Preto no Branco

26679 POSTS 18 COMENTÁRIOS

Bolsonaro diz que vai indicar Sergio Moro para vaga no STF

0

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (12) que assumiu compromisso com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, para indicá-lo para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Eu fiz um compromisso com ele, ele abriu mão de 22 anos de magistratura. A primeira vaga que tiver lá [no STF], estará à disposição”, disse Bolsonaro, numa entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da rádio Bandeirantes.

“A primeira vaga que tiver eu tenho esse compromisso e se Deus quiser nós cumpriremos esse compromisso. O Brasil inteiro vai aplaudir”, acrescentou o presidente.

O primeiro ministro do Supremo que deve deixar a Corte é o decano Celso de Mello, que atinge a idade de aposentadoria obrigatória em novembro de 2020. A segunda vaga no STF deve ficar disponível com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho de 2021.

Bolsonaro fez os comentários sobre Moro após ser perguntado pelos entrevistadores sobre uma fala recente do ex-juiz da Lava Jato, que disse a um jornal português que ir para o STF seria “como ganhar na loteria.”

Moro foi anunciado ministro da Justiça no início de novembro do ano passado, poucos dias depois de confirmada a vitória de Bolsonaro no segundo turno das eleições.

Folhapress

Avianca atrasa salários, vale-refeição e rescisões, afirmam funcionários

0

Perto de completar seus 55 anos, Maria gasta cerca de R$ 1.000 mensais com o tratamento médico para uma deficiência física. Seu salário na Avianca Brasil, onde é atendente de call center, é de R$ 1.350.

O valor sempre foi pouco para suas despesas, complementadas pelos honorários do marido e pela ajuda mensal de seus dois filhos adultos.

Mas a situação piorou em fevereiro, quando a Avianca, que está em recuperação judicial, passou a atrasar o pagamento de salários e benefícios como o vale-alimentação.

Em março, ela percebeu que, apesar de descontar o valor do FGTS no contracheque, a empresa não fazia os depósitos.

Foi a gota d’água. Precisou ser levada ao psiquiatra devido a crise de estresse. Em abril, entrou de licença e, no início de maio, descobriu que o salário referente ao mês não foi pago.

Maria é um nome fictício, como outros da reportagem, mas a história é real. Foi narrada à Folha na condição de anonimato. Ela é um dos 4.600 funcionários da companhia aérea —segundo os sindicatos de trabalhadores no setor, pois a Avianca não informou à reportagem.

Contas atrasadas, pedidos de ajuda a familiares e amigos, bicos para conseguir se manter e ameaças por parte dos chefes em caso de faltas têm sido a rotina dos funcionários, segundo os próprios.

Eles relatam uma situação de incerteza e desinformação. Além do não pagamento de honorários, a marca tem deixado de pagar até rescisão de alguns de seus demitidos.

Robson, que pediu demissão em abril após dois anos na empresa, em São Paulo, demorou um mês para homologar a saída. Desde que deixou o posto de atendimento a agências de viagem, passou a ser motorista de Uber.

Clara trabalha na operação da empresa no aeroporto de Florianópolis, desativada depois que a Avianca perdeu a maioria dos aviões de sua frota por dívidas com empresas de leasing. Das 50 aeronaves que a companhia tinha no início do ano, sobraram 5.

A funcionária é uma entre 16 remanescentes da equipe, que, segundo ela, chegou a ter 56 pessoas. Os atrasos no vale-refeição dela começaram em fevereiro. Em abril, seu salário atrasou e ela não conseguiu pagar a prestação do financiamento do carro em dia.

Joana, funcionária em São Paulo, deixou de ir ao trabalho na semana passada. Na terça (7), participou de uma manifestação organizada no aeroporto de Congonhas pelo sindicato dos aeroviários. Ela relata ameaças de demissão por justa causa por parte dos chefes.

“A empresa tem advertido quem falta por atrasos nos pagamentos. Em Guarulhos, soubemos que chegaram a demitir por justa causa quem fez isso”, diz Reginaldo Mandú, presidente do sindicato.

No caso de pilotos e comissários, segundo Ondino Dutra, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, os profissionais, além de estarem sem salário, não têm recebido a diária de alimentação.

Procurada, a Avianca não quis se manifestar, mas emitiu comunicado aos funcionários na sexta (10), após o Ministério Público do Trabalho de São Paulo determinar que esclarecesse quando pagará os débitos trabalhistas.

