Preto no Branco

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França bate a Croácia e vence sua segunda Copa do Mundo

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Na Copa da bola parada, o primeiro gol da decisão do Mundial da Rússia saiu num lance desse tipo. Em falta da intermediária, Griezmann cobrou sobre a área, Mandzukic desviou e marcou o gol contra que abriu o placar. Os outros gols da França, que vai derrotanto a Croácia por 4 a 2, foram de Griezmann, Pogba e Mbappé. Perisic e Mandzukic, em erro grosseiro de Lloris, descontaram para os croatas.

Doze anos após sua última final, quando foi vice-campeã na Copa da Alemanha, a França voltou a decidir um Mundial. Sem surpresas, o técnico Didier Deschamps, campeão do mundo em 1998, mandou a campo o mesmo time que jogou a semifinal contra a Bélgica, com Mbappé e Matuidi abertos pelos lado e Griezmann pelo centro, atrás do centroavante Giroud, que ainda não balançou as redes na Rússia.

A Croácia também não teve novidades. Armada num 4-2-3-1 pelo treinador Slatko Dalic, a seleção do leste europeu apostou no talento de seu meio-campo, que tem nomes de peso como Rakitic, Modric e Perisic, homens responsáveis por municiar Mandzukic, que atuava como a referência da área.

Os primeiros dez minutos de partida viram a Croácia com suas linhas adiantadas no campo francês. A postura, no entanto, não rendeu frutos, já que a França estava muito bem postada defensivamente e não permitiu brechas que pudessem causar problemas para Hugo Lloris.

Aos 18 minutos, o herói da classificação na prorrogação contra a Inglaterra virou o vilão croata. Depois de cobrança de falta de Griezmann, Mandzukic tentou afastar a bola, mas ela desviou em sua cabeça e entrou no canto direito da meta de Subasic, deixando a França na frente por 1 a 0.

Dez minutos mais tarde, a França também provou de seu veneno. Após falta cobrada para o segundo pau, a bola sobrou na entrada da área para Perisic, que driblou e chutou cruzado de esquerda para empatar o jogo.

Logo na sequência, o VAR voltou a ser protagonista na Copa. Após escanteio batido por Griezmann, Perisic colocou a mão na bola. Alertado pelo árbitro de vídeo, o juiz argentino Nestor Pitana consultou as imagens e marcou o pênalti. Griezmann cobrou com categoria e fez 2 a 1 para a França.

Aos nove da etapa final, Deschamps tirou Kanté, que tinha cartão amarelo, para a entrada de N’Zonzi. Apesar de precisar correr atrás do prejuízo, a Croácia não conseguia criar tramas de ataque eficientes, e a França apenas administrava o placar.

Num jogo de pouquíssimas jogadas trabalhadas, o terceiro gol francês saiu de uma trama com a bola no chão. Pogba lançou Mbappé em profundidade. O atacante do PSG encarou a marcação, levou para a linha de fundo e tocou para o centro da área. Griezmann dominou, girou e ajeitou para Pogba, que bateu de primeira. A bola bateu na zaga e voltou, e o meia do Mancheter United, de canhota, chutou de chapa, com categoria, para aumentar a diferença para 3 a 1.

Pouco depois, a partida virou goleada. Mbappé recebeu na meia-lua, não encontrou resistência e chutou rasteiro. Inexplicavelmente, Subasic não foi na bola e levou o quarto gol. O favor foi retribuído imediatamente por Lloris, que tentou driblar na pequena área e deu um gol para Mandzukic, deixanto o jogo em 4 a 2 para a França.

As informações são do O Globo

Candidato usa Tinder, aplicativo de paquera, para fazer campanha

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Em uma eleição marcada pela apatia, o pré-candidato a deputado federal Felipe Oriá (PPS-PE), 27, apelou para o Tinder, um aplicativo de paquera, para tentar despertar o interesse do eleitorado.
Nessa rede social, pessoas curtem umas às outras e, quando a simpatia é mútua, dá-se o desejado match: os perfis se conectam.

