Preto no Branco

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Prefeitura participa da assinatura de convênio dos programas Pró-Semiárido e Bahia Produtiva em Juazeiro

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(foto: divulgação)

Representando o prefeito Paulo Bomfim, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária de Juazeiro, Tiano Felix, participou na tarde desta terça-feira (06), no auditório do SETAF em Juazeiro, da assinatura de contratos de convênio dos programas Pró-Semiárido e Bahia Produtiva, frutos da parceria entre o Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

O ato contou com a presença do diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, do gerente regional do Pró-Semiárido, Ademilson da Rocha Santos (Tiziu), dos presidentes das associações e dos representantes comunitários. Para Maiara Melo, presidente da Associação de Mulheres Produtoras de doces e Massas de Lajinha, uma das contempladas do programa Pró- Semiárido; o projeto é muito importante para expandir a produção local e consequentemente a venda dos produtos. “Queremos formar um grupo maior, que possa ajudar outras mulheres, gerar renda, fazer com que a economia da nossa localidade aumente”, disse.

De acordo com o diretor – presidente da CAR, Wilson Dias, a parceria entre o governo do estado e os municípios tem dado certo, e essa união de forças é a responsável pelo sucesso dos programas: “Com certeza Juazeiro vai ser um município diferenciado no Pró-Semiárido por conta da parceria que a gente tem com a prefeitura, através da secretaria de desenvolvimento econômico, agricultura e pecuária, que compartilha do nosso pensamento”, destacou.

A assinatura dos convênios significa a aplicação de um recurso de mais de R$ 900 mil para fortalecer a agricultura familiar, em Juazeiro. Segundo o secretário Tiano Felix, os programas servem de apoio e estímulo para a qualificação da produção local.

“Temos buscado estimular a organização dos produtores rurais, fomentando a agroindustrialização e esses programas do governo do Estado tem nos ajudado. Toda a dinâmica dos projetos, desde os recursos repassados às comunidades até a assistência técnica ofertada, são fatores determinantes para o melhoramento da produção local. O desenvolvimento econômico de Juazeiro é calçado na produção das comunidades rurais. O aumento da produção, bem como da qualidade dos produtos, é ganho para o produtor e para o município.”, afirma Tiano Felix.

Ascom/ADEAP

Temer tem mais de 70% de desaprovação e Lula segue como o presidenciável mais votado, aponta pesquisa

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O presidente brasileiro, Michel Temer, durante café da manhã com jornalistas em Brasília, no Brasil 22/12/2017 REUTERS/Adriano Machado

Uma pesquisa divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta terça-feira (06), mostra o índice dos presidenciáveis em 14 cenários possível na corrida eleitoral de 2018 e a avaliação dos índices de popularidade do governo do presidente Michel Temer.

Avaliação do Governo Temer

73,3% dos entrevistados avaliam negativamente o governo de Michel Temer, para 20,3%, a avaliação é regular, 4,3% avaliam negativamente e 2,1% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 10,3% contra 83,6% de desaprovação, além de 6,1% que não souberam opinar.

1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA

Lula: 18,6%
Jair Bolsonaro: 12,3%
Ciro Gomes: 1,7%
Geraldo Alckmin: 1,4%
Álvaro Dias: 1,2%
Marina Silva: 1,2%
Michel Temer: 0,4%
Outros: 3,1%
Branco/Nulo: 20,4%
Indecisos: 39,7%

1º turno: Intenção de voto ESTIMULADA

CENÁRIO 1: Lula 33,4%, Jair Bolsonaro 16,8%, Marina Silva 7,8%, Geraldo Alckmin 6,4%, Ciro Gomes 4,3%, Álvaro Dias 3,3%, Fernando Collor 1,2%, Michel Temer 0,9%, Manuela D´Ávila 0,7%, Rodrigo Maia 0,6%, Branco/Nulo 18,2%, Indecisos 6,4%;
CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro 20,0%, Marina Silva 12,8%, Geraldo Alckmin 8,6%, Ciro Gomes 8,1%, Álvaro Dias 4,0%, Fernando Haddad 2,3%, Fernando Collor 2,1%, Manuela D´Ávila 1,3%, Michel Temer 1,3%, Rodrigo Maia 0,8%, Branco/Nulo 28,2%, Indecisos 10,5%;
CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 20,2%, Marina Silva 13,4%, Geraldo Alckmin 8,7%, Ciro Gomes 8,1%, Álvaro Dias 4,1%, Fernando Haddad 2,4%, Fernando Collor 2,2%, Manuela D´Ávila 1,4%, Rodrigo Maia 1,0%, Branco/Nulo 28,4%, Indecisos 10,1%;
CENÁRIO 4: Jair Bolsonaro 20,9%, Marina Silva 13,9%, Ciro Gomes 9,0%, Álvaro Dias 4,7%, Fernando Haddad 2,9%, Fernando Collor 2,1%, Manuela D´Ávila 1,7%, Rodrigo Maia 1,4%, Michel Temer 1,3%, Branco/Nulo 30,5%, Indecisos 11,6%.

