Preto no Branco

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Juazeiro: Admiradora da PM, adolescente do bairro Tabuleiro ganha festa de aniversário e realiza sonho

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Um momento de emoção e reconhecimento para ficar na memória de duas mulheres. Uma estudante de 13 anos, que sonha ser policial militar, e uma policial feminina da Bahia, referência para a adolescente.
Ana Vitória, moradora do bairro Tabuleiro, em Juazeiro, divulgou um vídeo nas redes sociais, expressando sua admiração à Sub-Tenente Carla Sena, que serve na 75ªCIPM, e dizendo do seu desejo de conhecê- la pessoalmente.
” Eu queria muito que este vídeo chegasse em Carla Sena. Eu estou estudando pra me formar em PM, o tema do meu aniversário vai ser a polícia e eu queria muito que ela viesse ao meu aniversário,” disse a menina.
O vídeo chegou ao destino desejado e a policial, juntamente com seus familiares e colegas de Companhia, se sensibilizaram e promoveram um encontro muito especial.
Foi ontem, 13, dia do aniversário da menina. Com direito a bolo, parabéns e uma festa prestigiada  por policiais militares da 75ªCIPM, comandada pelo Cap João, Ana Vitória realizou seu sonho e viveu um momento inesquecível.
Emocionada, a Sub-Tenente Carla Sena, falou da missão de ser policial militar e da importância do reconhecimento da jovem.
“Foi um momento especial que ficará eternizado não só na memória de Ana Vitória, mas principalmente na minha, que fiquei surpresa com o desejo desta adolescente que quer seguir carreira na nossa PM e tem em mim sua referência. Nosso trabalho é árduo, arriscado, muitas vezes não reconhecido pela sociedade e quando vejo uma menina admirar e reconhecer nosso trabalho , é uma flor no meio das pedras”, declarou a policial.
A chegada dos PMs, em viaturas padronizadas, foi motivo de grande emoção e alegria da aniversariante, bem como dos familiares e moradores do bairro Tabuleiro.
“Essa iniciativa, reforça a politica de estreitar laços com a comunidade em geral intensificando as ações comunitárias, onde quebram antigos paradigmas que distanciavam a sociedade da nossa caserna na qual se reafirma o compromisso de bem servir a todos”, afirmou em nota a Assessoria da Companhia.
Da Redação

Maioria dos brasileiros é contrária à redução de terras indígenas

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A redução de áreas destinadas às terras indígenas é desaprovada por 6 em cada 10 brasileiros. O tema voltou à discussão desde 1º de janeiro, quando a tarefa de demarcar essas áreas foi transferida pelo presidente Jair Bolsonaro da Funai (Fundação Nacional do Índio) para o Ministério da Agricultura. O dado é de uma pesquisa do Datafolha feita com 2.077 entrevistados em 130 municípios entre 18 e 19 de dezembro de 2018. A margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo, considerando um nível de confiança de 95%.

A maior oposição à possibilidade de diminuir o tamanho dessas terras é das mulheres, mostra o detalhamento da pesquisa do instituto: entre elas, a discordância em relação à possibilidade chega a 62%, ante 57% entre os homens.

Quanto mais velho e menos escolarizado for o brasileiro, maior a tendência de concordar com a redução dos limites das reservas. Na faixa entre 16 e 24 anos, por exemplo, essa aceitação é de 32%, percentual que sobe para 46% no grupo acima de 60 anos. Já entre os que têm ensino fundamental, a concordância é de 48%, reduzindo-se a 30% entre quem possui ensino superior.

“Os números demonstram que grande parte dos eleitores do presidente discorda da sua intenção de reduzir as terras indígenas”, diz Márcio Santilli, sócio-fundador do ISA (Instituto Socioambiental).

“A Constituição reconhece o direito dos povos indígenas às terras. E o governo não pode deixar de cumprir essa determinação”, reforça Cléber Buzatto, secretário-executivo do Cimi (Conselho Indigenista Missionário).

A polêmica em torno do tema é crescente porque, na prática, as identificações, delimitações e demarcações de terras passaram às mãos de representantes dos ruralistas no novo governo, movimento que vem sendo alvo de críticas e classificado como conflito de interesses.

A Secretaria de Assuntos Fundiários, que é ligada à Agricultura e cuida do tema, é chefiada por Nabhan Garcia, que foi presidente da UDR (União Democrática Ruralista).