O poder de sedução de Oriá vai bem. São quase 400 matches por dia, segundo ele, um dos fundadores do movimento suprapartidário Acredito, que prega a renovação política. O perfil está no ar há cerca de uma semana.

Quando o paquerador percebe que o interesse é por seu voto, porém, as reações são as mais diversas. “Amigo, eu odeio política. Desculpas”, cortou uma pessoa.

“E eu pensando que Felipe Oriá tinha se encantado pelos meus olhos”, divertiu-se uma enamorada. “Me encantei pelo seu apoio”, respondeu o pré-candidato.

“Se for pelo charme, meu voto já é teu, deputado”, flertou um interessado. “Imagina pelas ideias então?”, piscou Oriá.

Ele curte homens e mulheres sem qualquer critério, “até porque a campanha é bastante progressista no campo dos costumes”. Fora das redes, é casado com uma suíça.

Cientista político pernambucano com mestrado em Harvard, o pré-candidato diz que o flerte político é uma estratégia para engajar simpatizantes, em vez de bombardear adeptos de redes sociais com propaganda eleitoral.

Até porque, observa ele, se quisesse competir com pré-candidaturas de porte, estaria desde a largada em desvantagem.

O Facebook, principal plataforma digital para campanha política, varia o valor do anúncio conforme a demanda, num modelo que a empresa chama de leilão. Quanto mais páginas querem falar com uma mesma audiência, mais caro custa o impulsionamento.

Assim, o investimento que Oriá fazia para atingir cem pessoas passou a alcançar dez, diz ele. “Não é nada trivial ter alcance sem dinheiro. O fundão [fundo eleitoral destinado a partidos] inunda as redes sociais”, afirma.

No Tinder, entretanto, o approach é ainda mais restrito. Sem impulsionamento nem anúncio, fala-se com uma pessoa de cada vez e, no caso do pré-candidato, a intenção é desenvolver conversas genuínas sobre a eleição. É preciso ter uma equipe treinada para sustentar o papo.

“A pauta da campanha é inovação. Inovação para superar essa política do dinheiro, da paixão ideológica, do sobrenome hereditário há 300 anos. Então o pessoal pega logo o espírito”, conta Oriá.

Deputado mais velho da Câmara, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), 88, não conhece o Tinder, mas considera a estratégia moderna. “Sei mais ou menos como funciona. É à base de brincar com as mulheres, fazer bobagem, é isso?”, divertiu-se. “Há todo um movimento de curtição de fotografia de rede social.”

Folhapress

Sempre Aos Domingos, por Sibelle Fonseca: “Uma juazeirense feita de muitas mulheres”

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Já sabendo o por quê, me peguei pensando quantas são as ruas, praças e prédios da minha cidade que levam o nome das minhas conterrâneas antecessoras. Vivas ou não. Tirando as professoras que dão nomes as escolas, só me veio na mente Dona Calu. Do buraco de Calu. Da Lagoa de Calu.

Lembrar dela me fez lembrar das mil e uma mulheres que existem em mim. Minhas referências.

Dona Calu foi dessas. Cheguei a conhecê-la e me dei com ela. Eu tinha uns 8 anos e a imagem da mulher forte, despachada, firme, decidida e barulhenta nunca me saiu. Ela vivia numa chácara e era pra lá que os homens da cidade iam quando precisavam tomar decisões. Todos eles queriam o apoio de Dona Calu. Quem souber o nome completo dela me diga, por gentileza. Eu preciso saber. Ela faz parte de mim.

Como faz parte de mim a musicalidade de Professora Emilinha, a irmã de Caçulinha. Elas viviam numa casa que tinha um piano e muitas partituras. Viviam na rua em que fui criada, a Luiz Cursino das recatadas e prendadas “meninas de Curaçá” e da beata Filonila, mãe da danada Betânia.

A rua da doce tia Elisa, mãe da charmosa Rilzair, colega da também charmosa Nilinha, filha de Dona Mocinha. E da elegante esposa de Seu Amando, mãe de Flor e Angélica.

