Preto no Branco

26679 POSTS 18 COMENTÁRIOS

Boris Johnson recebe alta hospitalar mas segue afastado de suas funções de primeiro-ministro

0

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson deixou o hospital depois de receber alta do tratamento contra o novo coronavírus neste domingo (12). Johnson foi internado no hospital St. Thomas, em Londres, dez dias após testar positivo para Covid-19.

Ele chegou a passar três noites na UTI. De acordo com informações da BBC, o premier de 55 anos não retornará imediatamente ao trabalho, segundo o porta-voz de Downing Street. A rua em Londres abriga as residências e escritórios oficiais do Primeiro Ministro do Reino Unido e do Chanceler do Tesouro.

Johnson continuará sua recuperação em casa. “A conselho de sua equipe médica, o primeiro-ministro não retornará imediatamente ao trabalho. Ele deseja agradecer a todos em St Thomas pelo brilhante atendimento que recebeu. Todos os seus pensamentos estão com os afetados por esta doença”, disse o porta-voz.

BNews

Juazeiro: Vereadores do bloco da oposição indicam medidas para enfrentar a crise provocada pelo Novo Coronavírus, e Alan Jones diz Saúde se faz na sua completude e não com medidas isoladas”

0

Após a manifestação do infectologista da rede municipal, Washington Washington Luís, alertando a população para que se redobre os cuidados em relação ao Coronavírus, com transmissão comunitária em Juazeiro, os vereadores do bloco da oposição elaboraram um documento indicando algumas medidas que deveriam ser adotadas pela gestão municipal.

Os Vereadores Allan Jones (PSDB), Aníbal Araújo (PTC) e Domingos Alves (PRTB) entre outras indicações diretamente ligadas à saúde, sugerem a suspensão ou parcelamento de tributos municipais e a garantia de que serviços essenciais, como água, esgoto, iluminação pública e coleta do lixo, não sejam interrompidos por falta de pagamento, enquanto estiver em vigor a Estado de Emergência em Saúde Pública, decretado pelo prefeito.

Os vereadores também sugerem a criação de novos leitos de UTIs, a compra de respiradores artificiais novos e a oferta suficiente de EPIS para pacientes sintomáticos e profissionais de saúde.

O documento indica ao prefeito que seja criado um auxílio financeiro emergencial, mensal, para trabalhadores informais e desempregados, e a criação de hotéis sociais para grupos de risco.

Outra medida sugerida foi para que a prefeitura viabilize, junto a Unimed, a reativação dos leitos de UTI do hospital de Juazeiro, como preparação para a fase de transmissão comunitária, que pode levar os pacientes a precisarem de tratamento em uma unidade de terapia intensiva.

“Após as informações do renomado infectologista, Dr Washington, de se manter e preservar mais ainda o isolamento social, que já dura cerca de 21 dias, nós vereadores do bloco de oposição, nos reunimos para elaborar uma série de sugestões que devem ser adotadas pela gestão municipal. Por parte da gestão da gestão municipal a gente tem visto como adoção de medida, tão somente o isolamento social, e sabemos que isso só não resolve o problema de saúde que enfrentaremos no município. Infelizmente, o que dizem as autoridades sanitárias e as estatísticas, é que Juazeiro vai viver dias muitos difíceis, com perda de pessoas nos próximos 15 dias. Sabemos que a população também está adoecendo financeiramente e sugerimos formas de flexibilização, de auxílio, para trabalhadores informais, desempregados, autônomos. Então, sugerimos 12 ações, que poderiam e deveriam ser adotadas. Fica o alerta para a prefeitura. Saúde se faz na sua completude e não com medidas isoladas”, disse ao PNB o vereador e médico Alan Jones.

Como a secretaria da câmara está fechada, o documento ainda não foi protocolado.

Confira documento na íntegra:

INDICAÇÕES- CORONAVÍRUS 2020

Da Redação

Bolsonaro visita obra de hospital, provoca novas aglomerações e é criticado por Mandetta e Caiado

0

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mais uma vez ignorou orientações de autoridades sanitárias no enfrentamento ao coronavírus e promoveu aglomerações neste sábado (11) ao visitar a recém-iniciada obra de um hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás (GO), município a 57 km de Brasília.

O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde), que acompanhou de longe as aglomerações, criticou o comportamento do presidente. Mandetta viveu nos últimos dias momentos de intenso embate com Bolsonaro, correu risco de demissão, mas segue no cargo após conversa direta com o presidente.

