Preto no Branco

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2ª edição do Sarau do Bosque acontece neste sábado (21) no Quintal do Poeta

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Atracoes
No dia 21 de maio de 2016, sábado, ás 20hrs no Quintal do Poeta, na cidade de Juazeiro – BA, vai rolar mais uma edição do Sarau do Bosque, evento promovido pelo “Bosque Coletivo”, grupo que atua desde 2014 na produção cultural no Vale do São Francisco.

O Bosque Coletivo surgiu dentro da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), quando estudantes dos cursos de Ciências Sociais, Artes Visuais, Engenharias e Administração perceberam a necessidade de ocupar a Universidade com outros tipos de eventos, as primeiras festas realizadas no espaço acadêmico foram um sucesso, desde o início, o diálogo entre os diversos tipos de linguagens artísticas era presente, com exposições artísticas, fotos, pinturas, desenhos dividindo espaço com apresentações musicais e DJs.

Em 2015 os eventos passaram a serem realizados em outros espaços, foram 04 Festas no Bosque: Sarau no Arco da Ponte, Mostra fotográfica #QueriaEstarMorta (tainã aynoã) + lançamento do Livro Bicho (Jonatha Alencar), além da coprodução no evento Plataforma das Artes, junto com a Livraria SBS, Ride FM e Editora CLAE.

Dessa vez, o Bosque Coletivo firma uma parceria com o poeta Manuca Almeida e decidem abrir o Quintal do Poeta. A noite será repleta de poesia e, como de costume, a diversidade será a característica principal do evento. Além das intervenções poéticas, o Sarau também terá muita música e artes visuais. Os artistas: Douglas Cândido, Flávius Barbarossa irão expor seus desenhos em nanquim sobre papel, enquanto Kekê e Shuá, lançarão o novo projeto chamado “Na cara da Arte”, uma ótima oportunidade de prestigiar e quem sabe adquirir uma obra de arte de nossos artistas.

As apresentações musicais começarão com dois jovens que se juntaram para fazer um som novo, moderno, ousado. Cezar Fatel (18 anos, juazeiro) e Victoria Duarte (19 anos, Petrolina) prometem um repertório rico, eclético, passando por Chico César, Criolo e Jonnhy Hooker, duas bandas de Rock também irão sacudir a galera no Sarau, a banda Cabrón tem a maioria dos integrantes morando em Petrolina, mas pode-se dizer: é ROCK DO SERTÃO, com muita atitude em palco, boas letras e um som de altíssima qualidade, mostrando que a nova geração do rock aqui no Vale tá chegando forte, a outra banda é o power trio “Los Ogros”, banda que já circula pelos bares nas noites de Juazeiro e Petrolina, repaginando musicas de Roberto Carlos, Sidnei Magal, Reginaldo Rossi, entre outros, e pra finalizar a noite mágica, um forrozinho pé de serra com nosso grande Sanfoneiro Silas França, mais um da nova geração de músicos do Vale, com uma carreira respeitada apesar do curto tempo e da pouca idade, Silas França vai fazer todo mundo chiar a chinela!

O evento será gratuito, será vendido bebidas e comidas no local.
Como diria Paulo Diniz: “põe um arco íris na sua moringa, fique lelé da cuca num dia de sol”

Produção Bosque Coletivo

“A política não veste saia”-Por Thais Viyuela

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“Democracia, substantivo feminino, passível de feminicídio porque ousou vestir suas saias pela primeira vez.”

A frase acima é de Maria Gabriela Saldanha.

Agora, entre as mulheres, paira um sentimento de morte.

É um sentimento de impotência, de silenciamento, de retrocesso. Não falo em política ou economia. Um grupo grande de personagens e circunstâncias é responsável por isso. Falo em representatividade.

Falo de uma mulher que entrou num ninho de cobras, num universo muito machista, sujo e baixo, e jogou o jogo até o fim, um jogo imposto por homens brancos, para homens brancos.

Ela, ao contrário de tudo que se espera de uma mulher, não chorou, não se descontrolou, não fez escândalo, trabalhou de forma firme e séria até agora. Ela não agiu “como uma menininha”.

