Preto no Branco

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Globo demite diretor-geral após vazamento de conversas com Vorcaro

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O Grupo Globo anunciou nesta quinta-feira (15) a demissão de Frederic Kachar, diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, após ter acesso a conversas privadas mantidas pelo executivo com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Em comunicado, a empresa afirmou que o conteúdo dos diálogos revela uma relação inadequada com um anunciante.

As mensagens, trocadas entre outubro de 2023 e julho de 2025, foram obtidas pela Polícia Federal e mostram a proximidade entre o banqueiro e Kachar, incluindo conversas sobre festas privadas, comentários sobre celebridades e discussões a respeito da cobertura jornalística do caso Master.

A divulgação dos diálogos ocorreu na quarta-feira (14), quando vieram a público mensagens em que o então executivo conversava com Vorcaro sobre festas frequentadas por personalidades conhecidas. Em um dos trechos, Kachar fez comentários sobre atrizes presentes no Baile da Vogue.

Em outra conversa, o ex-banqueiro convidou o dirigente para uma festa privada com restrições ao uso de celulares.

A divulgação dos diálogos ocorreu na quarta-feira (14), quando vieram a público mensagens em que o então executivo conversava com Vorcaro sobre festas frequentadas por personalidades conhecidas. Em um dos trechos, Kachar fez comentários sobre atrizes presentes no Baile da Vogue.

Em outra conversa, o ex-banqueiro convidou o dirigente para uma festa privada com restrições ao uso de celulares.

Cobertura jornalística

Os diálogos também revelaram trocas de mensagens sobre o trabalho de jornalistas da Globo. Em uma das conversas, Vorcaro reclamou de uma reportagem publicada pela colunista Malu Gaspar, em abril de 2025, sobre gestores do Banco Master que respondiam a processos relacionados a operações financeiras.

Na ocasião, o ex-banqueiro criticou o conteúdo da publicação, e Kachar respondeu que “tentaria conversar” com a jornalista.

Vorcaro: “Isso é sacanagem demais Fred, numa boa. Diminui muito o jornalismo da Globo”, declarou Vorcaro.

Karcher: “Oi Tava tentando falar com a Malu, mas antes saíram duas colunas Ela entrou na CBN”, acrescentou Federic. “Eu te entendo, mas é uma questão subjetiva. Esse eh o estilo dela com todo mundo, não somente com vc. Eu acho cansativo e desnecessário”, relatou o executivo da Globo.

Vorcaro :”Ficamos impotentes com essa chuva de ataques assim”. Mas Kachar garantiu que tomaria as providências. “Vou falar com ela”, relatou. “Entendo que bater gera mais cliques mas podia intercalar. Até hoje ela só me atacou. Fica até feio pra ela. Me pinta como se eu fosse um membro do pcc ou de alguma organização criminosa e esquece toda e qualquer coisa que fizemos de bom”.

Resposta da Globo

No comunicado, o grupo reconheceu os 29 anos de atuação de Kachar no desenvolvimento dos negócios de mídia da empresa. O executivo ocupava a direção-geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio.

A companhia informou que o nome do substituto à frente das operações será anunciado posteriormente.

A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação. O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo.
A empresa reconhece os 29 anos de dedicação de Kachar ao desenvolvimento de seus negócios de mídia e informa que o nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será divulgado em breve”.

 

BNwes

SecultBA abre consulta pública para receber contribuições ao Ciclo 3 da PNAB na Bahia