2º turno: Intenção de voto ESTIMULADA

CENÁRIO 1: Lula 44,5%, Geraldo Alckmin 22,5%, Branco/Nulo: 28,5%, Indecisos: 4,5%;
CENÁRIO 2: Lula 44,1%, Jair Bolsonaro 25,8%, Branco/Nulo: 26,0%,
Indecisos: 4,1%;
CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 26,7%, Geraldo Alckmin 24,3%, Branco/Nulo: 41,6%, Indecisos: 7,4%;
CENÁRIO 4: Lula 43,8%, Marina Silva 20,3%, Branco/Nulo: 31,8%, Indecisos: 4,1%;
CENÁRIO 5: Marina Silva 26,3%, Geraldo Alckmin 24,6%, Branco/Nulo: 42,5%, Indecisos: 6,6%;
CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 27,7%, Marina Silva 26,6%, Branco/Nulo: 39,0%, Indecisos: 6,7%;
CENÁRIO 7: Geraldo Alckmin 36,6%, Michel Temer 3,8%, Branco/Nulo: 52,0%, Indecisos: 7,6%;
CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 36,0%, Michel Temer 5,7%, Branco/Nulo: 50,2%, Indecisos: 8,1%;
CENÁRIO 9: Lula 47,5%, Michel Temer 6,8%, Branco/Nulo: 40,7%,
Indecisos: 5,0%;
CENÁRIO 10: Marina Silva 36,8%, Michel Temer 5,3%, Branco/Nulo: 51,1%, Indecisos: 6,8%;
CENÁRIO 11: Geraldo Alckmin 32,2%, Rodrigo Maia 6,5%, Branco/Nulo: 52,8%, Indecisos: 8,5%;
CENÁRIO 12: Jair Bolsonaro 32,2%, Rodrigo Maia 9,4%, Branco/Nulo: 49,6%, Indecisos: 8,8%;
CENÁRIO 13: Lula 46,7%, Rodrigo Maia 9,8%, Branco/Nulo: 38,4%,
Indecisos: 5,1%;
CENÁRIO 14: Marina Silva 34,5%, Rodrigo Maia 7,3%, Branco/Nulo: 51,0%, Indecisos: 7,2%.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com o número BR-06600/2018.

Da Redação

IBGE: mulheres ganham menos que homens mesmo sendo maioria com ensino superior

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Mesmo em número maior entre as pessoas com ensino superior completo, as mulheres ainda enfrentam desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. Essa disparidade se manifesta em outras áreas, além do item educação. É o que comprova o estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Tomando por base a população de 25 anos ou mais de idade com ensino superior completo em 2016, as mulheres somam 23,5%, e os homens, 20,7%. Quando se comparam os dados com homens e mulheres de cor preta ou parda, os percentuais são bastante inferiores: 7% entre os homens e 10,4% entre mulheres.

Em relação ao rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos e razão de rendimentos, por sexo, entre 2012 e 2016, as mulheres ganham, em média, 75% do que os homens ganham. Isso significa que as mulheres têm rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos no valor de R$ 1.764, enquanto os homens, R$ 2.306.

A economista Betina Fresneda, analista da Gerência de Indicadores Sociais do IBGE explica que os resultados educacionais não se refletem necessariamente no mercado de trabalho. Segundo ela, as mulheres, por terem nível de instrução maior do que os homens, não deveriam ganhar o mesmo salário, em média, deles. “Deveriam estar ganhando mais, porque a principal variável que explica o salário é educação. Você não só não tem um salário médio por hora maior, como na verdade essa proporção é menor.”

Também a taxa de frequência escolar líquida ajustada no ensino médio em 2016 exibe maior percentual de mulheres (73,5%) que de homens (63,2%). A média Brasil atingiu 68,2%. Estudos mostram que o ambiente escolar é mais adequado ao tipo de criação dado às meninas, em que se premia a disciplina, por exemplo, disse a analista. “Tem mais a ver então com características da criação das meninas. Outros estudos mostram que, a partir do ensino médio, por exemplo, os homens começam a conciliar mais estudo e trabalho do que as mulheres. Diversos fatores que estão associados a papéis de gênero.”