E isso assusta. Por falta de argumentos, os ataques e os adjetivos ficaram ainda mais ofensivos.

Com histórico de perseguição política e tortura, ela não só saiu viva, como saiu líder dos que a torturaram. Naquela época, Dilma tomou tantos socos que tem problemas na arcada dentária até hoje. Suas sessões de tortura precisaram ser suspensas porque ela teve uma hemorragia uterina que não passava. Seu torturador, um homem acusado de enfiar ratos na vagina de mulheres, foi aclamado publicamente em rede nacional. Apesar disso, se manteve a postura ereta e silenciosa diante do circo do dia 17 de abril de 2016.

Ela jogou tão bem o jogo desses homens que o máximo que se diz sobre Dilma é que ela estava andando de bicicleta no seu tempo livre. Não, nem a roupa, nem algum gesto ou jargão no momento errado. De fato, emagreceu. Quem, no lugar dela, não emagreceria? Fotos em posições desconcertantes para qualquer ser humano não faltaram. Montagens desrespeitosas com o rosto dela também não. Mas nenhum homem foi visto ao seu lado. Ela se manteve unicamente por sua imagem, forte o suficiente.

O sentimento é de que o ministeriado de Temer dará prosseguimento ao jogo desses homens brancos, sujos, já velhos de guerra. Uma guerra construída por eles. Dessa vez, como não se vê há 37 anos, sem uma única ministra mulher num país onde 51% da população é composta por mulheres. O Ministério das Mulheres deixará de existir, como Temer já afirmou. Homem este que exibe sua bela mulher à tiracolo, como mulheres devem se apresentar. Quietas, no canto da foto presidencial. “Do lar”, não da política, nunca da vida pública.

Fácil dizer que o feminismo ou outros movimentos de minorias roubam a cena das principais pautas da política do Brasil. E engraçado pensar que na verdade a minoria é composta por homens, 49% da população, e brancos, 45,9% autodeclarados, que pisaram por séculos em mulheres brancas, indígenas e negras pra conquistar o que lhes interessava. O feminismo rouba as pautas estruturais do Brasil se você está inserido nas pautas desde os últimos 500 anos. Caso contrário, o feminismo exige apenas o que nos é de direito: a representação. Com 51,6% dos votos nas urnas, a questão de representatividade parece, na verdade, estar invertida. A minoria branca e misógina urra com a perda de poder.

Não, não direi “Tchau, querida”, a frase mais nojenta dos últimos tempos. E não me venham com explicações. Sei que não sou a única a sentir a ironia desse afeto, a intimidade não autorizada dessa frase, a deslegitimação da figura pública de uma mulher através de um adjetivo de teor íntimo e pessoal.

Deixo a imagem de Dilma e sua filha porque ela choca. Ela incomoda. A filha Paula Rousseff e sua mãe, ao receber a faixa presidenta do Brasil.

Não se vê ternos, gravatas ou cabelos brancos.

Apenas uma mãe e uma filha que não precisam da figura masculina para estar onde estão.

Com essa imagem e diante de um cenário tão desesperador, a única coisa que me vem à cabeça como um mote de esperança é que a revolução será feminista, ou não será.

Thais Viyuela é estudante de arquitetura, fotógrafa e escreveu esse texto para Brasil Post.

Sesp promove almoço no próximo sábado em comemoração ao dia do Gari

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Em homenagem ao dia do Gari, comemorado oficialmente nesta segunda-feira (16), a Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) de Juazeiro realiza no próximo sábado (21), um almoço para agradecer o trabalho desses profissionais tão importantes para a manutenção e conservação do município. O evento contará ainda com sorteio de brindes e grupo musical.