Neste sábado, autoridades e convidados se aglomeraram na chegada do presidente ao canteiro de obras da unidade emergencial. Do lado de fora, dezenas de pessoas se amontoaram próximo ao terreno.

O presidente fez o deslocamento de helicóptero, o que o impossibilitou de ler placas espalhadas pela prefeitura da cidade na estrada onde estava escrito “Proteja-se. Só há uma maneira de conter o coronavírus: prevenção. Por isso, fique em casa! Águas Lindas precisa vencer mais esta batalha”.

Os apoiadores gritavam a favor de Bolsonaro e contra a imprensa e o governador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que rompeu politicamente com o presidente por discordar de sua postura no enfrentamento da crise.

Alguns carregavam também cartazes onde se lia “remédio do Bolsonaro”, uma menção à hidroxicloroquina, medicamento ainda em teste e cujo uso amplo é defendido por Bolsonaro.

Assim que desceu do helicóptero, Bolsonaro subiu em um barranco e foi até um grupo próximo a um cordão de isolamento. Em seguida, aproximando-se de Caiado, brincou com o governador, que estendeu um pote de álcool em gel ao presidente.

Técnicos apresentaram a planta do hospital a Bolsonaro e o governador agradeceu a execução da obra. Não houve discursos.

Depois da visita, à qual a imprensa não teve acesso, seguiu foi até outros focos de aglomeração. Bolsonaro retirou a máscara enquanto cumprimentava os simpatizantes.

Após a partida do presidente, Mandetta condenou a aglomeração de pessoas. “​Posso recomendar, não posso viver a vida das pessoas. Pessoas que fazem uma atitude dessas hoje daqui a pouco vão ser as mesmas que vão estar lamentando”, afirmou o ministro.

Questionado se a orientação valia também para o presidente da República, Mandetta afirmou que “vale para todos os brasileiros”. Mandetta não acompanhou Bolsonaro no momento em que ele foi até as pessoas. “Procuro seguir uma lógica de não aglomeração”, disse o ministro.

Caiado também falou em tom crítico à atitude de Bolsonaro em Águas Lindas de Goiás.

“Ele [Bolsonaro] que deverá explicar esta situação. Esta posição não foi a minha. Ele é o presidente, e eu sou o governador. A minha posição foi a que vocês acompanharam. Esta é a posição que manteremos até o dia 19”, afirmou o governador de Goiás, mencionando a data em que o estado deve começar a flexibilizar o isolamento social em algumas regiões.

Caiado foi criticado por um grupo de moradores por causa das regras de restrição de funcionamento do comércio. “Eu sigo a parte da ciência e sigo também as regras do Ministério da Saúde. Então, esta é minha posição. As regras implantadas no estado de Goiás são as regras do Ministério da Saúde. Então, minha posição é contra a liberação neste momento”, afirmou.​

Neste sábado, a Human Rights Watch, ONG que defende e pesquisa os direitos humanos, divulgou relatório que diz que o presidente está colocando os brasileiros em “grave perigo ao incitá-los a não seguir o distanciamento social” para conter a transmissão da Covid-19.

No documento, a organização afirma ainda que Bolsonaro “age de forma irresponsável disseminando informações equivocadas sobre a pandemia”.​

No mês passado, por exemplo, em meio a um protesto pró-governo, Bolsonaro participou dos atos, tocou simpatizantes e manuseou o celular de alguns apoiadores para fazer selfies em Brasília. “Isso não tem preço”, disse, à época, em suas redes sociais.

Em outra ocasião, fez um tour por diferentes pontos do comércio de Brasília, o que gerou aglomeração de pessoas no momento em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o próprio Ministério da Saúde recomendam isolamento social para evitar o contágio do coronavírus. Bolsonaro naquele dia falou com funcionários de supermercados e padarias e com vendedores autônomos.

Já nesta última sexta-feira (10), em outro passeio por Brasília, Bolsonaro foi cercado por moradores e, antes de entrar no carro, ignorou orientações sanitárias e, sem demonstrar nenhuma preocupação com a pandemia, primeiro coçou o nariz com o dorso da mão direita e, segundos depois, passou a cumprimentar uma idosa e outros apoiadores.

Um dia depois, em Goiás, apesar de toda a estrutura montada para receber Bolsonaro, o evento não entrou na agenda oficial do governo e sequer foi confirmado pela Secretaria de Comunicação. Caiado foi convidado para acompanhar Bolsonaro na quinta-feira (9). Antes um aliado de primeira hora, o governador de Goiás havia rompido com o presidente no final do mês passado.

