A Secretaria de Serviços Públicos (SESP) informa à população juazeirense a programação dos trabalhos relacionados à iluminação e limpeza dos espaços públicos para esta quinta-feira (13).
As equipes de mutirão de limpeza estão nos bairros Tancredo Neves e Country Clube; as equipes de varrição atendem hoje Pedro Raimundo, Antônio Guilhermino, Dom Thomaz, Jardim Universitário, Rua das Algarobas (Centenário), Coreia, Piranga, Santo Antônio, área central, Parque Fluvial (Orla I e II), Praças Pedro Pereira e da Mônica, Travessa da Maravilha, Parque Lagoa de Calu e Rua 01 (Alto da Maravilha), Avenidas Adolfo Viana, Flaviano Guimarães, Santos Dumont, Paulo Rios Campelos e Edgard Chastinet (São Geraldo) e Eliseu Martins (Novo Encontro).
Em relação à iluminação pública, os bairros atendidos serão: João Paulo II, Alto do Cruzeiro, Santo Antônio, João XXIII, Pedro Raimundo, Centro, Malhada da Areia, Dom José Rodrigues, Coreia, Distrito Industrial, e no interior, distritos de Carnaíba do Sertão e Abóbora. Já o setor de manutenção e máquinas está realizando a limpeza no bairro Antônio Guilhermino; limpeza no canal do Macarrão (Nova Esperança) e nas bordas do canal Malhada (João XXIII); patrolamento nas localidades de Serra dos Espinhos (Carnaíba do Sertão), Angico (Junco/Salitre) e distrito de Itamotinga e reposição de calçamento e pintura na Praça do bairro Tancredo Neves; colocação de dois bancos na Praça do bairro João XXIII e cincos bancos no bairro Juazeiro 05.
Qualquer solicitação de atendimento deve ser realizada pelo telefone (74) 3612 5411, e é necessário que a pessoa forneça o endereço completo e o número do telefone para que possa ser realizado o registro de protocolo.
Criado no dia 30 de agosto no Facebook, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, dedicado a se opor ao candidato do PSL à Presidência, “quebrou” a internet. O agrupamento, formado apenas por eleitoras, começou a chamar a atenção na segunda-feira passada, ao agregar mais de 300 mil mulheres em um único dia. Dois dias depois, atingiu 1,2 milhão – o equivalente a 1,5% do eleitorado feminino apto a votar este ano.
As adesões acumuladas em alta velocidade mostram a rejeição que o presidenciável enfrenta entre eleitoras – a maioria das votantes no Brasil. Bolsonaro lidera as pesquisas com 26% das intenções de voto, mas entre o eleitorado feminino sua rejeição é de 50%, segundo pesquisa Ibope divulgada na terça-feira, 11.
As criadoras do grupo afirmam que o objetivo não é apoiar nenhum partido e que todas as posições políticas são bem-vindas, desde que não votem no candidato do PSL, a quem chamam de “inominável” ou “coiso”. O grupo aproveita a grande mobilização online para marcar atos públicos contra o candidato na sexta-feira, na Avenida Paulista, em São Paulo, e no dia 29, na Cinelândia, no centro do Rio, entre outros eventos.
“Numa conversa informal, resolvemos criar o grupo para demonstrar a nossa insatisfação em relação à candidatura do inominável por conta de seu discurso misógino, de ódio às minorias”, disse a publicitária Ludmila Teixeira, criadora do grupo.
A campanha de Bolsonaro nega o discurso machista e reclama da exploração de imagens do deputado empurrando e insultando a colega deputada Maria do Rosário (PT-RS) e ofendendo uma repórter.
‘Reação’
“As mulheres são o grande calcanhar de Aquiles de Bolsonaro”, afirmou o diretor de Análises de Políticas Públicas da FGV, Marco Aurélio Ruediger. “É uma reação importante acontecendo diante das posturas desse candidato”, disse a professora de Direito da FGV/SP Luciana Ramos, especialista em participação feminina na política.
