Preto no Branco

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Funcionamento da UPAE e da UPA 24h de Petrolina no feriado de Nossa Senhora Aparecida

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 A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAE) de Petrolina informa que não haverá atendimento na unidade na segunda-feira (12), em razão do feriado de Nossa Senhora Aparecida. Os atendimentos serão retomados normalmente na terça-feira (13).
 Já a UPA 24h de Petrolina funcionará normalmente durante todo o feriado, com atendimento de urgência e emergência médica e odontológica.
 A orientação é que os usuários fiquem atentos ao funcionamento da unidade durante o período.
Ascom/UPAE E UPA 24h de Petrolina 

Justiça derruba liminar que permitia funcionamento de site de apostas no Brasil

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Foi suspensa a liminar que autorizava a plataforma Stake Brazil a continuar operando no Brasil até 25 de outubro de 2026. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu, na sexta-feira (9), a decisão tomada após um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que contestou a autorização concedida pela Justiça Federal de São Paulo.

A decisão permitia que a empresa mantivesse suas atividades temporariamente, mesmo após a Medida Provisória (MP) nº 1.394/2026, que proibiu a exploração de apostas de quota fixa em todo o território brasileiro.

O presidente do TRF-3, desembargador federal Johonsom Di Salvo, acolheu os argumentos do governo federal e entendeu que a manutenção da autorização para apenas uma empresa poderia comprometer a aplicação das regras.

Tribunal aponta risco de desigualdade regulatória

O desembargador acatou o pedido da AGU e considerou que permitir o funcionamento de uma única plataforma, enquanto as demais estavam sujeitas às restrições, criaria uma situação desigual.

Segundo o magistrado, a manutenção da liminar também poderia estimular outras empresas a recorrerem à Justiça para obter autorizações iguais, dificultando a execução da política pública.

A suspensão permanecerá válida até o trânsito em julgado da ação original ou até que haja uma nova decisão da Presidência do tribunal.

Empresa alegou investimentos de R$ 128 milhões

A Stake Brazil havia conseguido uma decisão favorável da 9ª Vara Cível Federal de São Paulo. Em suas alegações, a empresa argumentou que possuía autorização administrativa para operar até 31 de dezembro de 2029.

A plataforma afirmou ter pago R$ 30 milhões pela outorga federal , e investimento que poderiam chegar  aproximadamente R$ 128,2 milhões.

A suspensão permanecerá válida até o trânsito em julgado da ação original ou até que haja uma nova decisão da Presidência do tribunal.

Empresa alegou investimentos de R$ 128 milhões

A Stake Brazil havia conseguido uma decisão favorável da 9ª Vara Cível Federal de São Paulo. Em suas alegações, a empresa argumentou que possuía autorização administrativa para operar até 31 de dezembro de 2029.

A plataforma afirmou ter pago R$ 30 milhões pela outorga federal , e investimento que poderiam chegar  aproximadamente R$ 128,2 milhões.

BNews

Conexão Nordeste apresenta shows com Laiz de Oya e + Ori Meji, neste sábado(10), em Petrolina

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Segue, em Petrolina, a programação do Conexão Nordeste, evento que reúne música e diversidade cultural. Durante três dias, o projeto, em celebração ao Dia do Nordestino, promeveu encontros musicais entre artistas de Pernambuco, Piauí e Bahia, gratuiamente,  no espaço O Casarão.

Neste sábado (10), o Conexão Pernambuco-Bahia promove shows com Laiz de Oya (Recife) e + Ori Meji (Salvador).

Conexão Nordeste – Cultura sem Fronteiras

O Conexão Nordeste – Cultura sem Fronteiras promove encontro entre diferentes sotaques, sonoridades e expressões culturais, em celebração ao Dia do Nordestino, comemorado em 8 de outubro.

A programação começou na quinta-feira (8), com a Conexão Pernambuco, reunindo Fernanda Luz, de Petrolina, e Katarina Laviny, de Santa Maria da Boa Vista, em uma noite dedicada ao forró.

Na sexta-feira (9), a Conexão Piauí-Pernambuco colocou em diálogo Camila Yasmine, de Petrolina, e Tauana Queiroz, de Teresina, tendo o samba e a Música Popular Brasileira como pontos de encontro entre os dois estados.