Em termos de rendimentos, vida pública e tomada de decisão, a mulher brasileira ainda se encontra em patamar inferior ao do homem, bem como no tempo dedicado a cuidados de pessoas ou afazeres domésticos. A pesquisa confirma ainda a desigualdade existente entre mulheres brancas e negras ou pardas.

No tópico da educação, o estudo procurou ressaltar também que entre as mulheres, as desigualdades são marcantes. As mulheres brancas alcançam superior completo em proporção duas vezes maior que as pretas ou pardas. “Então, existe um efeito também da cor da pessoa na chance de concluir o ensino superior”, destacou a economista.

O IBGE reuniu informações de três pesquisas no levantamento: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), partindo da base do Conjunto Mínimo de Indicadores de Gênero (Cmig), proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU). Somaram-se a isso dados do Ministério da Saúde, do Congresso Nacional e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira do Ministério da Educação (Inep). Os indicadores apurados foram agrupados em cinco temas: estruturas econômicas e acesso a recursos; educação; saúde e serviços relacionados; vida pública e tomada de decisões; e direitos humanos de mulheres e crianças. Dependendo do indicador, o período analisado vai se 2011 a 2016.

Estruturas econômicas

De acordo com o estudo, o tempo dedicado aos cuidados de pessoas ou a afazeres domésticos é maior entre as mulheres (18,1 horas por semana), do que entre os homens (10,5 horas por semana). Na média Brasil, são dedicadas por homens e mulheres 14,1 horas por semana a esse tipo de trabalho. “Por qualquer nível de desagregação que a gente faça, seja por regiões, como por raça ou por grupo de idade, há mulheres se dedicando com um número de horas bem maior do que os homens a esse tipo de trabalho”, ressaltou a pesquisadora do IBGE, Caroline Santos.

Para Caroline, esse indicador é importante porque dá visibilidade a um trabalho não remunerado, que é executado pelas mulheres, dentro de casa. E tem pouca visibilidade. Por regiões, verifica-se que no Nordeste, as mulheres dedicam um número maior de horas a cuidados, nesse tipo de atividade (19 horas por semana, contra 10,5 horas semanais dos homens).

Caroline destacou que por cor ou raça existe o agravante histórico, característico da formação do país, em que as mulheres pretas ou pardas se dedicam mais a esse tipo de trabalho não remunerado. De acordo com o estudo, as mulheres pretas ou pardas dedicam 18,6 horas semanais para cuidados de pessoas ou afazeres domésticos, contra 17,7 horas entre as mulheres brancas.

Tempo parcial

Segundo o estudo do IBGE, a dupla jornada fica nítida para as mulheres quando elas têm que se dividir entre os afazeres domésticos e o trabalho pago. Isso faz com que elas sejam obrigadas a aceitar, em alguns casos, trabalhos mais precários, afirmou Caroline.

Para mostrar como a carga horária é um diferencial na inserção de homens e mulheres no mercado de trabalho, quando se aborda o tempo parcial, verifica-se que o número de mulheres apresenta um percentual maior (28,2%) do que o de homens (14,1%).

Por cor ou raça, 31,3% das mulheres pretas ou pardas estão no trabalho por tempo parcial, ante 25% de mulheres brancas.

Representatividade

No que se refere à questão da representatividade, o estudo divulgado pelo IBGE evidencia que as mulheres são sub-representadas em várias áreas, não só na vida política, como no Congresso Nacional e cargos ministeriais, mas também nos cargos gerenciais, nos cargos públicos e privados e na instituição policial.

De acordo com a pesquisadora do IBGE Luanda Botelho, o Brasil está mal posicionado no ranking de países que informaram à organização Inter-Parliamentary Union (IPU) o percentual de cadeiras em suas câmaras de deputados ocupadas por mulheres em exercício. Em dezembro de 2017, o Brasil ocupou a 152ª posição entre 190 países, com 10,5%, atrás de nações com histórico de violência contra a mulher, inclusive. Na comparação mundial, Luanda definiu como grave a situação do Brasil, que mostra o pior resultado entre os países sul-americanos.