Também foram criados grupos de mulheres de apoio a Bolsonaro, mas eles não chegam a ter a 100 mil integrantes. Uma manifestação chamada “Mulheres com Bolsonaro” foi marcada para o dia 29, na Candelária, no centro do Rio, para “contrapor ao evento criado pelo movimento feminista”, afirma um texto que circula nas redes. As informações são do jornal O Estado de S Paulo.
A Agência do Trabalho, que fica localizada no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho (1ºandar), divulgou as vagas de emprego que estão sendo oferecidas em Petrolina nesta quinta-feira (13).
O atendimento ao público é das 7h às 13h. Para mais informações: (87) 3866-6540.
Vagas exclusivas para Petrolina (13/09)
Analista de controle de qualidade
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Costureira de máquinas industriais
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses CTPS
04 vagas
Confeiteiro
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses
01 vaga
Fiscal de lavoura
Ensino Fundamental Completo
Experiência 6 meses
01 vaga
Instrutor de nível médio no ensino profissionalizante
Ensino Superior Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Mecânico de auto em geral
escolaridade não exigida
Experiência 6 meses CTPS
03 vagas
Mecânico eletricista de automóveis
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Vendedor interno
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Técnico em eletromecânica
Ensino Médio Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Professor de educação física no ensino médio
Ensino Superior Completo
Experiência 6 meses CTPS
01 vaga
Familiares e amigos de Diogo Lira Ferreira, 16 anos, que no feriado de 7 de setembro morreu afogado nas águas do Rio São Francisco, na Orla II de Juazeiro, estão realizando um protesto nas ruas da cidade na manhã desta quinta-feira (13). Os manifestantes pedem justiça e punição para os proprietários e para o funcionário da empresa Caiaques do Vale, acusada de ter responsabilidade no afogamento do estudante.
Com gritos e cartazes de “Queremos Justiça” e “Somos todos Diogo”, a manifestação saiu por volta das 9 horas do Colégio Pedro Raimundo Moreira Rêgo, no bairro Alto da Aliança, onde o jovem estudava, e seguiu para a Câmara de Vereadores de Juazeiro. O grupo realizou um ato em frente ao Fórum Municipal e na sequência no Paço Municipal. A manifestação foi encerrada com um protesto na Orla II da cidade.
(foto: Ailton Nery)
Às 16 horas acontecerá a visita de cova, com saída também do Colégio Pedro Raimundo Moreira Rêgo, e às 19:30 será celebrada a missa de sétimo dia, na igreja Nossa Senhora de Fátima, no Alto da Aliança, quando amigos, colegas e familiares de Diogo farão homenagens ao jovem.
Ao longo do dia mais informações.
(fotos: Ailton Nery)
O caso
Segundo um amigo de Diogo, eles haviam alugado o caiaque neste dia e decidiram atravessar o rio em direção à Ilha do Fogo. Chegando ao local, encontram dois amigos, que teriam subido na embarcação. O amigo contou que o caiaque chegou a virar duas vezes, e que o funcionário da empresa, ao ver que a embarcação havia virado, teria utilizado outra embarcação para alcançar os jovens e, irritado com o excesso de passageiros e pelo tempo limite já excedido , obrigado que ele e Diogo entregassem os coletes e todos descessem da embarcação. O amigo conseguiu alcançar a margem, porém Diogo não.
A delegada Adelina Araújo assumiu as investigações, mas em contato com o Preto no Branco, informou que as investigações estão em curso e que na tarde de ontem (11) foram ouvidos os jovens que estavam com Diogo no momento do afogamento, familiares da vítima e um funcionário da empresa.
“O Inquérito foi instaurado, mas não foi feito o flagrante no dia. O delegado plantonista entendeu que não havia provas suficientes para fazer o flagrante e por este motivo foi instaurado inquérito regular. Ainda é cedo para anunciar de quem é a responsabilidade, mas alguém tem que ser responsável por isso,” disse a delegada a reportagem do PNB.
