Preto no Branco

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Cerca de 300 territórios quilombolas devem ser titulados até 2026; informação é da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco

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06/08/2023, A ministra da igualdade racial, Anielle Franco, anuncia criação de Comitê de Monitoramento da Amazônia Negra e Enfrentamento ao Racismo Ambiental. Foto: Rithyele Dantas/MIR

 

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, reafirmou nesta segunda-feira (7) que a meta do governo federal é regularizar ao menos 300 territórios quilombolas até o fim da atual gestão, em dezembro de 2026.“[A questão do] acesso ao território é, desde sempre, no nosso país, algo muito grave. É uma luta. Precisamos retomar isto para pensar uma titulação a nível nacional. Se formos comparar, na última gestão [federal, entre 2019 e 2022], apenas um território quilombola foi titulado, por ordem judicial. Nestes seis meses [de 2023], já titulamos cinco territórios quilombolas. E nosso objetivo é chegarmos a 300 até o final do nosso mandato”, disse ela, em entrevista ao canal Gov, que está transmitindo, ao vivo, os debates dos Diálogos Amazônicos.

Evento preparatório à Cúpula da Amazônia – que reunirá, na capital paraense, chefes de Estado dos países da região entre na terça-feira (8) e na quarta (9) -, o Diálogos Amazônicos ocorre em Belém, onde milhares de representantes de entidades, movimentos sociais, universidades, centros de pesquisa e agências governamentais estão reunidos para discutir temas como as mudanças climáticas, sustentabilidade e desenvolvimento econômico e social da Amazônia.

“Quem sabe da Amazônia, de fato, é quem mora aqui, assim como quem sabe da favela é o favelado. E quando estamos aqui, esperando reconstruir junto com a sociedade civil [as ações de titulação de terras], é um sinal de que estamos dialogando e dando passos concretos”, acrescentou a ministra, citando o lançamento, em março, do programa Aquilomba Brasil, como um exemplo de “ação concreta”.

Proposto a partir da ampliação do Programa Brasil Quilombola, de 2007, o Aquilomba Brasil é composto por um conjunto de medidas intersetoriais voltadas à promoção dos direitos da população quilombola, com ênfase em quatro eixos temáticos: acesso à terra, infraestrutura e qualidade de vida; inclusão produtiva; desenvolvimento local e direitos e cidadania. A estimativa do Ministério da Igualdade Racial é que, “orientado por novos objetivos e uma estratégia ampliada de acesso aos direitos”, o programa beneficie, direta ou indiretamente, cerca de 214 mil famílias, com, por exemplo, a titulação de terras e o estímulo à permanência de quilombolas no ensino superior.

“A proposta é levar não só titulação, mas saúde, educação, cultura, vida digna e bem viver para as comunidades quilombolas”, acrescentou a ministra ao mencionar a oportunidade de encontros e de trocas de experiências proporcionado pelo Diálogos Amazônicos, evento por ela classificado como “histórico”.

“Aqui, no Diálogos, já assinamos um ACT [acordo de cooperação técnica] para podermos chegar ao Marajó, quem tem um dos piores IDHs [Índice de Desenvolvimento Humano] do país, trazendo a pauta quilombola para enfrentar ao racismo ambiental”, lembrou Anielle, referindo-se ao pacto que os governos federal e do Pará assinaram na última sexta-feira (4), como parte do programa Cidadania Marajó, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).

“Oitenta por cento da Amazônia Legal é composta por pessoas negras. Temos um censo que estima que há 1 milhão de pessoas quilombolas no país. E um terço deles está na Amazônia Legal. Por isso, precisamos cada vez mais pensar e pautar [o tema]. Para isso, vamos criar um comitê, dentro do ministério, para acompanharmos essas pessoas. Além de uma secretaria”, finalizou a ministra.

Agência Brasil

Presidente do Consórcio Sustentável do Território Sertão do São Francisco, Prefeito Cleivynho Sampaio, tem as contas aprovadas por unanimidade pelo TCM

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O presidente do Consórcio Sustentável Território Sertão do São Francisco e Prefeito do município de Sobradinho, Cleivynho Sampaio, teve suas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas da Bahia (TCM/BA) relativas ao exercício financeiro de 2022.
“É gratificante a sensação de missão cumprida com responsabilidade e transparência. A  equipe jurídica do TCE/BA analisou minuciosamente nossas ações e decisões, reconhecendo a forma séria com que temos conduzido a administração do Consócio. A aprovação das contas é o reflexo de um trabalho pautado em princípios éticos, responsabilidade fiscal e, acima de tudo, comprometimento com o bem-estar dos moradores que integram o nosso território. A cada dia, avançamos na busca por um território mais sustentável, justo e igualitário, onde todos os cidadãos e cidadãs tenham acesso a oportunidades e qualidade de vida,” avaliou Cleivynho.
Integram o consócio do São Francisco os municípios de Sobradinho, Juazeiro, Casa Nova, Sento Sé, Pilão Arcado, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Curaçá e Canudos.
Ascom

