Preto no Branco

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Criança é atacada por cão no Parque Josepha Coelho, Petrolina, e mãe alerta: “Não pode ser tratado como um acidente comum”

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Uma criança foi atacada enquanto estava com a família no Parque Josepha Coelho, em Petrolina, na última sexta-feira (26). O animal de grande porte, que estaria sem focinheira, atacou o menino enquanto ele brincava no espaço público. A vítima sofreu um ferimento no couro cabeludo e está internado em unidade hospitalar, onde passará por cirurgia. A mãe da criança alertou.

“Meu filho foi atacado por um cachorro grande numa simples caminhada no parque. Acredito que essa cena estava sob controle, nada de perigoso ou arriscado aconteceu. Mas a convivência com cachorros não é tão natural e inofensiva como parece. Cachorros são animais e agem por instinto. Não deveriam circular livremente entre pessoas, principalmente crianças. Precisamos reconhecer o risco, não ignorá-lo. Meu filho foi machucado. O que aconteceu com meu filho não pode ser tratado como um ‘acidente comum’. Não podemos normalizar situações que colocam vidas em risco. Sinto que preciso compartilhar esse episódio, afinal, esse espaço tem o propósito de proteger a infância (,,,) Compartilhem essa publicação para que ela chegue ao maior número de pessoas possível. Que sirva de alerta para que outras pessoas não passem por isso,” disse a mãe em uma publicação em rede social.

Redação PNB

Especial: Salve, Salve, Chico Romão, um símbolo de resistência e bem querer a Juazeiro da Bahia!

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Neste domingo (28), Francisco Romão Carneiro, o Professor Chico Romão, completaria 95 anos. Um visionário que nasceu em Juazeiro do Norte (CE), mas foi em Juazeiro da Bahia que fez história e deixou um legado de resistência, retidão de caráter, esperança e fé.

Chico, batizado pelo Padre Cícero, veio para o São Francisco aos 12 anos onde viveu até janeiro de 1998, ano da sua passagem para o plano espiritual.

O Portal Preto No Branco reverencia a história de Chico Romão, figura inspiradora para as gerações de juazeirenses que acreditam em uma sociedade mais justa e igualitária.

A editora do PNB, Sibelle Fonseca, com muito orgulho, declara a influência de “Seu Chico Romão” na sua construção de cidadã e consciência política, o que se reflete no fazer profissional da jornalista juazeirense. O Portal Preto No Branco, no conjunto de seus integrantes, segue os passos de Chico Romão, por igualdade, liberdade e fraternidade.

Salve, Salve, Chico Romão, um símbolo de resistência e bem querer a Juazeiro da Bahia! 

Trajetória

Em 1955, iniciou o curso de Engenharia Civil na UFBA, um privilégio para a época, compartilhado com seu irmão João, que cursou Direito. Retornou a Juazeiro devido à doença do pai. Casou-se em 1957 com a professora Terezinha Lisboa Romão, sua companheira de vida, com quem teve quatro filhos: Gleide (falecida), Frederico, Domingos e Roberto.

Foi professor de matemática renomado e fundador de diversos cursos em Juazeiro e Petrolina, marcando a vida de muitos alunos nos Colégios Rui Barbosa, Ginásio de Juazeiro/Edson Ribeiro e Estadual de Petrolina.

Perseguido pela ditadura militar, em 5 de abril de 1964, após denúncias anônimas, foi preso no centro de Juazeiro e chegou a ser impedido de lecionar. Dias presos em condições degradantes, na capital baiana, respondeu ao processo em liberdade, sob intensa pressão psicológica devido ao recrudescimento da ditadura, com o AI-5, mortes e torturas. Acusado de ser comunista, Chico teve o processo “arquivado por absoluta falta de provas” em 1970.

“Apenas três testemunhas mantiveram a acusação de comunista: Raimundo Medrado Primo, diretor do Rui Barbosa na época, Ivan Amorim e o Sr. conhecido como Álvaro Pesão”, conta a história.

Chico Romão sempre se dedicou ao desenvolvimento de Juazeiro, atuando em projetos para o sistema fluvial e ferroviário, na Faculdade de Agronomia e no comércio local. Apesar das perseguições, tornou-se um empresário de sucesso, com as indústrias de Café e Sabão Barranqueiro e a UNIGRAF.