Um homem foi assassinado na rua da Cerca, no bairro Jardim Petrópolis, em Petrolina, nesta quarta-feira (12). A vítima foi identificada como Cícero Wellington Bezerra Alexandre , de 25 anos.
De acordo com as informações da Polícia Militar, Cícero estava próximo da sua residência quando foi surpreendido por dois homens que chegaram em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos de arma de fogo. Três disparos atingiram a cabeça de Cícero, que chegou a ser socorrido, mas morreu dentro da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (Samu).
A polícia informou que os familiares revelaram que a vítima possuía envolvimento com tráfico de drogas e tinha passagem pela polícia.
Os autores do crime não foram identificados. O crime está sendo investigado pela polícia.
A ministra Cármen Lúcia encerra hoje (13) seu mandato como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) após dois anos em que controlou de perto a pauta de julgamentos e teve que lidar, em mais de uma oportunidade, com embates entre o Judiciário e os outros poderes. Ela será substituída pelo ministro Dias Toffoli.
Cármen Lúcia deixa também o posto de presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ministra foi a segunda mulher a ocupar ambos os cargos – a primeira havia sido a ministra Ellen Gracie, já aposentada. Nessa condição, Cármen Lúcia promoveu políticas que visaram atender lacunas na prestação de atendimento às mulheres no Judiciário.
Uma semana antes de deixar o comando do CNJ, por exemplo, apresentou e obteve aprovação de três novas resoluções que dizem respeito às mulheres, instituindo políticas de combate à violência doméstica e de incentivo à participação feminina em cargos de comando no Judiciário e regulamentando a atenção a gestantes e lactantes em unidades prisionais.
Em mais de uma oportunidade, Cármen Lúcia afirmou, fosse em plenário ou em eventos sobre o tema, que o fato de presidir o STF foi um fato “excepcional”, não refletindo uma mudança real na situação desprivilegiada da mulher brasileira. “Há enorme preconceito contra a mulher no Brasil”, afirmou na primeira sessão plenária que presidiu, em 14 de setembro de 2016, um dia depois de tomar posse.
Toffoli assume
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli toma posse hoje (13) no cargo de presidente da Corte. A cerimônia de posse será às 17h, no plenário do Supremo. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele irá suceder Cármen Lúcia.
Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.
Perfil pacificador
O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.
A partir da semana que vem, Toffoli comandará as primeiras sessões da Corte. Foram pautadas somente ações que tratam de licenciamento ambiental e ações de inconstitucionalidade contra leis estaduais.
A expectativa é de que pautas polêmicas não sejam julgadas antes das eleições de outubro. Segundo assessores próximos, o tribunal não deve julgar novamente a autorização para a execução de condenações criminais, fato que é defendido por advogados de condenados na Operação Lava Jato.
Para o ministro Gilmar Mendes, um dos integrantes da Corte que deram apoio inicial quando Toffoli chegou ao STF, o novo presidente poderá dar continuidade às políticas públicas do Judiciário.
“Eu tenho boa expectativa. O ministro Toffoli é muito voltado para a questão de gestão, dedicou-se a isso na AGU e também no TSE, tem um gabinete organizado, acho que fará uma boa gestão, tanto no Supremo como no CNJ. De alguma forma acho que para o Judiciário, na visão administrativa, o CNJ é até mais importante do que o Supremo, porque ele trata políticas judiciárias, define regulamentos do Judiciário como um todo, faz prioridades, portanto, acho importante ter um bom gestor à frente do CNJ para dar continuidade a políticas públicas que vem se desenvolvendo”, disse Mendes.
No mais recente balanço divulgado no final do ano passado, Toffoli informou que, em 8 anos, reduziu o acervo de seu gabinete em 77%. Quando chegou ao Supremo, o ministro tinha cerca de 11 mil processos em seu acervo. Atualmente, existem cerca de 2 mil.
O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, foi submetido no final da noite desta quarta-feira (12) a uma cirurgia para correção de aderência na região abdominal. Após mais de uma hora de operação, o Hospital Albert Einstein informou na madrugada desta quinta-feira (13) que o procedimento foi “bem-sucedido”.