Sobradinho: Mutirão de Saúde Preventiva da Mulher garante exames de Papanicolau a usuárias das UBSs   

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A Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no último sábado (5) o mutirão de saúde preventiva da mulher, com foco no exame de Papanicolau. A iniciativa proporcionou o atendimento de 177 mulheres em todas as Unidades Básicas de Saúde, onde também foram realizadas aplicação de vacinas.

De acordo com a Secretária de Saúde Maysa Sanjuan, o mutirão visa fortalecer a saúde preventiva e atender à demanda reprimida de exames e consultas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.

“A Prefeitura de Sobradinho, por meio da Secretaria de Saúde, reforçou seu compromisso em investir em ações que promovam a saúde da mulher, visando a redução da incidência de doenças e a melhoria da qualidade de vida da população feminina. A realização periódica de mutirões como esse é fundamental para promover a saúde feminina, conscientizar sobre a importância dos exames preventivos e garantir que todas as mulheres tenham acesso a serviços de saúde de qualidade,” destacou Maysa Sanjuan.

A secretária informou ainda “que novos mutirões e campanhas de conscientização estão sendo planejados para abordar outras ações de saúde específicas para as mulheres”.

“Com essa iniciativa, a gestão de Sobradinho demonstra seu empenho em oferecer um sistema de saúde abrangente e humanizado, valorizando a importância da prevenção e do cuidado integral da mulher”, finalizou a secretária.

Ascom/PMS

Defesa recorre de decisão do TSE que tornou Bolsonaro inelegível

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O ex-presidente Jair Bolsonaro recorreu nesta segunda-feira (7) da decisão Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o condenou à inelegibilidade pelo período de oito anos, em junho.

O TSE julgou a conduta de Bolsonaro durante reunião realizada com embaixadores, em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema eletrônico de votação. A legalidade do encontro foi questionada pelo PDT.

No início da noite desta segunda-feira, a defesa do ex-presidente protocolou no TSE os chamados embargos de declaração. Não há prazo para o julgamento do caso.

O recurso pretende apontar erros ou contradições no acórdão do julgamento. O documento foi publicado na semana passada e tem 433 páginas.

A sentença do colegiado reúne a íntegra do julgamento, incluindo os votos dos ministros e as fundamentações que levaram ao resultado do julgamento.

Os advogados ainda podem recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Três dos sete ministros do TSE também fazem parte do STF e podem participar do julgamento de eventual recurso.

Pelas regras internas da Corte, os ministros que atuam no tribunal eleitoral não ficam impedidos automaticamente de julgar questões constitucionais em processos oriundos do TSE.

Lei Maria da Penha completa 17 anos e Bahia lidera número de feminicídios

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A Lei Maria da Penha (Lei Nº 11.340/2006) completa 17 anos, nesta segunda-feira, 7. Entretanto, não há muito o que comemorar, a Bahia foi o estado do Nordeste que mais registrou violências de gênero em números absolutos (316), seguido de Pernambuco (225) e Maranhão (165). O número representa um crescimento de 58% em relação a 2021, segundo o boletim “Elas vivem: dados que não se calam”.

O boletim foi publicado em março desde ano pela Rede de Observatórios da Segurança e aponta a Bahia como líder no ranking de feminicídios na região, com 91 registros. Segundo o documento, 75% das violências são praticadas por companheiros ou ex-companheiros.

Com o objetivo de prevenir, punir e erradicar as opressões contra mulheres, a Lei Maria da Penha reconhece como violência diversas práticas além da agressão física. São previstas pela lei as violências física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. Entenda como a lei classifica cada uma delas:

Violência física: se refere à qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal da mulher;

Violência psicológica:  qualquer conduta que cause dano emocional e diminuição da autoestima da mulher, que vise degradar ou controlar suas ações, limitar o direito de ir e vir ou qualquer outro prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

Violência sexual: qualquer conduta que constranja a mulher por presenciar, manter ou participar de relação sexual não desejada, que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

Violência patrimonial: qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos;

Violência moral: entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

De acordo com a advogada criminalista e professora de Direito Penal da Faculdade Baiana de Direito e da UFBA, Daniela Portugal, o alcance da Lei Maria da Penha é bastante amplo. “A vítima é, necessariamente, uma mulher – seja ela cis ou trans. De outro lado, a parte agressora poderá ser homem ou mulher. Além disso, para que a lei incida, é necessário que a violência tenha sido praticada na unidade doméstica (ou seja, no local de coabitação, pouco importante se existe relação de parentesco ou não); ou no âmbito da família (incluindo vínculo biológico ou mesmo afetivo, pouco importante se há coabitação ou não) e, por fim, a Lei ainda menciona qualquer prática violenta que tenha ocorrido em uma relação íntima de afeto (independentemente de coabitação)”, explica.