A rua das pretas Joselita e Celita. A primeira foi uma professora brilhante, sagaz e engraçada. A segunda tinha galhardia, finesse e usava pó de arroz.

A rua que tem o cheiro da cozinha de Dona Domingas das marmitas e de Dona Itália de Seu Wilson Matos, um homem impoluto e muito inteligente que fez sete mulheres e Wilsinho.

A Luiz Cursino de Zé Henrique, criado numa casa de mulheres. Ele que perambula pela minha memória e hoje tão abandonado pelas ruas de Juazeiro.

Mais perto da esquina tinha a professora Maria José, que me deu aula de catecismo e até hoje caminha pra igreja.

A rua de minha Eleozina da Silva Araújo, a avó mais valente e doce que quero pra todas as vidas.

Saindo da rua da minha infância e vendo as ruas da minha vida, lembro de outras tantas mulheres que vivem em mim.

Vejo a bela pró Vivinha do Instituto Imaculada Conceição e a partir dela, prós Edith, a que me alfabetizou, Luíza, Tânia, Iramar, Naydilene, Marieide, Socorro, Felizete, e já na universidade, Maíta Assis, Giovana e Beth Moreira. Márcia, Odo, Zezé, Lúcia, Nicoleta e Chica. Como não ter minhas mestras em mim?

E as amigas de classes? Denise, minha comadre, Mary Grace, Rossana, Yana, Lormina Barreto, Gilvanice, Patrícia de Dona Gessé e Seu Amadeus, sobrinha de Arnaldo Vieira. Elas estão em mim.

Como não ver minha militância em Lorena Araújo, Zefinha do Sindicato e Carminha de Carlão do PT, mãe de Maíra.

Como não ter como mestras a politizada Marise Lanches da Galeria Apolo, esquerdista de lascar e Malu de Moanilton, articulada e pensante. Nélia Costa, uma boa de briga e argumento. Das minhas.

Como também são minhas, a dinâmica Terezinha Meireles, a graciosa Gracinha de Dr Alac, a bela Renilde da Rua Antônio Pedro e a simpaticíssima Conceição Pithon, de Petrolina.

A barulhenta Kamayura Saldanha? Ahhh ela é outra mestra minha. Boca livre, boca de se lascar.

Jean Simons, arre égua, mora cá dentro.

Maria Pires foi a primeira mulher intelectual que vi de perto e admirei de longe. Eu era seguidora da fina e franca Regina Cussa. Marlene de Albino, Alice Mesquita foram as minhas da Rua Eduardo Brito e Nivinha de Aluísio Viana, bem mais. Lucia de Antônio Claro, me ensinou muita coisa.

Bebela me ensinou a amar Juazeiro. Esmelinda a gostar mais das letras. Arlinda Maia, Lúcia Costa e Debinha de Gessé, a dignificar a música. Antonila da França Cardoso e Laíse de Luna Brito me inspiraram pensar e desejar fazer poesia. Dona Antônia me mostrou a fé do Quidé, o prazer do fogão e das plantas.

Guiomar e Maria Polpa de Pau me fizeram reverenciar as loucas.

Eliana, a goleira, me mostrou que “não se nasce mulher, torna-se mulher”. Foi o machismo que matou Eliana, sou testemunha. Homofóbicos de merda!

Tenho em mim a alma feminina de Huguinho, Geraldo, Franciole, Carlinhos, Hertz, Deviles, e Tonha, a nega Tonha, tão autênticos, sensíveis e teatrais.

Tenho irmã Edir. Tenho as Lurdes. A Duarte, centenária mestra, e a de Seu Ermi, do belo rabo de cavalo de mãe d’água. Tenho Dona Ivete das noites de Ypacarai.