A assessoria do hospital informou ainda que maiores detalhes serão fornecidos nesta quinta-feira por volta das 10h em um novo boletim médico. A cirurgia foi acompanhada pela mulher de Bolsonaro, Michelle, que está em São Paulo, e por assessores.
Agravamento
Bolsonaro vinha experimentando melhoras no seu estado clínico. Depois de passar os últimos dias sem febre nem sinais de infecção e submetido a medidas de prevenção de trombose venosa, Bolsonaro teve um agravamento do quadro de saúde ao longo desta quarta-feira (12).
Terça-feira (11), havia recebido alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passando para uma unidade de cuidados semi-intensivos. Além disso, iniciou a alimentação por via oral, que foi suspensa depois dos problemas apresentados.
Nesta quarta-feira, o candidato reclamou de dores e náuseas, o que fez os médicos retomarem a alimentação via venosa, suspendendo a ingestão de alimentos.
Por volta das 22h30, o Hospital Albert Einstein informou que o candidato seria submetido a uma cirurgia, pois apresentou “distensão abdominal progressiva e náuseas, foi submetido a uma tomografia de abdômen”.
Bolsonaro fez o exame que mostrou a presença da obstrução e a indicação foi o tratamento cirúrgico.
Orações
Pouco depois da cirurgia, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato confirmou que a operação terminou bem. “A cirurgia de emergência acabou bem, graças a Deus! Meu pai está pagando um preço muito alto por querer resgatar o Brasil, está literalmente dando seu sangue”.
Durante o procedimento, Flávio Bolsonaro postou nas redes sociais que o pai passava por nova cirurgia e pedia orações. “Seu estado ainda é grave.”
Ataque
No último dia 6, em Juiz de Fora, Minas Gerais, Bolsonaro levou uma facada na região abdominal no momento em que estava em campanha de rua na cidade. Ele foi atendido pela Santa Casa de Juiz de Fora e passou por cirurgia.
Os médicos constataram uma lesão de uma veia na região do abdômen, perfuração no intestino grosso, com contaminação fecal, controlada, além de o intestino delgado também ter sido afetado. Foram feitas suturas.
A equipe médica optou por uma colostomia temporária para evitar uma infecção no intestino grosso. O candidato foi transferido para o Hospital Albert Einstein na sexta-feira (7), a pedido da família. Lá, foi mantido o mesmo procedimento.
* com participação da Agência Brasil em São Paulo e Rio de Janeiro
John Bernardino, primo de Diogo Lira Ferreira, 16 anos, que no feriado de 7 de setembro morreu afogado nas águas do Rio São Francisco, na Orla II de Juazeiro, participou ao vivo do programa Palavra de Mulher na web desta quarta-feira (12). O familiar pediu justiça e punição para os proprietários e funcionário da empresa Caiaques do Vale, acusada de ter responsabilidade no afogamento do estudante.
Segundo um amigo de Diogo, eles haviam alugado o caiaque neste dia e decidiram atravessar o rio em direção à Ilha do Fogo. Chegando ao local, encontram dois amigos, que teriam subido na embarcação. O amigo contou que o caiaque chegou a virar duas vezes, e que o funcionário da empresa, ao ver que a embarcação havia virado, teria utilizado outra embarcação para alcançar os jovens e, irritado com o excesso de passageiros e pelo tempo limite já excedido , obrigado que ele e Diogo entregassem os coletes e todos descessem da embarcação. O amigo conseguiu alcançar a margem, porém Diogo não.
“Eu estive no local, quando o corpo ainda estava lá. Testemunhas falaram que o dono do caiaque teria dado ordem para que o funcionário tomasse o caiaque deles e mandasse que eles viessem nadando. Meu primo não sabia nadar. Ele não tinha costume de tomar banho de rio. Diogo foi assassinado”, disse John.
Bastante emocionado, ele desabafou:”Estou revoltado. Deus está me dando força e coragem para resolver essa situação. Eles têm que ser preso. A Justiça tem que ser feita e punir o funcionários e os donos da empresa”, completou.