P_20160512_084031(1)Para o secretário de Serviços Públicos, Fernando Dantas parabenizar e valorizar a luta diária desses trabalhadores que cuidam da beleza de Juazeiro é uma forma de estimular a categoria. “Hoje é dia de parabenizar a todos esses profissionais que diariamente cumprem suas funções por vários bairros e regiões do município. A existência de uma data comemorativa simboliza o reconhecimento de uma classe trabalhadora”, destacou Fernando.
O serviço é essencial para Juazeiro, e os próprios garis reconhecem a importância do trabalho. “São várias ruas e bairros de Juazeiro que fazemos a limpeza, recolhemos lixo e capinamos, todos unidos. E aí a cidade fica linda. É um trabalho muito bonito. O que nós fazemos é também cidadania”, orgulha-se Antônio Rodrigues que trabalha há 4 anos como gari.P_20160512_090133(1)

A agente de Limpeza, Elba Maria da Silva conta que trabalha há sete anos limpando
as ruas de Juazeiro e compartilha o orgulho pelo serviço que desempenha. “É um trabalho que exige muito esforço já que passamos boa parte do dia limpando ruas, e grandes avenidas. Eu gosto de trabalhar como gari e tenho muito orgulho disso, pois sei que meu serviço é muito importante para a cidade”, disse Elba.

Elaine Barbosa/Sesp

Muito forró e animação durante 5º São João do Dadau

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Os festejos juninos só começam nos próximos dois messes, Junho e Julho, em comemoração aos santos cristãos, São João, Santo Antônio e São Pedro. Mas aqui em juazeiro, o São João do Dadau já abriu o período de festas juninas no Vale do São Francisco.

Farmácia 24 horas: uma necessidade URGENTE em Juazeiro e Petrolina

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“É de causar indignação que nestas duas cidades, consideradas de grande porte, não exista nenhuma farmácia que funcione 24 horas. Às 23h de sábado (14) precisei de um remédio para minha filha de 5 anos, rodei Juazeiro e Petrolina e todas as farmácias estavam fechadas”, reclama o designer gráfico Victor Fidel, que reivindica dos órgãos competentes uma solução para este problema.
A ausência de farmácias 24h em Juazeiro e Petrolina, que juntas somam quase quatrocentos mil habitantes, é sentida pela população que fica desassistida deste serviço de saúde procurado, geralmente, em casos de emergência.11259764_238291946529901_4416776962134960610_o
Farmácia não é um comércio qualquer. É um serviço. Um serviço de saúde. Não há quem esteja livre de precisar deste serviço no meio da madrugada. Dificilmente há quem o procure sem necessidade.
As reclamações são recorrentes, mas sem resposta dos órgãos que poderiam apresentar uma solução.
Por que não instituir um plantão organizado em sistema de rodízio nas madrugadas ?
De quem seria a responsabilidade de atender essa demanda das duas comunidades?
Em diversos municípios brasileiros existem leis que instituem a obrigatoriedade do funcionamento de farmácias durante 24 horas, aos feriados e finais de semana, em regime de plantão, ficando a cargo do Executivo a regulamentação e fiscalização.

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Segundo a Secretária de Saúde de Juazeiro, Tatiane Malta, em 2015 houve uma reunião entre a Vigilância Sanitária, representantes do setor de farmácias e Conselho Regional de Farmácia para tentar instituir um regime de plantão, mas a discussão não avançou. Os comerciantes do segmento alegaram que não há segurança para funcionar durante a madrugada. A Secretária reconhece que há essa necessidade, mas que o município não teria a competência de determinar a obrigatoriedade do serviço e apela para o bom senso dos comerciantes.

Provocada pela nossa reportagem, Tatiane Malta prometeu voltar a discutir o assunto com as partes envolvidas para buscar uma solução.
Os Conselhos Municipais de Saúde podem e devem entrar nessa discussão.
As farmácias podem e devem investir em segurança.
Os vereadores podem e devem criar um projeto de lei que, além de estabelecer o funcionamento por 24 horas, não deixasse impune quem se recusasse a abrir as portas
Os poderes públicos podem e devem encontrar uma alternativa.
A população é que não pode e nem deve ficar desassistida.
Vamos aguardar. E acompanhar.

Sibelle Fonseca

Coro de “Fora, Temer” toma conta de concha acústica em Salvador.