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A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) abriu, nesta quinta-feira (15), a Consulta Pública da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) – Ciclo 3. A iniciativa tem como objetivo reunir contribuições da sociedade para subsidiar o planejamento, a implementação e o aperfeiçoamento das ações da política no estado, fortalecendo a participação social e a transparência na gestão cultural.
Disponível até o dia 30 de outubro, no site www.bahiapnab.com.br, a consulta é direcionada a agentes culturais, representantes de coletivos e organizações culturais, gestores públicos e demais interessados nas políticas culturais da Bahia.
O formulário contempla questões sobre o perfil dos participantes, sua atuação no campo cultural e sua experiência com as ações desenvolvidas no estado durante os dois primeiros ciclos da PNAB. Um dos eixos da consulta é justamente a avaliação da execução dos Ciclos 1 e 2, com perguntas sobre o nível de satisfação dos participantes e sua relação com ações como editais de fomento, atividades de formação e qualificação, acesso a bens culturais e fruição de equipamentos culturais requalificados.
A consulta também busca colher sugestões sobre o lançamento dos próximos editais e sobre estratégias para democratizar o acesso aos recursos públicos. Entre as questões apresentadas está a discussão sobre alternativas para ampliar as oportunidades de participação de agentes culturais ainda não contemplados, considerando diferentes possibilidades de distribuição dos apoios.
Outro eixo aborda as propostas e prioridades para o Ciclo 3. Entre os temas apresentados estão o fomento às linguagens artísticas, às culturas populares e identitárias, o desenvolvimento da economia criativa, a formação e profissionalização de agentes culturais, a ocupação de espaços culturais públicos, a realização de feiras e festivais, a manutenção de iniciativas culturais continuadas e a preservação do patrimônio.
O formulário contempla, ainda, diferentes modalidades de investimento, como apoio à execução de projetos, premiações culturais, iniciativas continuadas, equipamentos e infraestrutura cultural, formação de agentes e gestores, pesquisa e mapeamento da cultura. Os participantes também poderão registrar sugestões abertas para o próximo ciclo da política.
A participação social é uma etapa importante para identificar demandas, conhecer experiências e reunir subsídios que contribuam para o aprimoramento das estratégias de implementação da PNAB na Bahia. A consulta busca aproximar o planejamento da política pública das necessidades e perspectivas dos agentes culturais e dos diferentes segmentos do setor.
Como participar – A Consulta Pública PNAB Bahia – Ciclo 3 ficará disponível de 15 a 30 de outubro de 2026. Para participar, basta acessar www.bahiapnab.com.br e preencher o formulário.
Secom

Lula estará em Juazeiro na próxima semana, confirma fonte da campanha petista ao Portal Preto no Branco

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Na reta final da campanha, Juazeiro e o Vale do São Francisco vão receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato a reeleição à Presidência da República.

Segundo apuração do Portal Preto No Branco, junto a uma fonte ligada a campanha do presidente Lula na Bahia, o petista estará em Juazeiro na próxima semana.

A visita de Lula foi incluída na agenda do presidente, mas a data ainda está sendo definida. Os dias 20 e 21 de outubro, segunda e terça-feira, são as prováveis datas.

O Portal Preto no Branco acompanha a definição da data e divulgará novas informações assim que confirmadas.

Redação PNB

Dia do Professor: ensinar é um ato de coragem, formar cidadãos e cidadãs é um compromisso com o futuro

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“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho” (Paulo Freire, A educação na cidade)

15 de Outubro, Dia do Professor, uma das profissões mais importantes para qualquer sociedade que pretenda ser livre, justa e verdadeiramente democrática.

Ser professor nunca foi, e nunca será, apenas transmitir conteúdos, explicar fórmulas matemáticas, ensinar regras gramaticais, apresentar fatos históricos ou preparar estudantes para uma prova. Tudo isso é importante, evidentemente. Mas a missão de um educador vai muito além daquilo que está escrito nos livros e nos programas escolares.

Educar é formar pessoas. É ajudar a construir cidadãos e cidadãs capazes de compreender a realidade em que vivem, de reconhecer as desigualdades que afetam a sociedade, de entender como os direitos foram conquistados e de perceber que nenhum direito caiu do céu. Houve luta, organização, mobilização e muita gente que pagou um preço alto para que hoje tivéssemos acesso à educação, à saúde, ao voto, à liberdade de expressão e a tantos outros direitos fundamentais.

Educar é ensinar que a história não é feita apenas por reis, presidentes, marechais, generais e homens poderosos. A história também é feita por trabalhadores, mulheres, negros, indígenas, estudantes, camponeses e por tantas pessoas comuns que, juntas, transformaram e continuam transformando o mundo.

E é por isso que a educação incomoda quando cumpre verdadeiramente o seu papel. Porque uma pessoa que aprende a pensar por conta própria se torna menos vulnerável à manipulação. Uma pessoa que conhece seus direitos tem mais condições de lutar por eles. Uma pessoa que compreende as relações de poder pode começar a questionar por que alguns têm tanto enquanto tantos outros precisam lutar diariamente pelo mínimo necessário para viver com dignidade.

Paulo Freire, um dos maiores educadores brasileiros, compreendeu profundamente essa dimensão da educação. Para ele, ensinar não era depositar informações na cabeça dos estudantes, como se fossem frascos vazios. Era construir conhecimento, despertar a curiosidade, estimular a reflexão e ajudar as pessoas a lerem criticamente a realidade.