Encerrando a programação, no sábado (10), a Conexão Pernambuco–Bahia reúne Laiz de Oya, de Recife, e Ori Meji, de Salvador, aproximando as produções musicais e culturais dos dois estados.

Além de reunir diferentes apresentações em um mesmo palco, o Conexão Nordeste nasce da ideia de aproximar territórios. A proposta é provocar intercâmbios entre artistas, públicos, histórias e identidades, compreendendo a música como uma linguagem capaz de atravessar fronteiras e criar novos encontros. A escolha de Petrolina também integra essa narrativa. Localizada às margens do Rio São Francisco e conectada diretamente à Bahia, a cidade carrega em seu cotidiano os atravessamentos culturais que inspiram o projeto.

O Conexão Nordeste também busca ampliar o olhar sobre a produção musical nordestina, indo além das representações historicamente estereotipadas associadas à região. A programação aposta em diferentes linguagens e sonoridades para apresentar um Nordeste plural, contemporâneo e em constante movimento, sem abandonar suas raízes, mas reconhecendo as muitas formas de criar, existir e produzir cultura em seus territórios.

Redação PNB

Ação das polícias Civil e Militar desarticula grupo criminoso ligado a facção criminosa, em Uauá; um adolescente morreu durante a intervenção policial

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Uma intervenção conjunta entre as Polícias Civil e Militar da Bahia, realizada nesta sexta-feira (9) resultou na desarticulação de um grupo criminoso ligado a uma facção criminosa, em Uauá, norte da Bahia.

Segundo a PC, a ação ocorreu após uma tentativa de homicídio decorrente de disputas pelo controle do tráfico de drogas na região.

“Cinco suspeitos foram presos, um adolescente foi a óbito após confrontar as guarnições e foram apreendidas drogas, arma de fogo, munições e um veículo”.

Ação

Por volta das 11h, a Polícia Militar foi comunicada por moradores sobre disparos de arma de fogo no Bairro Populares. No local, apurou-se que dois indivíduos a bordo de uma motocicleta Honda CG vermelha realizaram disparos contra um homem apontado como integrante de uma facção crimisosa. A vítima não foi atingida. A motivação do ataque foi confirmada como guerra entre as organizações criminosas pelo tráfico local.

Em uma ação imediata de patrulhamento e inteligência, as equipes da Delegacia de Polícia Civil de Uauá juntamente com a Polícia Militar localizaram a motocicleta utilizada no crime e identificaram o condutor. Ao ser abordado, o investigado confessou a participação e revelou a identidade do atirador. Ele também informou que o comparsa estava escondido em uma residência no Bairro Malaquias acompanhado por outros integrantes do grupo armado. As Polícias Civil e Militar cercaram o imóvel indicado. Ao perceberem o cerco, os criminosos tentaram fugir por uma janela lateral em direção aos fundos da propriedade e abriram fogo contra os policiais.

Os agentes reagiram e um dos suspeitos, um adolescente de 17 anos, foi atingido.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o adolescente estava portando um revólver calibre .32 com numeração raspada, contendo quatro munições intactas e duas deflagradas.

O adolescente chegou a ser socorrido com vida e levado ao hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito durante o atendimento médico.

“Após o término do confronto, os outros cinco indivíduos que tentavam fugir foram capturados e identificados”.

Com o grupo, a polícia apreendeu os seguintes materiais:
• 25 papelotes de substância análoga à cocaína;
• R$ 254,00 em espécie;
• 07 estojos deflagrados de munição calibre .38;
• 01 revólver calibre .32 (com o suspeito alvejado);
• 01 motocicleta Honda CG de cor vermelha (placa KIM2066).

O Auto de Prisão em Flagrante (APF) e o Boletim de Ocorrência foram registrados na Delegacia Territorial de Uauá. Os suspeitos responderão, conforme suas participações, pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado por integrar organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e morte por intervenção de agente de segurança pública (exclusão de ilicitude em razão do revide).

Ainda de acordo com a polícia, não havia câmeras de vigilância no local.