O rompimento se deu depois do pronunciamento feito em rede nacional na noite anterior. O goiano anunciou que não conversaria mais com Bolsonaro e que o estado não atenderia suas determinações sobre o combate ao coronavírus.

À época, Caiado, que é médico, criticou as declarações feitas por Bolsonaro sobre os impactos econômicos da crise e seus ataques aos governadores, qualificando-os como um “discurso totalmente irresponsável”.

O hospital em Águas Lindas de Goiás começou a ser construído pelo governo federal em um terreno de 10 mil metros quadrados cedido e terraplanado pela prefeitura. A previsão é que a estrutura fique pronta em mais duas semanas. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, estão sendo investidos R$ 10 milhões.

A unidade terá 200 leitos adaptáveis para unidades de tratamento semi-intensivas, com tubulação e suporte para respiradores. A operação ficará a cargo do Governo de Goiás, que contratará uma OS (organização social) para gerir a unidade.

Até o momento, apenas a carcaça do hospital está de pé. De acordo com vizinhos, o terreno só foi cercado com tapumes na quinta-feira. A escolha do local foi feita, de acordo com o governo federal, após pedido de apoio do governo de Goiás à União devido à necessidade de atenção especial à ​doença.

Águas Lindas de Goiás tem um hospital regional que começou a ser construído em 2004, mas foi apenas parcialmente inaugurado. As obras começaram naquela época a ser tocada pela prefeitura. Em 2013, o governo estadual assumiu o serviço.

Folhapress

Pandemia do Coronavírus: Sobradinho registra um caso confirmado e curado de H1N1

0

 

Nesta quinta-feira (9), a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Sobradinho, recebeu o resultado do exame laboratorial de uma paciente que estava sendo acompanhada com sinais e sintomas de Influenza A (H1N1).

O resultado do exame realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) confirmou a doença, mas a paciente já está curada. O quadro evoluiu bem, pois ela seguiu os cuidados recomendados.

Até o momento, Sobradinho tem 7 casos notificados para investigação de H1N1, sendo 01 caso confirmado e curado, 01 caso descartado, 02 casos de óbito em investigação. 93 pessoas estão sendo monitoradas em domicílio e aguardando o resultado dos exames de 03 pacientes que evoluíram à óbito.

Sobradinho não registra nenhum caso confirmado de Covid-19 e as equipes de saúde seguem monitorando domiciliarmente 93 pessoas vindas de outras cidades com casos confirmados de Coronavírus.

O Ministério da Saúde (MS) atualizou informações para os gestores e equipes de saúde sobre mudanças nas notificações, e a equipe da Secretaria está trabalhando, este final de semana, para fazer as atualizações necessárias e divulgar para a comunidade a partir da semana que vem.

A Secretaria de Saúde continua alertando a população para a importância da prática do distanciamento social e dos hábitos de higiene.

Evite aglomerações, permaneça em casa, saindo apenas em casos de emergência, use máscaras de tecido, quando precisar sair, e mantenha o hábito de higienização das mãos.

Os profissionais que seguem nas ruas trabalhando na saúde, na vigilância sanitária e nos demais serviços essenciais pedem: “Fique em casa por você e por nós! Aqui continuamos trabalhando pelo bem de toda a população de Sobradinho”.

Ascom PMS

Sobradinho: confira atualização H1N1 e COVID-19 até esta segunda-feira (30)

0

A Secretaria da Saúde de Sobradinho, informa que até o presente momento ( dia 30 de março) procedeu com 05 notificações para o H1N1, sendo que não existe nenhum caso confirmado, incluindo dois óbitos. Os 05 casos continuam em análise no Laboratório Central – LACEN – Estado da Bahia. Logo, permanecem como casos suspeitos de H1N1

Para o CORONAVIRUS, o município NÃO registrou nenhuma notificação.

A equipe de monitoramento domiciliar realizou 52 monitoramentos com pessoas que retornaram para o município, vindas de localidades com registros de Coronavírus. Até o momento 03 receberam alta da quarentena.

As barreiras instaladas nas três saídas do município realizaram desde o dia 23 de março, a desinfecção em 4.704 veículos e monitoramento em 15.358 passageiros.

A Secretária de Saúde alerta: permaneça em casa! Evite aglomerações e mantenha os hábitos de higiene lavando bem as mãos.

Estamos aqui trabalhando por você! Permaneça em casa por todos!