Coordenou diversas campanhas políticas, mas sempre se afastou dos eleitos por não ver seus esforços refletidos em melhorias para a cidade.

“Faleceu em janeiro de 1998, desestimulado por não ter visto a Juazeiro que tanto sonhou”.

Redação PNB   

Aos 70 anos, programa de alimentação escolar brasileiro é referência

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A Constituição Federal estabelece, desde 1988, que a alimentação é direito de todos os brasileiros. É este princípio que alicerça o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), aponta o professor do Instituto de Saúde e Sociedade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Daniel Henrique Baldoni. O Fórum Mundial de Alimentos da Nações Unidas aponta a política como uma das ferramentas que ajudaram a tirar o Brasil do Mapa da Fome, marco anunciado em julho deste ano. Administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o PNAE repassa recursos para estados e municípios, que complementam o orçamento com orçamentos locais.

Além disso, o programa estabelece uma série de regras para garantir alimentação nutricionalmente equilibrada e que fortalece as economias locais, uma vez que prevê a compra de alimentos vindos da agricultura familiar.

Baldoni é coordenador de Segurança Alimentar e Nutricional do PNAE, política pública considerada uma referência mundial na educação que atende 40 milhões de estudantes da rede pública. A experiência brasileira está completando 70 anos e foi debatida durante a 2ª Cúpula da Coalização Global pela Alimentação Escolar, realizada neste mês em Fortaleza. O encontro reuniu mais de 100 países que assumiram a meta de garantir alimentação escolar para 100% dos estudantes até 2030.

 

Em entrevista à Agência Brasil, Baldoni contou sobre a construção da política que une saúde, educação, desenvolvimento social e até meio ambiente. Ele também abordou os desafios orçamentários e destacou que a política já é de Estado, independentemente de governos.

Agência Brasil: Por que a política de alimentação escolar do Brasil virou referência?

Daniel Baldoni: Essa é uma construção de longo prazo. Uma história de 70 anos, que tem dois momentos. Começa na década de 50, com dependência de apoio internacional e alimento formulado. Leite fortificado e biscoito. A virada vem depois. A história do PNAE moderno, começa com a Constituição [de 1988].  O Brasil talvez seja o único país do mundo que diz na sua carta constituinte que é direito da criança comer na escola.  Isso é uma declaração muito potente.

Agência Brasil: De que forma a constituição cidadã impulsionou essa política?

Daniel Baldoni: A redemocratização foi importante para que o país desenvolvesse o SUS [Sistema Único de Saúde], a alimentação escolar e as políticas sociais. Nada disso aconteceria em um país que não fosse democrático. Nesse momento da história do mundo, é preciso ressaltar esse ponto.  A partir disso é que vai nascer o PNAE moderno.

Agência Brasil: O que caracteriza o PNAE moderno?

Daniel Baldoni: O PNAE moderno começa na metade dos anos 90, com a descentralização dos recursos e o controle social. É quando a gente percebe que não tem sentido, em um país desse tamanho, o governo federal comprar alimentos para tentar distribuir. Então criamos mecanismos para enviar recursos direto para estados e municípios, exclusivamente para a compra de gêneros alimentícios.

Agência Brasil: O dinheiro chegando direto na ponta fez a diferença?

Daniel Baldoni: Não só. A partir daí, a gente desenvolve uma série de normas e define o que deve ter nessa alimentação. Esses princípios e diretrizes estão em uma lei de 2009. A gente limita a presença de alimentos processados e ultraprocessados, diz que precisa ter frutas e hortaliças, que a comida tem que ser preparada na escola. Ou ainda que tem que ter alimentos com fonte de ferro, de vitamina A – que ainda são carências importantes em certas partes do país. E que a escola precisa ter educação alimentar integrada ao currículo dos alunos.

Agência Brasil: Frutas, hortaliças, comida feita na cozinha da escola é uma realidade muito diferente de leite fortificado e biscoito. 

