Preto no Branco

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Prefeitura de Petrolina diz que segurança patrimonial atua na Ilha do Fogo diariamente, mas banhista nega presença do agente

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(foto: reprodução/G1)

A Prefeitura de Petrolina se manifestou, através de nota, em resposta a uma banhista que na manhã do último domingo (25), presenciou um jovem sendo agredido por dois homens e uma mulher na Ilha do Fogo, localizada entre as cidades de Juazeiro e Petrolina, e questionou a responsabilidade pela segurança do ponto turístico. A matéria foi publicada pelo Preto no Branco na última terça-feira (27).

A banhista relatou o medo e a insegurança enfrentados pelos frequentadores da Ilha do Fogo e questionou sobre o abandono do local. “De quem é a responsabilidade com a segurança dos frequentadores da Ilha do Fogo? De Juazeiro ou de Petrolina? Os frequentadores estão entregues a própria sorte”, lamentou.

Leia a matéria completa

Em nota enviada ao Preto no Branco, a Prefeitura de Petrolina informou que um agente de segurança patrimonial faz a segurança da Ilha durante seu horário de funcionamento e que também são realizadas rondas de patrulhamento no local. Veja na íntegra:

Nota

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS) realiza limpeza na Ilha do Fogo semanalmente. Além disso, um agente de segurança patrimonial trabalha no local das 6h às 18h, horário de funcionamento da Ilha. A SEDURBS lembra que a Guarda Civil Municipal realiza patrulhamento de rotina no local diariamente e está à disposição da população 24h por dia através da Central de Operações no telefone 153, assim como a Polícia Militar através do 190.

Ascom/PMP

Em contato com a nossa redação, a prefeitura informou também que o agente de segurança patrimonial trabalha no local diariamente. Porém, ao entrar em contato novamente com a banhista que testemunhou as agressões, a mesma informou que no dia do acontecimento, tudo se deu por volta das 7hs da manhã, e não havia nenhum agente de segurança na Ilha do Fogo.

Da Redação

Sorteio da Mega-Sena pode pagar R$ 35 milhões neste sábado

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(foto: reprodução/internet)

Acontece neste sábado (31) mais um sorteio da Mega-Sena, que de acordo com a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 35 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio vai ser realizado na cidade de Canela (RS), às 20h (horário de Brasília).

No último sorteio, que aconteceu na última quarta (28), foram sorteadas as dezenas 10 – 23 – 31 – 33 – 51 – 52. Ninguém acertou as dezenas, e o prêmio acumulou.

Não é tão fácil ser um dos milionários contemplados com a Mega Sena. A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Por exemplo, quem opta pela aposta simples com seis dezenas, tem a chance de 1 em 50.063.860. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, segundo a Caixa Econômica Federal.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) pelo valor mínimo de R$ 3,50, em qualquer lotérica do país.

Da Redação

Hospital Universitário de Petrolina anuncia superlotação

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O Hospital Universitário em Petrolina, no Sertão Pernambucano, anunciou nesta sexta-feira (30) a superlotação da unidade. O comunicado foi feito através de nota.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da instituição, o HU está desde a noite de quinta-feira (29), com todas as Salas de Emergência e Unidade de Tratamento Intensivo ocupadas e sobrecarregadas. Por isso, a unidade não pode mais receber pacientes que precisem ou estejam aguardando ventilação mecânica.

O hospital que atende 53 municípios está trabalhando com quase 150% da sua capacidade. A nota comunicou ainda que o HU informou a Central Interstadual de Regulação de Leitos e a Rede Interestadual Pernambuco e Bahia sobre a situação.