O primo de Diogo também revelou que, após o ocorrido, ainda na delegacia, teria sido intimidado por um dos filhos do dono da empresa, que foi encaminhado pela polícia para prestar depoimento.
“Ninguém vai me colocar medo. Já me procuraram e peço que não me procurem. Já ligaram pra mim chamando para conversar e eu digo, que só converso com a delegada. No dia do ocorrido, na delegacia, um filho do dono da empresa, acho que o do meio, me perguntou: Você já conheceu um homem na sua vida? E eu disse que conhecia vários. Ele me respondeu: ‘ Você tá vendo outro aqui’. Quero dizer aqui que ninguém vai me botar medo”, avisou o familiar.
A delegada Adelina Araújo assumiu as investigações, mas em contato com o Preto no Branco, informou que as investigações estão em curso e que na tarde de ontem (11) foram ouvidos os jovens que estavam com Diogo no momento do afogamento, familiares da vítima e um funcionário da empresa.
“O Inquérito foi instaurado, mas não foi feito o flagrante no dia. O delegado plantonista entendeu que não havia provas suficientes para fazer o flagrante e por este motivo foi instaurado inquérito regular. Ainda é cedo para anunciar de quem é a responsabilidade, mas alguém tem que ser responsável por isso,” disse a delegada a reportagem do PNB.
Amanhã (13), sétimo dia da morte do estudante, familiares, vizinhos e amigos de Diogo vão fazer uma manifestação pedindo justiça para o caso.
De acordo com John Bernardino, a saída do grupo de manifestantes será às 9 horas, da frente do Colégio Pedro Raimundo Moreira Rêgo, onde Diogo estudava, na Avenida irmã Dulce, Alto da Aliança. O grupo fará uma parada na Câmara de Vereadores, em frente a Delegacia de Polícia e seguirá em caminhada pela Adolfo Viana, orla, até chegar a Orla 2, para um ato de protesto pela morte do jovem.
Às 16 horas acontecerá a visita de cova, com saída também do Colégio Pedro Raimundo Moreira Rêgo, e às 19:30 será celebrada a missa de sétimo dia, na igreja Nossa Senhora de Fátima, no Alto da Aliança, quando amigos, colegas e familiares de Diogo farão homenagens ao jovem.
“Contamos com a participação da população de Juazeiro, dos amigos do Alto da Aliança, dos colegas de Diogo para que possamos pedir que a justiça seja feita e este caso não caia no esquecimento,” concluiu John.
Plenário do Supremo Tribunal Federal durante julgamento da validade da terceirização da atividade-fim nas empresas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar hoje (12), a partir das 14h, o julgamento sobre a legalidade do ensino domiciliar de crianças, conhecido como homeschooling.
O julgamento foi suspenso na semana passada e houve somente o voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso, a favor da modalidade de ensino. Faltam os votos de mais dez ministros.
O homeschooling acontece quando os pais não matriculam seus filhos em escolas públicas ou particulares e orientam os estudos em casa.
Em seu voto, Barroso se manifestou a favor do ensino domiciliar por entender que a Constituição trata somente do ensino oficial e não há norma específica para impedir a educação domiciliar.
Argumentação
Para o ministro, alguns pais preferem comandar a educação de seus filhos diante das políticas públicas ineficazes na área de educação e dos resultados na qualidade no sistema de avaliação básica, além de convicções religiosas.
Barroso também citou que o homeschooling está presente nos Estados Unidos, Finlândia e Bélgica, entre outros países.
“Sou mais favorável à autonomia e emancipação das pessoas do que ao paternalismo e às intervenções do Estado, salvo onde eu considero essa intervenção indispensável”, argumentou.
Durante o julgamento, o advogado Gustavo Saboia, representante da Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned), defendeu o ensino domiciliar e disse que cerca de 15 mil crianças estudam por meio desta modalidade no Brasil.
A Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu a obrigatoriedade da matrícula no ensino regular e o dever de o Estado assegurar a educação gratuita e obrigatória.