Preto no Branco

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Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola

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O Ministério da Fazenda lançou nesta sexta-feira (15) uma calculadora online para simular renegociações de dívidas pelo programa Novo Desenrola Brasil – Famílias.A ferramenta permite que pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, consultem previamente condições estimadas de pagamento antes de procurar uma instituição financeira.O simulador já está disponível no site oficial do ministério e foi desenvolvido para ampliar o acesso à informação e facilitar a organização financeira dos consumidores endividados.

Como funciona

A calculadora apresenta estimativas com base nas regras do programa, considerando critérios como:

•   tempo de atraso das dívidas;

•   descontos mínimos previstos;

•   valor aproximado das parcelas;

•   possibilidade de quitação ou renegociação.

O sistema também permite simular o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na renegociação.

Uso do FGTS

Pelas regras do Novo Desenrola, o trabalhador poderá utilizar:

•   até 20% do saldo disponível do FGTS;

•   ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.

O Ministério da Fazenda informou que a confirmação sobre a possibilidade de uso do fundo deverá ser feita diretamente com a instituição financeira participante do programa.

Objetivo da medida

De acordo com o governo federal, a ferramenta foi criada para oferecer mais transparência e segurança ao cidadão antes da contratação da renegociação.

As condições definitivas, no entanto, dependerão da análise e aprovação dos bancos habilitados no programa.

Sesau de Juazeiro participa do III Congresso Baiano de Assistência Farmacêutica em Salvador

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A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau) está representada no III Congresso Baiano de Assistência Farmacêutica (COBAF.26), realizado entre esta quarta-feira (13) e sexta-feira (15), em Salvador. Com o tema “Fortalecer, integrar e qualificar: caminhos para inovação da Assistência Farmacêutica no SUS”, o evento reúne gestores, pesquisadores e profissionais de saúde de diversas regiões da Bahia para discutir estratégias voltadas ao fortalecimento da assistência farmacêutica no Sistema Único de Saúde.

Promovido pela Sociedade Brasileira de Políticas Farmacêuticas (SBPFAR), com apoio científico da Superintendência de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia (SAFTEC) da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e apoio institucional do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems/BA), o congresso se consolida como um importante espaço de diálogo, articulação e construção coletiva em defesa de uma assistência farmacêutica cada vez mais qualificada e integrada no SUS.

Representando a Sesau, a assessora técnica Daniele Simão destacou a importância da participação do município em momentos de troca e atualização profissional. “Participar de um congresso como o COBAF é fundamental para ampliar conhecimentos, fortalecer redes de colaboração e discutir soluções inovadoras que possam contribuir diretamente para a qualificação dos serviços ofertados à população. Juazeiro entende a importância da assistência farmacêutica dentro da saúde pública e segue comprometida com o fortalecimento dessas políticas”, ressaltou.

O evento também promove debates sobre gestão, inovação, qualificação profissional e integração das políticas públicas voltadas à assistência farmacêutica, fortalecendo o compromisso dos municípios baianos com uma saúde pública mais eficiente, humanizada e acessível.

Ascom PMJ/Sesau

HU-Univasf registra mais de 12 mil atendimentos a vítimas de trânsito e reforça campanha de conscientização