Daniel Baldoni: Comer bem não significa comer hambúrguer ou não comer macarrão. É comer o que é da sua cultura, aquilo que é hábito. É entender que tem regiões que a merenda vai ser o açaí com farinha e há outros lugares que vai ser o mungunzá.  Em outros vai ser arroz e feijão, e na região costeira vai ser o pescado.  A gente precisa defender os nossos hábitos, os alimentos produzidos aqui. Lasanha congelada não é hábito de nenhuma região do Brasil, disso tenho certeza.

Agência Brasil:  Qual é o potencial de a alimentação escolar movimentar a economia local?

Daniel Baldoni: Uma norma muito bonita do PNAE é a que diz que pelo menos 30% dos recursos que vão para as escolas tem que ser para comprar alimentos produzidos de agricultores familiares. Esse é o mínimo, pode comprar 100%. No ano que vem, esse patamar vai aumentar para 45%. Isso também é parte do comer bem. É comer o que está sendo produzido perto de você, porque não tem sentido um alimento se deslocar quilômetros para chegar até você.

Agência Brasil: E isso tem impacto na formação dos estudantes?

Daniel Baldoni: Isso diz muito sobre o país que queremos ser, sobre o sistema alimentar que queremos construir. Quando você compra da agricultura familiar, você está comprando o que a família daquele estudante produz. Isso é muito bonito.  Ele fala: “isso veio da minha casa, isso veio da minha família”.

Também tem um significado de que comida não é o que se vende em uma prateleira.  Ela vem de um lugar que alguém produziu, com mãos humanas que trabalharam naquele lugar, que aquilo foi tirado da terra. Ou, que foi um animal de verdade, que a gente tem que respeitar quando consome aquele alimento.  Eu brinco que muitas vezes a educação alimentar é o lugar em que o [método] Paulo Freire acontece, porque o comer está tão intrínseco na nossa vida, no nosso dia a dia, que é onde as pessoas se reconhecem.

Agência Brasil: O PNAE também é uma política ambiental?

Daniel Baldoni: O sistema alimentar está no centro do enfrentamento às mudanças climáticas.  Primeiro são os combustíveis fósseis, depois é a forma que a gente produz alimentos. Esses são os grandes causadores das mudanças climáticas. Então, se a gente quer transformar este lugar, isso passa por políticas muito poderosas como a alimentação escolar.

Agência Brasil: Até 2023, o PNAE passou cinco anos sem reajuste, o que impactou a oferta nos sistemas estaduais e municipais. O valor atual para educação básica é de R$ 0,50 por aluno (por dia). Essa é uma política que pode estar sob ameaça?

Daniel Baldoni: A gente tem que lembrar que a alimentação escolar não é uma política de governo, é uma política de Estado.  Eu acho que qualquer governo que seja eleito jamais vai conseguir acabar com um programa como o PNAE. As mães, os cuidadores, as famílias, as crianças, os adolescentes entendem que, sim, a escola é lugar de aprender e de comer.  E que comer faz parte do aprendizado.

Agência Brasil: Mas estrangular o orçamento não é uma forma de acabar?

Daniel Baldoni: No caso de qualquer política pública, não precisa acabar com ela para ela desaparecer. É só ir diminuindo. O repasse do PNAE é obrigatório. O governo não pode retroceder no orçamento, mas pode não reajustar.  E é óbvio o que financiamento é uma questão crítica. Uma das grandes lutas que temos é estabelecer, via marco legal, uma forma de corrigir o repasse de tempos e tempos. Claro que a gente tem que ter muito cuidado nisso do ponto de vista econômico. Estamos falando de um programa muito grande, com um grande volume de compras e que, atrelado a uma certa indexação da economia, pode gerar efeitos colaterais. Mas seria muito importante que a gente conseguisse, em algum momento, garantir periodicidade no reajuste.

Agência Brasil

Acusado de agressão no Hospital Regional de Juazeiro nega acusações e apresenta sua versão dos fatos

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Após ser acusado de agredir três médicas no Hospital Regional de Juazeiro, Rafael de Nascimento Barros entrou em contato com o Portal Preto do Branco para apresentar sua versão sobre o ocorrido. Segundo ele, tudo começou quando, após passar a madrugada sentido fortes dores abdominais, procurou o hospital na manhã deste domingo (28).