Redação PNB, com informações PCBA

“Qual a proposta para o Brasil?: O anti-Lula e o perigo de votar contra, sem saber exatamente a favor de quê”, por Sibelle Fonseca

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A Pesquisa Datafolha, divulgada na última quinta-feira (8), mostra que 25% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) escolhem o candidato por quererem derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, entre os eleitores de Lula, esse percentual é de 13% quando a motivação declarada é derrotar o adversário.

Esse dado revela que parte do eleitorado de Flávio Bolsonaro vota movida pelo desejo de derrotar Lula. Mas o que existe, afinal, por trás dessa rejeição? E quais são os riscos de uma escolha política baseada mais no ódio ao adversário do que na avaliação de propostas, trajetórias e responsabilidades?

A política deveria ser o espaço do debate de ideias, da comparação entre projetos e da escolha consciente dos caminhos que uma sociedade deseja seguir. Quando uma parcela do eleitorado transforma a rejeição a um candidato em sua principal motivação para votar no outro, o país corre o risco de ficar em segundo plano.

Ser contra Lula é um direito democrático. Criticar o presidente, rejeitar suas políticas e desejar outra alternativa fazem parte da liberdade de escolha. O problema começa quando a antipatia por uma liderança se transforma em justificativa suficiente para apoiar qualquer alternativa, independentemente de sua experiência, de suas propostas ou de suas consequências para a população.

O chamado antipetismo ou sentimento anti-Lula é perigoso para a sociedade e deve ser analisado sob a luz da consciência.

Imagine uma pessoa que está preocupada com o preço dos alimentos, o valor do aluguel, a qualidade da saúde pública, o acesso a educação de qualidade, a segurança do bairro e as oportunidades de emprego para os filhos. São questões concretas, que interferem diretamente na vida cotidiana. Não seria fundamental perguntar a qualquer candidato: o que você pretende fazer? Como vai fazer? De onde virá o dinheiro? Quem será beneficiado? Quais serão as consequências das suas decisões?

Quando a prioridade do eleitor passa a ser simplesmente impedir que Lula vença nada disso é levado em conta.

O voto deste eleitor acaba escolhendo não o projeto que melhor responde às suas necessidades e as do país, mas aquele que considera mais útil para derrotar alguém de quem não gosta.

Não há a menor responsabilidade neste voto motivado pelo ódio e não pela identificação com propostas concretas.

O candidato que se opõe ao “odiado” por alguns precisa apenas gritar palavras de efeito e  alimentar o ressentimento contra o adversário.

Lula tem uma trajetória política de décadas, marcada por experiências de governo, programas sociais, decisões econômicas, conquistas reconhecidas por seus apoiadores e críticas importantes feitas por seus adversários. Sua história pode e deve ser examinada com rigor, sem idealizações e sem a tentativa de colocá-lo acima de questionamentos.

É legítimo cobrar explicações sobre a economia, a gestão pública, os compromissos assumidos e os resultados entregues. Nenhum governante deve receber um cheque em branco sem ser acompanhado pelo seus fiadores.

Avaliar Lula exige considerar o conjunto de sua trajetória, suas decisões, os efeitos de suas políticas e os interesses que elas atendem. Reduzir toda essa história a uma rejeição pessoal não ajuda a tomar uma decisão mais consciente, pois o ódio é um péssimo conselheiro. O ódio é burro.

Do outro lado, Flávio Bolsonaro também precisa ser submetido ao mesmo rigor. Ser filho de Jair Bolsonaro, atacar Lula, repetir jargões e até fake news contra o adversário, não  constitui um programa de governo.

É preciso perguntar quais são suas propostas para o emprego, a renda, a educação, a saúde, a segurança pública, o Meio Ambiente e a redução das desigualdades. É necessário avaliar sua experiência política, suas posições, suas alianças e sua capacidade de governar.

Um eleitor consciente deve examinar os questionamentos judiciais e as acusações que envolvem sua trajetória. Flávio Bolsonaro está no centro de investigações e denúncias que vão desde o seu envolvimento com milícias à sua “amizade” com o ex-banqueiro preso Vorcaro. Acusações que devem ser esclarecidas, com base em provas, e muito bem avaliadas pelo eleitor.

Se o eleitor cobra transparência, responsabilidade e coerência de Lula, precisa cobrar o mesmo de Flávio Bolsonaro. Se exige propostas de um, precisa exigi-las do outro.