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A partir desta sexta-feira (15/05) até o fim de maio, o Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), administrado pela Rede HU Brasil, participa da campanha Maio Amarelo, com foco na conscientização para a redução de acidentes e mortes no trânsito.
Com o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, a programação prevê atividades como a visita de estudantes da Escola de Referência Dom Avelar Brandão Vilela ao HU-Univasf (15/05); a ação educativa “Quem sou eu no trânsito” (19/05); e, em 28/05, a motociata promovida pelo Comitê Regional de Prevenção de Acidentes de Moto (CRPAM), órgão colegiado vinculado à VIII Gerência Regional de Saúde do Estado de Pernambuco (GERES), do qual o hospital universitário faz parte, por meio da Unidade de Vigilância em Saúde (UVS/HU-Univasf).
O HU-Univasf integra uma das 18 Unidades Sentinela de Informação sobre Acidentes de Transporte Terrestre (Usiatt) do estado. Além disso, é a instituição hospitalar que mais atendeu pacientes vítimas desses agravos, superando todas as demais localizadas nos centros de referência da Macrorregião Metropolitana do Recife e da Macrorregião Agreste/Zona da Mata.
Aumento dos casos
Informações do Boletim de Morbimortalidade por Acidentes de Transporte Terrestre (ATT), divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, apontam que o HU-Univasf atendeu 10.415 vítimas de acidentes de trânsito em 2024 e 12.265 em 2025. O dado representa um aumento superior a 17% na comparação entre os dois anos, além de um crescimento de 50% desses casos ao longo dos últimos 10 anos.
Já entre janeiro e abril de 2026, foram atendidas 4.284 vítimas de acidentes de transporte terrestre no HU-Univasf. Os episódios envolvendo motocicletas representam 83% dos casos, totalizando 3.580 vítimas. O relatório também aponta fatores de risco como a falta do uso de capacete e cinto de segurança, ausência de habilitação, consumo de bebida alcoólica e condução de veículos acima da velocidade permitida. O levantamento destaca ainda que, majoritariamente, as vítimas desse tipo de acidente são homens em idade produtiva.
Daniely da Silva Figueiredo, chefe da Unidade de Vigilância em Saúde do HU-Univasf, reforça que este é um momento estratégico para estimular o debate e a responsabilidade coletiva.
“O número de mortes e feridos no trânsito é alarmante. A mortalidade por acidentes é um grave problema de saúde pública, e é importante lembrar que uma das principais causas desses episódios é o descumprimento das regras de trânsito”, alerta.
Ascom

Comunidades tradicionais denunciam impactos de linha de transmissão em reunião com Ibama e Axia Energia

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O que para os técnicos da Axia Energia – antiga Eletrobras – e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), aparece como linhas retas e traçados em um mapa, para povos e comunidades dos municípios de Juazeiro, Campo Formoso, Curaçá e Abaré é território vivo, sagrado e de produção de saberes e alimentos.

Na semana passada, no auditório do Campus III da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro, uma reunião técnica complementar sobre o processo de licenciamento ambiental de linhas de transmissão foi marcada por manifestações de resistência.

O empreendimento prevê a instalação de torres e cabos de energia em áreas próximas ou incidentes sobre territórios de comunidades tradicionais, principalmente de Fundos de Pasto, o que tem gerado preocupação entre famílias agricultoras, lideranças comunitárias e organizações sociais.

Com placas que diziam “Nada sobre nós, sem nós”, “Respeitem nossos direitos” e “A Caatinga não tem preço, tem valor”, lideranças de Fundo de Pasto e comunidades Quilombolas denunciaram a fragilidade de um tipo de licenciamento que, segundo elas, ignora a existência de territórios tradicionais, áreas de uso comum e o direito à Consulta Prévia, Livre e Informada.

O encontro foi convocado após as audiências públicas realizadas entre os meses de janeiro e março deste ano. Segundo as comunidades, essas audiências ocorreram mesmo sob chuvas intensas, que tornaram as estradas intransitáveis e impediram a participação de grande parte das famílias diretamente afetadas. O ponto central das denúncias está na violação de direitos territoriais e no assédio da empresa, que tenta firmar contratos de servidão individuais antes mesmo da concessão da Licença Prévia.

A servidão administrativa é o instrumento utilizado para permitir a passagem das linhas de transmissão por propriedades ou áreas de uso, mediante autorização e indenização. No entanto, no caso dos Fundos de Pasto, as lideranças alertam que se trata de territórios coletivos, onde a criação de animais, o manejo da Caatinga e o uso da terra dependem de decisões comunitárias. Por isso, a tentativa de negociação individual é vista como uma ameaça à organização coletiva e ao modo de vida dessas populações.

A advogada Juliana Oliveira, da Associação de Advogados dos Trabalhadores Rurais (AATR), pontua: “Não vejo impedimento legal para que as comunidades tenham acesso aos contratos-base e possam analisá-los previamente e com assessoria. A assessoria permite que abusos não aconteçam”.

Essa estratégia, característica de processos de instalação de grandes empreendimentos, é vista pela articulação como uma manobra para enfraquecer a luta coletiva. Isso porque, ao tentar negociar individualmente em áreas de uso comum, a empresa ignora que a decisão sobre o território deve ser comunitária. “Estamos num exército de um homem só contra gigantes”, ressalta Silvancélio, de Abaré.

