Preto no Branco

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IML apresenta outras versões para marcas de agressão encontradas em corpo de miliciano

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O diretor do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR), Mário Câmara, e o perito Alexandre Silva apresentaram, em coletiva de imprensa realizada na sede do Departamento de Polícia Técnica (DPT) nesta sexta-feira (14), versões que rebatem análises sobre as marcas de agressão encontradas no corpo do miliciano morto no último domingo (9), em Esplanada.

Reportagem da revista Veja apontou que foram encontrados no corpo de Adriano da Nóbrega, suspeito de participar da morte da ex-vereadora Marielle Franco, em 2018, um ferimento na cabeça, que poderia ter sido causado por um facão, machado ou choque com a quina de uma mesa, ou até coronhada de pistola. Além disso, o suspeito poderia ter sido queimado com o cano de uma arma, próximo ao peito, já que foi encontrada uma marca vermelha e cilíndrica na região. A revista faz associação com tortura.

Segundo Câmara, o corte encontrado na cabeça foi causado após a morte. “Foi uma lesão causada depois da morte, não tem reação vital. Deve ter batido em alguma quina, pode ter sido carregando o corpo”, rebateu. Alexandre Silva foi o responsável pela necropsia.

Já sobra a marca cilíndrica no peito, os especialistas descartaram a hipótese de uma queimadura causada pelo cano de uma arma, que, na perícia realizada pelo DPT, foi utilizado um fuzil. “Não tem como aquilo ser um cano de arma, só se fosse uma bazuca. Tem que investigar a causa, a gente não especula”, disse.

O diretor explicou que a marca chama-se “equimose”, e pode ter sido causada por uma pancada.

O DPT informou que ainda faltam ser entregues os laudos balístico e do local do crime. Não há prazo para entrega dos documentos.

Miliciano

Adriano da Nóbrega era apontado como chefe do Escritório do Crime, grupo carioca de milicianos. Ele passou por Costa do Sauípe, no município de Mata de São João, e por Esplanada, onde foi morto em confronto com a polícia no último domingo (9), de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA).

Ele é suspeito de ter envolvimento na morte da ex-vereadora carioca Marielle Franco, em 2018. A possibilidade de “queima de arquivo” é levantada pela hipótese de que Adriano teria informações que poderiam compremeter autoridades, como o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Conhecido como “Capitão Adriano”, o ex-policial militar foi homenageado por na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em 2005, quando estava preso, acusado de homicídio, entrou para a PM em 1996. Em 2000, concluiu o curso e ingressou no Bope.

Bnews

Alunos e professores reclamam de assaltos constantes nas imediações do IFBA, Juazeiro, e pedem providências

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Uma aluna do Instituto Federal da Bahia, em Juazeiro, de prenome Sarah, entrou em contato com a redação do PNB para reclamar dos constantes assaltos que vem ocorrendo nas imediações da instituição. De acordo com ela, o último assalto ocorreu ontem (13), quando um estudante foi alvo dos criminosos.

“Hoje (quinta-feira) aconteceu uma cena não tão rara, mais um aluno foi assaltado! Não nos sentimos mais seguros ao fazer uma coisa tão simples que é esperar o ônibus. Peço que divulgue isso para que alguma autoridade tome providência, para que aumentem a segurança naquele local e não deixe que isso vire rotina, pois não é a primeira vez e se ninguém fizer nada não será a última”, declarou a jovem.

A comunidade está reivindicando que a empresa de ônibus Joafra pare os veículos dentro do recuo existente em frente ao campus, já que os assaltos vem acontecendo na rua transversal à BA-210. Outra reivindicação é para que a prefeitura de Juazeiro ilumine a área, já que a escuridão facilita a ação dos criminosos.

Em nota, a Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte, CSTT informou que vai averiguar itinerário das linhas de ônibus do IFBA.

“A Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT) informa que irá averiguar a denúncia e notificar a empresa para que cumpra a determinação de cumprir o itinerário e parar nos pontos determinados caso contrário, será multada”.

Estamos encaminhando também a reclamação para a Companhia de Polícia Militar que atende a área do IF/BA e para o setor de iluminação da Prefeitura de Juazeiro.

Da Redação

Caso Beatriz: Governador Paulo Câmara marca reunião em Recife para oficializar pedido de federalização das investigações

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Conforme publicamos na manhã de hoje (14), os pais da menina Beatriz Mota, assassinada há quatro anos em Petrolina-PE, estiveram com o Governador Paulo Câmara, durante sua visita à cidade pernambucana, reforçando o pedido de federalização das investigações. O crime aconteceu no dia 10 de dezembro de 2015, no Colégio Maria Auxiliadora.