Quando o adversário é apresentado como um inimigo a ser eliminado, e não como alguém cujas ideias precisam ser confrontadas, o debate público perde qualidade. Informações inconvenientes são descartadas, erros dos aliados são normalizados e denúncias passam a ser julgadas de acordo com a conveniência política.

Um escândalo envolvendo o adversário pode ser considerado imperdoável, enquanto um episódio grave envolvendo o candidato preferido é tratado como irrelevante, exagerado ou inventado.

Nesse ambiente, a política deixa de ser uma disputa entre projetos e se transforma em uma guerra de identidades. E, quando isso acontece, quem perde não é apenas um candidato. Perde a sociedade, que passa a discutir menos os problemas reais e mais a necessidade de derrotar o outro.

Uma democracia não se resume ao ato de votar. Ela depende de eleitores capazes de avaliar informações, cobrar compromissos, reconhecer erros e exigir responsabilidade de quem ocupa o poder.

Quando a rejeição se torna o principal motor de uma escolha eleitoral, abre-se espaço para que os eleitores escolham qualquer coisa. Esse é um terreno muito perigoso.

A democracia corre riscos quando o fanatismo político se torna maior do que o compromisso com os fatos. Quando a defesa de um candidato importa mais do que a defesa de princípios e quando propostas deixam de ser cobradas porque o objetivo passa a ser derrotar o outro lado.

Assim se elege para representar a sociedade figuras que precisam apenas alimentar o medo e a raiva ao adversário.

E o que acontece no dia seguinte à eleição? O preço dos alimentos não desaparece. A fila por atendimento médico não diminui, o salário não aumenta, a criminalidade não é contida e o que já não era tão bom, pode ficar ainda pior. O risco de desmonte do que já foi conquistado, direitos históricos ameaçados e a democracia em risco são perigos iminentes.

Convicção é importante, mas não deve ser confundida com certeza absoluta. A maturidade democrática também exige disposição para ouvir, comparar, reconhecer contradições e mudar de posição quando os fatos justificam essa mudança.

Antes de votar, os cidadãos e cidadãs devem refletir: “Quem eu quero que governe, com quais propostas e sob quais compromissos?” e jamais: “A quem eu quero derrotar?”.

Que interesses esse candidato representa? Quais medidas pretende adotar? Como suas decisões podem afetar minha família, meus direitos, meu trabalho e o futuro das próximas gerações? Que trajetória sustenta suas promessas? O que dizem os fatos, para além dos discursos de campanha?

Essas perguntas precisam ser feitas a Lula e a Flávio Bolsonaro. Porque o voto não deveria ser um instrumento de vingança política.

No fim das contas, derrotar Lula não é, por si só, um projeto de Brasil.

A democracia precisa de mais do que rejeição. Precisa de propostas, compromisso com a verdade, responsabilidade pública e eleitores dispostos a olhar para além das paixões eleitorais.

Fora disso, corre-se o risco de escolher um caminho sem saber exatamente aonde ele vai levar.

Por Sibelle Fonseca

Pesquisa mostra que 82% são contra crianças de até 3 anos com celular

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Uma pesquisa do Instituto Locomotiva divulgada nesta sexta-feira (9) mostrou que 82% dos adultos brasileiros são contrários a que crianças de até três anos de idade possam ficar diante de celulares. Por outro lado, 15% são a favor.  

Para crianças de quatro a sete anos, a oposição dos adultos é de 75%. Quando o assunto é ter um aparelho próprio, 52% aceitam que a criança ganhe um celular até os 12 anos de idade.

A pesquisa, divulgada às vésperas do Dia das Crianças (12), foi realizada com 1.367 homens e mulheres de 18 anos ou mais entre 28 de setembro e 6 de outubro.

Recomendações

O Guia sobre Usos de Dispositivos Digitais, publicado pelo  governo federal no ano passado, faz recomendações sobre o tema. Entre elas, há a avaliação que crianças com menos de 2 anos não devem ser expostas a telas de celular exceto para contato com familiares por videochamada.

Neste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que caiu o percentual de meninos e meninas de 10 a 13 anos com aparelho próprio.

Brincadeiras

A pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que 88% são favoráveis a adolescentes de 13 a 17 anos de idade estarem diante de celulares. Também é maioria a percepção dos adultos (83%) que as crianças de hoje “não querem mais brincar na rua” e preferem “ficar no celular ou TV”.