Ascom PMS

Guedes promete superar crise e diz: “Como cidadão, quero ficar em casa”

0

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o período de isolamento como medida de combate à pandemia de coronavírus pode ser mantido por dois ou três meses, mas que depois desse período é preciso liberar as pessoas para o trabalho sob o risco de desmontar o país.

Guedes considera que o Brasil voltará a crescer em um período de cinco meses, após superar a crise. “Daqui a cinco meses estamos crescendo de novo. Nós vamos surpreender. Vamos sair dessa crise antes dos outros países, vamos fazer dinheiro chegar nas prefeituras”, disse o ministro ao encerrar a sua participação em videoconferência promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

“Esse equilíbrio é difícil. Coisa de dois, três meses vai rachar para um lado ou para o outro. Ou funciona o isolamento em dois meses ou vai ter que liberar porque a economia não pode parar também, senão desmonta o Brasil todo”, declarou. “Eu como economia gostaria que nós pudéssemos manter a produção e voltar mais rápido. Eu como cidadão, seguindo o conhecimento do pessoal da saúde, ao contrário, quero ficar em casa e manter o isolamento.”

A declaração vai no sentido contrário da atitude do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que na manhã deste domingo (29) saiu de sua residência oficial, o Palácio da Alvorada, em Brasília, para visitar pontos de comércio local e o Hospital das Forças Armadas (HFA).

BNews

Na contramão do combate ao Coronavírus, Bolsonaro diz que, por ele, a própria filha voltaria imediatamente às aulas

0

 

Os presidentes da República, Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, fazem declaração à imprensa no Planalto

“Eu estou com vontade, não sei se eu vou fazer, de baixar um decreto amanhã: toda e qualquer profissão legalmente existente ou aquela que é voltada para a informalidade, se for necessária para levar o sustento para os seus filhos, para levar leite para seus filhos, para levar arroz e feijão para casa, vai poder trabalhar”.

Em mais uma declaração polemica e sem nenhum embasamento técnico , Jair Bolsonaro conclamou as pessoas a voltarem ao trabalho e disse, neste domingo (29), estar com “vontade” de fazer um decreto para liberar todas as atividades.

Segundo o presidente a ideia tinha surgido durante a conversa com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada.

“Alguns querem que eu me cale. ‘Ah, siga os protocolos, quantas vezes o médico não segue o protocolo? Por que que ele não segue? Porque tem que tomar decisão naquele momento. Eu mesmo, quando fui operado em Juiz de Fora, se fosse seguir todos os protocolos, fazer todos os exames, morrido”, disse o presidente ao voltar ao Alvorada após fazer um giro pelo comércio do Distrito Federal.

Sobre sua visita neste domingo a pontos de comércio em Taguatinga e Ceilândia, Brasília, Bolsonaro declarou que foi uma forma de “ouvir o povo” sobre os problemas do Brasil.”Se eu não ouvir o cara falar que está na banana, como é que eu vou me sentir para poder agir?”, disse.

Ele considerou como “casos absurdos” a detenção de pessoas que estavam passeando pela praia, por se tratar de um local “seguro” por ser aberto. A orientação das autoridades e médicas é de desestimular que as pessoas frequentem locais públicos, como praias, parques e praças, para evitar aglomerações que favoreçam a disseminação do novo coronavírus.

Mais uma vez justificando, sem dados de nenhuma fonte, ele afirmou que o isolamento aumenta a violência doméstica.”É só mostrar isso, tem mulher apanhando em casa. Por que isso? Em casa que falta pão todos brigam e ninguém tem razão. Como que acaba com isso? O cara quer trabalhar, meu Deus do céu, é crime agora isso?”

O presidente defende o isolamento vertical, ou seja, apenas de grupos de risco, enquanto a orientação do ministério é para o isolamento social de toda a população. Na contramão disso, Bolsonaro voltou a afirmar que é preciso se preocupar com o vírus, mas que a questão do desemprego deve ser priorizada.

“‘Ah, você viu o que o governador falou? O que o vice falou? Não me interessa”, disse Bolsonaro, indicando que deve seguir destoando de outras autoridades, como os governadores de São Paulo, João Doria, e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, além de seu vice, general Hamilton Mourão.

O vice-presidente afirmou na última semana que a orientação é para o distanciamento social e manteve o tom em entrevista à Folha publicada neste domingo. Ele disse ainda que é necessário haver coordenação nas ações de combate ao coronavírus.