Rafael relata que a médica plantonista que o atendeu disse que iria medicá-lo e liberá-lo em seguida. Temendo sair sem uma resposta para a dor, ele pediu que a médica pedisse exames e foi quando iniciou a confusão.

“Eu nunca senti essa dor e pedi que ela solicitasse exames para saber a origem da doença. Ela se recusou a solicitar exames para investigar a causa da dor e disse que ,se eu voltasse a sentir dor, procurasse o hospital novamente, pois exames só são feitos na segunda-feira. Foi quando eu disse que iria gravar que ela estava se negando, como forma de me resguardar, momento em que a médica se irritou e tomou meu celular e saiu para a recepção, virando as costas para mim”, contou Rafael.

Ele disse ainda que, na recepção, ao tentar reaver o aparelho, houve um tumulto e outros  profissionais se envolveram.

“Outras médicas e funcionários se envolveram partindo para cima de mim, que queria pegar meu celular de volta. Entrei em desespero pedindo meu celular e foi quando bati a mão no computador. Me senti humilhado e intimidado. Sou um cidadão de bem, trabalhador, pintor, pai de quatro filhos e defensor da paz. Nunca me envolvi em nenhum caso de violência. A minha atitude de gravar, num momento em que estava sentindo muita dor, foi para ter uma prova que o hospital iria me liberar sem fazer exames, caso o pior me acontecesse. Eu estava desesperado diante da dor e da negativa em realizar os exames”, defendeu-se Rafael.

Ele disse ainda que, após intervenção do Assistente Social da Unidade, que o levou para uma sala, ele foi medicado. Rafael foi conduzido à delegacia pela Polícia Militar, onde prestou esclarecimentos.

Redação PNB  

Paciente é acusado de agredir médicas no Hospital Regional de Juazeiro na manhã deste domingo (28); veja as imagens

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Na manhã deste domingo (28), um caso de violência foi registrado no Hospital Regional de Juazeiro, chocando a equipe médica e pacientes. Segundo informações, Rafael de Nascimento Barros, 38 anos, teria agredido três médicas que estavam no plantão.

O incidente ocorreu por volta das 9h30, após o paciente ser atendido e triado.

De acordo com o marido de uma das vítimas, durante o atendimento, Rafael ficou agressivo, atacando verbal e fisicamente as profissionais de saúde.

“Após a agressão verbal contra uma das profissionais, ele desferiu um tapa em uma médica e, na recepção, arremessou um computador contra outra profissional”, contou o familiar.

No momento das agressões, a unidade hospitalar contava apenas com a presença do porteiro, que não tem permissão para atuar dentro do hospital, de acordo com nossas fontes. A Polícia Militar foi acionada e quando os policiais chegaram Rafael de Nascimento Barros negou as acusações.

As vítimas registraram queixa na delegacia de Polícia Civil e realizaram exame de corpo de delito.

“Estamos abaladas com o ocorrido, mas confiantes de que a justiça será feita”, disse uma das médicas que ressaltou ainda que a direção do Hospital Regional está prestando a assistência necessária as profissionais agredidas.

O PNB está tentando contato com o acusado e disponibilizamos nosso espaço para sua versão. As imagens do ocorrido foram registradas por nossas fontes.

Redação PNB 

 

 

Juazeiro: Concluída ação inédita de castrações e microchipagens gratuitas em mais de 1.200 cães e gatos

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Saúde/Sesau, concluiu, na última sexta-feira (26), uma ação inédita de castração e microchipagem gratuita de cães e gatos. A iniciativa, realizada na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), teve início no dia 15 de setembro e marcou um avanço histórico nas políticas públicas de bem-estar animal no município, totalizando mais de 1.200 procedimentos realizados.

Além da cirurgia, os tutores receberam um kit com medicação pós-operatória, garantindo os cuidados necessários para a recuperação segura dos bichinhos. A ação teve como objetivo controlar a população de animais, reduzir casos de abandono e melhorar a qualidade de vida tanto dos pets quanto da comunidade.

A tutora Anair Ribeiro dos Santos, responsável pelo cão Pingo, comemorou a oportunidade. “Eu nunca teria condições de pagar por esse procedimento. Foi uma ação maravilhosa, bem organizada e com profissionais atenciosos. Estou muito feliz e aliviada por saber que meu Pingo foi bem cuidado”.