Confira a Nota completa do Hospital Universitário

Com objetivo de esclarecer à população, autoridades e mídia sobre os problemas enfrentados pelo HU-Univasf, no que diz respeito aos fatores externos que tem influenciado negativamente nossa prestação de serviços, principalmente no que tange à sobrecarga sofrida pelo hospital ao receber a demanda por atendimento em média e alta complexidade de mais de cinquenta municípios do Vale do São Francisco;

Pretendendo sensibilizar a opinião pública e instituições reguladoras para discutir e buscar soluções visando à garantia do atendimento público de qualidade para os nossos usuários; e ainda considerando o período de recesso em que se vivenciam “festividades pascais”, tradicionalmente na nossa região com alta sinistralidade em acidentes e agressões;

O Hospital Universitário, exercendo seu compromisso com a transparência e responsabilidade pública, informa que desde a noite passada (29/03), encontra-se com toda a infraestrutura de suporte à vida (nas Salas de Emergência e Unidade de Tratamento Intensivo) totalmente ocupada e sobrecarregada, estando, portanto, impossibilitado de receber pacientes que requeiram ventilação mecânica ou estejam na iminência de necessitar de entubação e consequente ventilação mecânica.

Informamos ainda que a Central Interestadual de Regulação de Leitos (CRIL) e a Rede Interestadual Pernambuco e Bahia (PEBA) já foram comunicados sobre esta situação assim como suas possíveis consequências e estão cientes da total extrapolação da capacidade de atendimento hospitalar que hoje se reflete em uma taxa de ocupação de quase 150%.

Ascom/HU

G1 Petrolina

Planalto diz que querem “destruir a reputação do presidente Michel Temer”

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(foto: reprodução)

O Palácio do Planalto divulgou nota na noite desta sexta-feira (30) em que afirma que nega que Michel Temer tenha se beneficiado com os decretos dos portos e afirma que querem destruir a reputação do presidente. A nota foi divulgada um dia após a Polícia Federal deflagrar a Operação Skala, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na nota, o Palácio afirma que não há fatos reais a investigar e que, por isso, as “autoridades tentam criar narrativas que gerem novas acusações”.

“Tentam mais uma vez destruir a reputação do presidente Michel Temer. Usam métodos totalitários, com cerceamento dos direitos mais básicos para obter, forçadamente, testemunhos que possam ser usados em peças de acusação. Repetem o enredo de 2017, quando ofereceram os maiores benefícios aos irmãos Batista para criar falsa acusação que envolvesse o presidente. Não conseguiram e repetem a trama, que, no passado, pareceu tragédia, agora soa a farsa”.

Na operação, foram presas dez pessoas, entre elas amigos íntimos de Temer, como o advogado e ex-assessor do presidente José Yunes, o ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, e o ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Wagner Rossi.

O Palácio ainda afirmou que estão reinterpretando a Constituição, as leis e os decretos e estão vendo crimes em atos que respeitam às leis e obedecem aos princípios democráticos. “O atropelo dos fatos e da verdade busca retirar o presidente da vida pública, impedi-lo de continuar a prestar relevantes serviços ao país, como ele fez ao superar a mais forte recessão econômica da história brasileira. Bastou a simples menção a possível candidatura para que forças obscuras surgissem para tecer novas tramas sobre velhos enredos maledicentes. No Brasil do século XXI, alguns querem impedir candidatura”.

Bocão News

Projeto que libera cultivo de cana-de-açúcar na Amazônia afeta meio ambiente

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O Projeto de Lei do Senado (PLS) 626/2011, que está na pauta de votações do plenário da Casa, vem causando grande preocupação a ambientalistas e entidades de defesa do meio ambiente. De autoria do senador tucano Flexa Ribeiro (PA), o PLS propõe a liberação do cultivo da cana-de-açúcar no bioma amazônico.

A região teve limites definidos para o plantio em 2009, quando foi editado um decreto de zoneamento agroecológico. Dezenas de entidades da sociedade civil organizada soltaram um manifesto esta semana em repúdio ao PLS. Elas apontam que a alteração tende a impulsionar o processo de desmatamento na região, que, segundo o Greenpeace, perde cerca de 6 mil km² de área ao ano.

“A Amazônia está sendo devorada. Isso dá 600 mil campos de futebol por ano. É um número abissal”, afirma o coordenador de Políticas Públicas da ONG, Márcio Astrini.