Em uma fala de 20 minutos, o presidente repetiu diversas vezes que não vai deixar de ir às ruas e que vê em seu papel, como chefe do Poder Executivo, o de prestação de um serviço.”Se eu fosse perguntar para outros, que têm uma boa vida, se eu deveria ir para rua, seria quase uma unanimidade: não. Mas não existe isso, eu estou na linha de frente com os meus soldados. Sou um general, mas estou na linha de frente. Se precisar fazer de novo, farei. Estarei com a população junto para buscar a solução.”

Ao defender a volta das atividades, Bolsonaro disse que, por ele, a própria filha voltaria imediatamente às aulas. Ele se referia a Laura, 9, que mora com ele e com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em Brasília.

O presidente colocou em xeque a defesa sobre o isolamento dizendo que nenhum estudo mostra que isso fará com que haja diminuição do número de casos no país.”Ninguém está dizendo desses isolamentos ou quarentena, aí, horizontal, vertical, que tantas pessoas não serão infectadas. Ninguém fala de número, o número é o mesmo, só que alarga, alonga um pouquinho mais. Em vez de você ser infectado hoje, vai ser semana que vem ou daqui duas ou três semanas”, afirmou.

Cientistas de todo o mundo, líderes de Estado e até o ministro da Saúde defendem o isolamento social para que a curva de infecção cresça de forma mais lenta. Assim, evitando-se um pico muito alto de doentes, o sistema de saúde dos países teria mais capacidade de atender a população e, com isso, diminuir a letalidade da Covid-19.

Esse dado não foi mencionado pelo presidente. Em entrevistas recentes, Mandetta chegou a falar em “colapso” do sistema de saúde se houver um número muito elevado de infectados simultaneamente.

Da Redação com informações Folha Press

Univasf decide suspender por tempo indeterminado aulas e outras atividades presenciais na instituição

0

 

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) decidiu suspender por tempo indeterminado as atividades acadêmicas e administrativas em todos os campi da instituição, em virtude do aumento do número de casos do novo coronavírus (Covid-19) na região.

De acordo com o Gabinete da Reitoria, até a próxima terça-feira (31), a Presidência do Conselho Universitário (Conuni), exercida pelo reitor Julianeli Tolentino editará nova decisão ad-referendum acerca do calendário acadêmico 2020.

Além disso, a Instrução Normativa (IN 05/2020) será revisada e divulgada até 31 de março. A IN 05/2020 estabelece normas e orientações para funcionamento das atividades acadêmicas e administrativas da Univasf frente à contenção da disseminação do coronavírus (Covid-2019).

Na Univasf, as ações impactam diretamente nos serviços oferecidos à comunidade interna e externa, no funcionamento de atividades acadêmicas, ensino, pesquisa e extensão e da maioria dos setores administrativos, que estão com as equipes de trabalho atuando de modo remoto, na modalidade home office.

As medidas anunciadas alcançam servidores  efetivos, entre docentes e técnicos e, também, funcionários terceirizados nos seis municípios da área de abrangência da Univasf – Petrolina e Salgueiro, em Pernambuco; Juazeiro, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso, na Bahia e São Raimundo Nonato, no Piauí, onde a Univasf tem campus físico. As iniciativas têm como base atos e normativas do Ministério da Educação (MEC) durante o período de vigência.

No Brasil, diversos municípios e estados já decretaram estado de emergência ou de calamidade pública, decorrente da Covid-19, seguindo o mesmo princípio do Governo Federal, cujo ato foi publicado no início de fevereiro. Devido ao alcance e impactos globais, a Organização Mundial da Saúde (OMS), no último 11 de março, classificou o novo coronavírus (Covid-19) como pandemia.

Ascom Univasf

Bahia chega a 156 casos confirmados de Covid-19 até as 17 horas deste domingo (29)

0

 

A Bahia registra 156 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 3,8% do total de casos notificados. Até o momento, 1388 casos foram descartados e houve um óbito confirmado. Trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos, residente em Salvador, que estava internado em hospital da rede privada, com comorbidades associadas.

Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas deste domingo (29). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 18 encontram-se internadas, sendo 8 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA) em conjunto com os Cievs municipais.

Dentre os casos confirmados, 54,49% são do sexo feminino e 45,51% do sexo masculino. Foi registrado o primeiro caso confirmado em uma criança de 2 anos de idade, que encontra-se em bom estado de saúde. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (2,80) , indicando o maior risco de adoecer entre os idosos.

Secom