Tenho Edel, mulher do meu núcleo. Além de DNA, uma irmã da minha mãe e gente minha. Tenho Gerusa, Tia Direis e Almerinda, que do meu coração nunca se apartaram. Tenho Judite Palma, Dadá e Araci, as Monteiros. Dona Amélia de Napoleão, Ridalva Brandão e Perpétua do capitão Zé Ivan, as amigas de minha mãe. Tenho minha madrinha Constância, Tia Helenita, Tia Lourdes, de Euvaldo Macedo, Tia Eulina de Hirão e a braba Enedina. Tenho Lurdes, tia Zeca e Toinha, da casa mais linda da rua da Caixa d’água.

Tenho Dona Rosalba, avó dos meus filhos, amiga sábia e serena.

Tenho todas as coroas coloridas e ainda mais Clélia Perez e Dinorah Albernaz.

Tenho Irmã Dourado e Borrega da rua Boa Esperança. Tenho Chica Terror e Zefinha da Piranga.

Tenho minhas tias Nita, Aldir,  Castulina, Eufrosina, de Rodelas e Carmem Lúcia, de Casa Nova.

Como tenho de Marta Luz! Lanterna que deu direção ao meu caminho. Tem dela nas minhas cordas vocais e nas palavras que solto.

Minha mãe reúne em mim todas as dores e alegrias de ser mulher. Ela é Das tantas. Mulher Retada é ela, meu espelho DasDores.

O meu feminino é múltiplo. Cheio de anônimas, vitoriosas, sofredoras, oprimidas, notáveis, guerreiras, libertas, mulheres.

Sou minha mãe, minhas avós, irmãs e filhas.

Sou as muitas mulheres que dão nome às ruas da mulher que sou.

Lembrei destas, mas outras tantas, certamente, compõem a minha construção.

E as suas mulheres, quais são?

Sibelle Fonseca é radialista, juazeirense apaixonada, militante do jornalismo, pedagoga, feminista, conselheira da mulher, mãe de quatro filhos, cantora nas horas mais prazerosas, defensora dos direitos humanos e uma amante da vida e de gente.

“Sobre arte, re-significação e Juazeiranidade”, por Dandara Almeida

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Já depois de véia (ahahaha) vim entender porque  sempre gostei tanto de impressos, camisa, silk, feiras, arte, design…
Lá atrás, painho já fazia tudo isso dentro de casa e eu, até quando dentro da barriga de Luluzinha, já participava de feiras pelas praças de Juazeiro, vendendo poesia e arte, nessa cidade que pulsa cultura – vide foto anexo.

Como disse Sibelle Fonseca essa semana em seu programa, “Em cada família de Juazeiro tem um artista”. E é a melhor definição dessa cidade. Melhor exemplo é ter tantos incríveis nomes da produção nacional tais como João Gilberto (o maior <3), Ivete Sangalo (que além de ser a maior artista brasileira, tem toda irreverência e jeitão Juazeiro de ser. Tem toda Juazeiranidade, como diria Fatel – nova geração de artistas da cidade), Galvão (grande poeta do Novos e Eternos Baianos), Daniel Alves e Petros (futebol-arte?)) e Manuca Almeida (!).

Sim, cito ele não somente por ser meu pai, mas por cada dia mais entender o seu papel e importância na cultura popular brasileira e Juazeirense.

Painho instigava! Era irreverente, provocava, produzia e questionava. Ele tinha Juazeiranidade! Painho era apressado – como quem já sabia que partiria aos 53 anos -, painho era a-go-ni-aaaaado, inquieto.

Essa semana contamos 8 meses da sua ausência aqui nesse plano, e de lá pra cá a gente não parou. Assim, como ele nunca parava.

Fizemos exposição – na cara, coragem e raça -, fizemos evento no Quintal do Poeta – sim, aquele quintal de sua casa, palco de grandes nomes que ele trazia para se apresentar em Juazeiro, mais uma vez na cara e coragem -, já dei palestra e Workshop na universidade sobre sua Poesia Visual – e com tudo isso temos levado a poesia dele e o trabalho que ele deixou pronto e nos “treinou” para seguir de forma leve e cheia de amor.