No documento, a empresa diz que contava com a realização do leilão de seus ativos, previsto para o dia 7, mas suspenso pela Justiça a pedido de uma credora da Avianca.

Afirma ainda que tenta liberar “créditos que detém junto a instituições financeiras, oriundos de vendas realizadas através de cartões de crédito”, e se compromete a pagar os salários atrasados até o dia 17.

Folhapress

Biometria: TRE-BA convoca quase 3 milhões de eleitores a partir desta segunda (13)

0
Businessman race against time
Businessman race against time

 

A Justiça Eleitoral convoca, a partir desta segunda-feira (13/5), eleitores de 281 cidades baianas para realizar o cadastramento biométrico obrigatório. De acordo com cronograma definido pelo TRE da Bahia, a revisão extraordinária deverá ser concluída em todos os municípios participantes antes das Eleições Municipais de 2020. Ao todo, 2,9 milhões de cidadãos serão atingidos por este, que é o último ciclo da biometria no estado.

Atualmente, o índice geral de eleitores com identificação biométrica na Bahia é de 73,30%, o que representa mais de sete milhões de cidadãos com as digitais cadastradas.

Agendamento

A nova fase da biometria no estado tem como prioridade o agendamento, por meio de site e telefone. A abertura do serviço ocorreu no último dia 6 de maio. Apenas no primeiro dia de ativação do serviço, mais de 6 mil horários foram marcados.

Para o atendimento com hora marcada, o eleitor deverá acessar o endereço eletrônico agendamento.tre-ba.jus.br ou ligar para Central de Atendimento (71) 3373-7223. Para agendar, o interessado deve informar CPF, nome completo e data de nascimento. Entre os dados opcionais estão o número do título de eleitor e nome completo do pai e da mãe.

Documentos

Dentre os documentos oficiais aceitos pelos postos e cartórios da Justiça Eleitoral estão: carteira de identidade (RG), carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal controladores do exercício profissional (ex.: OAB, CREA, CRM, etc.), passaporte ou carteira de trabalho e previdência social (CTPS).

Aqueles que tiveram os dados cadastrais alterados, por entre outros motivos, casamento ou separação, devem levar um documento comprobatório para que seja também feita a alteração das informações contidas no cadastro eleitoral.

Já o comprovante de residência a ser apresentado pode estar no nome do eleitor ou de: cônjuge ou companheiro; ascendente (pai, mãe, avô ou avó); descendente (filho, filha, neto ou neta); parente colateral até o terceiro grau (tio ou tia); ou representante legal (assim nomeado por decisão judicial). O grau de parentesco deverá ser comprovado, documentalmente, no ato do atendimento.

Serão aceitos como comprovante de residência: contas de água, de luz, de telefone e de internet, boletos bancários (fatura de cartão de crédito), declaração da Bolsa Família (assinada e carimbada pelo órgão responsável), declaração do ITR (2017 ou 2018) e declaração de matrícula escolar (2019).

Vale ressaltar que os comprovantes de domicílio devem ser recentes, com data de emissão ocorrida em até três meses antes do dia do atendimento (exceto ITR-2017).

Primeiro título

Para os que pretendem aproveitar a convocação para realizar o alistamento eleitoral (1º título), a Justiça Eleitoral lembra que a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) não é válida como documento de identificação por não conter nacionalidade/naturalidade, assim como o modelo antigo de passaporte, por não conter a filiação, devendo ser apresentado outro documento oficial. Para homens com idade entre 18 e 45 anos que forem solicitar alistamento eleitoral é também obrigatório levar o comprovante de quitação militar (carteira de reservista ou certificado de alistamento militar).

Ascom TRE-BA

Ala militar do governo adota tática para se contrapor ao barulho de olavistas

0

 

Após as críticas do escritor Olavo de Carvalho terem chegado ao ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, considerado um decano entre os militares, o núcleo fardado do Poder Executivo adotou nova estratégia.

Na tentativa de enfraquecer a influência do ideólogo de direita sobre Jair Bolsonaro, a ala pretende reforçar a contraposição entre os grupos militar e ideológico, ressaltando ao presidente que o primeiro oferece resultados concretos, enquanto o segundo só gerou barulho e sucessivas crises políticas.