Ao mesmo tempo, 73% entendem que brincar na rua é melhor para a criança do que ficar diante dessas telas.

O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que passou a valer neste ano, traz regras para para a proteção dos mais jovens. Uma das regras é que a supervisão parental foi reforçada. Menores até 16 anos somente poderão acessar redes sociais, caso a conta esteja vinculada à de um responsável legal.

Preconceitos

A pesquisa do Instituto Locomotiva também apurou que a maioria dos brasileiros (63%) acredita que brincadeira não deveria ter gênero.

“Quando a maioria dos brasileiros diz que não existe brincadeira de menino ou de menina, isso mostra que essa ideia já ganhou espaço na sociedade”, afirmou o presidente da entidade, Renato Meirelles.

Na avaliação de Meirelles, o desafio está em transformar essa visão em prática, mas ainda persistem preconceitos. Um dos exemplos é que 36% acham errado que meninos brinquem de boneca e meninas, de carrinho. A reprovação é maior entre os homens (46%) do que entre as mulheres (27%).

Agência Brasil

II Semana de Agronomia do IFSertãoPE debate tecnologias e práticas para a agricultura do futuro

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O campus Petrolina Zona Rural do IFSertãoPE realiza, nos dias 14 e 15 de outubro, a II Semana de Agronomia. Com o tema “Agronomia em transformação: tecnologia de precisão e práticas agroecológicas para a agricultura do futuro”, o evento busca promover um espaço de atualização, troca de conhecimentos e discussão sobre as transformações do setor agrícola.
A programação abordará temas relacionados à agricultura de precisão, tecnologias digitais, inteligência artificial, manejo fitossanitário, bioinsumos, práticas agroecológicas, sustentabilidade e inovação. A iniciativa também é alusiva ao Dia do Agrônomo, celebrado em 12 de outubro.
No dia 14, a programação será realizada no auditório da Codevasf, em Petrolina, a partir das 8h, com palestras sobre desafios da viticultura, mudanças climáticas, uso de bioinsumos na mangicultura e inovação e sustentabilidade no controle de pragas da fruticultura tropical.
Já no dia 15, as atividades acontecerão no campus Petrolina Zona Rural, com palestras e minicursos voltados à formação e à atualização dos participantes. Entre os minicursos estão Modelagem e Impressão 3D, Uso de sensores na produção animal, Meliponicultura e Qualidade de Méis, Produção de bombas de sementes, Elaboração de fitoterápicos caseiros, dentre outros. As vagas são limitadas.
As inscrições para a II Semana de Agronomia são gratuitas e estão abertas a todos os interessados. O evento busca aproximar a comunidade acadêmica de produtores, empresas, pesquisadores, instituições e demais atores do setor agropecuário.

Clique aqui para realizar a inscrição

Ascom

Edson Fachin manda PF investigar ameaças contra Flávio Dino

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu nesta sexta-feira (9) que a Polícia Federal (PF) investigue ameaças contra o ministro do Supremo Flávio Dino.A medida foi tomada após Dino postar em suas redes sociais mensagens nas quais foi ameaçado de morte. As ameaças também foram direcionadas a outros ministros do STF.

O tribunal está “atento à segurança de seus ministros” e manterá a articulação com os órgãos competentes para garantir a proteção dos membros da Corte, informou o STF.

Na postagem publicada nas redes sociais, Flávio Dino disse que não vai alterar sua atuação profissional diante das ameaças.

“Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição”, afirmou.

Agência Brasil

Sepultamento da jovem que morreu após passar mal durante treino em academia aconteceu nesta sexta-feira (9), em Uauá

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A jovem Mari Carla de Santana Silva, que morreu na noite desta quinta-feira (8), após sofrer um mal súbito durante um treino em uma academia de Uauá, no Norte da Bahia, foi sepultada na tarde de hoje.

Ela recebeu os primeiros socorros ainda no local, foi atendida pelo Samu, mas não resistiu e foi a óbito em uma instituição de saúde de Juazeiro.

O sepultamento da jovem ocorreu na tarde desta sexta-feira (9), no cemitério da comunidade de Caratacá, na zona rural de Uauá.

Redação PNB