O pecuarista afirma que a pasta irá reavaliar, “com isenção”, as demarcações realizadas nos últimos dez anos ou mais, e que o governo pode anular decisões se considerar que houve falhas no processo.

Essas revisões, segundo ele, são tanto de processos de áreas contestadas na Justiça quanto na esfera administrativa. “Temos o dever de revisar algumas demarcações porque existem indícios de irregularidades”, afirma. “O que puder ser revisto e passado a limpo, será passado a limpo.”

​Nabhan argumenta que o governo não tem o objetivo de reverter ou reduzir as áreas. “Queremos seguir a lei. Se está seguindo os parâmetros legais, se o laudo antropológico está correto, se não teve interferência de ONG, tudo bem. Mas, uma vez identificadas falhas, vamos corrigir. Em inúmeras situações houve pressão de órgãos, de ONGs para que a identificação [como terra indígena] ocorresse.”

O Brasil possui hoje 721 terras, em diferentes estágios de demarcação, que de acordo com o ISA a União reconhece como sendo de ocupação tradicional por povos indígenas.

Essas áreas representam 13,8% do território brasileiro, e mais de 400 delas (ou cerca de 98% de todas as terras indígenas) estão na chamada Amazônia Legal, formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Para Buzatto, o governo se sujeita a ações por improbidade administrativa caso reveja decisões relativas à demarcação de reservas.

“Se adotarem medidas na contramão, poderão sofrer ações de improbidade administrativa, seja o presidente da República, seja o ministro, seja o secretário.”

 

BN

Abertas inscrições para mestrado em Biociências da Univasf

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O Programa de Pós-Graduação em Biociências (PPGB) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para a seleção de candidatos ao mestrado acadêmico. São disponibilizadas 21 vagas para a turma 2019 do Programa, sendo duas reservadas aos servidores da carreira Técnico-Administrativo em Educação (TAE) da Univasf. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 1º de fevereiro.

Podem participar do processo seletivo os candidatos com graduação nos seguintes cursos: Farmácia, Química, Química Industrial, Biomedicina, Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Medicina, Zootecnia, Medicina Veterinária, Agronomia, Engenharia Agrícola, Ciências Biológicas ou em áreas afins.

Os interessados em participar devem realizar a inscrição por meio do Sistema de Processos Seletivos da Univasf (PS). No ato da inscrição, o candidato deverá indicar o professor orientador. É preciso também, anexar a documentação exigida no item 4.7 do Edital Nº 23/2018, em formato PDF. As cópias digitalizadas deverão ter o tamanho máximo de um megabyte.

O programa é formado por duas áreas de concentração: Produtos Bioativos do Semiárido e Ciências Farmacêuticas. A primeira conta com a linha de pesquisa em Química e Biologia e a segunda, com as linhas em Fármacos e Medicamentos e Fisiopatologia, Diagnóstico e Terapêutica.

Seleção

O processo seletivo será realizado no dia 13 de fevereiro, às 8h, na sala 9 no bloco de salas de aulas do Campus Sede, em Petrolina. A seleção contará com três etapas: prova de conhecimentos específicos, análise do projeto de pesquisa e sua viabilidade de execução e análise do currículo.  O resultado final será divulgado a partir do dia 22 de fevereiro no site do programa ou no endereço eletrônico de processos seletivos da Univasf. Dúvidas em relação seleção poderão ser enviadas para o e-mail: pgrnsa@univasf.edu.br.

Ascom Univasf

Anote aí: Marinha vai ofertar cursos de Formação de Aquaviário e Marinheiro Fluvial de Convés

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No período de 24 de maio a 24 de julho de 2019 estarão abertas inscrições para o processo seletivo do curso de Formação de Aquaviário Marinheiro Fluvial de Convés Nível 3 (CFAQ-II C N3-1/2019).

Serão ofertadas 30 vagas e o curso será destinado a brasileiros de ambos os sexos, maiores de dezoito anos, concluintes do Ensino Fundamental, aprovados em processo seletivo, de acordo com diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Portos e Costas (DPC).

O curso tem o objetivo de habilitar o aluno para as capacidades exigidas do Marinheiro Fluvial de Convés, nível 3 contidas nas Normas da Autoridade Marítima, a serem desempenhadas no apoio ao Serviço de Quarto de Navegação, conforme limites estabelecidos nas Normas de Procedimentos das Capitanias Fluviais (NPCF).

Mais informações sobre o curso, que será realizado na sede da Agência Fluvial de Juazeiro podem ser obtidas pelos telefones: (74) 3211-8800 e (74) 3211-8806.