Para evitar que o escritor ganhe a atenção dos veículos de imprensa, a ordem a partir de agora é ignorá-lo. A avaliação dos generais do governo é de que já deram a resposta que tinham que dar a Olavo, por meio das manifestações públicas de Villas Bôas, que o chamou de “Trótski de direita” e de “pivô de todas as crises”.

O núcleo militar conta com respaldo de boa parte da classe política, assustada com o bate-cabeça e a falta de ação concreta dos ideológicos.

Além disso, os sucessivos ataques de bolsonaristas aos políticos do centrão no Congresso faz com que eles pendam para o lado dos militares.

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo e um dos alvos de Olavo, passou a receber nos últimos dias uma série de vídeos com discursos feitos por políticos em defesa dele e dos militares do governo.

Outra manifestação de apoio foi feita por governadores durante reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quinta-feira (9).

Os militares ficam incomodados com os sinais trocados dados pelo presidente sobre o conflito entre os dois grupos. Enquanto em declarações públicas e feitas por meio do porta-voz o tom é de “virar a página”, nas redes sociais, as contas oficiais de Bolsonaro defendem Olavo.

Os aliados veem nessa duplicidade de postura uma clara ação do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), um dos filhos do presidente e que é um dos responsáveis por fazer suas postagens na internet.

O núcleo militar já se conformou que Bolsonaro não romperá com o escritor ou enquadrará os seus filhos, seguidores de Olavo. O esforço agora é tentar neutralizar o ideólogo, convencendo o presidente de que ele tem criado crises sem sentido que prejudicam a recuperação econômica do país.

A avaliação, por exemplo, foi feita a Bolsonaro em almoço com os comandos militares, na última terça-feira (7).

Em conversas reservadas, generais demonstraram a ele insatisfação e afirmaram que Olavo não tem contribuído com a pacificação nacional.

Os militares do governo também têm argumentado que acabaram se tornando fiadores da gestão atual e que uma eventual saída deles poderia desestabilizar o mandato do presidente.

As críticas do escritor começaram logo no início do governo e se dirigiram inicialmente ao vice-presidente, Hamilton Mourão. Olavo reclama da atenção dada pelo general à imprensa, a quem sempre se refere de forma pejorativa.

O segundo alvo dos ataques foi Santos Cruz, por estar sob o seu comando a Secretaria de Comunicação Especial.

A ala olavista defende que o Palácio do Planalto mantenha o mesmo tom hostil adotado com a imprensa durante a campanha eleitoral e direcione verbas publicitárias apenas para “veículos amigos”.

Já os militares defendem uma relação cortês com jornalistas e veem nesse embate um desgaste desnecessário para o governo, que precisa transmitir para a população propostas e projetos para garantir o apoio à gestão.

Na visão dos militares, as ofensas dos olavistas começaram em tom pessoal e direcionado, mas ultrapassaram os limites atingindo a instituição das Forças Armadas.

Com o silêncio de Bolsonaro, o núcleo militar resolveu dar uma resposta aos ideólogos. Segundo relatos feitos à Folha, ela foi costurada a várias mãos, com o consentimento, por exemplo, dos ministros e generais do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, e da Defesa, Fernando Azevedo.

O escolhido para formular e assinar o texto foi Villas Bôas, que comandou o Exército até janeiro e é considerado um líder das Forças Armadas, além de contar com admiração fora das unidades militares.

A aposta era de que, por conta da credibilidade do general, o escritor fosse criticado pela opinião pública caso fizesse provocações contra ele. Para que a iniciativa não fosse brecada, o presidente não foi informado. Segundo assessores palacianos, ele ficou sabendo da resposta apenas após a sua publicação nas redes sociais.

Olavo não respondeu de imediato, mas, depois, chamou o militar, que sofre de uma doença degenerativa, de um “doente preso a uma cadeira de rodas”. A reação foi imediata. O general recebeu manifestações de desagravo tanto de parlamentares simpáticos como de oposição ao governo, o que levou o escritor a se explicar nas redes sociais.

“Eu não gosto de brigar nem com quem está resfriado, quanto mais com quem está com doença grave”, disse.

Mesmo após o revés, Olavo continuou a atacar Santos Cruz, mas as críticas tiveram menos repercussão e acabaram ignoradas pela ala militar.

Na semana em que se intensificou a ofensiva contra ele, Santos Cruz promoveu três agendas de repercussão, em uma tentativa de demonstrar que produz resultados e que conta com respaldo político.