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A tão festejada “habilidade política” de Michel Temer, já se viu, resume-se à capacidade de fazer conchavos entre deputados e caciques políticos. Se não fosse assim, ao assumir a presidência com ralíssimos índices de aceitação, a última coisa que deveria fazer seria extinguir o Ministério da Cultura, para acrescentar “mais um” numa conta que –como mostrou a Folha ontem – não significa economia, apenas demagogia.

Ontem, em show de reinauguração da concha acústica de Salvador, bastou um protesto de Carlinhos Brown contra a extinção do Ministério para a platéia – quase toda de jovens – explodir num coro de “Fora Temer”, que você pode ouvir no vídeo abaixo.

Tem tudo para se repetir por toda a parte, embora Temer esteja – depois do erro primário – tentando arranjar uma mulher – daquelas que Eliseu Padinha, seu cupincha fedorento (segundo escreveu Fernando Henrique Cardoso), servem para ser secretárias – que aceite ficar de figura decorativa na área cultural. Marília Gabriela, diz o Glamurama, recusou o convite levado pela menina de recados Martha Suplicy.

Vai ser pior a emenda que o soneto.

https://www.facebook.com/jornalistasoninhacorrea/videos/1140764372629958/?pnref=story

 

Por Fernando Brito, no Tijolaço

O que é o MinC? E o quê a cultura perde sem ele?

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Reduzir o Ministério da Cultura à condição de Secretaria nos dá a dimensão exata da compreensão de cultura que tem o novo – e provisório – comando do Brasil.

O MinC, nos últimos 13 anos, liderou a formulação e realização de políticas culturais com base na democratização, no respeito à diversidade e na ampliação do conceito de cultura. Através da participação social e do diálogo estabelecido, foi possível desenvolver políticas culturais que marcaram uma nova atenção para as culturas populares: as afro-brasileiras, as indígenas, as de gênero, e orientações sexuais, das periferias, audiovisuais, digitais etc.

Ações como o programa – hoje lei – Cultura Viva ganhou imensa visibilidade nacional e internacional, com um trabalho dedicado à cidadania cultural, consolidando a cultura como fundamental para o desenvolvimento social, incorporando comunidades até então desassistidas pelo Estado Brasileiro.

Ao estimular a institucionalidade e a organização do campo da cultura, o MinC tornou possível que as políticas culturais se transformassem em políticas de Estado através de dois importantes instrumentos: o Plano Nacional de Cultura (PNC) e o Sistema Nacional de Cultura (SNC), que estabelece uma perspectiva federativa, pactuando União, Estado e Municípios e que, após intensa participação social, foram transformados em Leis e definem as diretrizes e ações da Cultura no País pelos próximos 10 anos, enfrentando a insistente descontinuidade nas políticas.

A SecultBa entende que a fusão do MinC com qualquer outra pasta é um retrocesso à autonomia conquistada em 1985 e pode fragilizar as políticas em andamento e voltar a reduzir a Cultura a ação acessória, num país onde as políticas culturais já são reconhecidas pela sociedade como fundamentais para o desenvolvimento simbólico, econômico e social.

O Ministério da Cultura foi criado em 1985, pelo Decreto 91.144 de 15 de março daquele ano. Reconhecia-se, assim, a autonomia e a importância desta área fundamental, até então tratada em conjunto com a educação.

A diversidade cultural, além de ser elemento fundamental na construção da própria identidade do País, é, cada vez mais, um setor de grande destaque na economia, como fonte de geração crescente de empregos e renda.

A Cultura Brasileira cabe e ainda sobra na estrutura de um Ministério; e não em uma mera e exígua Secretaria!