O engenheiro florestal João Dagoberto, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), destaca que a plantação de cana é bastante agressiva ao meio ambiente. Baseada especialmente na monocultura, prática comum em latifúndios, ela traz impactos diversos.

“Ela tem um sistema de manejo e de cultivo extremamente pesado à base de adubação pesada, com muito herbicida. É altamente impactante pros recursos hídricos, pra biodiversidade e pros processos ecológicos de maneira geral”, explica.

Economia

O projeto também tende a trazer impactos econômicos para o país. Márcio Astrini aponta que a medida retrocede na política brasileira de biocombustíveis, que virou referência no mundo pela produção sustentável de etanol.

A expansão da cana na Amazônia tende a gerar novos conflitos agrários e sociais, sujando a imagem do Brasil no comércio exterior, o que dificultaria a venda do etanol brasileiro. O país produz 20% da cana mundial e responde por 40% das exportações do produto, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Única).

Um dos concorrentes do produto brasileiro é o etanol de milho produzido nos Estados Unidos, que poderia ser beneficiado com a mudança.

“Eles vão comemorar muito a possibilidade de manchar a imagem do etanol brasileiro. Isso incapacita o produto brasileiro de concorrer lá fora, num mundo que está discutindo mudanças climáticas”, destaca Astrini.

Por conta disso, o PLS 626/2011 encontra resistência até mesmo dentro da Única, que, nessa quarta-feira (28), manifestou-se publicamente sobre o assunto pedindo a reprovação do projeto. O Fórum Nacional Sucroenergético, que reúne entidades do setor canavieiro, também publicou nota contra a medida.

Segundo dados da entidade, o país produz 28 bilhões de etanol ao ano, 38 milhões de toneladas de açúcar e 21 TW/h (terawhat-hora) de bioeletricidade.

Impacto social

Do ponto de vista social, o impacto pode ser ainda mais alarmante. A Amazônia legal é uma das regiões mais violentas do país em termos de disputa territorial.

Segundo dados divulgados no ano passado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 2016 a região respondeu por 79% dos assassinatos por conflitos no campo no país. Foram, ao todo, 61 mortes.

A militante Ayala Ferreira, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), destaca que a expansão do cultivo da cana tende a atingir diretamente a vida de camponeses, quilombolas, indígenas, povos das florestas e das águas na região amazônica. Ela acrescenta que são comunidades que vivem do cultivo sustentável da terra para suprir as suas próprias necessidades e as das cidades.

“O capital não tem essa noção de pensar o respeito e a sustentabilidade do território que ele vai buscar. É uma busca desenfreada, cada vez mais expansiva e mais intensiva, pra continuar obtendo lucros”, critica.

O PLS 626/2011 estava com a tramitação parada no Senado, até que, nas últimas semanas, os parlamentares aprovaram o regime de urgência da matéria para votação no plenário da Casa, o que pode ocorrer na próxima semana.

Autor

O Brasil de Fato tentou contato com a assessoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), mas as ligações não foram atendidas. Em declarações dadas à imprensa esta semana, o parlamentar disse que o projeto libera o cultivo da cana somente em áreas já degradadas. Ele argumentou ainda que a medida ajudaria a gerar emprego e renda na região amazônica por conta da expansão do plantio.

Ribeiro é membro da bancada ruralista e ingressou na Casa em 2005. Um ano antes, foi preso juntamente com outras 27 pessoas numa operação da Polícia Federal que apurava fraudes em licitações no Pará. Ele negou as acusações e foi solto pela Justiça logo na sequência.

Entre outras coisas, ele apresentou, em 2005, um projeto de lei que alterava o Código Florestal e foi bastante criticado por setores ambientalistas. Três anos depois, causou polêmica no Congresso ao defender a empresa Pagrisa, produtora paraense de cana e etanol acusada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) de manter mais de 1 mil trabalhadores em condições análogas à escravidão.