O general promoveu café da manhã com deputados federais, anunciou calendário de projetos do PPI (Programa de Parcerias em Investimentos) e organizou reunião do presidente com governadores, incluindo nomes de oposição.

A ideia é que o esforço tenha continuidade nas próximas semanas, com reuniões com investidores para que participem de leilões de obras federais e encontros com congressistas simpáticos ao governo.

Folhapress

Juazeiro: APLB Sindicato convoca professores para mobilização na próxima quarta-feira (15)

1

 

A APLB Sindicato está convocando os professores de Juazeiro para uma mobilização na próxima quarta-feira (15) em defesa da Educação e contra a reforma da previdência.

A concentração será a partir das 8h30, em frente à sede do INSS, na Avenida Adolfo Viana, de onde os manifestantes sairão em caminhada pelas ruas da cidade.

Da Redação

Casa Nova: Em Audiência pública povo e autoridades políticas protestam contra grilagem de terras do município

0

Ao tentar tomar posse, abrindo picadas e demarcando áreas, duas empresas, originárias de Minas Gerais, de acordo com o cadastro na prefeitura, conseguiram fazer com que prefeito e todas as autoridades do município, mobilizassem milhares de pequenos proprietários, agricultores familiares, trabalhadores rurais e camponeses sem terra, para uma audiência pública realizada  durante a manhã deste sábado, 11 de maio de 2019, na localidade de Rancho Alegre  a 50 quilômetros da sede de Casa Nova, município no norte da Bahia.

Rancho Alegre nunca tinha visto tanta gente junta, superando até mesmo a expectativa do prefeito, que providenciou transporte de algumas localidades: “Perdemos o medo! Quando vejo esta gente assim, disposta a defender suas terras, sinto que o povo de Casa Nova não se entrega” – disse entusiasmado, lembrando as lutas do Pau da Colher – “Sinto-me orgulhoso de estar à frente desta batalha, de liderar mulheres e homens livres, capazes de dizer não à dominação, de resistir à afronta e desafiar os medos para garantir a terra e a casa de sua família”.

No mesmo tom diversos outros oradores, abrangendo um pastor e padres, Pastoral da Terra e Movimento Sem Terra, sindicato dos trabalhadores rurais, vereadores, secretários municipais e o representante do governo da Bahia, Secretário Josias Gomes, deputados estaduais: O deputado Tum, eleito em Casa Nova e o Deputado Zó; rememoram histórias de resistência, as vitorias ao longo do tempo e as repetidas tentativas de grilagem.

“Antigamente” – disse a representante da Pastoral da Terra – “Eles vinham com armas e expulsavam os verdadeiros donos com ameaças e muitas vezes resultando em morte. Agora vem com documentos e contam com a corrupção nos cartórios e a falta de interesse da justiça”. Josias Gomes, Secretário de Desenvolvimento Rural do Governo do Estado da Bahia, representando o Governador disse que “o governo tomará posição sobre grilagem de terra”, ressaltando que Casa Nova pode ser o de maior proporção, “mas não é o único”.

A audiência resultou em uma ata, com os depoimentos e testemunhos a ser encaminhado ao Ministério Público, uma comissão que acompanhará de perto o andamento dos procedimentos para anular, investigando a origem e quem os concedeu, as escrituras das terras em nome das empresas. Além destes procedimentos legais, haverá mobilização permanente e ação política dos deputados da região em defesa dos atuais moradores.

Entenda o caso: Empresas apresentam documentos e começam a tomar posse de um terço do território de Casa Nova

Duas empresas, uma delas identificada como Bioma Terra Nova Participações Ltda., começaram por desmatar áreas desabitadas e demarcar para cercar, quase 600 mil hectares de terras no município de Casa Nova.

A área, de uma das empresas, identificada no mapa corresponde a mais de um terço do território total do município, engloba comunidades centenárias, fazendas e até parte da área de um residencial na sede do município. A notícia da presença de dezenas de trabalhadores e máquinas, além de pessoas visitando agricultores nas localidades que se situam dentro das áreas, comunicando que terão de deixar suas terras, espalhou o pânico por todo o interior de Casa Nova.

Riacho Grande, uma comunidade que já foi cenário de grilagem na década de 70, que resistiu e na época travou uma guerra na defesa das terras, já recebeu as visitas, declarando-se proprietários, comunicando que terão de sair das suas propriedades, podem levar seus utensílios domésticos e o arame da cerca. A área definida como de propriedade destas empresas abrange território do vizinho município de Remanso.