O conflito não é de hoje. Desde 2024, o IRPAA acompanha a apreensão das famílias diante das primeiras notícias de que o projeto atravessaria a região. Para além de técnico, trata-se, portanto, de um debate sobre permanência, autonomia e defesa dos modos de vida construídos historicamente no Semiárido. Enquanto a empresa apresenta estudos sobre torres, cabos e faixas de servidão, as populações denunciam os impactos que o empreendimento pode provocar no cotidiano das comunidades.

Para Ana Lúcia Santos, agricultora da Comunidade de Fundo de Pasto de Lagoa do Meio, distrito de Massaroca, em Juazeiro, a linha de transmissão fere a autonomia de quem vive da Caatinga em Pé: “Isso tem tirado nosso sono e nossa paz. Já lutamos outras vezes para a não chegada desse projeto, que vai limitar nosso modo de vida e a criação de animais. Ao passar pelas áreas de fundo de pasto, eles vão sofrer com a derrubada de diversas espécies nativas”.

A mobilização dessas comunidades contra a implantação do empreendimento é fruto de um processo contínuo de formação e articulação entre associações comunitárias, instituições públicas, organizações e movimentos sociais. O Ministério Público Federal também acompanha o caso e instaurou procedimento para tratar das denúncias apresentadas pelas comunidades, que cobram que nenhuma licença seja concedida pelo Ibama sem que os povos e comunidades tradicionais sejam ouvidos de forma adequada. Até o momento, o projeto da linha de transmissão permanece em fase de estudos iniciais.

As lideranças reforçam que a Consulta Prévia, Livre e Informada, prevista na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, é uma obrigação legal sempre que medidas administrativas ou empreendimentos possam afetar povos e comunidades tradicionais. Para elas, a consulta não pode ser confundida com audiência pública nem realizada de forma apressada, sem informação acessível, sem tempo de debate e sem respeito às formas próprias de organização de cada comunidade.

Maria Francisca, do Irpaa, ressalta que a defesa do modo de vida é prioridade: “É muito mais do que uma indenização, é a vida dessas famílias que produzem os alimentos que consumimos. Reforçamos o pedido de desvio dos territórios tradicionais; somente com o território vivo eles conseguirão continuar produzindo e cultivando suas manifestações culturais”.

Ana Vitória, assessora jurídica do Irpaa, critica a condução do processo: “A consulta prévia não pode ser a toque de caixa nem contratada por uma empresa que não tem a confiança das pessoas. Se o Estado tem estrutura para colocar 1.800 torres no meio do Sertão, ele tem que ter estrutura para garantir a consulta nas comunidades. O Estado brasileiro não pode continuar omisso”.

A luta das comunidades reafirma um princípio central da Convivência com o Semiárido: o território não é mercadoria. No auditório, a palavra de ordem sintetizou o sentido da mobilização: “O nosso território é tradicional, é sagrado!”.

Para essas populações, os efeitos do empreendimento vão além das questões ambientais: ameaçam a sobrevivência das famílias, a produção de alimentos, a criação de animais, a conservação da Caatinga e a continuidade de modos de vida construídos coletivamente ao longo de gerações.

 

Eixo Educação e Comunicação do Irpaa

Prefeitura de Casa Nova realiza entrega de alimentos do PAA para famílias de Salgadinha, São Luiz e Santana do Sobrado

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A Prefeitura de Casa Nova realizou mais uma importante ação de fortalecimento da segurança alimentar no município, com a entrega de alimentos para famílias cadastradas no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) nas comunidades de Salgadinha, São Luiz e no distrito de Santana do Sobrado.

A iniciativa, coordenada pela gestão municipal por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social em parceria com a agricultura familiar, garantiu a distribuição de alimentos frescos e de qualidade, contribuindo diretamente para a alimentação de dezenas de famílias em situação de vulnerabilidade social.

Entre os produtos entregues estavam frutas, verduras, legumes e outros alimentos produzidos por agricultores locais, fortalecendo também a economia rural e incentivando a produção da agricultura familiar no município. “O PAA é uma ação que beneficia diretamente quem produz e também quem mais precisa. Seguimos trabalhando para garantir alimento na mesa das famílias e fortalecer a agricultura familiar de Casa Nova”, destacou o secretário de Desenvolvimento Social, Alex de Santana.