Engenheiro civil de formação, Flexa Ribeiro é próximo dos setores econômicos da área e, na década de 1990, chegou a presidir o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Pará e ainda a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

No ano passado, o senador votou a favor da reforma trabalhista, que precariza as relações de trabalho ao suprimir os avanços da CLT, e votou também contra a cassação do senador tucano Aécio Neves, acusado de quebra de decoro parlamentar.

Brasil de Fato

Quintella é exonerado do Ministério dos Transportes

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O governo formalizou a saída de Maurício Quintella do cargo de ministro dos Transportes e publicou sua exoneração ontem, em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU). Quintella, que é deputado federal pelo PR, anunciou que deixaria o governo para poder disputar uma vaga no Senado nas eleições deste ano.

Na mesma publicação, o governo nomeou Herbert Drummond secretário executivo da pasta, que ficará interino como ministro até que o governo decida quem será o novo titular. Drummond era secretário de Política e Integração do ministério.

Nos bastidores, está certo que o ministro dos Transportes será Valter Casimiro, atual diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Funcionário de carreira e sem filiação partidária, ele recebeu a bênção do PR. Casimiro esteve na quarta-feira com o presidente Michel Temer, acompanhado por Quintella, o líder do partido na Câmara, José Rocha, e o ex-deputado Valdemar Costa Neto.

O último ato de Quintella à frente dos Transportes foi a inauguração do novo aeroporto de Vitória (ES), ao lado de Temer, na quinta-feira, numa cerimônia ofuscada pela prisão de amigos do presidente como parte da investigação sobre o Decreto dos Portos. Na segunda-feira, ele inaugurou um trecho de duplicação da BR-101 em Alagoas, Estado pelo qual concorrerá a um novo mandato parlamentar.

Sobre o pedido da empresa Rodrimar, alvo das investigações, para ter seu contrato de arrendamento em Santos (SP) prorrogado com base no polêmico decreto, o ministro afirmou na quarta-feira que o ministério recusará a solicitação. Ele afirmou, ainda, que a decisão da pasta é relicitar a área da Rodrimar em leilão para outras possíveis concessionárias.

A passagem de Quintella pelo ministério foi marcada pela busca de mecanismos para socorrer as concessionárias de infraestrutura que assinaram contratos no governo de Dilma Rousseff, a maior parte deles com grave desequilíbrio financeiro e alguns caminhando para a caducidade. Das iniciativas nesse campo, a mais bem-sucedida foi a repactuação dos pagamentos de taxas ao governo pelos aeroportos, o que deu fôlego à concessão do Galeão (RJ). O socorro às rodovias, porém, continua travado e tampouco foram iniciados os investimentos em ferrovias.

Sob a coordenação de Quintella, foi permitido às companhias aéreas cobrar taxas pelo despacho de bagagens. Também foi aprovado, no Congresso, o acordo de céus abertos com os Estados Unidos, uma matéria que estava pendente havia uma década. Ficaram pendentes duas propostas que estão no Legislativo: a permissão de 100% de capital estrangeiro nas aéreas e a fixação de um teto para cobrança do ICMS sobre o querosene de aviação.

Com pouco dinheiro para tocar obras, o ministro seguiu a linha adotada em todo o governo federal e priorizou a conclusão de obras que estavam em estágio mais avançado de execução. Paralelamente, trabalhou numa proposta de “concessão light” das rodovias, em que o pedágio bancaria apenas os serviços de manutenção. Um dos entusiastas dessa proposta é justamente Casimiro, que agora assumirá o comando da pasta.

Com uma necessidade de R$ 6 bilhões para fazer manutenção das rodovias federais e com apenas R$ 3,8 bilhões liberados para isso, a pasta quer correr com esse programa que pode entregar até 40 mil quilômetros de rodovias a concessionários que ficariam a cargo de sua manutenção. A previsão é que seja cobrada uma tarifa de pedágio uniforme em todo o País, cujo valor ainda está em estudos.