Manoel Leão Ascom PMCN

Juazeiro: Operação conjunta erradica 1.400 pés de maconha

0

 

Uma ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal erradicou, neste sábado (11), em Juazeiro, 1.400 pés de maconha. A plantação foi localizada no povoado de Maniçoba, zona rural daquele município.

O flagrante aconteceu após denúncias anônimas do cultivo ilegal. Um helicóptero da PRF sobrevoou a região e sinalizou para as equipes terrestres uma plantação suspeita. Após varreduras no perímetro, foram encontrados os 1.400 pés de maconha, que seriam transformados em aproximadamente 500 kg da droga.

Os policiais da 17ª Coorpin (Juazeiro), Cipe Caatinga e da PRF fizeram buscas à procura dos traficantes responsáveis pelo plantio, mas ninguém foi encontrado. Uma amostra do material foi apreendida e encaminhada para a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Juazeiro e o restante queimado.

“Grande ação conjunta. União das forças estaduais e federal no combate ao crime organizado”, comemorou o diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegado Flávio Góis.

Ascom SSP/BA

Lucio Mauro morre aos 92 anos, no Rio

0

O ator e comediante Lucio Mauro morreu neste sábado (11), por volta das 22h, aos 92 anos. Ele estava internado no Rio de Janeiro havia cerca de quatro meses, com problemas respiratórios.

Na rede social Instagram, seu filho, o também ator Lucio Mauro Filho, afirmou que o pai “merecia esse descanso”.

“Papai foi um pioneiro, saiu do teatro de estudante lá no Pará, foi pro Recife, fez rádio, inaugurou a televisão no Nordeste e de lá, veio para o Rio de Janeiro pra se tornar um dos maiores artistas deste país. Me influenciou em tudo. O homem que sou, o artista, o pai de família, o amigo. Eu nada seria sem seus ensinamentos”, escreveu o ator.

O ator e comediante Lucio Mauro morreu neste sábado (11), por volta das 22h, aos 92 anos. Ele estava internado no Rio de Janeiro havia cerca de quatro meses, com problemas respiratórios.

Na rede social Instagram, seu filho, o também ator Lucio Mauro Filho, afirmou que o pai “merecia esse descanso”.

“Papai foi um pioneiro, saiu do teatro de estudante lá no Pará, foi pro Recife, fez rádio, inaugurou a televisão no Nordeste e de lá, veio para o Rio de Janeiro pra se tornar um dos maiores artistas deste país. Me influenciou em tudo. O homem que sou, o artista, o pai de família, o amigo. Eu nada seria sem seus ensinamentos”, escreveu o ator.

Lúcio de Barros Barbalho nasceu em Belém do Pará, em 14 de março de 1927. Ator de teatro estudantil, aos 20 anos foi convidado a integrar a companhia teatral de Mário Salaberry, mas o projeto de excursionar por diversas cidades não foi concluído em razão da morte do diretor do elenco, num acidente durante a viagem.

O ator estreante seguiu para Recife, onde iniciou a trajetória como comediante ao lado de Barreto Júnior.

Começou a trabalhar na Globo em 1966, onde fez parte do elenco dos principais programas humorísticos da emissora.

Um de seus quadros mais populares era como personagem Fernandinho, ao lado da atriz Sonia Mamede, a Ofélia, no programa Balanço Mais Não Cai, originalmente de 1968.

Lucio Mauro também atuou ao lado de Chico Anysio nos programas Chico City (1973) e Escolinha do Professor Raimundo (1990 a 1994). Integrou também o elenco de Os Trapalhões (1989).

Lucio Mauro deixa cinco filhos e cinco netos. Ele se casou duas vezes.

Folhapress

Postagens de Carlos Bolsonaro irritam deputados e ameaçam projetos do governo

0

 

A ofensiva puxada nas redes por Carlos Bolsonaro e pelo PSL contra a mudança do Coaf do Ministério da Justiça para o da Economia irritou deputados veteranos. Não há disposição de inverter a pauta para antecipar a votação da medida que reestrutura a Esplanada até quinta (16), quando Maia volta dos EUA.

Na sexta (10), postagem em que o filho 02 atacou parlamentares circulou em grupos de WhatsApp de líderes do Congresso. “Não podemos deixá-los cuspir na nossa cara sempre! Cobremos!”, dizia Carlos na mensagem.

BN