A pesquisadora destacou que o Brasil há ainda uma participação feminina reduzida nos cargos ministeriais. Em 13 de dezembro do ano passado, dos 28 cargos de ministro, apenas dois eram ocupados por mulheres.

Segundo o IBGE, as mulheres estão em desigualdade com os homens no que se refere aos cargos gerenciais, tanto no setor público quanto no privado. Considerando cargos gerenciais por sexo, segundo os grupos de idade e cor ou raça, 62,2% dos homens ocupavam cargos gerenciais, em 2016, contra 37,8% das mulheres. Nas faixas etárias mais jovens, entre 16 a 29 anos de idade, em especial, as mulheres apresentam melhor desempenho: 43,4% contra 56,6% de homens.

A participação de mulheres no efetivo das polícias civil e militar no Brasil é um indicador importante para avaliar a representatividade da mulher e também está associada à política nacional contra a violência contra a mulher. A lei prevê que a mulher vítima de violência seja atendida, preferencialmente, por policiais do sexo feminino. Mas ainda é pequena a participação feminina nas duas corporações. Em 31 de dezembro de 2013, as mulheres representavam 13,4% do efetivo ativo das polícias militares e civis no país, de acordo com dados da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic).

No total Brasil, a proporção de mulheres no efetivo das polícias civis dos estados brasileiros atingia 26,4%, em dezembro de 2013, enquanto a participação nas polícias militares era de 9,8%.

Agência Brasil

Partida desta quarta-feira contra o Atlântico vai definir futuro da Juazeirense no Baianão

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(foto: divulgação/Agência CNH)

Nesta quarta-feira (07), a Sociedade Desportiva Juazeirense entra em campo contra o time do Atlântico em jogo válido pela 9ª rodada do Campeonato Baiano 2018, a última da primeira fase da competição. A partida vai acontecer  no estádio de Pituaçu, em Salvador, às 21h45.

O Cancão de Fogo, que atualmente ocupa a terceira posição na tabela com 16 pontos, perdeu nas duas últimas rodadas e busca uma vaga nas semifinais do Baianão. Para que isso ocorra, o time deve vencer a partida contra o Atlântico ou torcer para que o Bahia de Feira, que tem 14 pontos e está na 5ª posição, empate ou seja derrotado no jogo contra a Jacuipense em Alagoinhas.

Na manhã desta quarta-feira (07), o técnico Zaluar aproveitou o treinamento no palco da partida para trabalhar opções na equipe que terá o desfalque de três titulares: Tigre, Deca e Salatiel. A equipe titular só será divulgada momentos antes da partida.

Apenas o time do Vitória, líder na tabela com 19 pontos, está garantido nas semifinais do Baianão. O Bahia, vice com 17, o Fluminense de Feira, em 4º com 16, e o Bahia de Feira, além da Juazeirense, disputarão as três vagas restantes para as fases finais.

Da Redação

Laudo aponta que vacas mortas em fazenda de Juazeiro foram envenenadas

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(foto: reprodução/TV Bahia)

Um laudo divulgado pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) revelou que as nove vacas leiteiras mortas no dia 25 de dezembro foram envenenadas. O caso aconteceu em uma fazenda no bairro Dom José Rodrigues, em Juazeiro.

De acordo com informações do site G1, segundo a Adab, três tipos diferentes de venenos foram encontrados nas vacas mortas na fazenda: iscas, usadas no combate de roedores, substâncias usadas para o controle de ectoparasitas em animais e plantações, além de mercúrio e chumbo.

Para chegar a conclusão do caso, amostras de sangue e das vísceras dos animais foram recolhidos por um fiscal e um veterinário que estiveram presentes na fazenda no dia 25 de dezembro. O material foi encaminhado para laboratórios de Salvador (BA) e de Belo Horizonte (MG).

A Polícia Civil, responsável pela investigação do caso, não informou se algum suspeito foi identificado e deve se pronunciar sobre o crime nesta quarta-feira (7).

Relembre o caso

Na madrugada do dia 25 de dezembro os animais foram encontrados agonizando após terem sido levados para o pasto, onde se alimentaram de capim, segunda a proprietária da fazenda que disse ainda os prejuízos com as mortes dos animais passam de R$ 75 mil. Apenas uma vaca sobreviveu. Todas estavam prenhas.

Da Redação

 

Acompanhe os trabalhos da SESP para esta quarta-feira (07) em Juazeiro

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(foto: divulgação)

A Secretaria de Serviços Públicos (SESP) informa à população juazeirense a programação dos trabalhos relacionados à iluminação e limpeza dos espaços públicos para esta quarta-feira (07).