O Programa de Aquisição de Alimentos é uma política pública que une desenvolvimento social e fortalecimento do campo, promovendo a compra de alimentos produzidos por pequenos agricultores para distribuição gratuita às famílias atendidas pelos programas sociais. Em Casa Nova, o PAA tem desempenhado um papel fundamental no combate à insegurança alimentar e no incentivo à geração de renda no meio rural.

A gestão municipal segue ampliando ações que promovem dignidade, cuidado social e valorização das comunidades, levando mais qualidade de vida para quem mais precisa em todas as regiões do município.

Ascom PMCN

Moradora denuncia “cratera” na Rua do Socorro, centro de Juazeiro, e cobra ação do poder público

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Em contato com o PNB, uma moradora da Rua do Socorro, centro de Juazeiro (BA), relatou os transtornos devido a um problema na pavimentação asfáltica da via. Um buraco de grandes proporções tem causado prejuízos a motoristas e colocado em risco à segurança no local.

Segundo a moradora, já houve danos aos veículos que passam pelo trecho, além do risco  de acidentes,, especialmente à noite.

“É um buraco enorme, que já virou uma cratera. Muitos carros já foram prejudicados aqui. A gente fica com medo porque uma pessoa pode não ver, frear de vez ou desviar de última hora e acabar causando um acidente. É um risco constante pra quem passa”, alertou.

Ela pede uma ação urgente do órgão responsável para recuperar a pavimentação da via que está danificada.

Estamos encaminhando a reclamação para a PMJ.

Redação PNB

Fazenda alerta sobre falso site do Novo Desenrola; pasta reitera que programa não cobra taxas

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O Ministério da Fazenda alertou, nesta sexta-feira (15), que um site falso com o nome do Novo Desenrola Brasil está sendo usado para aplicar golpes em consumidores interessados em renegociar dívidas. Segundo a pasta, a página fraudulenta imita canais oficiais do governo federal e promete “limpar o nome” dos usuários em até cinco dias.

De acordo com o ministério, os criminosos solicitam consultas de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) para verificar uma suposta elegibilidade ao programa e utilizam um chat para coletar informações pessoais e financeiras das vítimas, incluindo dados sobre dívidas de cartão de crédito e outros débitos.

Na sequência, os golpistas condicionam a renegociação das dívidas ao pagamento antecipado de taxas, solicitando transferências via Pix sob justificativas como “taxa administrativa” e “processamento eletrônico”.

O Ministério da Fazenda reforçou que o Novo Desenrola Brasil não cobra qualquer valor para adesão ao programae orientou os consumidores a procurarem diretamente bancos e instituições financeiras onde têm dívidas para negociar condições de pagamento.

O programa oficial permite redução de juros, descontos e renegociação de débitos em atraso.

Orientação 

A pasta recomenda atenção a promessas de quitação rápida de dívidas e alerta para cuidados básicos de segurança digital, como verificar se o endereço eletrônico pertence a um canal oficial do governo e desconfiar de pedidos de pagamento antecipado.

O ministério também orienta que os usuários não compartilhem dados pessoais em páginas desconhecidas e confirmem informações diretamente com instituições financeiras ou canais oficiais.

Como funciona

O Desenrola 2.0 permite que consumidores renegociem dívidas atrasadas com bancos em condições mais favoráveis.

Podem entrar no programa dívidas:

  • contratadas até 31 de janeiro de 2026;
  • atrasadas entre 90 dias e dois anos;
  • ligadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

A proposta do governo é que os bancos concedam um novo empréstimo para quitar a dívida antiga, com desconto e juros menores.

Condições oferecidas

As renegociações podem incluir:

  • descontos entre 30% e 90%;
  • juros máximos de 1,99% ao mês;
  • prazo de até 48 meses para pagamento;
  • primeira parcela em até 35 dias;
  • limite de R$ 15 mil renegociados por pessoa em cada banco.
  • desconto varia conforme o tipo da dívida e o tempo de atraso.

O programa também permite que trabalhadores utilizem parte do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas.

Será possível usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor.

A medida busca reduzir o endividamento das famílias e evitar que consumidores recorram a linhas de crédito mais caras.