Lúcia Mota e Sandro Romilton entregaram uma carta a Paulo Câmara, lembrando que durante uma reunião realizada em agosto do ano passado, o governador se comprometeu em apoiar a federalização do caso, se ficasse provado que o aparato de investigação do Estado de Pernambuco estivesse sob algum tipo de suspeição, o que tem dificultado a elucidação do caso.

Em contato com o PNB, Sandro Romilton, informou que o governador do estado pernambucano marcou uma reunião já para a próxima terça-feira (18), em Recife, com a família da vítima e a delegada Poliana Nery, responsável pelo caso, para entregar, oficialmente o documento que solicita a federalização.

Na carta, os pais afirmam que após denúncia na Corregedoria da Polícia Civil e na Secretaria de Defesa Social, no último mês de setembro, investigações preliminares comprovaram que um agente público e importante autoridade responsável pelas investigações, simultaneamente, prestaram serviços particulares ao Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, na implantação de um plano de segurança para a instituição.

Sandro e Lúcia Mota pediram que o governador leve também em consideração recomendação da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, da Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Pernambuco, da Comissão Especial da Ordem dos Advogados do Brasil para o Caso Beatriz, subseção Juazeiro-BA, para a federalização das investigações.

Veja o documento na íntegra:

CARTA AO GOVERNADOR

EXMO. SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DR. PAULO CÂMARA.

SANDRO ROMILTON FERREIRA DA SILVA e MARIA LÚCIA MOTA DA SILVA, pais da menina BEATRIZ ANGÉLICA
MOTA, vêm expor e requerer o que segue:

CONSIDERANDO que, em reunião de agosto do ano passado, no Palácio do Campo das Princesas, houve da parte
de Vossa Excelência o compromisso de apoiar a FEDERALIZAÇÃO DAS INVESTIGAÇÕES DO CASO BEATRIZ MOTA,
após consulta a alguns auxiliares, ficasse comprovada a possibilidade de que o aparato de investigação do Estado
de Pernambuco estivesse sob algum tipo de suspeição ou dificultando a elucidação do caso;
CONSIDERANDO que é regra fundamental de direito público a proibição expressa e taxativa de que os agentes do
Estado não podem prestar serviços particulares a pessoas físicas e jurídicas que possam ser afetadas por suas
decisões, sob pena de cometimento de improbidade, advocacia administrativa e outros eventuais delitos;
CONSIDERANDO que as denúncias apresentadas pelos pais da menina BEATRIZ à Corregedoria da Polícia Civil e à
Secretaria de Defesa Social no último mês de setembro, de que agente público e importante autoridade responsável
pelas investigações, simultaneamente, prestava serviços particulares ao Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em
atitude incompatível e em conflito de interesses, foram devidamente comprovadas em INVESTIGAÇÃO
PRELIMINAR DA CORREGEDORIA, com recomendação para instauração de Processo Administrativo Disciplinar em
face do referido servidor enquadrando-o, em tese, em situação passível de demissão;
CONSIDERANDO que já se passaram mais de quatro anos das investigações sem qualquer resultado, com sucessivas
mudanças de delegados, com perícias tendenciosas, inconclusas, ou que deixaram de ser feitas, em evidente
prejuízo ao caso em particular e ao princípio da Eficiência Administrativa, bem como diante da enorme comoção
da sociedade e seu sentimento de impunidade, injustiça e insegurança;
CONSIDERANDO a recomendação da COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA FEDERAL, da
PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, da COMISSÃO ESPECIAL DA ORDEM DOS
ADVOGADOS DO BRASIL PARA O CASO BEATRIZ MOTA, SUBSEÇÃO JUAZEIRO-BA PARA A FEDERALIZAÇÃO DAS
INVESTIGAÇÕES, vem requerer o apoio expresso e oficial de Vossa Excelência perante a referida Comissão da
Câmara Federal, a fim de que as referidas instâncias possam dar encaminhamento ao processo perante os órgãos
competentes.

Petrolina-Pe, 14 de fevereiro de 2020.

 

Da Redação

 

 

Seculte homologa resultado da Curadoria do Festival de Teatro Wellington Monteclaro 2020

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A Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte) divulgou nesta quinta-feira 13, através da Portaria nº 010/2020, a lista das obras concorrentes aos prêmios do Festival de Teatro Wellington Monteclaro 2020, que será realizado entre os dias 26 e 29 de março.

Oito espetáculos, divididos em duas categorias – adulto e infanto-juvenil, foram homologados pela curadoria da Seculte e serão apresentados no Centro de Cultura João Gilberto, Teatro de Juremal e Cine Teatro Wellington Monteclaro, localizado no Centro de Artes e Esportes Unificados (Praça CEU), Rua do Paraíso, s/n, bairro Tabuleiro.

Ramon Raniere, gerente de Cultura da Seculte, lembra que “além das peças selecionadas, a curadoria definiu dois suplentes na categoria adulto e três na categoria infanto-juvenil, eventuais substitutos das obras concorrentes”.