Freire nos ensinou que aprender a ler o mundo é tão importante quanto aprender a ler as palavras. E essa é uma das grandes tarefas do professor: ajudar o estudante a perceber que, por trás de cada palavra, de cada produto, de cada notícia e de cada acontecimento, existem histórias, relações humanas, interesses, direitos e responsabilidades.

Não basta, portanto, saber ler a palavra. É preciso compreender a realidade que ela representa.

Nos últimos anos, assistimos a tantas tentativas de desqualificar, intimidar e demonizar os professores.

Transformaram educadores em suspeitos. Acusaram professores de doutrinação simplesmente porque discutiam política, desigualdade social, questões de gênero, racismo, direitos humanos, democracia e cidadania. Como se fosse possível ensinar história sem falar de conflitos, ensinar sociologia sem discutir a sociedade ou ensinar cidadania sem falar de direitos e deveres.

Criou-se, em determinados setores, a ideia de que o professor deveria entrar na sala de aula, despejar informações, exigir silêncio e sair sem provocar nenhuma reflexão. Um profissional autorizado apenas a ensinar fórmulas, mas não a estimular perguntas. Autorizado apenas a transmitir conteúdos, mas não a ajudar os estudantes a compreenderem criticamente o mundo.

A quem interessa uma educação que não questiona? A quem interessa uma juventude que conhece as respostas de uma prova, mas não sabe reconhecer uma injustiça? A quem interessa uma população que sabe repetir palavras, mas não compreende os mecanismos que produzem a pobreza, a exploração e a desigualdade?

Se chamam de doutrinação o esforço para formar cidadãos conscientes, que conheçam seus direitos, respeitem as diferenças, compreendam a democracia e não aceitem a injustiça como se ela fosse natural, precisamos discutir o que realmente significa educar.

Um bom professor precisa oferecer conhecimento, apresentar diferentes perspectivas, estimular o pensamento crítico para que cada estudante desenvolva sua capacidade de julgar, argumentar e escolher.

E, neste Dia do Professor, precisamos falar também de valorização.

Não existe discurso bonito sobre o futuro sem compromisso concreto com quem educa as novas gerações. Não basta homenagear professores com flores, mensagens nas redes sociais e palavras emocionadas uma vez por ano. É preciso garantir salários dignos, formação continuada, condições adequadas de trabalho, escolas estruturadas, segurança, respeito profissional e tempo para preparar aulas.

É preciso compreender o desgaste de quem enfrenta salas lotadas, jornadas exaustivas, falta de recursos e, muitas vezes, a incompreensão das próprias famílias e da sociedade.

O professor não pode ser responsabilizado sozinho por todos os problemas da educação. A escola precisa de investimento, políticas públicas, estrutura e participação das famílias. E o educador precisa ser tratado como profissional essencial, não como alguém que deve fazer milagres apesar do abandono.

Porque é muito fácil cobrar resultados de um professor sem perguntar quais condições foram oferecidas para que ele pudesse trabalhar.

É muito fácil exigir que ele transforme vidas enquanto se nega a reconhecer o valor do seu trabalho.

Estudantes, respeitem seus professores!

Respeitar não significa concordar com tudo o que eles dizem, nem abandonar o direito de fazer perguntas. Pelo contrário. Perguntar, argumentar e até discordar com respeito também são formas de aprender.

Aproveitem os conhecimentos que eles compartilham. Valorizem o tempo, a dedicação e o esforço de quem prepara uma aula, pesquisa, estuda e tenta encontrar maneiras de fazer vocês compreenderem aquilo que ainda parece difícil.

Certamente hoje vocês não consigam perceber a dimensão de tudo o que estão aprendendo. Algumas aulas podem parecer distantes da vida real, mas, lá na frente, tudo apreendido poderá fazer sentido.

Um professor pode ensinar uma palavra. Pode apresentar uma ideia. Pode despertar uma dúvida. E, às vezes, uma única dúvida é capaz de mudar o rumo de uma vida.

Não desperdicem essa oportunidade.

Aos professores, deixo o reconhecimento de quem compreende que ensinar é muito mais do que cumprir uma carga horária. É exercer uma responsabilidade social imensa, mesmo quando o reconhecimento não chega na mesma proporção do esforço.

Vocês ajudam a formar médicos, agricultores, jornalistas, cientistas, artistas, trabalhadores, lideranças comunitárias e também os cidadãos que vão decidir os rumos da nossa democracia.