Quatro frentes

O Novo Desenrola Brasil foi dividido em quatro modalidades:

  • Desenrola Famílias;
  • Desenrola Fies;
  • Desenrola Empresas;
  • Desenrola Rural.

O governo pretende realizar uma mobilização nacional de 90 dias para estimular renegociações e reduzir a inadimplência no país.

Fies liberado

Em relação ao Fies, as condições variam conforme o perfil do estudante e o tempo de atraso da dívida.

Para débitos vencidos há mais de 360 dias:

Em alguns casos, haverá possibilidade de parcelamento em até 150 vezes.

O governo estima beneficiar mais de 1 milhão de estudantes com a renegociação.

Agência Brasil

Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em bebês; vacina é principal forma de prevenção

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das infecções pelo vírus sincicial respiratório – VSR. O vírus é o principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de SRAG com diagnostico confirmado para algum vírus foram causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2% e o rinovirus com 25,5%.

Os dados são do Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O boletim também alerta que os casos de Influenza A continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente em idosos.

Esses dois cenários colocam todos as unidades federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba.

Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No final do mês passado, a Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.

Prevenção

A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta sobre a importância da imunização.

“A principal forma de prevenção contra agravamentos e óbitos por VSR e influenza A é a vacinação. Por isso, é essencial que as pessoas com maior risco de agravamento por esses vírus se vacinem”.

A vacina contra a gripe oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que têm maior propensão a desenvolver quadros graves da doença.

Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após o nascimento.

Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento é constituído de anticorpos prontos.

Casos

Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório.

O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus, presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com 7,4%.

Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com 6,4%.

Agência Brasil

Prefeitura de Juazeiro lança Programa Laços de Vida e entrega primeiros kits de enxoval a gestantes

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A Prefeitura de Juazeiro lançou, nesta quinta-feira (14), o Programa Laços de Vida, iniciativa voltada ao atendimento integral de gestantes em situação de vulnerabilidade social. A ação é desenvolvida pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome (Sedes) e reforça as políticas de proteção, cuidado e promoção da dignidade das famílias juazeirenses.

O lançamento aconteceu no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Tabuleiro e marcou também a entrega dos primeiros kits de enxoval, que fazem parte das ações previstas pelo programa para apoiar as famílias nos primeiros cuidados com o bebê. Na ocasião, três gestantes acompanhadas pela unidade receberam itens como banheira, lençóis, saída de maternidade, fraldas descartáveis, roupas infantis e produtos de higiene para o bebê.

O Laços de Vida também prevê acompanhamento psicossocial, oficinas, rodas de conversa e articulação com as redes de saúde e assistência social. A proposta é garantir um atendimento humanizado, com atenção às diferentes realidades sociais, culturais e familiares das mulheres acompanhadas pela rede socioassistencial do município.

Durante o lançamento, o prefeito Andrei Gonçalves destacou o cuidado da gestão municipal com as famílias. “O Laços de Vida mostra que a gente não se preocupa só com obras. A gente também se preocupa com as pessoas, com o povo dessa cidade. Porque nós estamos juntos em uma grande família chamada Juazeiro”, afirmou.

Serão beneficiadas gestantes residentes no município, inscritas no Cadastro Único, acompanhadas pela rede socioassistencial e vinculadas ao pré-natal da rede municipal de saúde. O programa dará prioridade a gestantes em situação de risco, pertencentes a grupos populacionais tradicionais e específicos, ou que enfrentem violência doméstica e outras vulnerabilidades graves.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome, Igor Luiz, o Laços de Vida fortalece o cuidado intersetorial entre assistência social e saúde, desde a gestação até os primeiros anos de vida da criança. “O Laços de Vida vem para cuidar de quem cuida: as nossas mamães acompanhadas pelos CRAS. É um programa pensado para fortalecer o pré-natal, o acompanhamento durante a gestação e também o cuidado após o nascimento da criança”, destacou.

O Laços de Vida será desenvolvido nos cinco CRAS do município e contará com o apoio da equipe volante do Social em Movimento, que atende comunidades da zona rural. A iniciativa terá articulação com a Secretaria de Saúde (Sesau), CREAS, Programa Criança Feliz/Primeira Infância no SUAS e demais serviços da rede.

Ascom