Assessoria de Comunicação – Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA

“Sem festa”- Por Caetano Veloso

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Por Caetano ao O Globo

“Parece que há quem queira festejar. Eu, neste primeiro momento do governo Michel Temer, só tenho mesmo é uma grande queixa a fazer: a extinção do MinC é ato retrógrado. Depois de já haver, oportunisticamente, desistido de diminuir o número de ministérios, Temer, premido pela má repercussão da notícia, voltou a fazer o que a maioria dos brasileiros, acertadamente, quer: enxugar a máquina administrativa, na crença de que, assim, faz economia e livra-se do toma-lá-dá-cá. Na verdade, o peso econômico é pífio e as escolhas dos novos ministros não apontam para um critério técnico e meritocrático. Seria uma beleza se um presidente peemedebista nos livrasse do vício da distribuição “política” de cargos. Mas nossa oficialidade não vive de belezas. No entanto, reduzir o número de ministérios é bom de qualquer jeito. É bom simbolicamente, formalmente. Mas o desfazimento do MinC é negativo. Só Collor o tinha tentado antes, com tétricos resultados.

O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “think tank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece. Sei que os maluquinhos habituais vão repetir que os artistas famosos brasileiros vivem do dinheiro do Estado, que querem mais, que são dependentes do governo. Repetirão todas as bobagens que têm dito sobre a Lei Rouanet e demonstrarão todo o ressentimento pelo que filmes, peças, canções, escritos, desenhos, edifícios, estátuas, performances, instalações, criações artísticas em geral representam quando atingem multidões ou íntimas sensibilidades. Não. Eu digo NÃO. Os artistas que se sentem atraídos pelo histórico do PT, o mais duradouro e estruturado partido de esquerda do mundo contemporâneo, não são dependentes de governo. Eu não sou dependente de governo. Tenho minhas opiniões próprias e exibo as contradições de minhas buscas. Só retirarei a afirmação de que baixar o MinC a uma secretaria dentro do Ministério da Educação (que tem tarefa gigante pela frente) ou a uma Secretaria Nacional de Cultura ligada à Presidência da República, como se cogita agora, é retroagir se, uma vez em ação, o novo governo prove que é capaz de dar à produção cultural a atenção que ela requer. Se os trabalhos da DDI tiverem continuidade, se os ajustes que se mostrem necessários no uso da Lei Rouanet servirem para que ela seja mais eficaz no estímulo à inventividade, se outras áreas da criação forem levadas à condição de superavitárias, se o Estado exibir que sabe o quanto o apoio à cultura pode resultar em crescimento econômico, direto e indireto, local ou como estímulo ao turismo internacional. Sem isso, não quero nem saber de festa.”.

 

Cauby Peixoto morre em São Paulo aos 85 anos

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O cantor cauby peixoto morreu na noite deste domingo (15), aos 85 anos, em São Paulo. O fã-clube oficial do cantor informou que a morte foi por volta das 23h50. As causas da morte ainda haviam sido divulgadas até a publicação desta reportagem. O artista estava internado no Hospital Sancta Maggiore na Avenida Amaro, na Zona Sul de São Paulo, segundo a GloboNews.

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No dia 9 de abril, Cauby Peixoto tinha um show marcado em Vila Velha, Espírito Santo, mas o espetáculo foi adiado porque o artista se sentiu mal.

Cauby Peixoto, que estava em turnê pelo Brasil com a cantora Angela Maria, se apresentou ao lado da artista no dia 03 de maio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A turnê comemorava 60 anos da carreira de cada um dos artistas. No repertório, sucessos como “Vida da bailarina”, “Cinderela”, “Gente humilde”, “Bastidores”, “Babalu” e “Conceição”.

Carreira
Em 1995, Cauby  gravou pela Som Livre o CD “Cauby canta Sinatra” ao lado de grandes nomes da MPB como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Zizi Possi, e de uma estrela internacional, Dionne Warwick, interpretando clássicos da carreira do cantor norte-americano.

Repercussão
O cantor Elymar Santos expressou seus sentimentos ao amigo de profissão em sua página no Facebook: “O Brasil acaba de perder um de seus maiores ídolos, meu padrinho Cauby Peixoto. Que Nossa Senhora receba em seus bralços, e que ele descanse em paz”. Obrigado Cauby, em nome da Música Popular Brasileira”.

A produtora musical Paula Lavigne também se manifestou em  seu Facebook com uma foto do cantor e frase.: “Um triste boa noite! #caubypeixoto #RIR”

Fonte: G1

Relembre:

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