Portanto, a incidência da Lei 11.340/2006 não se restringe a agressões entre casais, podendo também ser aplicada a outras situações ocorridas na unidade familiar, no âmbito da família ou em qualquer relação íntima de afeto. “Por exemplo, uma violência praticada por um padrasto, irmão, tio ou primo irá atrair a incidência da Lei Maria da Penha, desde que a vítima seja mulher. Poderíamos falar, ainda, de situações ocorridas em local de coabitação que não envolve parentesco, como uma residência universitária ou casa compartilhada”, acrescenta a professora.

A finalidade da Lei Maria da Penha ao dispor sobre amplo âmbito de alcance é a de conferir maior proteção a mulheres e meninas, não apenas repreendendo a prática de violência como também prevenindo a ocorrência de crimes.

BNews

Real digital se chamará Drex, confirma Banco Central

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Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967

 

Moeda virtual que equivalerá ao dinheiro em circulação, o real digital se chamará Drex, confirmou nesta segunda-feira (7) o Banco Central (BC). O nome foi confirmado pelo economista do BC Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, em live semanal da autoridade monetária no YouTube.Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta. O “D” representar a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

O Drex, informou o BC, facilitará a vida dos brasileiros. “A solução, anteriormente referida por Real Digital, propiciará um ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”, destacou o órgão.

Aplicações

Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta e tem bastante volatilidade, o Drex terá o mesmo valor do real. Cada R$ 1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.

Moeda de atacado, não de varejo, o Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

Na prática, o Drex funcionará como um primo do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos.

Testes

Em testes desde o início do ano, o real digital deve estar disponível para a população só no fim de 2024. Em março, o BC escolheu a plataforma a ser usada nas transações. Nos últimos meses, a autoridade monetária habilitou 16 consórcios para desenvolverem ferramentas e instrumentos financeiros que serão testados no novo sistema.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados (ativos reais convertidos em digitais) das instituições financeiras.

Os ativos a serem usados no projeto piloto serão os seguintes: depósitos de contas de reservas bancárias, de contas de liquidação e da conta única do Tesouro Nacional; depósitos bancários à vista; contas de pagamento de instituições de pagamento; e títulos públicos federais. Os testes serão feitos em etapas, com as transações simuladas com títulos do Tesouro Nacional sendo feitas apenas em fevereiro do próximo ano.

Agência Brasil

Após criticas e suspeitas de Zé Carlos Medeiros sobre o Zona Azul, CSTT diz que “intensificou a fiscalização”, mas não fala de retorno da cobrança

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Em respostas as críticas e suspeitas do Suplente de Vereador de Juazeiro, José Carlos Medeiros, acerca de um possível retorno do sistema Zona Azul, a CSTT, procurada por nossa redação informou, apenas, que “intensificou a fiscalização para assegurar o ordenamento do trânsito após a suspensão da empresa Sinalvida Juazeiro Soluções Viária SPE/SA.”

Confira nota

A Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT), informa que intensificou a fiscalização para assegurar o ordenamento do trânsito após a suspensão da empresa Sinalvida Juazeiro Soluções Viária SPE/SA, responsável pela operacionalização da Zona Azul, em toda a área que possuía o serviço rotativo de estacionamento da cidade.

A CSTT realizou também, blitz educativas com orientações de segurança, alertando para as regras de trânsito e para que sejam respeitadas as vagas destinadas para idosos e pessoas com deficiência (Ascom).

Críticas e suspeitas

Através de um vídeo enviado ao PNB, o Suplente de Vereador de Juazeiro, José Carlos Medeiros, provocou a população a refletir acerca do sistema Zona Azul, que deixou de existir desde o último dia 13 de Julho, quando a Prefeitura de Juazeiro encerrou o contrato com a empresa Sinal Vida Dispositivo de Segurança Viária LTDA, que administrava o sistema de estacionamento rotativo.

Medeiros, que também ocupa o cargo de Assessor Especial na gestão Suzana Ramos, questionou os interesses que podem haver por trás de um possível retorno da cobrança por uma empresa privada.