Para Maria Wilma da Silva, tutora das cadelas Nina e Maia, a experiência foi igualmente positiva. “Essa iniciativa é um presente para nós tutores. Todo o atendimento foi excelente, desde a recepção até o pós-operatório. Minhas cadelas foram tratadas com muito carinho”.

Já Maria Luiza Araújo de Jesus, tutora das gatas Lana, Sol e Kiara, destacou o impacto da ação na comunidade. “Foi uma oportunidade única. A gente percebe o cuidado e a dedicação da equipe, que fez tudo com muito amor. É uma grande conquista para Juazeiro e para nós, que amamos nossos animais”.

O secretário de Saúde, Helder Coutinho, ressaltou o comprometimento da gestão municipal com a causa animal e agradeceu à população pela confiança, além de reconhecer o empenho dos profissionais envolvidos. “Essa ação reforça nosso compromisso com o bem-estar dos animais e com a saúde pública. Agradecemos a confiança da população e o trabalho exemplar da equipe da Vigilância em Saúde, que coordenou toda a iniciativa. Esse é apenas o começo de uma série de políticas voltadas para o cuidado com nossos pets e para a construção de uma cidade mais saudável e humanizada.”

Com a conclusão dessa primeira etapa, a Prefeitura de Juazeiro segue planejando novas ações voltadas à saúde e proteção animal, reforçando o compromisso com a população e com os bichinhos que fazem parte das famílias juazeirenses.

Ascom PMJ/Sesau

Prefeitura de Juazeiro promove Mostra de Educação Inclusiva na próxima segunda-feira (29)

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação/Seduc, vai promover na próxima segunda-feira (29) a primeira Mostra de Educação Inclusiva da rede municipal. O evento, coordenado pela Diretoria de Educação Inclusiva da Seduc, será realizado das 9h às 11h30, no Espaço Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco/Univasf, em Juazeiro.

A iniciativa busca valorizar a produção dos estudantes, promover a inclusão e reforçar o compromisso da gestão municipal em oferecer uma educação de qualidade para todos. Será um momento de celebração da diversidade e de reconhecimento do potencial e das conquistas dos estudantes.

Aberta ao público, a Mostra de Educação Inclusiva visa atender, especialmente, profissionais que trabalham com educação inclusiva, como professores e auxiliares de atendimento educacional especializado, profissionais de saúde e outros profissionais da educação.

Ascom/PMJ

Obras da creche Tia Zizi avançam e prometem espaço digno e acolhedor para as crianças de Casa Nova

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As obras da creche Tia Zizi seguem em ritmo acelerado para entregar um ambiente acolhedor, seguro e adequado para receber os pequenos casanovenses. A Prefeitura de Casa Nova, por meio da Secretaria de Educação, investiu R$ 4 milhões na construção, que deve ser concluída no início de 2026.

O prefeito Anisio Viana destacou que a obra estava parada há anos:
“Encontramos essa e outras obras paradas no município, mas esta gestão não admite dinheiro público desperdiçado. Estamos criando um espaço digno e de qualidade, onde o futuro das nossas crianças será cuidado com todo carinho”, afirmou.

A creche contará com estrutura ampla, incluindo dez salas, refeitório, pátio coberto e playground. Também haverá fraldário, lactário, diretoria, almoxarifado, depósito e secretaria, tudo planejado para atender às necessidades das crianças e colaboradores.

Ascom/PMCN

Notas fiscais garantem recursos para o Grupo de Apoio à Criança com Câncer

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Com 37 anos de atuação e mais de 5 mil famílias beneficiadas, o Grupo de Apoio à Criança com Câncer – Bahia (GACC-BA) é referência na assistência ao tratamento do câncer infantil. A instituição também se destaca na lista de filantrópicas participantes do programa Sua Nota é um Show de Solidariedade, coordenado pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba), que distribui, a cada quatro meses, R$ 5 milhões entre as mais de 500 entidades filantrópicas das áreas social e de saúde.