As equipes de mutirões de limpeza estão no bairro Jardim Vitória, Complexo Policial e Avenida Cheffic Khoury – bairro João Paulo II. Já as equipes de varrição atendem hoje os bairros Piranga; Dom José Rodrigues; Área Central; Santo Antônio; Mercado do Produtor; Centenário; Alto da Maravilha; Parque Lagoa de Calu; Avenidas Flaviano Guimarães, Adolfo Viana – Centro; Santos Dumont – Santo Antônio; Elizeu Martins – Novo Encontro; Paulo Rios Campelo e Edgard Chastinet – São Geraldo.

Em relação à iluminação pública a equipe está atendendo os bairros Tabuleiro, Centro, Coreia, Dom Thomaz, Monte Castelo, Santo Antônio, Dom José Rodrigues e Jardim Primavera.

Qualquer solicitação de atendimento deve ser realizada pelo telefone (74) 3612 – 5411, e é necessário que a pessoa forneça o endereço completo e o número do telefone para que possa ser realizado o registro de protocolo.

Ascom/SESP

Prefeitura de Petrolina divulga edital de processo seletivo para contratação de coveiros

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(foto: reprodução/internet)

A partir desta quinta-feira (08), estarão abertas as inscrições para processo seletivo público simplificado para contratação temporária e por tempo determinado de coveiros, para atuar pela Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Mobilidade (SEINFRAHM) de Petrolina. As inscrições seguem até o dia 16 de março e o resultado final está previsto para o dia 11 de abril.

Ao todo serão ofertadas oito vagas, sendo uma reservada para pessoa com deficiência. Como pré-requisito, o candidato precisa ter ensino fundamental completo e, no mínimo, um ano de experiência comprovada.

A seleção será feita por meio de avaliação curricular de títulos e experiência profissional, em etapa única de caráter eliminatório e classificatório.

A contratação é válida por um ano, podendo ser prorrogada por igual período. Com um salário de R$ 1.433,17, a carga horária é de 40h semanais.

Após a inscrição online, o candidato deverá levar o formulário de inscrição impresso e preenchido, com todos os documentos comprobatórios previstos no edital, em envelope devidamente lacrado, presencialmente na sede da SEINFRAHM, que fica localizada na Avenida Guararapes, 2288, e funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 13h.

Clique e confira o edital completo

Cronograma
Publicação do Edital – 07 de março de 2018;
Período de onscrições – de 08 a 16 de março de 2018;
Divulgação da lista dos inscritos – 19 de março de 2018;
Recursos em face do indeferimento de inscrições – 20 a 23 de março de 2018;
Divulgação da relação final dos inscritos – 26 de março de 2018;
Avaliação de títulos, currículos e experiência profissional – de 27 de março a 03 de abril;
Divulgação do resultado preliminar – 02 de abril de 2018;
Recursos em face do resultado preliminar – 02 de Abril de 2018;
Resultado Final – 11 de Abril de 2018.

Da Redação

 

Zó pleiteia na Seinfra mais energia para a região norte

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(foto: divulgação)

O deputado estadual Zó (PCdoB) esteve em audiência nesta terça-feira (06), na Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) e foi recebido pelo Superintendente de Energia e Comunicação, Celso Rodrigues para solicitar apoio na distribuição energética na região norte, através do Programa Luz para Todos na Zona Rural.

Zó,acompanhado do Secretário de Assessoria de Planejamento e Parcerias Estratégicas de Juazeiro, Isaac Carvalho, do ex-vereador de Curaçá, Adelson Felix, e do Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Remanso, Adriano Paes Landim, requereram a inserção do Programa Luz para Todos na Zonal Rural de alguns municípios do norte do estado. Na oportunidade, Zó pleiteou a energização na Borda do Açude de Pinhões, no município de Juazeiro para contribuir ainda mais com o trabalhador e consequentemente nas melhorias da produção agrícola. A Seinfra assegurou ao parlamentar uma visita técnica ainda na primeira semana de abril, tanto no Açude de Pinhões quanto no povoado de Quixaba, município de Sento Sé, para oferecer o suporte elétrico à Mina de Ametista.

“A nossa intenção é oferecer estrutura para a região norte e um dos programas mais qualificado e com estrutura para beneficiar o povo do sertão baiano é o Programa Luz para Todos. O trabalho e dedicação da Seinfra para atender as demandas são primordiais. Hoje buscamos mais acesso à energia elétrica nas comunidades rurais, na borda do Açude de Pinhões que faz divisa entre Juazeiro e Curaçá, e em especial a implantação de energia na Mina de Ametista em Sento Sé”, concluiu Zó.

