito à família enlutada”. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina.

A Polícia Civil instaurou um inquérito policial e vai investigar o caso.

Da Redação

Deputado Roberto Carlos e PDT de Remanso declaram apoio à reeleição do prefeito Zé Filho

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(foto: divulgação)

Na tarde desta quarta-feira (5), o deputado estadual Roberto Carlos (PDT) esteve na cidade de Remanso, no Norte da Bahia, para tratar de assuntos relacionados às eleições 2020. Após uma reunião com o presidente municipal do partido, Gabriel Braga, a comitiva se dirigiu para a residência do prefeito Zé Filho e lá, após uma longa conversa, declarou apoio à sua reeleição.

“O prefeito Zé Filho é um homem íntegro e comprometido com o povo de Remanso. Por onde passei, vi obras acontecendo e a população elogiando. Esse é o reflexo do excelente trabalho que vem sendo realizado pelo prefeito, por isso decidimos apoiá-lo”, disse Roberto Carlos.

“O apoio a reeleição do prefeito Zé Filho é um passo importante para o desenvolvimento de nossa cidade. Nunca na história de Remanso vimos tantas obras importantes acontecendo ao mesmo tempo. Agora, com o apoio do Deputado Roberto Carlos, Remanso vai crescer ainda mais”, mencionou o presidente do PDT de Remanso, Gabriel Braga.

O pleito de 2020 acontece dia 15 de  novembro  e um provável segundo turno dia 29 do mesmo mês, devido ao adiamento das eleições por causa da pandemia do coronavírus.

Da Redação