Da Redação

Deputados do Ceará aprovam lei que paga recompensa a quem denunciar ataques

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Os deputados estaduais do Ceará aprovaram na noite deste sábado (12) um pacote de projetos de lei para enfrentar a crise na segurança no estado, que vive uma série de ataques coordenados por facções criminosas.

O principal projeto, chamado lei da Recompensa, permitirá a concessão de benefícios financeiros para pessoas que denunciarem autores de ataques violentos no estado ou derem informações que possam impedir os atentados.

Outra lei determinou a criação do Fundo de Segurança Pública, reserva de onde virão os recursos utilizados no pagamento de recompensas. O valor dos benefícios ainda será definido por meio de decreto que está sendo formulado pela equipe do governador Camilo Santana (PT).

Os projetos foram encaminhados nesta sexta-feira (11) pelo governador como parte de um pacote de medidas para enfrentamento da crise. Para apreciar as propostas, os deputados reuniram-se neste sábado em sessão extraordinária.

Ao todo, foram aprovados oito projetos de lei e um projeto de lei complementar. Todos tramitaram em regime de urgência e foram aprovados em plenário, por aclamação, após cerca de oito horas de discussão nas comissões.

TOMADAS DE ENERGIA

Além da chamada Lei da Recompensa, foram aprovados projetos com o objetivo de melhorar a segurança nos presídios do estado. Um deles prevê a retirada das tomadas das celas de presídios, para evitar que criminosos possam usar carregadores de celular, além da restrição da circulação de pessoas num raio de 100 metros dos presídios, para evitar fugas.

Também foi aprovado um projeto que autoriza a convocação de policiais da reserva para aumentar o efetivo de tropas que atuam no policiamento ostensivo. O número de horas extras que policiais civis, militares e bombeiros podem fazer por mês também foi aumentado de 48 para 84 horas.

Outro projeto prevê a regularização das tropas de policiais militares cedidas por outros estados. Desde o início da crise, os governos da Bahia, Piauí, Pernambuco e Santa Catarina cederam policiais para reforçar o combate aos ataques no Ceará. A medida foi cercada de polêmica justamente pela instabilidade jurídica.

11º DIA DE ATAQUES

Na madrugada deste sábado, criminosos derrubaram, com explosivos, uma torre de transmissão de energia em Maracanaú, cidade da Grande Fortaleza. Este é o 11º dia seguido de ataques no estado. Já foram registradas 194 ocorrências desde o início do ano.

A Enel Distribuição Ceará afirmou que a queda da torre de 500 KV da empresa de transmissão Sistema de Transmissão Nordeste (STN) não resultou em interrupção no fornecimento de energia para os clientes da distribuidora. Uma rodovia teve que ser bloqueada temporariamente por causa do perigo gerado pelos fios de alta tensão.

Na manhã de sábado, bandidos também provocaram uma explosão em uma concessionária de automóveis em Fortaleza. Ninguém ficou ferido. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, um suspeito de ter atuado do ataque foi preso em flagrante.

Após perseguição policial, Danilo Barbosa de Assis, 22, que portava uma pistola, foi detido nas proximidades do estabelecimento comercial. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de dano, explosão, receptação, porte ilegal de arma de uso restrito e por integrar organização criminosa. As forças de segurança buscam outros suspeitos envolvidos na explosão e na queda da torre.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia informou que recebeu do Operador Nacional de Sistema o registro do desligamento automático da linha de transmissão que liga Fortaleza ao Porto de Pecém devido à queda da torre.

Segundo a pasta, a perda da linha de transmissão não causou interrupção no fornecimento de energia ou desligamento no abastecimento. A Polícia Civil apreendeu ainda neste sábado cinco toneladas de explosivos em um depósito no bairro de Jangurussu, em Fortaleza. Cinco pessoas foram presas e um adolescente foi apreendido na operação. No local também foram encontradas drogas e munição.

A suspeita é que parte dos explosivos tenha sido utilizada em ataques realizados neste início de ano. O governo informou que mais de 300 pessoas haviam sido presas por suposta relação com os atentados no Ceará.

Na manhã de sábado, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendeu em rede social que ações como incendiar e explodir bens públicos ou privados sejam tipificados como terrorismo, citando um projeto de lei de autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS).