E parafraseando ele mesmo “Só o amor sendo maior que o amor que já existe pra conseguirmos isso tudo” rss.
A gente ri, a gente chora, mas a gente tem feito com verdade e VONTADE.

Ontem, dia 14, primeiro dia da Feira FACA – que Feira promissora, Juazeiro. Olhem pra ela! Visitem! Incentivem os produtores locais! Comprem de quem faz! – e lá estávamos nós. Eu, mainha, Bem e Fefê, no mesmo salão que há exatos 8 meses velávamos o corpo dele.

Há menos de 2 metros de onde o seu caixão ficou. E você me pergunta: como conseguem? o que sente? e eu respondo: Com um orgulho da PORRA.

No Centro de Cultura João Gilberto – na Rua José Petitinga, no Bairro Santo Antonio – entendedores entenderão.

Eita painho, tomara que daí do canto que você vive agora tenha visto o que foi aquilo. Que honra, que merecimento e que despedida LINDA.

O Centro de Cultura João Gilberto é nosso espaço, nosso canto, nosso teatro, nossa cidade.

Hoje, no segundo dia da Feira convido todos vocês a visitarem. Conhecerem a nossa produção, nossos artistas, a re-significar o lugar e a arte.

A arte tem que ser vista, valorizada, criticada, mas também tem que ser nosso motor, nosso sustento.

E aí volto a meu querido pai Manuquinha, que por muitas vezes foi chamado de mercenário – dou muita risada quando falo disso – mas que viveu essa vida poética da sua poesia, e claro, nos criou dela, com ela, por ela.

Aí você agora entende como a gente consegue viver tudo isso com esse amor?
Mais desenhado impossível 

Simbora, Juazeiro! Simbora, Manuca Almeida 

Juazeiro, 15.07, 140 anos. Parabéns, minha – nossa – cidade 

Dandara Almeida, filha de Manuca Almeida

CPRN parabeniza Juazeiro nos seus 140 anos

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A Polícia Militar da Bahia, através do Comando de Policiamento da Região Norte (CPRN), parabeniza Juazeiro pelos seus cento e quarenta (140) anos e se compromete a permanecer oferecendo Segurança Pública de qualidade para que a cidade continue sendo um oásis de alegria.

Ascomo CPRN

 

Produtos poéticos de Manuca Almeida estão sendo comercializados na Feira de Arte , Cultura e ações comunitárias, em Juazeiro

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Desde ontem(14) está acontecendo no Centro de Cultura Jõao Gilberto a FACA – Feira  de Arte , Cultura e ações comunitárias em Juazeiro .  Uma iniciativa da Univasf em parceria com   a  Proex, Dacc , Direx  a feia reúne  diversas áreas   e mostra o que  o nosso povo produz.  Artesanato ,  produtos orgânicos , shows , intervenções  , oficinas e mini cursos .

Um dos estandes  mais visitados  é o da lojinha poética POEMA 63  com produtos  com poesia do poeta Manuca Almeida e  alguns trabalhos  do estúdio Voulta  dos Designres Dandara Almeida e Bruno Biano  .  No estande os visitante  podem levar para casa muita poesia   impressa , não só em livros mas também em vários objetos como , canecas , sedas , camisas , CDs, cartões , quadros  , azulejos , bolsas  e muito mais  , uma infinidade de produtos  mostrando  o que o poeta sempre  acreditou ,   que a poesia pode estar em tudo  , até mesmo dento de você.

Hoje (15) a feirinha funciona das 11 às 21 horas, no Centro de Cultura João Gilberto .

Entrada Grátis !

Provedor de Ideias/Foto: Dandara Almeida 

Juazeirense goleia o Atlético-AC e deixa zona de rebaixamento da Série C

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A Juazeirense respirou na Série C do Brasileirão. Neste sábado (14), o Cancão de Fogo goleou o líder Atlético-AC, no Adauto Moraes, por 4 a 0. Os gols por Salatiel, aos 12 e 14 minutos, e Toni Galego, aos 19 e 24 do primeiro tempo.