Mas, acima de tudo, vocês ajudam a formar seres humanos capazes de conviver com as diferenças, de reconhecer a dignidade do outro e de compreender que a vida em sociedade exige compromisso coletivo.

Por isso, neste Dia do Professor, não quero apenas desejar parabéns. Quero defender respeito, a valorização. Quero defender uma educação pública de qualidade. Quero defender a liberdade de ensinar e de aprender. E quero defender o direito de cada estudante a receber uma educação que não o condene a aceitar o mundo exatamente como ele é, mas que lhe ofereça instrumentos para compreender o mundo e participar da sua transformação.

Porque educar também é mostrar que a realidade não é imutável. Que a pobreza não é destino. Que a desigualdade não é uma lei da natureza. Que o preconceito não é uma opinião inocente. E que os direitos que temos hoje precisam ser conhecidos, protegidos e ampliados pelas próximas gerações.

Uma sociedade que desvaloriza seus professores enfraquece o próprio futuro. Uma sociedade que intimida seus educadores corre o risco de transformar a ignorância em instrumento de poder. E uma sociedade que impede seus jovens de pensar livremente abre mão de uma das suas maiores possibilidades de transformação.

Que nunca faltem professores dispostos a ensinar, estudantes dispostos a aprender e governos dispostos a reconhecer que a educação não é uma despesa a ser suportada, mas um investimento indispensável na construção de um país mais justo.

Que a escola seja um lugar onde se aprende a ler as palavras, mas também a interpretar o mundo. Onde se aprende matemática, português, ciências e história, mas também a exercer a solidariedade, a liberdade, a responsabilidade e a cidadania.

E que nenhum professor precise sentir medo de cumprir sua missão.

Porque ensinar não é apenas preparar alguém para conseguir um emprego ou passar em uma prova. É também ajudar a preparar alguém para viver com dignidade, reconhecer injustiças, defender direitos e assumir a responsabilidade de construir um mundo melhor.

Feliz Dia do Professor!

Por Sibelle Fonseca

Espetáculo “Chico e Flor” vira livro e será lançado nesta sexta-feira (16)

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Uma história premiada, dois personagens inspiradores e páginas que se convertem em passaporte para o mundo da imaginação, enquanto celebram as práticas culturais do Vale do São Francisco. É isso que o leitor vai encontrar em “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo”, do dramaturgo Antonio Veronaldo. O livro, voltado para o público infantojuvenil, será lançado nesta sexta-feira (16), às 19h, na Biblioteca do Sesc Petrolina. A entrada é gratuita.

Publicada pela editora IMEPH, a obra conta a história do barqueiro Chico e da sua amiga Flor. A bordo do Invencionáltico, eles se preparam para enfrentar lendas e monstros do Rio São Francisco em uma missão para reencontrar os pais de Chico. “É um livro que traz o nosso imaginário do rio e da região. Isso é muito importante para que as histórias, lendas e mitos que banham as cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) fiquem registrados. É a nossa pequena parcela de contribuição na permanência da nossa história”, conta Antonio Veronaldo.

O livro nasceu do premiado espetáculo da Cia Biruta, no palco há mais de 10 anos, e das investigações do grupo sobre as práticas da cultura popular ribeirinha. A pesquisa virou peça, filme e, agora, literatura. “Estamos muito felizes porque Chico e Flor nasce primeiro como uma pesquisa sobre o nosso território e, hoje, se materializa em um texto dramático, com estrutura de paradidático para a infância. Nosso desejo é que todas as crianças da beira do rio tenham contato com ‘Chico e Flor e os Monstros da Ilha do Fogo’”, frisa o autor.

Em setembro, o livro foi lançado na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e foi um dos destaques da editora IMEPH no evento. Agora, ele chega a Petrolina para festejar com os companheiros ribeirinhos, à beira do Velho Chico.

Ascom

Professor Gilmar defende a democracia e relembra investimento de mais de R$ 12 milhões do Governo Lula no Hospital Dom Tomás, em Petrolina

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O vereador Professor Gilmar Santos (PT) defendeu a importância da democracia e da presença do poder público na garantia do direito à saúde, durante entrevista concedida à jornalista Sibelle Fonseca, na Rádio Tropical Sat, em Petrolina. Ao comentar a ação solidária “Abrace um Denguinho”, voltada ao apoio de crianças em tratamento contra o câncer, o parlamentar reconheceu a importância da iniciativa, mas ressaltou que a solidariedade individual não substitui a responsabilidade do Estado na promoção de políticas públicas.