“A quem interessa o retorno da cobrança do Zona Azul por uma empresa privada, que maltratou, humilhou e multou a população de Juazeiro?”

Medeiros afirmou ainda que tem sido procurado por munícipes que relatam a ausência de agentes de transito no eixo central da cidade. Ele disse que no último sábado (5) fez registros no centro de Juazeiro que comprovaram a falta dos profissionais de trânsito, e levantou a suspeita de que seja proposital.

Ele levantou dúvidas sobre a intenção do diretor da CSTT- Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes, Tenório Filho, de não ordenar o trânsito, após o fim do Zona Azul.

“Inexistência, ausência total dos agentes no centro. Será que é de propósito que o secretário de trânsito está mantendo os agentes distantes do eixo central, para criar uma sensação de caos e justificar a volta do zona azul?”

 

O suplente ainda afirmou que a “CSTT tem trabalhado contra o governo Suzana”, e finalizou ressaltando que “a população precisa discutir sobre qual modelo quer para o trânsito da cidade, mas é uma obrigação da CSTT ordenar”.

Redação PNB

Conselho Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor elege Nova mesa diretora

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Na última sexta-feira (4) foi eleita e empossada a nova mesa diretiva do Conselho Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Condecon). Durante o evento, foram discutidos diversos assuntos relevantes para a proteção dos direitos dos consumidores e aprimoramento das atividades do Procon, além de investimentos a serem realizados.

A nova diretoria composta por presidente, vice-presidente e secretária executiva, vai presidir o Conselho durante o triênio 2023/2025, e ficou definida da seguinte forma: presidente: Carlos Emmanuel Tavares Macedo (Representante da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon); vice-presidente, Carlos Ferreira dos Santos; secretária executiva, Vanessa Alves Barreto.

“Nossa equipe está empenhada em fortalecer os laços entre a comunidade, o poder público e o setor empresarial para assegurar que os direitos dos consumidores em Juazeiro sejam respeitados e garantidos. Estamos comprometidos em promover a transparência, a educação e a fiscalização efetiva, visando um ambiente onde cada cidadão possa consumir com confiança e segurança”, disse o presidente eleito, Carlos Macedo.

Condecon-Com a participação ativa da sociedade civil e das autoridades governamentais, o Condecon tem por objetivo desenvolver estratégias e orientações para a política municipal de proteção ao consumidor, além de gerir os aspectos financeiros e econômicos relacionados aos recursos depositados no Fundo Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor. O conselho também examina e aprova projetos de caráter científico e de pesquisa, visando estudo, proteção e defesa do consumidor.

Ascom/PMJ

Assessor da Prefeitura de Juazeiro levanta suspeitas sobre o destino do Zona Azul e questiona: “A quem interessa o retorno da cobrança do Zona Azul por uma empresa privada?”

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Através de um vídeo enviado ao PNB, o Suplente de Vereador de Juazeiro, José Carlos Medeiros, provocou a população a refletir acerca do sistema Zona Azul, que deixou de existir desde o último dia 13 de Julho, quando a Prefeitura de Juazeiro encerrou o contrato com a empresa Sinal Vida Dispositivo de Segurança Viária LTDA, que administrava o sistema de estacionamento rotativo.

Medeiros, que também ocupa o cargo de Assessor Especial na gestão Suzana Ramos, questionou os interesses que podem haver por trás de um possível retorno da cobrança por uma empresa privada.

“A quem interessa o retorno da cobrança do Zona Azul por uma empresa privada, que maltratou, humilhou e multou a população de Juazeiro?”

Medeiros afirmou ainda que tem sido procurado por munícipes que relatam a ausência de agentes de transito no eixo central da cidade. Ele disse que no último sábado (5) fez registros no centro de Juazeiro que comprovaram a falta dos profissionais de trânsito, e levantou a suspeita de que seja proposital.

Ele levantou dúvidas sobre a intenção do diretor da CSTT- Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes, Tenório Filho, de não ordenar o trânsito, após o fim do Zona Azul.

“Inexistência, ausência total dos agentes no centro. Será que é de propósito que o secretário de trânsito está mantendo os agentes distantes do eixo central, para criar uma sensação de caos e justificar a volta do zona azul?”

O suplente ainda afirmou que a “CSTT tem trabalhado contra o governo Suzana”, e finalizou ressaltando que “a população precisa discutir sobre qual modelo quer para o trânsito da cidade, mas é uma obrigação da CSTT fazer o ordenamento”.

Nós enviamos os questionamentos do suplente de vereador para a CSTT e aguardamos uma resposta.

Redação PNB