De 2018 até agora, mais de 7,3 milhões de notas fiscais eletrônicas foram compartilhadas pelos baianos com o GACC-BA. Para apoiar as filantrópicas com o compartilhamento de notas fiscais, é preciso, inicialmente, se cadastrar na campanha Nota Premiada Bahia, preenchendo, uma única vez, o formulário disponível no site www.notapremiadabahia.ba.gov.br. No ato do cadastro, basta escolher até duas instituições filantrópicas que integram o programa Sua Nota é um Show de Solidariedade, uma da área social e outra da área de saúde, com as quais pretende compartilhar as suas notas eletrônicas.

Após essa etapa, é só pedir para inserir o CPF na nota fiscal a cada compra realizada em estabelecimentos comerciais de toda a Bahia. Dessa forma, as notas fiscais serão compartilhadas automaticamente com as filantrópicas escolhidas.

Brinquedoteca e Centro de Diagnóstico do GACC (CDG)

As notas compartilhadas com o GACC-BA geraram pontos que foram revertidos em um valor de R$ 1,3 milhão repassado à entidade pelo Estado da Bahia entre 2018 e 2025. Desde o início da participação no programa, os recursos foram empregados na manutenção e na estruturação de espaços como uma brinquedoteca e o Centro de Diagnóstico do GACC (CDG), onde funciona o laboratório de imunogenética e transplantes. Lá são realizados, por exemplo, exames de alta complexidade por biologia molecular para a Central de Transplantes do Estado da Bahia. Existem apenas duas unidades desse tipo na Bahia: no GACC-BA e na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

A participação no programa Sua Nota é um Show de Solidariedade garantiu ainda recursos utilizados na reforma de apartamentos da entidade, no piso dos corredores e no auditório, além da compra de equipamentos e móveis. “Estamos sempre divulgando para aumentar essa base de doadores (de notas fiscais eletrônicas) porque é simples. Quem se cadastra, só precisa exigir o CPF em qualquer estabelecimento que já vai estar beneficiando”, afirma o presidente do GACC-BA, Roberto Sá Menezes.

Apoio ao Tratamento


O GACC-BA presta assistência psicossocial, médica e financeira, o que assegura condições para um tratamento adequado contra o câncer infantil. Para ser assistida pela entidade, a criança deve ser encaminhada por um médico e, se for moradora do interior, pode ficar hospedada na instituição, que dispõe de 50 apartamentos com dois leitos cada – um para a criança e outro para o seu acompanhante.

“No início, o abandono do tratamento das crianças era uma preocupação nossa, já que por questões socioeconômicas as crianças do interior não conseguiam se manter na capital”, explica Roberto Sá Menezes.

“Nos preocupa ainda a quantidade de crianças que não chegam para tratamento por dificuldade na identificação dos sintomas. Nós trabalhamos, então, com outra frente, que é o diagnóstico precoce”, conta ele. Para isso, a instituição tem um grande projeto de capacitação de profissionais de saúde com financiamento do governo federal.

”A ideia é atingir cerca de 2,5 mil profissionais de saúde, que serão capacitados a partir da indicação das prefeituras e assistirão as aulas na modalidade de ensino a distância. Com isso, queremos que todos nas secretarias municipais conheçam os sintomas de doenças, principalmente os agentes comunitários, mas também médicos, enfermeiros, dentistas, entre outros”, completa o presidente do GACC-BA.

Outros serviços

Além da hospedagem para famílias que moram fora de Salvador, o GACC-BA fornece alimentação e transporte para consultas, exames e tratamentos. As crianças também contam com assistência odontológica, apoio psicológico, acompanhamento nutricional, fisioterapia, noções de higiene e cidadania, agendamento de consultas e exames, assim como oficinas de artesanato.

A instituição garante ainda ajuda financeira para compra de medicamentos de suporte, colocação de próteses, aquisição de óculos e aparelhos ortopédicos, cestas básicas, atividades recreativas, doação de roupas e brinquedos, projetos de inclusão digital, musicoterapia, artes cênicas, oficina de teatro e apoio pedagógico personalizado. Para as mães, é oferecido exame preventivo, com foco no câncer ginecológico. Há ainda apoio ao planejamento familiar e orientações em saúde reprodutiva.

A entidade também tem um laboratório de análises clínicas, onde foram realizados, em agosto deste ano, 63 mil exames, todos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e com agendamento.

Sefaz-Ba