Os ataques tiveram início na madrugada do dia 2, pouco depois de o governador Camilo Santana (PT) ter anunciado que uma das prioridades de seu segundo mandato seria endurecer as regras dos presídios cearenses.

Folhapress

Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 25 milhões

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.114 da Mega-Sena e o prêmio principal, segundo estimativa da Caixa, acumulou em R$ 25 milhões. O sorteio foi realizado na noite deste sábado (12), em São Paulo.

São as seguintes as dezenas sorteadas: 17 – 25 – 30 – 35 – 42 – 57.

A quina teve 70 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 34.091,54. Outras 4.376 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 779,05.

O próximo sorteio será na terça-feira (15). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país.

O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

Agência Brasil

Battisti é preso na Bolívia e Bolsonaro comemora

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Após mais de 30 diligências a Polícia Federal prendeu, na madrugada deste domingo (13), em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, o italiano Cesare Battisti. Ele estava foragido desde às vésperas do Natal.

A prisão do italiano foi decretada pelo ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal).

O Battisti foi condenado em seu país pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970. A extradição dele foi prometida pelo presidente Jair Bolsonaro durante a campanha.

O STF já havia decidido em 2009 aprovar a repatriação, mas o então presidente Lula (PT), no último dia de seu mandato, em 2010, permitiu a permanência dele no Brasil.

Nas redes sociais, Jair Bolsonaro (PSL) parabenizou os responsáveis pela prisão do italiano. Ele também aproveitou a ocasião para lembrar que o terrorista italiano é “companheiro de ideias” do PT ao chamar novamente o governo do partido de corrupto.

“Parabéns aos responsáveis pela captura do terrorista Cesare Battisti! Finalmente a justiça será feita ao assassino italiano e companheiro de ideais de um dos governos mais corruptos que já existiram do mundo (PT).”

O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, também comentou a prisão em redes sociais: “O terrorista italiano Cesare Battisti foi preso na Bolívia esta noite e em breve será trazido para o Brasil, de onde provavelmente será levado até a Itália para que ele possa cumprir pena perpétua, de acordo com a decisão da Justiça italiana”, disse.

Da Redação

Equipe de Bolsonaro estuda idade mínima para aposentadoria de militares

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Presidente Jair Bolsonaro se reúne com o Conselho de Ministros, no Palácio do Planalto.
Presidente Jair Bolsonaro se reúne com o Conselho de Ministros, no Palácio do Planalto.

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, a equipe econômica de Jair Bolsonaro está analisando proposta que prevê idade mínima de 45 anos para a aposentadoria dos militares. Quem optasse por sair da ativa com essa idade, porém, receberia apenas uma fração do salário.

O modelo é semelhante ao dos Estados Unidos, onde quanto mais tarde a aposentadoria, maior a fração a ser embolsada. Por essa proposta, o valor integral do salário da ativa seria pago aos que deixassem as atividades após os 60 anos.

Da Redação

Editora processa Netflix por episódio interativo de ‘Black Mirror’

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Um desenrolar “não tão Black Mirror assim” se seguiu ao mais recente episódio da série de ficção científica que se transformou em sensação mundial. Isso porque a Netflix, que produz a serie, está sendo processada em US$ 25 milhões pelo novo episódio interativo de “Black Mirror”, lançado em dezembro.

O episódio “Bandersnatch”, que tem a duração de um longa-metragem, permite aos telespectadores tomar decisões em diferentes pontos da história, afetando os resultados que encontram pelo caminho. Mas a editora americana Chooseco, responsável pela série de livros “Choose Your Own Adventure” (“escolha sua própria aventura”, em tradução livre), que já vendeu mais de 250 milhões de livros ao redor do mundo, afirma que a sua própria marca está sendo usada injustamente.

A empresa entrou com um processo contra a Netflix, afirmando que a plataforma de streaming está usando uma associação com sua marca para chamar atenção para “Bandersnatch”. “A Chooseco e a Netflix realizaram extensas negociações ao longo de muitos anos, mas a Netflix não recebeu a licença [para usar a marca]”, afirma a Chooseco no processo.

“Em ao menos uma ocasião antes do lançamento de ‘Bandersnatch’, a Chooseco enviou pedidos para que a Netflix desistisse de usar a marca ‘Choose Your Own Adventure’ para fazer marketing para um programa de televisão”, continua. Segundo o processo, “Bandersnatch” faz uma referência explícita à série de livros quando o personagem principal conta ao seu pai sobre ela. Netflix não se manifestou sobre o caso.

 

BN