Com a vitória, o time baiano deixou a zona de rebaixamento para a Série D e manteve as chances de classificação para as quartas de final. Com 16 pontos ganhos, a Juazeirense subiu para a oitava colocação e ficou a três pontos do G-4.

A Juá volta a campo no próximo sábado (21), diante do Náutico, às 16h, na Arena Pernambuco.

BN

Copa do Mundo da Rússia chega à decisão ainda à procura de seu craque

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Até o início de junho, não era difícil apostar em quem seria o maior craque da Copa do Mundo: Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar despontavam. Quando o torneio começou, apareceram Hazard gastando a bola pela Bélgica e Harry Kane como artilheiro do Mundial pela Inglaterra. Todos ficaram pelo caminho.

A final entre França e Croácia neste domingo (15), às 12h, em Moscou, fará mais do que coroar o novo campeão. Determinará o melhor do torneio, que poderá até ganhar ares de favorito para o prêmio de melhor do ano da Fifa.

Os candidatos a craque das duas seleções finalistas refletem o que as suas equipes foram durante o torneio.

A França tinha uma base e chegou com ar de favorita. Descansada e sem jogar nenhuma prorrogação até agora, o time tem em Griezmann o seu ponto de apoio. Não pelos gols, como seria de se esperar. Um dos mais valorizados atacantes do futebol mundial, fez três na Copa. Mas chama a atenção por recuar para atuar como meia e ajudar na recuperação de bolas.

“Poucos jogadores fazem isso. Ele tem prazer em fazê-lo. É um sacrifício, mas ele faz com prazer. É muito decisivo, anota gols, marca, corre, dá passes decisivos. É o Grizou que amamos”, se rasgou em elogios o meio-campista e colega de seleção Pogba.

Grizou é um apelido que lembra o de Zinedine Zidane, o Zizou, maior craque francês de sua geração, campeão em 1998 e vice em 2006.

Griezmann foi eleito o terceiro melhor jogador do mundo em 2016, quando a França foi vice-campeã da Eurocopa.

Com gols e assistências, o camisa 7 foi peça-chave nos três últimos jogos da França. “Comecei timidamente a competição. Este é o tipo de jogo [partidas decisivas] que adoro. É o jogo que eleva o nível da pessoa. Estou com plena confiança”, disse Griezmann.

“Esta é uma oportunidade de ganhar a Copa. Não me importo com a Bola de Ouro”, completou, citando o prêmio de melhor do mundo.

É o mesmo raciocínio de Modric, o camisa 10 croata, elogiado pelos analistas até aqui. Estar na briga para ser o melhor da Copa é uma surpresa quase tão grande quanto a sua seleção chegar à final.

Acostumado a carregar o piano para outros brilharem no Real Madrid (ESP), na Croácia ele é o astro. Um craque exausto como a sua seleção, que atravessou as oitavas, quartas e semifinal sempre passando pela prorrogação e em todas as vezes saindo em desvantagem no placar. “Estão todos exaustos, não sei quem poderá jogar”, afirmou o técnico Zlatko Dalic.

Modric é quem mais tempo esteve em campo pela sua seleção: 604 minutos. Foi escalado até mesmo na última rodada da fase de grupos, contra a Islândia, partida em que a Croácia atuou classificada.

“Repeti várias vezes que estou focado apenas no sucesso da Croácia. Mas não me preocupo com isso. Quero que meu time ganhe a Copa. O resto está fora do meu controle. Estou feliz”, disse o meia croata na véspera da decisão.

A vitória de Modric seria o triunfo de uma eficiência que não costuma ser lembrada pela Fifa. Mas se a Croácia for campeã, protagonizando um dos mais improváveis títulos da história do futebol, quem poderá dizer que ele não merece?

“Modric vem guiando o time, guiando o jogo. É um jogador muito decisivo em aspectos técnicos, alguém que pode mudar uma partida, alguém que está dando fisicamente o que precisa. É um dos jogadores que é capaz de vencer o prêmio de melhor jogador”, disse o ex-atacante holandês Marco van Basten, membro da Fifa que ajudará na escolha do melhor jogador.