Durante a entrevista, Gilmar destacou o trabalho desenvolvido pelo Hospital Dom Tomás, referência no atendimento oncológico no Vale do São Francisco, e relembrou o investimento de mais de R$ 12 milhões do Governo Lula para a implantação do serviço de radioterapia da unidade.

O parlamentar ressaltou a importância da estrutura para pacientes que, anteriormente, precisavam se deslocar para centros como Recife e Salvador em busca de tratamento especializado. Para Gilmar, esse tipo de investimento demonstra a necessidade de fortalecer os serviços públicos e assegurar que os direitos fundamentais cheguem efetivamente à população.

“A gente sabe que o gesto individual da solidariedade, a doação, é muito importante, mas ele não basta. É preciso a presença do Estado. O Governo Lula tem ajudado.”, afirmou o vereador.

Ao abordar a atuação do presidente Lula, o vereador destacou o compromisso do Governo Federal com a ampliação do acesso aos serviços públicos e com a garantia de direitos sociais.

Outro ponto abordado pelo parlamentar foi a importância de preservar a liberdade de manifestação política em espaços de participação coletiva. Gilmar lamentou que uma iniciativa solidária, cuja finalidade é mobilizar a sociedade em torno de uma causa tão importante, tenha sido acompanhada, segundo seu relato, de tentativas de restringir manifestações de posicionamento político.

O vereador ressaltou que reconhece e parabeniza a realização do “Abrace um Denguinho”, mas considera necessário assegurar que iniciativas dessa natureza também respeitem os princípios democráticos: “A solidariedade não pode atropelar a democracia. Elas devem caminhar juntas”, declarou.

Para Professor Gilmar, o compromisso com a vida, a saúde e a dignidade humana deve estar associado tanto às iniciativas de solidariedade da sociedade civil quanto à defesa dos serviços públicos e do direito à participação democrática.

Ascom

VIII edição da Feira de Empreendedorismo Solidário acontece no dia 31, na Escola Ana Nery, em Juazeiro

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Petrolina vai respirar empreendedorismo e solidariedade no próximo dia 31 de outubro. A Escola Ana Nery, localizada na Cohab 6, realiza a VIII edição da Feira de Empreendedorismo Solidário, das 9h às 15h, com a participação de coordenadores, professores, estudantes e famílias.

Muito além de uma feira, o projeto é uma aula prática. Durante todo o ano, os alunos trabalharam conceitos de matemática financeira – como precificação, lucro, custo, fluxo de caixa e planejamento – aplicados ao empreendedorismo com propósito.

Na culminância, os estudantes colocam a mão na massa e assumem todas as etapas: da produção à comercialização dos produtos criados por eles.

Um dos destaques desta edição é a equipe Lá Doçura, formada pelos professores Cíntia Pereira e Lucas Mendes, junto com as turmas dos 9º Anos e 7º Ano A. O grupo irá comercializar cuscuz, café gourmet e produtos artesanais de confeitaria, resgatando sabores nordestinos com um toque de sofisticação.

E o maior ensinamento vem no final: todo o recurso financeiro (lucro) arrecadado na feira será revertido em mantimentos e produtos de higiene para duas instituições que realizam um trabalho essencial em Petrolina: Projeto Vincular e a Casa de Repouso Vida Longa.

“A Feira mostra para o nosso aluno que empreender não é só sobre vender, é sobre planejar, calcular, trabalhar em equipe e, principalmente, sobre olhar para o outro. É a matemática financeira a serviço da empatia”, destaca a coordenação da escola.

A comunidade está convidada a prestigiar, comprar e fazer parte dessa corrente solidária.

Serviço:

O quê: VIII Feira de Empreendedorismo Solidário – Escola Ana Nery
Quando: 31 de outubro de 2026 (sexta-feira), das 9h às 15h
Onde: Escola Ana Nery – Cohab 6, Petrolina-PE
Atração: Equipe Lá Doçura (9º Anos e 7º Ano A) com cuscuz, café gourmet e confeitaria artesanal
Propósito: Toda a renda será convertida em doações para o Projeto Vincular e Casa de Repouso Vida Longa

Ascom

Governo da Bahia incentiva participação feminina no esporte desde a infância

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O Governo da Bahia desenvolve projetos de iniciação esportiva que incentivam a participação de meninas em diferentes modalidades, promovendo a inclusão social, a formação de atletas e o desenvolvimento pessoal. Por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), as iniciativas contemplam modalidades como artes marciais, canoagem, ciclismo BMX, esportes aquáticos e ginástica artística e rítmica.