Ascom/Deputado Estadual Zó

Lula mantém liderança em pesquisa eleitoral

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Os resultados de uma pesquisa realizada pela CNT/MDA mostram que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém sua liderança nas intenções de voto. O levantamento foi divulgado na manhã desta terça-feira (07/03). Contudo ainda há a possibilidade do petista ser impedido pela Justiça Eleitoral de disputar as eleições presidenciais. O motivo é a condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá.

Na pesquisa, Lula lidera com 33,4% das intenções de voto, seguido do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que marcou 16,8%, e Marina Silva, com 7,8%. O tucano Geraldo Alckmin teria 6,4% no cenário com Lula na disputa, seguido de Ciro Gomes (PDT), com 4,3%. Já os senadores Álvaro Dias (Podemos-PR) e Fernando Collor (PTC-AL) marcariam 3,3% e 1,2%, respectivamente. A pesquisa ainda aponta o presidente Michel Temer com 0,9% das intenções de voto, seguido de Manuela D´Ávila (PCdoB), com 0,7%, e Rodrigo Maia (DEM-RJ) com 0,6%. O nome do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), não foi incluído na pesquisa.

Sem Lula

A situação se modifica um pouco com a possibilidade da ausência de Lula. A pesquisa aponta que neste cenário o candidato Bolsonaro lideraria todos os cenários pesquisados para o primeiro turno, com aproximadamente 20% das intenções de votos. Na situação onde o PT substitui Lula pela candidatura do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que aparece com, no máximo, 2,4% das intenções de voto. Marina Silva é a que mais se aproxima de Bolsonaro em uma eleição sem Lula, chegando a 13,9% das intenções de voto. Com a ausência do petista, Alckmin marca um total de 8,7%. Ciro fica com 8,1%; Temer, 1,3%; e Maia varia entre 0,8% a 1,4%.

Segundo turno

A pesquisa da CNT/MDA avaliou 14 cenários possíveis. Lula teria 44,5% das intenções de voto se disputasse o segundo turno contra o tucano Geraldo Alckmin, que teria 22,5%. Com Bolsonaro, Lula atingiria 44,1% das intenções de voto e o deputado chegaria a 25,8%. Se tiver na disputa, Lula é o que tem mais chances de vitória contra qualquer outro candidato.

Sem Lula, Bolsonaro aparece praticamente empatado com todos os seus adversários. O deputado teria 26,7% contra 24,3% de Alckmin, por exemplo. Com Marina Silva (Rede), Bolsonaro teria 27,7% e a ex-senadora, 26,6%. Já contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o parlamentar teria mais chances ainda: 32,2% contra 9,4%.

Na pesquisa espontânea, onde não é informado ao entrevistados as opções de escolha, Lula aparece num cenário de primeiro turno com 18,6% das intenções de voto e Bolsonaro com 12,3%. Ciro Gomes (PDT) aparece com 1,7% e Alckmin com 1,4%. Segundo o levantamento, 20,4% disseram que votariam em branco e 39,7% aparecem como indecisos.

Até agora os sete pré-candidatos à Presidência aparecem com índices elevados de rejeição. Lula é o mais popular entre os presidenciáveis. Segundo a pesquisa o atual presidente não receberia o voto “de jeito nenhum” de 88% dos entrevistados. Maia não teria o voto de 55,8% dos eleitores, seguido de Marina (53,9%), Alckmin (50,7%), Bolsonaro (50,4%), Ciro (47,8%) e Lula (46,7%).

Ainda com o menor índice de rejeição entre os sete candidatos, o petista conta com 52,1% dos entrevistados que concordaram com a condenação do petista em segunda instância. Apenas 37,6% defenderam que ele deveria ter sido inocentado. Para 52,5%, o petista não deveria disputar as eleições e 43,3% acreditam que ele deveria ser autorizado pela Justiça Eleitoral a participar do pleito de outubro.

Caso o candidato seja impedido de disputar, 54,2% dos entrevistados disseram que não votariam em alguém indicado por ele. O levantamento ainda aponta que 26,4% votariam a depender do indicado e 16,4% votariam em qualquer candidato indicado por Lula.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Estados, das cinco regiões do País. Realizada entre 28 de fevereiro e 3 de março, a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Bocão News