Fazem parte também da equipe de analistas os treinadores Carlos Alberto Parreira, Bora Milutinovic, Andy Roxburgh e o ex-jogador nigeriano Emmanuel Amunike.

“Eu concordo que, sendo realista antes da Copa, era normal falar de Messi, Ronaldo e Neymar. Mas durante a Copa [eles] foram para casa, estão na praia. Outros jogadores ficaram, especialmente Luka Modric. Ele é o homem do torneio”, concordou Dalic.

Se Modric é o astro absoluto, Griezmann tem em sua própria equipe um figurante que corre por fora para ganhar o prêmio de melhor jogador do Mundial: o jovem Kylian Mbappé, eleito o melhor em campo em duas das seis partidas disputadas pela França até agora na competição.

Autor de três gols no torneio, ele é nome praticamente certo na eleição de melhor jovem do Mundial —prêmio oferecido para jogadores nascidos após 1º de janeiro de 1997.

Já ao prêmio principal, outros candidatos fortes são Eden Hazard, 27, da Bélgica, e Harry Kane, 24, da Inglaterra. O meia-atacante, que atua pelo Chelsea (ING), é o principal jogador da seleção belga. Na vitória diante do Brasil, ele acertou os dez dribles que tentou. Já na derrota para a França, criou as melhores jogadas belgas na partida.

Kane, que pertence ao Tottenhan (ING), foi o principal jogador inglês na campanha. Ele é o artilheiro do Mundial com seis gols.

A lista dos dez finalistas ao prêmio do The Best será anunciada no dia 23, uma semana após o Mundial. Não há garantia, porém, que o eleito será de uma das finalistas. Em 2010, o Uruguai foi derrotado pela França na semifinal, mas a Fifa escolheu o atacante Diego Forlán como principal nome. Mesmo um atleta derrotado na decisão pode ser eleito, como aconteceu com Lionel Messi, em 2014, e com o alemão Oliver Kahn, em 2002.

O fato é que a Copa do Mundo de 2018 chega à final ainda à procura do seu craque.

Folhapress

Sucesso: Com apoio da Prefeitura de Sobradinho, foi realizado o II Festival de Quadrilhas Juninas

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Coreografias, danças e muita animação marcaram a noite desta quinta-feira (12) nas quadras Poliesportivas de Sobradinho. O espetáculo contou com a participação de nove quadrilhas de Sobradinho e região.

A festa típica chamou a atenção pela beleza do figurino, criatividade, decoração e principalmente pela participação popular que consolidou o sucesso do II Festival de Quadrilhas Juninas.

O evento contou com o apoio da Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura (SETUC), e de comerciantes locais. O homenageado da noite foi Romário Moura, que há 15 anos trabalha com quadrilhas juninas.

Francisco Meireles, organizador do evento, avaliou positivamente a participação do público no evento.

“Para nós, que organizamos eventos de quadrilhas juninas e nos deparamos com um público tão bonito como este, é muito gratificante. Percebemos o quanto a população de Sobradinho é apaixonada por esse tipo de espetáculo. Um fator que contribuiu para o sucesso do evento, foi o apoio dado pela prefeitura, que através da SETUC, compreendendo a importância da cultura popular, deu todo apoio para que o II Festival de Quadrilhas Juninas acontecesse assim, tão lindamente ”, declarou.

Edilson Genu, que fez parte do espetáculo, falou da importância do evento e do apoio dado pela gestão municipal, que viabilizou a preservação da cultura nordestina.

“Para mim, é uma enorme satisfação participar de um evento como esse, onde um grande público se fez presente. O apoio do poder público e das parcerias locais, foram fundamentais para que esta festa da cultura popular acontecesse. Nos dedicamos e o nosso empenho se tornou realidade, através deste apoio e incentivo,” ressaltou.

Ascom PMS