O incentivo ao esporte feminino ganha ainda mais destaque com a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, que terá Salvador entre as cidades-sede. A capital baiana receberá sete partidas na Arena Fonte Nova, entre os dias 25 de junho e 12 de julho. O Governo do Estado participa da preparação para o Mundial, que representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade do futebol feminino e estimular o interesse de meninas pela prática esportiva.

“O Governo do Estado segue incentivando a participação feminina nos esportes, inclusive na iniciação, para que as meninas utilizem essa importante ferramenta social e de empoderamento. Por isso, criamos um Núcleo de Mais Mulheres no Esporte como política pública de estado no incentivo não só na formação de atletas, mas cidadãs empoderadas na sociedade”, destacou o diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto.

Oportunidades para meninas

Em Salvador, o Centro de Boxe e Artes Marciais Waldemar Santana, localizado no Largo de Roma, oferece atividades para crianças a partir dos seis anos, incluindo meninas, por meio do projeto Núcleos de Esportes de Lutas e Combate (Nelc). O projeto contempla modalidades como boxe, hapkido, jiu-jítsu, judô, karatê, kickboxing, kung fu, muay thai e taekwondo.

No interior do estado, o programa Remando em Águas Baianas oferece aulas de canoagem para meninas de 7 a 17 anos, em núcleos distribuídos por municípios baianos. Desenvolvido em parceria com a Federação Baiana de Canoagem (Febac), o projeto contribui para a formação de novos talentos em uma modalidade que já revelou atletas de destaque nacional e internacional.

As iniciativas integram a política estadual de incentivo ao esporte, ampliando o acesso de meninas à prática esportiva e criando oportunidades que vão da formação cidadã ao esporte de rendimento.

Saiba como participar

Artes marciais – Salvador
O Centro de Boxe e Artes Marciais Waldemar Santana, no Largo de Roma, recebe inscrições presenciais para meninas a partir dos seis anos, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. São oferecidas nove modalidades: boxe, hapkido, jiu-jitsu, judô, karatê, kickboxing, kung fu, taekwondo e wrestling.

Canoagem – Interior da Bahia
O programa Remando em Águas Baianas atende meninas de 7 a 17 anos, com inscrições presenciais nos núcleos de Camamu, Itacaré, Itajuípe, Maraú, São Félix, Ubaitaba, Ubatã e Una, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Documentação:  RG, CPF, comprovante de residência e documentos do responsável para menores de idade. Para as artes marciais, também são exigidos comprovante de matrícula escolar, duas fotos 3×4 e atestado médico atualizado.

Secom/Governo da Bahia

Campanha de Lula vai ao TSE após IA da Meta restringir buscas

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A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou nesta quarta-feira (14) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após constatar restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp).Além das restrições relacionadas às postagens, a campanha também citou que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada.

Na petição enviada ao TSE, os advogados da campanha afirmaram que o algoritmo da Meta está “enviesado” e pratica “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio.

“A Meta AI, motor de inteligência artificial que integra todas as plataformas geridas pela Meta – Instagram, Whatsapp e Facebook – é, por si, enviesado e busca, a todo custo, entregar ao usuário um resultado favorável a Flávio Bolsonaro, ainda que o mesmo usuário insista em Lula”, afirmaram os advogados.

Trump

A campanha também afirmou que Meta é alinhada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exerce “pressões” sob o eleitor brasileiro.

“Enquanto restringe, sem explicação, a entrega do conteúdo do representante e do seu campo político, em território nacional, quadro que revela, na conduta da empresa estrangeira alinhada ao governo Trump, a materialização, no interior do pleito, do vetor de pressão externa sobre o eleitorado”, afirmou a campanha.

A suposta seletividade da Meta já está judicializada no TSE desde a semana passada. Conforme representação enviada ao tribunal, o PT disse que há pelo menos 255 perfis falsos contra a campanha de Lula.

O caso é avaliado pelo ministro Marco Aurélio Belizze.

Outro lado

Em nota, a Meta informou que proibiu a recomendação ou geração de imagens de candidatos.

“Em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”.

Agência Brasil