As receitas de pedágio de todas as concessionárias irão para uma câmara de compensação que fará transferências entre as empresas. Será um sistema no qual as rodovias mais movimentadas ajudarão a bancar a manutenção dos trechos com menor tráfego. Num primeiro momento, estão em estudos 1,2 mil quilômetros a serem concedidos Em seguida, virão mais 4 mil. O ministério está concluindo uma minuta de projeto de lei regulando esse programa.

Estadão

Inep divulga resultados do Encceja Nacional para o ensino fundamental

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou ontem (29) os resultados individuais dos estudantes que fizeram o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) em 2017 para o ensino fundamental.

Somente o próprio participante pode acessar o boletim de desempenho, informando o CPF e a senha cadastrada durante a inscrição. Também foram disponibilizados hoje os resultados dos participantes do Encceja para pessoas privadas de liberdade. Segundo o Inep, as notas do Encceja Exterior (feito por brasileiros que moram no estrangeiro) serão divulgadas até o dia 6 de abril.

No ano passado, 301,5 mil pessoas se inscreveram para obter o certificado do ensino fundamental por meio do Encceja. Quem obteve a nota mínima exigida em todas as quatro áreas de conhecimento e na redação terá o certificado. Quem obteve a nota mínima apenas em uma área de conhecimento terá a declaração parcial de proficiência.

O Encceja é direcionado aos alunos que não concluíram os estudos na idade adequada e desejam obter a certificação no ensino fundamental ou no ensino médio.

Agência Brasil

Aneel mantém bandeira tarifária verde para as contas de luz em abril

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(foto: reprodução/internet)

A bandeira tarifária de abril permanecerá verde, segundo informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira (29). Desde janeiro as contas de energia dos consumidores brasileiros estão nessa modalidade.

Bandeira verde significa que não haverá cobrança extra nas contas de energia, o que simboliza que situação nos reservatórios das hidrelétricas continua a melhorar, devido à volta das chuvas.

Em 2017, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, houve cobrança extra nas contas de luz via bandeira tarifária. Isso ocorre para arrecadar recursos necessários para cobrir custos extras com a produção de energia mais cara, gerada por termelétricas.

Em outubro e novembro, vigorou a bandeira vermelha no patamar 2, a mais alta prevista pela agência. Em outubro, o acréscimo foi de R$ 3,50 a cada 100 quilowatt/hora (kWh) consumidos no mês. Em novembro, como a Aneel antecipou a revisão dos valores que seriam aplicados a partir de janeiro de 2018, o valor adicional passou para R$ 5 a cada 100 kWh.

Já em dezembro, em razão do início do período chuvoso, a agência reguladora determinou a cobrança da bandeira vermelha, mas no patamar 1, com cobrança extra de R$ 3 a cada 100 kWh. Na bandeira amarela, o aumento na tarifa é de R$ 2 a cada 100 kWh.

Da Redação

Detran suspende CNH de 12 deputados baianos

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Doze deputados baianos estão com a CNH suspensa. Os nomes dos parlamentares constam lista divulgada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que suspendeu o direito de dirigir de ao menos 27 mil pessoas. Do total, nove são deputados estaduais e três são federais.

Estão sem a permissão de dirigir os deputados estaduais: Angelo Coronel (PSD), Luiz Augusto (PP), Alan Sanches (DEM), Marcelino Galo (PT), Nelson Leal (PSL), Paulo Rangel (PT), Roberto Carlos (PDT), Reinaldo Braga (PSL) e a deputada estadual Maria del Carmen (PT).

Entre os deputados federais baianos, caíram no pente fino do Detran: José Nunes (PSD), Luciano Braga (PRB) e Roberto Britto (PP). O levantamento foi feito pela coluna Satélite, do jornal Correio.

Os condutores que tiveram o documento suspenso deverão passar por um curso de reciclagem para ter o direito de dirigir de volta.

Em novembro, o Detran também suspendeu a CNH de outros dois deputados. Carlos Ubaldino (PSD) e Adolfo Menezes (PSD) tiveram as permissões para dirigir suspensas.

Bocão News