Além do prêmio no valor de R$ 3,5 mil para cada obra homologada nas duas categorias, serão premiados: melhor ator, melhor atriz, melhor direção, ator revelação, atriz revelação, melhor cenografia e melhor sonoplastia.

Confira o resultado:

Categoria Adulto:

O Rei da Feira, do grupo Teatral As Lucianas;

A Cantora Careca, do grupo Teatro Popular de Arte;

Procura-se um Corpo – Ação nº 2, do Núcleo de Teatro do SESC Ói Noiz Aqui Traveiz;

Quebranto, do grupo Abordagem Teatral

Categoria Infanto-Juvenil:

Debaixo D’água, grupo Coletivo Tripé;

Estelita Entre Fadas e Outros Bichos, da Trup Errante;

A Trilha Sonora de Nossas Vidas, da PIPA Produções;

O Grilo Arteiro e Seu Zangão, do grupo Coletivo Nós 2.

Por Carlos Humberto / Seculte

Diretor do IML rechaça possibilidade de execução de miliciano por análise das fotos: “Absurdo”

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Na avaliação do diretor do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR), Mário Câmara, não há possibilidade do miliciano Adriano da Nóbrega, morto no último domingo (9) pela polícia, ter sido executado. A possibilidade foi levantada após matéria da revista Veja, que entrevistou dois médicos legistas.

“Difícil de crer que legistas comentam esse tipo de erro. Uma fotografia que não se sabe se foi adulterada; isso é absurdo, não consta em literatura nenhuma”, reclamou, em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (14), na sede do Departamento de Polícia Técnica.

Um dos questionamentos apontados pelos legistas ouvidos pela revista é sobre uma marca vermelha na região do peito, que indicaria um terceiro disparo, não apontado no resultado da necropsia divulgada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Segundo o diretor, que também estava acompanhado do perito responsável pelo exame, Alexandre Silva, a marca chama-se “equimose”, e pode ter sido causada por uma pancada.

“Não tem como aquilo ser um cano de arma, só se fosse uma bazuca. Tem que investigar a causa, a gente não especula”, rebateu.

Já sobre os outros dois tiros, no pescoço e tórax, os especialistas defenderam a tese do uso do fuzil, pelo tamanho das marcas. A teoria de curta-distância, também levantada pela revista, não faria sentido pelo uso da arma.

“Pistola não faz isso. Foi um projétil de alta energia”, garantiu. Segundo o diretor do IML, caso fosse um disparo de fuzil a curta distância, o estrago seria ainda maior.

BNews

“Inadmissível, arbitrária e abusiva”: Presidente da OAB repudia ação da PM da Bahia contra jornalistas da Veja

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“Inadmissível, arbitrária e abusiva a detenção de jornalistas da revista Veja pela Polícia Militar da Bahia. Deve receber repúdio de todos que defendem a liberdade de imprensa e de expressão”. Assim se manifestou o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, em repudio a ação da Polícia Militar da Bahia, que abordou dois repórteres da Revista Veja, na manhã desta sexta-feira (14), no município de Pojuca, na Bahia.

Os jornalistas Hugo Marques e Cristiano Mariz foram detidos enquanto tentavam localizar o fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, testemunha da morte do miliciano Adriano da Nóbrega.

Da Redação

Jornalistas da Veja foram detidos em Pojuca após denúncia de moradores, diz SSP

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A Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) se manifestou após jornalistas da revista Veja serem detidos pela Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (14), enquanto tentavam localizar uma testemunha ligada à morte do miliciano Adriano de Nóbrega.

Em nota, a SSP afirma que “moradores de uma localidade em Pojuca” ligaram para a PM e informaram que os dois homens – o repórter Hugo Marques e o repórter fotográfico Cristiano Mariz – “estavam rondando a região”. Os profissionais estavam em um carro de passeio, modelo gol, com placa de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Ainda de acordo com a nota, os dois foram liberados assim que se identificaram como jornalistas. A matéria da própria Veja, contudo, relata que Hugo e Mariz foram abordados por policiais “de armas em punho”, e que foram conduzidos mesmo após serem revistados e se identificarem como profissionais do veículo.

Eles estariam parados em frente à residência de Leandro Abreu, fazendeiro que abrigou Adriano de Nóbrega em sua propriedade, na cidade de Esplanada, onde o miliciano foi encontrado e morto em confronto com policiais.

Os repórteres alegam que no momento da abordagem, o gravador de voz foi confiscado e só foi devolvido na delegacia. Eles foram orientados a seguir os policiais até o distrito policial de Pojuca, cidade distante 91km de Esplanada, local onde Adriano morreu. Na nota, a SSP garante que “nenhum equipamento foi danificado, alterado ou ficou apreendido”.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria da Segurança Pública esclarece que moradores de uma localidade em Pojuca, Litoral Norte da Bahia, ligaram para polícia informando que homens, dentro de um carro, Gol, placa de Belo Horizonte, estavam rondando a região. A PM foi acionada, abordou o grupo e fez a condução até a Delegacia Territorial. Após se identificarem como jornalistas, foram liberados. Nenhum equipamento foi danificado, alterado ou ficou apreendido.

BNews

“Escola não combina com autoritarismo”, Por Edi Santana

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(Imagem ilustrativa)

A saúde emocional dos professores está em alta atualmente. São seminários, palestras em aberturas de semana pedagógica, enfim, muitos psicólogos, psicopedagogos e especialistas na área discutindo e alertando a governos,
secretarias de educação a importância fundamental do professor estar bem psicologicamente no seu trabalho diário para que possa desenvolver um trabalho prazeroso e acima de tudo com qualidade.

Sabemos que fatores externos como internos interverem diretamente no bem estar do profissional, mas queremos aqui discorrer sobre fatores internos nas unidades escolares e às vezes nas secretarias educacionais que poderiam ser evitados tornando assim a labuta do professor mais branda. Leveza de espírito é o que nós professores precisamos para exercermos nossa profissão. Precisamos ser respeitados acima de tudo, pois somos profissionais exercendo talvez a mais nobre tarefa da terra: ajudar as crianças, jovens e adultos a encontrar seu caminho, seu norte nesse mundo tão conturbado e inseguro.

Temos uma escola democrática senhores? Muitos podem responder que sim, e justifica tal resposta dizendo que os gestores escolares são eleitos pelos professores, alunos e comunidade. A essas nobres pessoas sugiro que leiam
mais sobre democracia. Um simples ato de eleger um gestor seja ele escolar, municipal, estadual ou federal não garante um mandado democrático. A palavra fundamental numa democracia é o diálogo. Não existe democracia sem diálogo.

Quando as decisões são tomadas arbitrariamente sem ouvir, levar em considerações as partes envolvidas estamos vivendo um ato de autoritarismo e escola não combina com autoritarismo. Quando se gerencia uma escola pública como se estivesse gerindo sua empresa particular, sem discutir ações, ideias, percepções, sem dialogar com os agentes que a compõe fere-se a ideia fundamental da existência da escola. A escola deve ser um espaço de discussões de ideias, de diálogo entre seus agentes, de escuta, do direito a voz. Uma escola que não dialoga com seus agentes e que toma decisões de cima para baixo está mais para um quartel do que para uma
escola.

A pluralidade de ideias, concepções, metodologias, conceitos devem fazer parte do ambiente escolar. A escola deve abrir espaço para que seus agentes possam falar, externar suas concepções, entendimentos, enfim, a escola como um espaço democrático não pode e não deve inibir e intimidar seus agentes. Discordar, concordar, dialogar, intervir, sugerir, são ações inerentes em uma escola democrática. Só evoluímos como seres humanos graças as diferenças, sem elas o mundo seria um tédio total, a mesmice, a falta de criatividade.

As aulas mal começaram na rede Municipal de Juazeiro da Bahia e já temos colegas estressados, cansados e exaustos. Muitos colegas não foram programados em suas escolas de origem, foram devolvidos à SEDUC como
mercadoria fora do vencimento. Alguns sem justificativa nenhuma por parte dos seus gestores, muitos por questões pessoais, mesquinhas, pobres. Discordar do seu pensamento não me faz seu inimigo. Por outra parte a
Secretaria deve analisar cada caso com cuidado, pois a questão é muito séria. É um profissional em educação que está sendo devolvido a secretaria sem nenhuma justificativa plausível, justa, é sua reputação como profissional que está em jogo, e acima de tudo estamos falando de um ser humano.

Por Professor Edi Santana Barbosa

Caravana da Saúde desta quarta-feira (12) atenderá no posto de saúde do Distrito de Juremal

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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Saúde (SESAU), realiza nesta quarta-feira (12) a 202ª edição do programa de governo Caravana da Saúde no posto de saúde do Distrito de Juremal. Há quatro anos a Caravana vem reduzindo as demandas reprimidas de atendimentos médicos especializados e realizando exames em diversas áreas nos postos de saúde da sede e do interior do município.

Os moradores do bairro receberão serviços de saúde através de atendimento médico com clínico geral, realização de exames de eletrocardiograma e laboratoriais, além de testes rápidos, vacinação, aplicação de flúor e escovação supervisionada.  Desde a criação do programa em 2016, a Caravana já realizou mais de 40 mil atendimentos e as demandas de cardiologia e endocrinologia já foram zeradas em diversas unidades de saúde de Juazeiro.

 

Ascom